Família Kanzuanzua. Casa Unida. Vens?

Família Kanzuanzua. Casa Unida. Vens? Juntar se um ao outro

29/12/2025

🫀 AHA x IEC: você sabe a diferença na monitorização cardíaca ?

Na prática da enfermagem, errar eletrodo muda o traçado e mudar o traçado pode levar a decisão errada. Simples assim.

Existem dois padrões de monitorização mais usados no mundo: AHA e IEC.

🔹 PADRÃO AHA (American Heart Association)
Muito utilizado nas Américas.

📍 Posicionamento e cores:

⚪ Branco (RA) – braço direito
⚫ Preto (LA) – braço esquerdo
🔴 Vermelho (LL) – perna esquerda
🟢 Verde (RL) – perna direita
🟤 Marrom (V) – precordial

🔹 PADRÃO IEC (International Electrotechnical Commission)

Mais comum na Europa e em equipamentos importados.

📍 Posicionamento e cores:

🔴 Vermelho (R) – braço direito
🟡 Amarelo (L) – braço esquerdo
🟢 Verde (F) – perna esquerda
⚫ Preto (N) – perna direita
⚪ Branco (V) – precordial

27/12/2025

Ora viva galera!
Hoje teremos como temática " O tempo de vida de alguns órgãos após a morte". Espero que gostem!

A morte do ser humano é um processo biológico complexo e progressivo. Quando ocorre a paragem cardíaca, a circulação do sangue cessa imediatamente, interrompendo o fornecimento de oxigénio e nutrientes essenciais para as células. A partir desse momento, cada órgão inicia um “relógio biológico de resistência” que determina por quanto tempo ainda consegue sobreviver antes que ocorram danos irreversíveis.

Conhecer esses tempos é fundamental para áreas como medicina de emergência, cuidados intensivos, anatomia patológica e transplantes de órgãos, especialmente nos protocolos de doação após morte circulatória (DCD).

A seguir, uma visão profunda e completa sobre quanto tempo cada órgão pode sobreviver após a morte e quais fatores influenciam esse processo.

🧠 Cérebro: O Órgão Mais Sensível à Falta de Oxigénio

O cérebro é o primeiro órgão a entrar em falência após a paragem cardíaca. Em condições normais:

7 a 10 minutos após a morte: começam danos neuronais severos.

Acima de 10 minutos: a atividade cerebral torna-se irreversivelmente perdida.

Isto ocorre porque os neurónios consomem grandes quantidades de oxigénio e não possuem reservas energéticas. Por isso, a reanimação deve ser imediata para evitar sequelas neurológicas profundas.

🫁 Pulmões
⏳ 2 a 4 horas
Os pulmões são altamente dependentes de oxigénio e irrigação sanguínea contínua. Após a morte:
O tecido alveolar sofre colapso progressivo
O acúmulo de líquidos compromete rapidamente as células
A viabilidade funcional é curta

🔎 Importância clínica: Em transplantes, a preservação pulmonar exige intervenção extremamente rápida.

🫀 Coração
⏳ 3 a 5 horas
O coração possui automatismo próprio, mas depende intensamente de oxigénio. Após a morte:
O miocárdio entra em isquemia
O metabolismo anaeróbio gera acidose celular
O tecido perde rapidamente a capacidade contrátil

🩺 Mesmo sendo resistente a breve

23/12/2025

CIPROFL0XACINO NÃO É UM SORO

Se você é um daqueles que fala SORO DE CIPR0FLOXACINO, METR0NIDAZOL paraaaa!

Nãoooooo, a solução injetável de Cipr0floxacino não pode ser considerada um soro.

Ciprofloxacino é um antibiótico da classe das fluoroquinolonas, utilizado para tratar infecções bacterianas. A solução injetável de Ciprofl0xacino contém o medicamento diluído em um veículo apropriado (geralmente solução salina ou de glicose), mas a sua principal função é combater infecções bacterianas, não realizar reposição de fluidos ou eletrólitos o mesmo serve para o METR0NIDAZOL, MANIT0L e tantas outras soluções injectáveis!

Os soros, como o soro fisiológico (cloreto de sódio a 0,9%) e o soro glicosado (solução de glicose em diferentes concentrações, como 5% ou 10%), são chamados assim porque consistem em soluções aquosas de substâncias dissolvidas projetadas para serem administradas diretamente no corpo, geralmente por via intravenosa.

