Dra. Adriana Monteiro • Obstetra • Gestação de alto risco

Dra. Adriana Monteiro •  Obstetra • Gestação de alto risco 🤰🏻Sua gestação segura e respeitosa.
🌷Pré-concepção | Pré-natal
👩🏻‍⚕️Gestação 40+ | Perda gestacional
CRM-BA 19.685/ RQE 10.905

Divas, quando li essa notícia, pensei que ela representa muito mais do que uma simples inversão de números.Em 2024, nos ...
12/08/2026

Divas, quando li essa notícia, pensei que ela representa muito mais do que uma simples inversão de números.
Em 2024, nos EUA, a taxa de nascidos vivos entre mulheres de 40 a 44 anos chegou a 12,7 para cada mil mulheres. Entre adolescentes de 15 a 19 anos, foi de 12,6 por mil.

Um detalhe importante: estamos falando sobre taxas de nascimentos, e não sobre o número total de filhos ou sobre todas as gestações. Esses são dados norte-americanos e não devem ser apresentados como uma realidade estatística brasileira. Ainda assim, eles mostram uma transformação que também percebemos no consultório: muitas mulheres estão vivendo a maternidade em uma fase mais avançada da vida.

Falar sobre essa realidade não deve servir para assustar mulheres. Também não podemos oferecer uma falsa tranquilidade, como se planejamento reprodutivo e avaliação individualizada deixassem de ser importantes. Informação de qualidade não existe para retirar sonhos.

Ela existe para ampliar possibilidades, orientar decisões e permitir que cada mulher conheça melhor sua própria realidade. equando a gestação acontece depois dos 40, a idade não deve ser tratada como uma sentença. Ela é um dos elementos considerados dentro de uma história muito maior, que inclui saúde, antecedentes clínicos, condições preexistentes e a evolução daquela gestação.

Para mim, essa notícia deixa um recado claro:
A maternidade mudou de tempo. E a medicina precisa estar preparada para acompanhar essa mudança com ciência, responsabilidade e acolhimento.
Você também percebe que as mulheres ao seu redor estão vivendo a maternidade mais tarde?

Fontes:
: https://revistamarieclaire.globo.com/noticias/noticia/2026/07/gravidez-acima-dos-40-se-torna-mais-comum-do-que-na-adolescencia-pela-primeira-vez-revela-pesquisa.ghtml
CDC/National Center for Health Statistics — Data Brief nº 535: apresenta os dados finais de 2024 e registra as taxas de 12,7 para mulheres de 40 a 44 anos e 12,6 para adolescentes de 15 a 19 anos.

10/08/2026

Quando falamos sobre gestação depois dos 40, grande parte das conversas se concentra no planejamento, nos exames, nos riscos individuais e na segurança do parto.
Mas quase ninguém fala sobre o peso das expectativas depois que o bebê nasce.

Para algumas mulheres, essa gestação veio depois de anos de espera, tentativas, tratamentos ou mudanças de planos. E, justamente por ter sido tão desejada, pode surgir uma cobrança silenciosa: a sensação de que também é preciso viver uma amamentação perfeita.

Só que desejar muito um filho não torna a amamentação automaticamente fácil.
Pode existir dor, cansaço, insegurança, dificuldade na pega, necessidade de complementar, vontade de continuar e, ao mesmo tempo, vontade de parar. Sentimentos aparentemente contraditórios também podem fazer parte desse processo.

A idade não define se uma mulher conseguirá amamentar. Mas a história que ela carrega, suas condições de saúde, a forma como o parto aconteceu e o apoio disponível no pós-parto precisam ser considerados.
E aqui está uma conversa difícil, mas necessária:
Amamentar é importante, mas não pode se transformar em uma prova de amor, gratidão ou competência materna.
Uma mulher que esperou muito por esse bebê não precisa provar que o ama suportando tudo em silêncio.

Ela precisa ser informada, acompanhada e respeitada — inclusive quando a experiência real não se parece com aquela que ela imaginou.

Nesta Semana Mundial da Amamentação, precisamos falar não apenas sobre incentivar a amamentação, mas também sobre cuidar de quem amamenta.

Compartilhe com uma mulher que precisa viver esse processo com menos cobrança e mais acolhimento.

Amamentar pode ser uma experiência bonita.Mas isso não significa que precise ser vivida com dor, culpa ou exaustão em si...
06/08/2026

Amamentar pode ser uma experiência bonita.
Mas isso não significa que precise ser vivida com dor, culpa ou exaustão em silêncio.

Dor persistente, fissuras, dificuldade de pega, insegurança com a produção de leite e cansaço extremo merecem atenção e orientação.
Cada mulher vive a amamentação de uma forma diferente. Para algumas, o início acontece com mais facilidade. Para outras, será necessário ajustar a pega, mudar posições, acompanhar o ganho de peso do bebê ou contar com apoio profissional.
E tudo bem precisar de ajuda.

Acolher a amamentação também é não romantizar o sofrimento, não transformar resistência em obrigação e não fazer a mãe acreditar que precisa suportar tudo para provar que está tentando.
Cuidar de quem amamenta também faz parte do cuidado com o bebê.
Envie para alguém que precisa lembrar que não precisa enfrentar tudo sozinha.



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Divas, a preparação para amamentar não precisa começar apenas depois que o bebê nasce.Durante o pré-natal, a gestante po...
04/08/2026

Divas, a preparação para amamentar não precisa começar apenas depois que o bebê nasce.
Durante o pré-natal, a gestante pode receber orientações sobre pega, posicionamento, produção de leite, livre demanda e dificuldades que podem aparecer nos primeiros dias.
Também é importante desfazer alguns mitos.
Preparar-se para amamentar também significa conversar sobre expectativas reais.
Porque informação também acolhe.
E nenhuma mulher deveria começar a amamentação acreditando que precisa descobrir tudo sozinha.
Compartilhe com uma gestante que está se preparando para esse momento.

