Wallace Gois Cirurgião Pediatra

Wallace Gois Cirurgião Pediatra Cirurgia Pediátrico - videocirurgia pediátrica

O refluxo é muito comum nos primeiros meses de vida e, na maioria das vezes, é fisiológico. Ou seja: o bebê mama, regurg...
28/05/2026

O refluxo é muito comum nos primeiros meses de vida e, na maioria das vezes, é fisiológico. Ou seja: o bebê mama, regurgita um pouco e segue bem, ganhando peso e sem dor. Isso acontece porque o sistema digestivo ainda está em desenvolvimento.

Mas existe um outro cenário, menos comum, em que o refluxo deixa de ser algo esperado e passa a exigir atenção e, em casos específicos, até avaliação cirúrgica.

➡️ O primeiro ponto é entender quando o refluxo deixa de ser “normal”. Sinais como dificuldade para ganhar peso, irritabilidade intensa durante ou após as mamadas, recusa alimentar, episódios frequentes de vômitos em grande quantidade ou complicações respiratórias (como engasgos, tosse persistente ou pneumonias de repetição) acendem um alerta. Nesses casos, estamos possivelmente diante de um refluxo gastroesofágico patológico.
O tratamento inicial quase nunca é cirúrgico. Ele envolve medidas clínicas: ajustes na posição do bebê, mudanças na alimentação, acompanhamento próximo e, em alguns casos, uso de medicações. A grande maioria dos bebês melhora com essas condutas ao longo do tempo.
➡️ A cirurgia entra em cena quando o tratamento clínico não resolve e o refluxo começa a trazer riscos reais para a saúde da criança, como falha no crescimento, inflamação importante do esôfago ou complicações respiratórias recorrentes. Também pode ser considerada em situações específicas, como em bebês com doenças neurológicas ou condições que agravam o refluxo.
Por isso, mais importante do que o refluxo em si, é observar o comportamento do bebê e sua evolução.

Ficou com alguma dúvida? Comente aqui!
Dr. Wallace Acioli
CRM/DF 12469
Cirurgião Pediátrico - RQE 8883

Antes de uma cirurgia infantil, existe um cuidado que vai muito além do centro cirúrgico. Tudo começa com uma avaliação ...
27/05/2026

Antes de uma cirurgia infantil, existe um cuidado que vai muito além do centro cirúrgico.

Tudo começa com uma avaliação detalhada: entender o histórico da criança, os sintomas, exames e, principalmente, o momento ideal para intervir. Nem toda cirurgia é urgente e saber esperar também faz parte de um bom tratamento.

Depois disso, vem um dos pontos mais importantes: a conversa com os pais. Explicar cada etapa, tirar dúvidas, alinhar expectativas e, acima de tudo, transmitir segurança. Porque quando os pais entendem o processo, a criança também se sente mais tranquila.

Também há o preparo físico: exames pré-operatórios, orientações sobre jejum, suspensão de medicamentos quando necessário… cada detalhe é pensado para garantir a segurança durante o procedimento.

E não menos importante: o preparo emocional. Crianças sentem, percebem e reagem ao ambiente. Por isso, usamos uma abordagem acolhedora, respeitando o tempo de cada uma, reduzindo medos e tornando esse momento o mais leve possível.

Antes de qualquer cirurgia, existe planejamento, responsabilidade e cuidado em cada decisão.
Porque quando se trata de uma criança, cada detalhe importa, e muito. 💙
Dr. Wallace Acioli
CRM/DF 12469
Cirurgião Pediátrico - RQE 8883

Por trás de cada cirurgia infantil, existe uma equipe inteira dedicada exclusivamente à segurança da criança. Antes mesm...
26/05/2026

Por trás de cada cirurgia infantil, existe uma equipe inteira dedicada exclusivamente à segurança da criança. Antes mesmo do procedimento começar, realizamos uma checagem rigorosa: confirmação de identidade, lado correto da cirurgia, exames revisados e materiais preparados. Nada é feito no automático.

Durante a cirurgia, a criança é monitorada o tempo todo. Batimentos cardíacos, oxigenação, pressão, respiração, cada detalhe é acompanhado em tempo real por uma equipe treinada para agir rapidamente diante de qualquer alteração.

O anestesista pediátrico tem um papel essencial nesse processo. Ele não apenas “faz a criança dormir”, mas controla a dor, mantém as funções vitais estáveis e garante que tudo aconteça com o máximo de segurança do início ao fim.