Para ser chamado de "soro", a substância precisa:

1. Ser uma solução aquosa: Deve ter água como solvente principal, com substâncias dissolvidas, como sais minerais, glicose ou outros compostos.

2. Ter composição semelhante ao meio extracelular: O termo "fisiológico" é usado porque a concentração de solutos é ajustada para ser compatível com a osmolaridade do plasma humano, evitando alterações no equilíbrio celular (como hemólise ou crenação).

3. Finalidade terapêutica ou de suporte: Soros são usados para:

Repor líquidos e eletrólitos.

Corrigir desidratações.

Fornecer energia (como o soro glicosado).

Manter ou restaurar a homeostase.

Origem do termo "soro"

A palavra "soro" deriva do latim "serum", que se refere ao líquido claro que se separa do sangue após a coagulação. No contexto médico, foi adaptada para designar soluções líquidas usadas no tratamento intravenoso.

Portanto, para ser chamado de "soro", é necessário que seja uma solução líquida (geralmente isotônica ou levemente hipertônica/hipotônica), estéril, e compatível.

A hemodiálise é um tratamento que substitui temporária ou permanentemente a função dos rins quando eles não conseguem ma...
02/12/2025

A hemodiálise é um tratamento que substitui temporária ou permanentemente a função dos rins quando eles não conseguem mais filtrar o sangue de maneira adequada.

Como funciona?

A hemodiálise usa uma máquina e um filtro artificial (chamado de dialisador) para:

Remover toxinas

Substâncias que normalmente seriam eliminadas pelos rins, como ureia e creatinina.

Retirar o excesso de água

Controla o volume corporal e evita inchaço, falta de ar e pressão alta.

Equilibrar eletrólitos

Como potássio, sódio e bicarbonato.

Etapas do processo

1. O sangue sai do corpo por um acesso (geralmente uma fístula, CP. Ou CLD).

2. Passa pelo dialisador, onde é filtrado em uma membrana semelhante ao rim.

3. O líquido de diálise (dialisato) ajuda a remover toxinas e equilibrar os íons.

4. O sangue limpo retorna ao corpo.

Cada sessão dura, em média, 3 a 4 horas, geralmente 3 vezes por semana.

Quem precisa de hemodiálise?

Pessoas com:

Lesão renal aguda grave, quando o rim para de funcionar temporariamente.

Doença renal crônica avançada (estágio 5), quando os rins funcionam

28/10/2025

Em enfermagem, EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) — às vezes escrito informalmente como “EPIS” — são itens de uso obrigatório que servem para proteger o profissional de saúde e o paciente contra riscos biológicos, químicos, físicos e outros durante a assistência.

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🩺 Função dos EPIs na enfermagem

Os EPIs têm o objetivo de:

Evitar contaminações por sangue, secreções, fluidos corporais ou agentes infecciosos.

Proteger o profissional contra acidentes (como perfurações, respingos, queimaduras, etc.).

Reduzir a transmissão de infecções cruzadas entre pacientes.

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🧤 Principais tipos de EPIs usados na enfermagem

EPI Função principal

Luvas de procedimento Protegem as mãos contra contato direto com sangue e fluidos.
Máscara cirúrgica ou N95 Protege contra inalação de gotículas ou aerossóis contaminados.
Avental ou capote Protege o corpo e as roupas de respingos e contaminação.
Óculos de proteção ou viseira Evita contato de fluidos biológicos com os olhos.
Touca Evita queda de cabelos no campo de trabalho e contaminação do profissional.
Protetor facial (face shield) Protege o rosto inteiro de respingos.
Calçados fechados impermeáveis Evitam acidentes com líquidos e objetos perfurocortantes.

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⚖️ Base legal

O uso de EPIs é regulamentado pela NR 6 (Norma Regulamentadora nº 6) do Ministério do Trabalho e Emprego e pela ANVISA nas normas de controle de infecção hospitalar.

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Se quiser, posso te ajudar a montar um resumo pronto para trabalho acadêmico ou apresentação sobre EPIs em enfermagem — quer que eu monte um modelo?

14/10/2025

O tratamento das paratireoides depende da doença ou disfunção específica que está afetando essas glândulas. As paratireoides são quatro pequenas glândulas localizadas atrás da glândula tireoide, e sua principal função é regular os níveis de cálcio no sangue através da produção do hormônio paratireoideano (PTH).

As principais condições que afetam as paratireoides são:

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1. Hiperparatireoidismo (produção excessiva de PTH)

Pode ser:

Primário: geralmente causado por um adenoma benigno em uma das glândulas.

