16/06/2026
Quando se fala em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, eu sei que as vezes, passa pela sua cabeça que se trata apenas de uma questão de crença ou opinião.
Mas o que pouca gente sabe é que essas Práticas Integrativas fazem parte da política pública de saúde brasileira há anos.
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi criada pelo Ministério da Saúde em 2006 com o objetivo de ampliar as possibilidades de cuidado oferecidas à população.
Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) reconhece diversas práticas integrativas, entre elas a homeopatia, a medicina tradicional chinesa, a acupuntura, a meditação, o Reiki, a yoga, os florais, entre outras abordagens voltadas para o cuidado integral da saúde.
A proposta não é substituir tratamentos convencionais, mas ampliar o olhar sobre o processo saúde-doença, considerando aspectos físicos, emocionais, mentais e sociais que influenciam diretamente a qualidade de vida.
O reconhecimento dessas práticas pelo Ministério da Saúde demonstra que o cuidado em saúde pode ir além do tratamento de sintomas, valorizando também prevenção, promoção da saúde e bem-estar.
Quando observamos o cenário internacional, percebemos que o interesse pelas Práticas Integrativas não acontece apenas no Brasil.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) incentiva seus países membros a desenvolverem políticas que integrem práticas tradicionais e complementares aos sistemas de saúde, de forma segura, baseada em evidências e alinhada às necessidades da população.
O Brasil foi um dos países que avançou nessa direção ao incorporar as Práticas Integrativas ao SUS, ampliando as possibilidades de cuidado e promovendo uma visão mais integral da saúde.
Você já sabia que as Práticas Integrativas fazem parte das políticas públicas de saúde no Brasil e estão no SUS?