Mariana Galuppo - Psicologia e Sexologia

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Tenha relações mais leves e prazerosas consigo, com os outros e com o futuro

Psicóloga e Terapeuta de Casais
Especialista em Psicologia e Sexualidade
Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental
Certif**ação em Terapia de Sessão Única

Nem toda dificuldade sexual aparece como um “problema sexual”.Às vezes, ela aparece como tensão.Como cobrança.Como compa...
07/04/2026

Nem toda dificuldade sexual aparece como um “problema sexual”.

Às vezes, ela aparece como tensão.
Como cobrança.
Como comparação.
Como desconexão.
Como a sensação de que o s**o deixou de ser uma experiência viva e passou a ser algo a ser “acertado”.

Este checklist é um convite para olhar com mais honestidade para a própria vida sexual.

Não para buscar perfeição.
Mas para perceber se essa experiência tem sido boa o suficiente para fazer sentido na sua vida, no seu corpo, na sua relação e na sua fase atual.

Responder “não” para várias dessas perguntas não é um diagnóstico.
Mas pode ser um sinal de que sua sexualidade merece menos julgamento e mais cuidado.

S**o bom não precisa ser perfeito.
Precisa poder ser vivido com presença, prazer, realidade e verdade.

Salve este post para revisitar com calma.

**ologia

📍Quem sou eu e o que você encontra por aquiSou Mariana Galuppo, psicóloga e sexóloga.Tenho raízes mineiras, coração baia...
20/03/2026

📍Quem sou eu e o que você encontra por aqui

Sou Mariana Galuppo, psicóloga e sexóloga.
Tenho raízes mineiras, coração baiano e, há mais de 10 anos, estudo sexualidade e relacionamentos.

Na clínica, acompanho adultos e casais em questões ligadas à vida sexual, aos afetos e à qualidade das relações. Trabalho com acompanhamento psicológico e também com Terapia de Sessão Única.

Gosto de unir estudo, escuta e prática clínica para oferecer um cuidado sério, humano e sensível a quem me procura.

Por aqui, você vai encontrar um ser humano, que trás reflexões sobre sexualidade, relacionamentos e saúde emocional, com linguagem acessível e baseadas em evidências, mas sem complicação.

Alguns dias intensos em Porto participando do   – World Meeting on Sexual Medicine 🇵🇹Foram dias de muito aprendizado, tr...
04/03/2026

Alguns dias intensos em Porto participando do – World Meeting on Sexual Medicine 🇵🇹

Foram dias de muito aprendizado, troca e reflexão com profissionais do mundo inteiro que trabalham com saúde sexual — uma área que ainda precisa de cada vez mais ciência, diálogo e menos tabu.

Tive também a alegria de participar do congresso como mediadora convidada pela SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana) em um dos simpósios.

Mas, além das discussões científ**as, esses encontros têm algo muito especial: reencontrar colegas queridos, abraçar professores que marcaram nossa trajetória e finalmente conhecer pessoalmente pessoas que, até então, existiam apenas nas redes sociais e nas conexões online.

Volto desse encontro com novas ideias para a clínica, novas conexões e ainda mais convencida da importância de falarmos sobre sexualidade com responsabilidade, ética e respeito à diversidade das experiências humanas.

Agora me contem: vocês já participaram de algum evento que marcou a trajetória profissional de vocês?

Vamos falar de ca*****ha?Sem clima de aula. Só um papo honesto, daqueles que a gente costuma evitar, mas que fazem difer...
13/02/2026

Vamos falar de ca*****ha?
Sem clima de aula. Só um papo honesto, daqueles que a gente costuma evitar, mas que fazem diferença.

Eu sei que, em algum momento, você já pensou algo como:
“Ah, mas quebra o clima…”
“Eu confio na pessoa.”
“Foi só s**o oral.”
“Depois eu vejo isso.”

E tá tudo bem admitir. Eu mesma já pensei também.
A ideia aqui não é culpa, nem apontar o dedo. É abrir espaço pra falar de prazer, cuidado e escolha consciente.

Porque a ca*****ha não é só sobre evitar problemas depois.
Ela também muda o que acontece durante.

Quando você se sente mais seguro, o corpo relaxa.
E quando a cabeça não está ocupada com medo de gravidez ou de infecções, sobra mais espaço para sentir, se entregar e curtir de verdade.

Muita gente não percebe, mas preocupação tira presença.
Sem presença, o prazer diminui. A excitação cai, o orgasmo perde intensidade. Proteção também é isso: criar um cenário onde o prazer pode acontecer por inteiro.

Talvez você não saiba, mas existem dois tipos de ca*****ha, e vale conhecer para escolher o que faz mais sentido pra você.

A ca*****ha para p***s é a mais comum. Hoje ela está muito longe daquela ideia antiga de “plástico sem graça”. Existem versões ultrafinas, com textura, diferentes tamanhos, mais lubrif**ação, etc.

Já a ca*****ha interna ainda causa estranhamento em muita gente. Às vezes nem é falta de informação, é só costume mesmo. Mas ela pode ser uma grande aliada. Vai na va**na ou no â**s, dá mais autonomia pra quem usa e pode ser colocada horas antes da relação, sem pressa, sem interromper o momento. Mudar o olhar sobre ela muda bastante a experiência.

