Ciepot

Ciepot O CIEPOT – Consultoria, Investigação & Estudos em Psicologia Organizacional e do Trabalho.

O CIEPOT – Centro de Estudos e Pesquisas, Lda., foi criado em Novembro de 2012 e sua designação é a abreviatura de “Consultoria, Investigação e Estudos em Psicologia Organizacional e do Trabalho. Está alicerçado no tripé Investigação, Formação e Consultoria e fundamenta-se em uma abordagem interdisciplinar, agregando saberes de diversas áreas de conhecimento, com destaque para a Psicologia, Pedago

gia, Sociologia, Gestão, Medicina do Trabalho, Antropologia, Engenharia de Produção, Ergonomia, Economia, História, Direito e Relações Internacionais. Tem como objetivo desenvolver estudos e investigações sobre processos organizacionais e transformações do mundo do trabalho, assim como promover ações de formação e prestar serviços de consultoria, voltados, prioritariamente, para a Gestão de Pessoas e desenvolvimento organizacional. Mais especificamente, o CIEPOT busca:

• Promover e incentivar a prática de investigação científica, como um dos requisitos para uma atuação profissional competente e ética;
• Contribuir para a formação de recursos humanos diferenciados;
• Promover o desenvolvimento das organizações;
• Promover saúde, qualidade de vida e bem-estar no trabalho.

29/01/2018
29/08/2017

Estou Envelhecendo

Estou envelhecendo, percebo isso em uma porção de coisas. Não é pelas rugas e pelos cabelos brancos, tampouco é pela dor na coluna e no joelho ou pela falta de força na hora de empurrar um armário pesado, subir escadas... Coisas dessa natureza não me preocupam tanto; já esperava por isso. Consigo até conviver bem com essas primeiras mazelas da velhice. Percebo que estou envelhecendo porque estou me tornando mais tolerante, mais amorosa, mais compreensiva e, acima de tudo, mais humana. Na verdade, estou voltando a ser criança. Uma criança experiente, madura e que tem uma porção de histórias interessantes para contar. Passei a valorizar mais a união da família e a perceber melhor a grande importância de se ter verdadeiros amigos. Consegui conquistar um espaço só meu e daqueles que eu amo e me fazem bem. Não é por egoísmo que cuido bem de minha privacidade e não deixo que ela seja invadida, mas é porque preciso de paz e de tempo para refletir e escrever. Não tenho mais tempo a perder com vaidades bobas, trivialidades, com pessoas que nada acrescentam nem com relações que vão destruir a minha paz interior. Quero viver o tempo que me resta do meu jeito, sem pressões, sem o compromisso de dar satisfação a quem exige de mim coisas que não se enquadram mais no meu mundo. A velhice não me assusta, sempre soube que um dia ela iria chegar e me preparei para viver mais essa etapa de minha existência com dignidade e gratidão. Sim. Sou grata por ter visto meus filhos cresceram e se tornarem pessoas equilibradas e do bem, por ter bons amigos, por ter conseguido realizar grande parte dos meus sonhos e por ter a felicidade de viver nesse planeta maravilhoso e, acima de tudo, por ter o privilégio de ter vivido tanto, quando tantas pessoas morreram tão jovens. Se revoltar por causa de sua velhice é uma grande ingratidão. Ninguém veio a esse planeta para ficar, viver é como fazer uma viagem e a velhice é o retorno para casa. Nada aqui nos pertence, é um grande erro e uma ilusão se apegar demais a coisas materiais e a vida. Tendo consciência disso, a velhice deixa de ser um peso e passamos a valorizar, a agradecer e a curtir com sabedoria os últimos dias que nos restam. (Autora desconhecida). Publicado por Armelino Girard.

24/06/2017

A aposentadoria corresponde ao VERÃO ou ao INVERNO da vida? Tirem suas conclusões ao ler o texto que segue.

Anselm Grun, monge beneditino e autor do livro “Vive-se apenas uma vez”, diz que as estações que vemos se suceder na natureza são uma espécie de lição que nós podemos assimilar para adquirir consciência de nossa própria vida e finitude. O ciclo do nascimento, crescimento, amadurecimento, envelhecimento e morte se repete nos seres humanos, nas plantas e nos animais.

