Dr. João Ricardo - Uro

Dr. João Ricardo - Uro Sou médico urologista, especialista em tratamento de tumores urológicos especialmente por cirurgia robótica.

O preconceito com o exame de toque retal ainda afasta muitos homens do consultório. E o custo disso, muitas vezes, é a p...
08/06/2026

O preconceito com o exame de toque retal ainda afasta muitos homens do consultório.
E o custo disso, muitas vezes, é a perda de um diagnóstico precoce.

O diagnóstico não se resume a um único procedimento.
É uma combinação estratégica de análise clínica, PSA e uma imagem avançada.

Cada um desses exames cumpre uma função.
O PSA sinaliza, o toque avalia a consistência e a ressonância mapeia.
Quando trabalhamos com esse conjunto, a margem de erro diminui drasticamente.

Cuidar da saúde é entender que o medo de um exame de 10 segundos não pode ser maior do que o desejo de viver com qualidade e autonomia.

Se você tem mais de 50 anos (ou 45 com histórico familiar), não espere sentir dor para procurar ajuda.

⚕️Dr. João Ricardo Alves | Cuidado e segurança após os 50+ 🧭
CRM: DF 12.109 | RQE 6884

Você tem acordado mais vezes à noite para ir ao banheiro? Sente que o jato urinário não é mais o mesmo? Essas mudanças s...
05/06/2026

Você tem acordado mais vezes à noite para ir ao banheiro?
Sente que o jato urinário não é mais o mesmo?
Essas mudanças são comuns após os 50 anos, mas não devem ser ignoradas ou confundidas.

Muitos homens acreditam que esses sintomas são apenas sinais da idade ou da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), um crescimento benigno da próstata. No entanto, os sintomas da HPB e do câncer de próstata podem ser bem parecidos.

Por isso, se você notar qualquer alteração na sua rotina urinária, não adie a consulta.

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30/05/2026

Recebi o relato da Nívia sobre a perda precoce do primo dela e não pude deixar passar. O tumor de adrenal maligno é raro e silencioso, mas quando dá sinais, o tempo já é o nosso maior adversário.

A verdade que muita gente ignora é: exame de rotina não é só para quem é mais velho. Mesmo jovem e sem sintomas aparentes, o check-up é o que nos permite descobrir o que o corpo ainda não gritou.

Não ignore desconfortos. Se algo mudou, se uma dor apareceu, investigue. Na medicina, o diagnóstico precoce é, muitas vezes, a única linha que separa o sustento da perda.

Meus sentimentos à Nívia e que esse alerta sirva para cada um de nós não deixarmos a saúde para depois.

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26/05/2026

Depois dos 50 anos, o corpo realmente passa por mudanças. O problema é que muitos homens começam a tratar como algo normal sinais como cansaço frequente, sono ruim, ganho de peso, queda no rendimento físico ou falta de disposição.

E isso nem sempre deve ser tratado como algo natural da idade.

Muitas vezes, o que parece apenas uma consequência do envelhecimento pode ter relação com fatores que merecem atenção e avaliação adequada

Por isso, procurar o médico nessa fase é uma decisão importante. O acompanhamento com o urologista ajuda a avaliar não só a saúde, mas também disposição, sono, hábitos de vida e desempenho no dia a dia.

Cuidar da saúde depois dos 50 não é exagero. É maturidade. Entender o que mudou e investigar no momento certo é a melhor forma de envelhecer com mais segurança e qualidade de vida.

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22/05/2026

Muitos homens começam a perceber mudanças no corpo depois dos 50, mas erram ao achar que tudo isso é normal.

O problema é que muitos homens acabam normalizando esses sinais e deixando de procurar acompanhamento médico, principalmente quando não sentem dor. Mas nem sempre a ausência de dor signif**a que está tudo bem.

Perceber mudanças na disposição, no rendimento do dia a dia, na atividade física, no sono ou nos hábitos urinários é um sinal de que vale a pena investigar. Muitas vezes, esses sintomas podem estar relacionados ao processo natural do envelhecimento, mas também podem indicar condições que merecem atenção e tratamento.

Cuidar da saúde também é observar o corpo antes que o problema se torne mais evidente. Avaliar cedo faz diferença para identif**ar causas, tratar da forma correta e preservar sua qualidade de vida.