Além disso, todo o ambiente é preparado para reduzir riscos: equipamentos específicos para crianças, protocolos rigorosos de esterilização e uma equipe que trabalha de forma coordenada, como um verdadeiro time.

E mesmo após o fim da cirurgia, o cuidado continua. A criança só deixa o centro cirúrgico quando está estável, sendo acompanhada de perto na recuperação.

Os pais não veem tudo isso, mas é exatamente esse cuidado nos bastidores que permite que eles confiem no que mais importa: a segurança dos seus filhos. 💙
Dr. Wallace Acioli
CRM/DF 12469
Cirurgião Pediátrico - RQE 8883

15/04/2026
A cirurgia em crianças exige muito mais do que técnica: exige preparo, sensibilidade e estrutura adequada. Por isso, o c...
14/04/2026

A cirurgia em crianças exige muito mais do que técnica: exige preparo, sensibilidade e estrutura adequada. Por isso, o centro cirúrgico pediátrico é pensado exclusivamente para atender às necessidades dos pequenos pacientes.

Desde os equipamentos adaptados ao tamanho e à fisiologia da criança até equipes treinadas em anestesia e cuidados pediátricos, tudo é planejado para garantir segurança em cada etapa do procedimento.

O ambiente também faz diferença. Cores, linguagem adequada e uma abordagem mais acolhedora ajudam a reduzir o medo e a ansiedade antes da cirurgia.

Além disso, protocolos específicos garantem monitorização constante, controle da dor e recuperação mais tranquila.

Porque cuidar de crianças é diferente e cada detalhe importa quando o paciente ainda está crescendo.

Aproveite e compartilhe este post com aqueles pais que estão apreensivos com a cirurgia do filho. 🩵

Dr. Wallace Acioli
CRM/DF 12469
Cirurgião Pediátrico - RQE 8883

Crianças com necessidades especiais podem precisar de acompanhamento cirúrgico em diferentes momentos da vida e esse cui...
09/04/2026

Crianças com necessidades especiais podem precisar de acompanhamento cirúrgico em diferentes momentos da vida e esse cuidado exige um olhar ainda mais atento, individualizado e humano.
Na cirurgia pediátrica, cada criança é avaliada considerando suas condições clínicas, adequações,
potencialidades e necessidades específicas

O planejamento cirúrgico leva em conta não apenas o procedimento em si, mas também a comunicação, a anestesia, o pós-operatório e a adaptação da recuperação à realidade da criança e da família.

A atuação integrada entre cirurgião pediátrico, pediatra, anestesista e outros profissionais é fundamental para garantir segurança, conforto e respeito durante todo o processo.

Mais do que tratar uma condição, o objetivo é promover qualidade de vida, autonomia possível e bem-estar, sempre com escuta ativa e acolhimento.
Porque toda criança merece um cuidado que enxergue além do diagnóstico e reconheça quem ela é.

Dr. Wallace Acioli
CRM/DF 12469
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O testículo não descido (criptorquidia) é uma condição relativamente comum na infância, especialmente em bebês prematuro...
30/03/2026

O testículo não descido (criptorquidia) é uma condição relativamente comum na infância, especialmente em bebês prematuros.

Normalmente, os testículos descem para a bolsa escrotal ainda durante a gestação ou nos primeiros meses de vida.

Os pais podem perceber a ausência de um ou dos dois testículos na bolsa escrotal durante o banho ou a troca de fraldas. Em alguns casos, a bolsa parece menor ou assimétrica. No entanto, nem sempre é fácil identificar apenas pela observação.

Por isso, o acompanhamento com o pediatra é fundamental. Durante as consultas de rotina, o exame físico permite avaliar se os testículos estão na posição correta ou se permanecem fora da bolsa.

Quando o testículo não desce espontaneamente até cerca de 6 meses de idade, é indicada a avaliação com o cirurgião pediátrico ou urologista pediátrico, para definir a melhor conduta.

O diagnóstico e o tratamento no momento certo ajudam a proteger o desenvolvimento, a fertilidade futura e a saúde da criança. 💙

Dr. Wallace Acioli
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As crianças têm uma capacidade incrível de se recuperar. Mesmo diante de procedimentos cirúrgicos e momentos desafiadore...
24/03/2026

As crianças têm uma capacidade incrível de se recuperar. Mesmo diante de procedimentos cirúrgicos e momentos desafiadores, elas demonstram uma força que muitas vezes surpreende os adultos.