• A primavera é a estação das flores e corresponde à fase do nascimento, do desabrochar da vida, da jovialidade e vivacidade.
• O verão corresponde à fase do crescimento e é o símbolo da plenitude. Representa o lutar, ganhar a vida, encontrar a própria identidade.
• O outono, estação dos frutos, da diversidade das cores e da colheita corresponde à fase do amadurecimento. É a fase da reorientação, da busca de um sentido para a vida que não pode consistir apenas em realizações exteriores.
• O inverno corresponde à fase do envelhecimento, estação do recolhimento e da partida. Simboliza a quietude, o descanso, uma suave passagem de um modo de ser ativo para um modo de ser mais contemplativo.

Quais as conclusões que podemos tirar desse comparativo? Anselm Grun, nos responde dizendo que a vida é uma passagem e nós somos peregrinos. Assim como cada estação do ano é plena de significado, do mesmo modo cada fase ou ciclo da vida tem sua importância. Em cada uma delas é bom viver o que àquela fase corresponde. Encarar sua fase de vida correspondente à sua verdade. Quem se atém a sua idade permanece vigoroso.

Percebo, nos meus trabalhos, que muitas pessoas que poderiam se aposentar, adiam sua aposentadoria com medo do novo, do desconhecido, de eventuais perdas, de não saber o que fazer, antevendo a aposentadoria como se fosse o inverno da vida, a fase do recolhimento, do silêncio e se esquecem que entre o verão – fase profissional – e o inverno – velhice- existe o outono da vida que é justamente a fazer dos frutos, da colheita, de aproveitar e saborear do que se plantou no verão. Percebam, portanto, que a aposentadoria não corresponde à velhice, e sim uma fase de reorientação e busca de um ressignificado para suas vidas (Armelino Girardi).

01/05/2017
II Congresso de Psicologia Organizacional e do Trabalho do Centro-Oeste Paulista, em Bauru, na Unesp, nos dia 11, 12 e 1...
05/01/2017

II Congresso de Psicologia Organizacional e do Trabalho do Centro-Oeste Paulista, em Bauru, na Unesp, nos dia 11, 12 e 13 de Maio de 2017.

O BALANÇO QUE SE IMPÕEDois mil e dezasseis chegou ao fim, e como gestores, vemo-nos na obrigação de fazer um balanço do ...
03/01/2017