Secundário: resposta à hipocalcemia crônica, frequentemente por insuficiência renal.

Terciário: ocorre após tratamento de longo prazo do secundário, quando as glândulas continuam produzindo PTH mesmo sem necessidade.

Tratamentos:

Hiperparatireoidismo primário:

Cirurgia para remoção da(s) glândula(s) afetada(s) (paratireoidectomia) é o tratamento de escolha.

Pode ser recomendada mesmo em pacientes assintomáticos, dependendo de critérios clínicos (como idade, nível de cálcio, densidade óssea).

Em casos leves ou quando a cirurgia não é indicada, pode-se apenas monitorar (cálcio, função renal, densidade óssea) e orientar:

Hidratação adequada

Evitar imobilização prolongada

Evitar diuréticos tiazídicos

Hiperparatireoidismo secundário (ex: em insuficiência renal crônica):

Controle do fósforo com dieta e quelantes.

Uso de suplementos de vitamina D (calcitriol ou análogos).

Em alguns casos, uso de cinacalcete (medicamento que reduz o PTH).

Paratireoidectomia em casos refratários.

Hiperparatireoidismo terciário:

Frequentemente requer cirurgia (paratireoidectomia subtotal ou total com autotransplante).

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2. Hipoparatireoidismo (produção insuficiente de PTH)

Causas comuns: remoção acidental das glândulas durante cirurgia da tireoide ou doenças autoimunes.

Tratamentos:

Suplementação de cálcio oral

Vitamina D ativa (calcitriol), para melhorar a absorção de cálcio.

Em casos refratários, pode-se considerar o uso de PTH recombinante (terapia ho

01/10/2025

MEDICAMENTOS QUE A GRAVIDA NÃO PODE TOMAR

DICLOFENAC
- Primeiro e terceiro trimestres: possível fechamento prematuro de duto arterial e retardo do trabalho de parto .

ALBENDAZOL
- Evitar engravidar durante o tratamento ou no prazo de 1 mês depois de completada a terapia . Não deve ser utilizado no primeiro trimestre de gravidez para infecção por nematódeos . Se houver suspeita de gravidez durante o tratamento, recomenda-se interrupção do mesmo e consulta a médico. RISCO DE MÁ FORMAÇÃO

CLORANFINICOL
- Uso próximo ao termo pode resultar em desenvolvimento da síndrome cinzenta no neonato .

GENTAMICINA
Segundo e terceiro trimestres: lesão aos nervos auditivo e vestibular . Evitar . Se administrado, monitorar a concentração plasmática .

ARTEMETER
Contraindicado no primeiro trimestre . Se for necessário empregar, recomenda-se cautela nos demais semestres .

QUININO
- USAR COM CUIDADO administração de doses altas é teratogênica e pode induzir ab**to . No entanto, o risco de malária é considerado maior que o risco para o feto .

FLUCONAZOL
- Evitar no primeiro trimestre, especialmente as doses altas . Risco de anormalidades congênitas .

Se chegou até aqui é porque gosta de aprender por isso partilha sempre esse poste , menciona seus colegas ❤🙏🏻

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26/09/2025

O fósforo é um mineral essencial encontrado em muitos alimentos, tanto de origem animal quanto vegetal, além de estar presente em aditivos alimentares usados pela indústria. Em pacientes com doença renal crônica (DRC), é importante controlar a ingestão de fósforo, pois os rins comprometidos têm dificuldade de eliminá-lo, podendo levar à hiperfosfatemia e complicações ósseas e cardiovasculares.

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🥗 Fontes de fósforo nos alimentos

✅ Alimentos ricos em fósforo (devem ser limitados na DRC)

🧀 Origem animal (fósforo orgânico - mais absorvível):

Leite e derivados (queijo, iogurte)

Ovos (especialmente a gema)

Carnes vermelhas e brancas

Peixes e frutos do mar

Miúdos (fígado, rim)

🥜 Origem vegetal (menos absorvível, mas ainda relevante):

Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico)

Nozes, castanhas, amêndoas

Sementes (linhaça, chia, abóbora)

Grãos integrais (arroz integral, aveia, quinoa)

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⚠️ Fósforo oculto (muito bem absorvido) – presentes em aditivos industriais:

Essas fontes são ainda mais preocupantes em pacientes com DRC, pois o fósforo desses aditivos é quase 100% absorvido.