Fotos:

31/07/2026

A gestação transforma o corpo de muitas maneiras. E, para algumas mulheres, essas mudanças podem despertar sentimentos difíceis relacionados à imagem corporal e à alimentação.

Lidar com a sensação de perder o controle sobre o próprio corpo pode ser um grande desafio, especialmente para quem já apresentava uma relação conturbada com a comida, preocupação excessiva com o peso ou insatisfação constante com a própria aparência.

Alguns sinais merecem atenção, como restrições alimentares autoimpostas, medo intenso de ganhar peso, alterações importantes no comportamento alimentar ou sofrimento diante das mudanças naturais da gestação.

Essas dificuldades não representam falta de cuidado com o bebê ou vaidade. Elas podem fazer parte de um transtorno alimentar ou de uma relação adoecida com o próprio corpo, que merece acolhimento e acompanhamento especializado.
Durante a gravidez, cuidar da saúde mental também é cuidar da saúde materna e do desenvolvimento do bebê. 💛

No Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, é importante lembrar que o pré-natal também desempenha um papel funda...
28/07/2026

No Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, é importante lembrar que o pré-natal também desempenha um papel fundamental na identificação dessas infecções.

Durante o acompanhamento da gestação, exames de sangue fazem parte da rotina para rastrear doenças que podem não causar sintomas, entre elas a hepatite B (HBsAg) e, quando indicado, a hepatite C (anti-HCV).

Quando o diagnóstico é realizado precocemente, é possível planejar os cuidados necessários durante a gestação, o parto e após o nascimento, reduzindo o risco de transmissão para o bebê e promovendo mais segurança para mãe e filho.

Fazer todos os exames solicitados durante o pré-natal é um gesto de cuidado que vai além da gestação: é uma forma de proteger duas vidas.

Neste 28 de julho, reforçamos a importância da informação, da prevenção e de um pré-natal completo e de qualidade.

24/07/2026

Sentir a barriga endurecer no fim da gestação é algo que costuma gerar ansiedade. Mas nem sempre esse contração significa que o bebê vai nascer?

No falso trabalho de parto, as contrações podem surgir de forma irregular e costumam melhorar com medidas simples, como descansar, se hidratar, tomar um banho morno ou seguir a orientação do seu obstetra.
Já no trabalho de parto verdadeiro, as contrações ficam cada vez mais frequentes, intensas e regulares, sem melhorar com essas medidas.

Por isso, antes de se desesperar, observe o comportamento das contrações. Cronometre os intervalos, utilize um aplicativo de contagem, mantenha-se hidratada e entre em contato com o seu obstetra para receber a orientação mais adequada.

Na maioria das vezes, o trabalho de parto acontece de forma progressiva. O seu corpo dará sinais, e você terá tempo para identificar que o momento está chegando.
Informação e tranquilidade fazem toda a diferença para viver esse momento com mais segurança.

Uma assistência obstétrica respeitosa vai muito além do momento do parto.Ela começa com escuta, passa pela informação e ...
23/07/2026

Uma assistência obstétrica respeitosa vai muito além do momento do parto.
Ela começa com escuta, passa pela informação e se fortalece em decisões baseadas nas melhores evidências científicas. Significa oferecer um cuidado individualizado, acolher dúvidas e explicar cada conduta sempre que possível.

Respeito e segurança caminham juntos. Quando a mulher participa das decisões e recebe um acompanhamento de qualidade, ela vive a gestação com mais confiança e tranquilidade. 💛

Fotos:

Amamentar é um processo de aprendizado para a mãe e para o bebê. E, embora seja um ato natural, nem sempre acontece de f...
22/07/2026

Amamentar é um processo de aprendizado para a mãe e para o bebê. E, embora seja um ato natural, nem sempre acontece de forma fácil nos primeiros dias.

Dor intensa, dificuldade na pega, fissuras nas mamas, dúvidas sobre a produção de leite ou a sensação de que o bebê não está mamando o suficiente são sinais de que vale a pena buscar orientação.

Pedir ajuda não significa que você está fazendo algo errado. Pelo contrário: significa cuidar da sua saúde, do seu bem-estar e oferecer as melhores condições para que a amamentação aconteça de forma mais tranquila.

Quanto mais cedo essas dificuldades forem avaliadas, maiores são as chances de encontrar soluções e tornar esse momento mais confortável para mãe e bebê.

Você não precisa enfrentar esse processo sozinha. A amamentação também pode ser aprendida, com acolhimento, orientação e uma rede de apoio preparada para caminhar ao seu lado.

📍Compartilhe esse post com uma mulher que está passando por esse momento.



Foto:

20/07/2026

Na última sexta-feira, tive a honra de participar do Encontro Baiano de Doenças Raras, à convite do . Foi um momento de troca de conhecimento e atualização científica ao lado de grandes profissionais.

Durante o evento, falei sobre a importância da detecção precoce da pré-eclâmpsia no pré-natal, uma condição que, quando identificada e acompanhada de forma adequada, pode fazer toda a diferença para a segurança da gestante e do bebê.

E esse encontro teve um significado ainda mais especial: também contou com a participação da , que passa a integrar a equipe da Iluminare Salvador . É uma alegria compartilhar esse compromisso com um cuidado cada vez mais qualificado, humano e baseado em evidências.

A medicina evolui todos os dias, e estar presente em espaços como esse faz parte do meu compromisso de oferecer às minhas pacientes um acompanhamento atualizado, seguro e individualizado.

Seguimos aprendendo para cuidar cada vez melhor.

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