Catarina Luna

Catarina Luna Psicologa | Terapeuta de Relacionamentos Transformando Relacionamentos �

Quero te ajudar a compreender melhor um ponto que muitas vezes gera confusão.Quando falamos em saúde mental, é comum ima...
30/06/2026

Quero te ajudar a compreender melhor um ponto que muitas vezes gera confusão.

Quando falamos em saúde mental, é comum imaginarmos uma vida sem sofrimento, sem conflitos e sem emoções difíceis.

Mas essa expectativa costuma ser injusta com a nossa própria humanidade.

Sentir tristeza, insegurança, medo ou ansiedade em alguns momentos não significa que algo está errado com você.

A saúde mental está muito mais relacionada à forma como você compreende suas emoções, lida com os desafios da vida, constrói seus relacionamentos e cuida de si mesma.

Percebo que muitas mulheres se cobram por não estarem bem o tempo todo.

Mas talvez o caminho não seja eliminar emoções difíceis.

Talvez seja aprender a escutá-las com mais clareza e gentileza.

Observe como você tem se relacionado com aquilo que sente.

Essa reflexão pode trazer informações importantes sobre o seu momento atual.

💬 O que significa saúde mental para você hoje?

Por fora, parece apenas ansiedade, cansaço, irritação ou dificuldade nos relacionamentos.Por dentro, existem fios invisí...
22/06/2026

Por fora, parece apenas ansiedade, cansaço, irritação ou dificuldade nos relacionamentos.

Por dentro, existem fios invisíveis: emoções não compreendidas, dores antigas, conflitos não resolvidos, expectativas, medos e histórias que continuam se repetindo.

A terapia não apaga o que foi vivido.

Ela cria espaço para que você possa olhar para esses fios com mais clareza, reconhecer seus significados e, pouco a pouco, transformar o emaranhado em algo que faça sentido para você.

Porque, muitas vezes, o sofrimento não está apenas no que sentimos, mas na dificuldade de compreender o que estamos sentindo.

E quando existe compreensão, algo dentro de nós começa a se reorganizar.

Há 13 anos nascia minha filha.E eu me tornava mãe pela primeira vez.Naquele dia, nasceu uma menina. E nasceu também uma ...
06/06/2026

Há 13 anos nascia minha filha.

E eu me tornava mãe pela primeira vez.

Naquele dia, nasceu uma menina. E nasceu também uma nova versão de mim.

Ao longo desses 13 anos, vivemos muitos momentos felizes, muitas descobertas, brincadeiras, conversas, aprendizados e também desafios que me fizeram crescer.

Ser sua mãe me transformou como mulher, como pessoa e até como profissional. Você me ensinou sobre amor, paciência, presença e sobre a beleza de acompanhar o florescimento de alguém que amamos.

Às vezes, olho para você e me reconheço em alguns gestos, em algumas características, em alguns jeitos de sentir a vida. Em outras vezes, vejo você seguindo seu próprio caminho, expressando toda a força e a singularidade que pertencem à sua história.

E é lindo testemunhar isso.

Parabéns, filha.

Que você continue sendo essa menina sensível, inteligente, doce e cheia de luz.

Obrigada por todos os aprendizados que você me trouxe e continua me trazendo.

Você me faz querer ser uma pessoa melhor a cada dia.

03/06/2026

Quantas vezes você foi mais dura consigo mesma do que seria com alguém que ama?

Muitas mulheres vivem sob uma cobrança silenciosa: a sensação de que precisam dar conta de tudo, acertar sempre e não decepcionar ninguém.

Mas isso tem um custo.

A autocobrança excessiva tira a leveza, desgasta os relacionamentos e afasta você de si mesma.

Ser imperfeita não diminui o seu valor.Errar não faz de você menos capaz.Ter limites não faz de você menos amorosa.

Há uma grande diferença entre querer evoluir e viver tentando provar que é suficiente.

Você não precisa conquistar o direito de descansar.Você não precisa merecer acolhimento.Você não precisa ser perfeita para ser amada.

Uma mulher em sintonia consigo mesma aprende a substituir a crítica por compreensão e a exigência por cuidado.

E eu quero te perguntar:

Em que área da sua vida você tem se cobrado mais do que se acolhido?

27/05/2026

Tem mulheres que seguem vivendo…
mas emocionalmente ainda estão presas tentando mudar o que já foi.

Brigando com a própria história.
Com a infância que doeu.
Com o amor que não ficou.
Com os pais que não puderam oferecer o que elas precisavam.
Com a vida que não aconteceu do jeito que imaginaram.