O BALANÇO QUE SE IMPÕE

Dois mil e dezasseis chegou ao fim, e como gestores, vemo-nos na obrigação de fazer um balanço do ano, tendo como referência o que havíamos projetado. E o faremos de forma bem resumida.
Começamos o ano cientes das dificuldades que enfrentaríamos, em decorrência da crise financeira que Angola vive. Logo, nossas atividades foram projetadas com alguma cautela.
No tocante à formação, até ao momento estamos organizados para atender demandas apresentadas pelos clientes, dentro do nosso escopo de atuação, não tendo um plano anual previamente elaborado, como acontece com a maior parte das agências formadoras. No ano que terminou, recebemos doze solicitações, sendo 10 no formado de palestra e duas de formação intensiva. Estas últimas foram sobre preparação para a reforma e as outras sobre os seguintes temas:
a) A Psicologia em Angola
b) Competências necessárias à atuação em Psicologia
c) Empreender em Psicologia
d) Perfil do psicólogo como profissional na perspectiva organizacional e do trabalho
e) Saúde e qualidade de vida no trabalho
f) A visão que determina a vitória
g) Reforma: uma nova etapa da vida
h) Preparação para a reforma
As atividades de consultoria, como era de esperar, num ano de crise, foram as que menos desenvolvemos. Foram feitas duas intervenções, ambas em diagnóstico organizacional com foco no clima organizacional.
No que diz respeito à investigação, por ser uma área que depende muito mais de nós, fizemos uma programação que contemplava projetos a desenvolver, artigos e livros a publicar e participação em congressos, nacionais e estrangeiros. Não obstante as dificuldades, foi possível realizar todas atividades programadas.
Dos projetos, concluímos o trabalho que resultou da Olimpíada Caça Talentos Angola 40 Anos, que consideramos um diagnóstico preliminar do processo de ensino e aprendizagem da Matemática, Física e Química no ensino secundário.
Terminamos o estudo qualitativo e começamos a parte quantitativa do projeto sobre os riscos percebidos para a qualidade de vida e o bem-estar na reforma.
Por outro lado, traçamos as estratégias e fizemos a validação semântica de três instrumentos de pesquisa, especificamente: desenho do Trabalho, conflito trabalho-família e comprometimento organizacional, que este ano serão aplicados para validação na realidade angolana. Tratam-se de projetos desenvolvidos em parceria com pesquisadores da Universidade Federal da Bahia e Universidade de São Paulo.
Por outro lado, entre as publicações destacam-se a segunda edição do livro “Psicologia organizacional e do trabalho: leituras em saúde mental, qualidade de vida e cultura nas organizações” e os seguintes trabalhos:
a) Gestão de recursos humanos na administração pública: uma análise da realidade angolana (VI Conferência em Investigação e Intervenção em Recursos Humanos. Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal, Fevereiro).
b) A POT no contexto da inserção profissional de psicólogos em Angola (VII Congresso Brasileiro de Psicologia Organizacional e do Trabalho. Brasília, Julho).
c) Riscos para a qualidade de vida e o bem-estar na aposentadoria: a percepção de trabalhadores angolanos em fase de reforma (VII Congresso Brasileiro de Psicologia Organizacional e do Trabalho. Brasília, Julho).
d) Preparar para aposentar: a experiência de organizações angolanas em programas de preparação para a reforma (VII Congresso Brasileiro de Psicologia Organizacional e do Trabalho. Brasília, Julho).
e) Do Programa de Preparação para a Reforma ao Centro de Desenvolvimento da Terceira Idade: um caminho a percorrer (IV CONBOA – Congresso Brasileiro de Orientação para a Aposentadoria, Florianópolis, Novembro).
Terminamos o livro sobre “Olimpíadas Científicas”, estando no momento a merecer a análise de especialistas. Pretendemos publica-lo em formato digital (e-book) no primeiro trimestre de 2017.
Ainda no campo da investigação, fomos convidados e atuamos como membros da Comissão Científica da VI Conferência em Investigação e Intervenção em Recursos Humanos do Instituto Politécnico de Setúbal (Portugal). Também fomos convidados a escrever um artigo para o novo site da SBPOT (Associação Brasileira de Psicologia Organizacional e do Trabalho). Optamos por escrever sobre “A SBPOT e a psicologia organizacional e do trabalho em Angola”.
No tocante à organização e imagem do CIEPOT, 2016 também foi um ano positivo. Organizamo-nos internamente para a concretização dos projetos em agenda e das demandas do mercado. No entanto, a grande realização foi o desenvolvimento do site e a página do facebook, que nos permitiram ultrapassar as fronteiras de Angola. Em relação ao site, e pelo fato de dependermos de outra instituição, ainda não está como gostaríamos, mas vamos procurar melhorar nos próximos meses.
Ao terminar, aproveitamos o ensejo para agradecer os nossos principais colaboradores pelo trabalho que têm desenvolvimento. Um agradecimento especial à Ana Gil, Lectícia Cristóvão, Vivalda Pinto e Domingas Luísa.
A todos os nossos colaboradores, parceiros, clientes, leitores e seguidores, desejamos um feliz 2017, com muitas realizações, qualidade de vida e bem-estar.

Mesa redonda com o tema “o perfil do psicólogo como profissional” No 07 de Dezembro, em alusão ao 6º aniversário da “pro...
09/12/2016

Mesa redonda com o tema “o perfil do psicólogo como profissional”

No 07 de Dezembro, em alusão ao 6º aniversário da “proclamação” da Ordem dos Psicólogos de Angola, foi realizada uma mesa redonda que teve como objetivo abordar o perfil do psicólogo como profissional, a partir de várias perspectivas.

Fomos convidados a abordar o tema na perspectiva Organizacional e do Trabalho, isto é, abordar o perfil do profissional que envereda a área das organizações e do trabalho. O evento teve sala cheia, tendo sido um momento impar para tratar de algumas questões que têm tido um grande impacto na atuação dos profissionais da área. Foi também um momento para apresentação e venda dos livros do CIEPOT, muito referenciados pelo Dr. Carlinhos Zassala, Bastonário da Ordem, que os recomendou como fonte para um melhor entendimento da formação e exercício profissional da Psicologia em Angola.

Expressamos aqui os nossos agradecimentos pelas referências e pelo convite que nos foi endereçado.

06/12/2016

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