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20/05/2026

Muitos homens percebem, com o passar do tempo, aquele “pinguinho” que f**a na cueca depois de urinar. Embora muita gente minimize esse sintoma, ele pode piorar e causar bastante incômodo no dia a dia.

Em muitos casos, isso está relacionado ao aumento benigno da próstata, a hiperplasia prostática benigna, que pode dificultar o esvaziamento completo da bexiga.

A boa notícia é que isso tem tratamento. Medicações e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos podem ajudar a controlar o problema.

Se esse gotejamento está f**ando mais frequente, não ignore esse sinal. A avaliação médica é fundamental para identif**ar a causa e indicar a melhor conduta.

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Receber o diagnóstico de câncer de próstata costuma trazer uma sensação de urgência. É natural querer resolver o problem...
18/05/2026

Receber o diagnóstico de câncer de próstata costuma trazer uma sensação de urgência. É natural querer resolver o problema o quanto antes.

Mas a decisão de tratar imediatamente não é automática.

Ela depende de alguns pontos importantes. O PSA, o resultado da biópsia e o Gleason ajudam a entender o comportamento do tumor. Os exames de imagem mostram a extensão da doença.

Além disso, o perfil do paciente também pesa. Idade, condições de saúde e expectativa de vida fazem parte dessa análise.

É a combinação dessas informações que define a conduta.

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Quando falamos em câncer de próstata, uma coisa precisa f**ar clara: nem todo tumor se comporta da mesma forma. E entend...
16/05/2026

Quando falamos em câncer de próstata, uma coisa precisa f**ar clara: nem todo tumor se comporta da mesma forma. E entender isso faz toda a diferença na decisão.

Os estudos mostram exatamente isso. Em tumores de baixa agressividade, a evolução pode ser lenta, o que permite que muitos pacientes sejam acompanhados com segurança por anos, sem necessidade de tratamento imediato.

Mas isso só é possível quando existe um ponto essencial: acompanhamento rigoroso. Não se trata de ignorar o problema, e sim de entender que, em alguns casos, observar com critério pode ser a conduta mais segura naquele momento.

Por outro lado, nos tumores mais agressivos, o cenário muda. A doença pode evoluir rapidamente e se tornar mais perigosa quando não é tratada no momento certo.

Por isso, o mais importante não é apenas decidir se vai tratar ou não. É saber qual tumor está diante de você, qual é o risco de progressão e qual é a decisão mais adequada para aquele caso.

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Depois dos 50, o corpo começa a mudar de forma progressiva. Nem sempre isso aparece como doença. Muitas vezes, surge com...
15/05/2026

Depois dos 50, o corpo começa a mudar de forma progressiva. Nem sempre isso aparece como doença. Muitas vezes, surge como cansaço, perda de força, queda de disposição, piora do sono e redução da autonomia no dia a dia.

O erro mais comum é tratar tudo isso como se fosse apenas normal da idade.

Envelhecer bem não signif**a apenas viver mais. Signif**a preservar energia, função, independência e qualidade de vida pelo maior tempo possível.

O check-up tem seu papel, mas ele é só o começo. O que realmente faz diferença é a leitura correta desses sinais e a conduta adotada a partir deles.

Se você já percebe mudanças no seu corpo, vale a pena olhar para isso com mais critério.

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Quando o resultado da biópsia vem com a escala de Gleason, é comum surgir uma insegurança. E entender esse dado faz dife...
13/05/2026

Quando o resultado da biópsia vem com a escala de Gleason, é comum surgir uma insegurança. E entender esse dado faz diferença.

A escala de Gleason é uma das principais formas de avaliar o grau de agressividade do câncer de próstata.

Quanto maior essa desorganização, maior tende a ser o risco de progressão da doença.

O resultado varia de 6 a 10 e pode aparecer em combinações como 3+4 ou 4+3, o que também muda a interpretação e o comportamento do tumor.

Essa classif**ação é uma das bases para definir a melhor estratégia de tratamento, desde vigilância ativa até abordagens mais intervencionistas.

Entender o Gleason não é apenas entender um número. É entender o risco e a lógica da conduta médica.

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