E enquanto essa luta continua dentro…
o corpo pesa, a mente cansa e a vida perde fluidez.

Honrar a sua história não é romantizar a dor.
Não é dizer que foi justo.
É parar de resistir ao que não pode mais ser mudado.

É conseguir olhar para a própria vida e reconhecer:
“foi assim… e ainda assim, eu posso seguir inteira.”

Porque quando você para de lutar contra o passado…
você recupera a energia que estava presa nele.

Talvez o que mais te impede de viver o presente hoje… seja algo da sua história que você ainda não conseguiu aceitar.

Me conta nos comentários:
o que na sua história ainda te prende emocionalmente?

Na próxima quarta, o nosso café continua.

O que mais me tocou em Meu Nome é Agneta foi perceber como algumas mulheres não se perdem de si mesmas de forma abrupta....
25/05/2026

O que mais me tocou em Meu Nome é Agneta foi perceber como algumas mulheres não se perdem de si mesmas de forma abrupta.

Isso acontece lentamente.

Enquanto elas:
• sustentam tudo
• cuidam de todos
• funcionam o tempo inteiro
• se adaptam ao que a vida pede

Até que, em algum momento, já não conseguem mais sentir presença dentro da própria vida.

E talvez essa seja uma das dores mais silenciosas do feminino:
quando a mulher continua existindo para o mundo…
mas deixa de existir emocionalmente para si mesma.

O filme me fez pensar em quantas mulheres vivem tentando dar conta de tudo, sem perceber o quanto se afastaram de quem realmente são.

E voltar para si não significa abandonar a vida construída.

Significa voltar a se escutar dentro dela.

Meu trabalho é justamente conduzir mulheres de volta para si mesmas.

Para viverem com mais presença, leveza emocional e relações mais conscientes.

Se você sente que também deseja viver dessa forma, escreva “VOLTAR” nos comentários.

21/05/2026

Muitas mulheres passam a vida esperando.

Esperando o outro perceber, mudar, entender, escolher, valorizar. Enquanto isso, silenciam o que sentem, evitam conflito e deixam de expressar aquilo que realmente precisam.

Mas relacionamento não se constrói só com expectativa.
Se constrói com posicionamento.

Quando você não comunica seus limites, suas necessidades e suas verdades, o outro se relaciona apenas com aquilo que você mostra.

E, muitas vezes, o excesso de espera nasce do medo de desagradar, perder ou não ser acolhida.

No Café com Catarina de hoje, o convite é refletir sobre isso.

Até que ponto você tem esperado que o outro faça movimentos que talvez precisem começar em você?

A maternidade me transformou de muitas formas.  Me ensinou sobre amor, entrega, limites, vulnerabilidade, força… e també...
10/05/2026

A maternidade me transformou de muitas formas.

Me ensinou sobre amor, entrega, limites, vulnerabilidade, força… e também sobre mim mesma.

Ao longo dessa caminhada, percebi que ser mãe não é sobre dar conta de tudo ou ser perfeita.
É sobre presença, consciência e aprendizado diário.

Também entendi que, para cuidar verdadeiramente dos filhos, uma mulher não pode se abandonar completamente no caminho.

Porque filhos não precisam de mães perfeitas.
Precisam de mães emocionalmente presentes, possíveis e conectadas consigo mesmas.

Neste Dia das Mães, desejo acolhimento a todas as mulheres que estão vivendo essa experiência com amor, mesmo nos dias difíceis.

Feliz Dia das Mães. 🌷

Tem coisas que a gente nunca ouviu… e que fizeram falta.Não porque iam resolver tudo.Mas porque muitas mulheres crescera...
04/05/2026

Tem coisas que a gente nunca ouviu… e que fizeram falta.

Não porque iam resolver tudo.
Mas porque muitas mulheres cresceram aprendendo a ser fortes antes de aprender a ser cuidadas.

Aprenderam a dar, antes de saber receber.
A resolver, antes de se permitir sentir.
A sustentar tudo… antes de serem sustentadas.

E essas palavras que não vieram, vão deixando marcas.
Não de uma vez.
Mas aos poucos. Em silêncio.

Hoje eu quero te oferecer isso.

Não como um conselho.
Mas como um reconhecimento.

Porque você merece ouvir, de si mesma e do mundo, aquilo que talvez tenha faltado lá atrás.

Deslize o carrossel.
Cada frase foi pensada pra te encontrar.

E salva… pra voltar sempre que precisar.

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