Usar ca*****ha também fala de maturidade emocional.
De conversar sobre limites, desejos e acordos.
De sair do automático e fazer escolhas mais alinhadas com quem você é hoje.

Se esse tema ainda incomoda, talvez não seja só sobre ca*****ha.
Talvez seja sobre como a sua sexualidade foi construída: no medo, na culpa, no “não fala sobre isso”.

Informação, conversa e cuidado também fazem parte do prazer.
E você merece viver sua sexualidade com mais presença e menos medo.

*****ha

26/11/2025

Na prática clínica e nas pesquisas mais atuais, já sabemos que a parte psicológica tem um impacto enorme — realmente enorme — na qualidade da ereção. Um dos fatores mais consistentes identif**ados nesses estudos são as crenças rígidas sobre o que signif**a ser “homem o suficiente”, que acabam criando um nível de pressão.

Vou deixar aqui algumas das crenças que mais aparecem no consultório, para que você possa refletir sobre elas agora que já sabe que podem estar interferindo diretamente na sua satisfação sexual:

• “Eu preciso estar sempre no controle.”
Quando o foco vai para o desempenho, o corpo sai do modo de prazer e entra no modo de vigilância, o que dificulta muito a ereção.

• “Se eu não tiver ereção, estou falhando como homem.”
Esse pensamento aumenta a ansiedade antecipatória — e a ansiedade é um dos fatores mais reconhecidos por bloquear a resposta sexual.

• “O s**o precisa ser perfeito, do começo ao fim.”
Essa busca por perfeição faz com que a atenção fique voltada para cada sensação, cada detalhe, cada sinal do corpo. Isso interrompe o fluxo da excitação.

• “O meu valor depende do meu desempenho.”
Essa é uma das mais profundas. Quando a autoestima f**a atrelada à performance sexual, qualquer oscilação vira uma ameaça pessoal.

O ponto central dos estudos?
👉 Não é a ereção que está “com problema”.
É o modelo mental que foi aprendido. Mas que pode ser modif**ado na terapia. Se esse vídeo fizer sentido pra você ou pra alguém que você conhece, compartilhe.

🙂
15/11/2025

🙂

03/11/2025

Nem sempre a gente f**a porque quer.
Às vezes, f**a porque ainda não sabe como sair.

Há alguns dias, perguntei nos stories o que fazia alguém bonito se tornar pouco atraente. A maioria das respostas não me...
08/10/2025

Há alguns dias, perguntei nos stories o que fazia alguém bonito se tornar pouco atraente. A maioria das respostas não mencionava aparência, mas comportamento. Falavam de arrogância, grosseria, comentários preconceituosos, falta de escuta, ironia. E essa percepção não é apenas uma opinião coletiva, é algo que a ciência explica muito bem.

Estudos sobre moralidade e emoção mostram que o nosso cérebro não separa beleza de comportamento. Quando alguém demonstra empatia, respeito e coerência, o sistema nervoso ativa áreas associadas ao prazer e à aproximação. Já quando há atitudes desrespeitosas, preconceituosas ou moralmente ofensivas, são acionadas as mesmas regiões cerebrais envolvidas no nojo físico, como quando sentimos repulsa diante de um cheiro desagradável.

Um estudo conduzido por Chapman e Anderson (2012), descreve que o chamado “nojo moral” não é simbólico, é literal. As reações fisiológicas são as mesmas: o corpo se afasta, a expressão facial muda, há diminuição da atividade em regiões ligadas ao prazer e aumento daquelas associadas à aversão. Em termos simples, o cérebro desliga a resposta de atração.

É o que vemos acontecer com figuras públicas consideradas bonitas e admiradas, que perdem o encanto quando se envolvem em comportamentos agressivos, intolerantes ou incoerentes com valores sociais. E o mesmo acontece nas relações do dia a dia. Aquele colega, parceiro ou conhecido que parecia atraente pode se tornar quase invisível depois de uma fala arrogante ou de um gesto desrespeitoso.

A repulsa que sentimos é uma resposta biológica a uma transgressão moral. Atração e desejo não são apenas sobre aparência, mas sobre coerência entre o que a pessoa mostra e o que desperta em nós.

A ciência confirma o que muitos já percebem na prática: o desejo não nasce só dos olhos. Ele depende de segurança, respeito e empatia. Sem isso, o corpo entende que ali não é um lugar bom para f**ar.

➡ Se o corpo responde à coerência entre o que vê e o que sente, então talvez a pergunta não seja “quem te atrai?”, mas “por que?”.
Conta nos comentários: que tipo de comportamento te faz achar alguém ainda mais atraente?

✨ Muito grata por esse reconhecimento!Há 12 anos me formei e sigo aprimorando e não pretendo parar, por dois motivos mui...
23/09/2025

✨ Muito grata por esse reconhecimento!
Há 12 anos me formei e sigo aprimorando e não pretendo parar, por dois motivos muito especiais: porque amo o que faço e porque respeito profundamente cada pessoa que confia em mim e compartilha sua história.
É por mim, é por vocês. Obrigada! 💙

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