Exemplos:

Embutidos (presunto, salsicha, mortadela)

Refrigerantes tipo cola

Alimentos ultraprocessados (sopas instantâneas, nuggets, bolachas recheadas)

Produtos com "fosfatos" no rótulo (ex: fosfato de sódio, ácido fosfórico, pirofosfato)

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📌 Dicas para quem precisa controlar o fósforo (como pacientes renais crônicos):

Prefira alimentos frescos e naturais.

Limite laticínios e ovos.

Evite industrializados e fast food.

Leia os rótulos para identificar aditivos com fósforo.

Consulte um nutricionista especializado em nefrologia para um plano alimentar personalizado.

Use quelantes de fósforo, se prescritos pelo médico, durante as refeições.

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Se quiser, posso montar uma lista de substituições alimentares com baixo teor de fósforo para pacientes renais. Deseja isso?

11/09/2025

A hemorragia subaracnóidea (HSA) é um tipo grave de AVC (acidente vascular cerebral) hemorrágico que ocorre quando há sangramento na espaço subaracnóideo, que é a área entre o cérebro e a membrana aracnoide (uma das três camadas das meninges que envolvem o cérebro).

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🧠 O que é o espaço subaracnóideo?

Esse espaço contém líquido cerebrospinal (LCR), que ajuda a proteger o cérebro. Quando há sangramento nesse local, o sangue se mistura com o LCR, aumentando a pressão intracraniana e causando irritação das meninges.

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⚠️ Causas mais comuns:

1. Ruptura de aneurisma cerebral (mais comum – até 85% dos casos não traumáticos)

2. Traumatismo craniano

3. Malformações arteriovenosas

4. Doenças hemorrágicas ou uso de anticoagulantes

5. HSA idiopática (sem causa aparente)

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🧩 Sintomas clássicos:

Cefaleia súbita e intensa (descrita como “a pior dor de cabeça da vida”)

Náuseas e vômitos

Rigidez na nuca (meningismo)

Fotofobia

Perda de consciência ou confusão

Convulsões

Déficits neurológicos focais (em casos mais graves)

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🏥 Diagnóstico:

1. Tomografia de crânio sem contraste – exame inicial mais importante

2. Punção lombar – se a tomografia for normal mas houver forte suspeita clínica (pode mostrar xantocromia)

3. Angiografia cerebral (ou angiotomografia/angiorressonância) – para localizar aneurismas ou outras causas

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💉 Tratamento:

Internação imediata em UTI neurológica

Controle da pressão arterial e da pressão intracraniana

Cirurgia para tratar aneurisma:

Clipping (cirurgia aberta)

Embolização/endovascular (coiling)

Prevenção de vasoespasmo (uso de nimodipina, por exemplo)

Monitoramento de complicações como:

Vasoespasmo cerebral

Hidrocefalia

Hiponatremia

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📉 Prognóstico:

Altamente variável: depende da extensão do sangramento, tempo até o atendimento, presença de complicações

Mortalidade pode ser alta (até 30-50%)

Sobreviventes podem ter sequelas neurológicas importantes

02/08/2025

Ciclo Biológico do Plasmodium — Entenda a Malária como um Especialista!

O Plasmodium é um protozoário transmitido pela picada da fêmea do mosquito Anopheles. Seu ciclo é dividido em duas fases principais:

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🔁 1. CICLO NO MOSQUITO – FASE SEXUADA (ESPOROGÔNICA)
✅ O mosquito pica uma pessoa infectada e ingere os gametócitos presentes no sangue.
✅ No intestino do mosquito, os gametócitos se fundem (fecundação), formando um zigoto.
✅ O zigoto se transforma em oocineto, que atravessa a parede intestinal e forma o oocisto.
✅ Dentro do oocisto ocorre multiplicação, formando milhares de esporozoítos, que migram para as glândulas salivares do mosquito.

🦟 O mosquito agora está pronto para transmitir a malária ao picar outra pessoa.

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🧬 2. CICLO NO HOMEM – FASE ASSEXUADA (ESQUIZOGÔNICA)

📍 Fase Hepática (Pré-eritrocítica)
• Os esporozoítos entram no sangue e invadem células do fígado.
• No fígado, transformam-se em esquizontes hepáticos, que liberam merozoítos no sangue.

📍 Fase Eritrocítica (Causadora dos Sintomas)
• Os merozoítos invadem as hemácias e se multiplicam.
• A hemácia rompe-se, liberando novos merozoítos.
• Essa ruptura causa os sintomas clássicos da malária: febre cíclica, calafrios, anemia.