O corpo infantil responde rápido, cicatriza melhor e se adapta com facilidade. Mas não é só o físico a forma como a criança encontra alegria no brincar, no afeto e na rotina é parte essencial da recuperação.

Com apoio da família, acompanhamento médico e um ambiente acolhedor, cada pequeno avanço se transforma em uma grande conquista.

A recuperação infantil é feita de cuidado, paciência e muita coragem. Muitas vezes, são as crianças que nos ensinam o verdadeiro significado de resiliência. 🩵

Dr. Wallace Acioli
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Para uma criança no espectro do autismo, a cirurgia envolve desafios que vão além do procedimento em si. Mudanças de rot...
22/03/2026

Para uma criança no espectro do autismo, a cirurgia envolve desafios que vão além do procedimento em si. Mudanças de rotina, ambientes desconhecidos e estímulos sensoriais intensos podem gerar ansiedade e dificultar o processo. 🧩

Por isso, o preparo começa antes da internação. Sempre que possível, a equipe deve conhecer as sensibilidades sensoriais, a forma de comunicação da criança, seus objetos de conforto e estratégias que ajudam a acalmá-la.

Explicações visuais, linguagem simples e previsibilidade reduzem o estresse.
No centro cirúrgico, ajustes como menos ruído, iluminação controlada e abordagem gradual contribuem para mais segurança emocional.

Já no pós-operatório, o controle da dor, a presença dos pais e o retorno progressivo à rotina são essenciais para uma boa recuperação.
Cada criança autista é única.

Quando o cuidado é individualizado e respeitoso, a cirurgia se torna um processo mais tranquilo para a criança, a família e a equipe de saúde.

Seu filho está no espectro e você tem alguma dúvida? Comente aqui.
Dr. Wallace Acioli
CRM/DF 12469
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Após uma cirurgia, observar a ferida faz parte do cuidado com a recuperação da criança. A maioria das cicatrizações ocor...
18/03/2026

Após uma cirurgia, observar a ferida faz parte do cuidado com a recuperação da criança. A maioria das cicatrizações ocorre sem problemas, mas alguns sinais de alerta merecem atenção.

➡️ Vermelhidão que se espalha, inchaço excessivo, calor local, dor que aumenta com o passar dos dias ou saída de secreção amarelada ou com mau cheiro podem indicar infecção. Febre persistente e mudança no comportamento da criança, como irritabilidade ou prostração, também são sinais importantes.

É normal que a ferida fique levemente avermelhada e sensível nos primeiros dias. O que preocupa é a piora progressiva, e não a melhora gradual esperada.

Diante de qualquer dúvida, o ideal é procurar o cirurgião pediátrico. A avaliação precoce evita complicações e garante uma recuperação mais segura e tranquila.

Dr. Wallace Acioli
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A doença de Hirschsprung é uma condição congênita que afeta o funcionamento do intestino grosso. Ela ocorre quando uma p...
16/03/2026

A doença de Hirschsprung é uma condição congênita que afeta o funcionamento do intestino grosso. Ela ocorre quando uma parte do intestino não possui as células nervosas responsáveis pelos movimentos intestinais, dificultando a eliminação das fezes.

Os sintomas costumam aparecer logo nos primeiros dias de vida. A ausência de eliminação do mecônio, distensão abdominal, vômitos e constipação importante são sinais de alerta. Em crianças maiores, pode se manifestar como prisão de ventre crônica, dificuldade para evacuar e baixo ganho de peso.
O diagnóstico é feito por avaliação clínica e exames específicos, e o tratamento é cirúrgico. Atualmente, os avanços nas técnicas cirúrgicas permitem procedimentos mais precisos, menos invasivos e com melhores resultados funcionais.

Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, a maioria das crianças evolui muito bem, com melhora significativa da qualidade de vida.

Precisa de ajuda sobre este assunto? Agende sua consulta e vamos conversar.

Dr. Wallace Acioli
CRM/DF 12469
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Endereço

CENTRO MÉDICO JULIO ADNET, SEPS Q 709/909, Centro Médico Julio Adnet/Asa Sul, Brasília/DF, 70390/095
Asa Sul, DF
70390-095

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