📍 Formação de Gametócitos
• Alguns merozoítos se diferenciam em gametócitos, que ao serem sugados por outro mosquito, reiniciam o ciclo.

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⚠️ IMPORTANTE: Cada espécie de Plasmodium tem diferenças importantes:

P. falciparum → malária mais grave, cerebral

P. vivax → pode permanecer no fígado (hipnozoítos) causando recaídas

P. malariae, P. ovale, P. knowlesi → menos frequentes
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📚 Dica BioExame:
O conhecimento do ciclo é essencial para entender a transmissão, diagnóstico e tratamento da malária! 🔬
Se quer trabalhar em laboratório ou em saúde pública, domine esse conteúdo!

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🚀 Passos para Alcançar o Sucesso1. Defina o que é sucesso para você> Sucesso é algo pessoal. Para uns, é dinheiro; para ...
25/06/2025

🚀 Passos para Alcançar o Sucesso

1. Defina o que é sucesso para você

> Sucesso é algo pessoal. Para uns, é dinheiro; para outros, é paz, liberdade ou reconhecimento.

Reflita: O que me faz sentir realizado?

2. Estabeleça metas claras e realistas

> Sonhos viram planos quando você coloca prazos e passos.

Use metas SMART (Específicas, Mensuráveis, Alcançáveis, Relevantes e Temporais)

3. Crie um plano de ação

> Um bom plano quebra o objetivo em pequenas ações diárias.

Faça uma lista de tarefas e prioridades

Use ferramentas como agendas ou apps de produtividade

4. Desenvolva autodisciplina e consistência

> Talento é importante, mas a disciplina vence a motivação nos dias difíceis.

Crie hábitos saudáveis

Evite procrastinação

5. Aprenda com os erros

> Cada falha é uma oportunidade de crescimento.

Analise o que deu errado e ajuste sua rota

6. Cerque-se de pessoas que te impulsionam

> Sucesso também depende do ambiente e das conexões.

Busque mentores, colegas positivos e feedbacks construtivos

7. Cuide de si mesmo

> Sucesso sem saúde física, mental e emocional não se sustenta.

Durma bem, alimente-se com equilíbrio, pratique atividades físicas

8. Seja resiliente

> Dificuldades vão surgir. O sucesso é para quem não desiste na primeira queda.

Acredite no processo e mantenha-se firme

9. Celebre as conquistas, mesmo as pequenas

> Reconhecer seu progresso mantém sua motivação viva.

10. Continue aprendendo sempre

> O mundo muda. Aprender continuamente é essencial para crescer.

24/06/2025

Noções básicas de farmacologia que todo profissional da saúde deveria conhecer:

🛑 Farmacocinética (O que o corpo faz com o fármaco)

Absorção: Como o medicamento entra na corrente sanguínea.

Distribuição: Como o medicamento se espalha pelo corpo.

Metabolismo: Como o corpo transforma o medicamento, principalmente no fígado.

Excreção: Como o medicamento é eliminado, geralmente pelos rins.

🛑 Farmacodinâmica (O que o fármaco faz no corpo)

Mecanismo de ação: como o medicamento atua (ex: bloqueio de receptores).

Efeito terapêutico: benefício esperado.

Efeitos colaterais e tóxicos: reações indesejadas.

🛑 Tipos de medicamentos

Agonistas: ativam receptores.

Antagonistas: bloqueiam receptores.

Inibidores: impedem reações (ex: inibidores da enzima conversora de angiotensina - IECA).

🛑 Meia-vida do fármaco

Tempo que o corpo leva para eliminar metade da dose do medicamento.

Importante para determinar intervalos entre doses.

🛑 Interações medicamentosas

Como um medicamento pode alterar o efeito de outro.

Podem ser sinérgicas, antagônicas ou potencializadoras.

🛑 Vias de administração

Oral: mais comum, mas sofre metabolismo de primeira passagem.

Intravenosa (IV): efeito imediato.

Intramuscular (IM): absorção mais lenta que IV.

Subcutânea, tópica, sublingual, retal, etc.

🛑 Reações adversas e alergias

Conhecer sinais de hipersensibilidade e efeitos graves (como choque anafilático).

🛑 Uso racional de medicamentos: Certa dose, para o paciente certo, no momento certo, pela via certa e pelo tempo certo.
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