Monyze Gabrielle

Monyze Gabrielle Monyze Gabrielle
🧠 Psicanalista
- Membro da Ordem Nacional de Psicanalise
- Associação Brasilei

24/04/2026

Tem coisas que você não resolve sendo mais forte.

Você resolve quando começa a entender o que está por trás do que se repete.
Porque o problema não é só o que aconteceu.

É o que continua se repetindo sem que você perceba.

E enquanto isso não é olhado, elaborado e compreendido
o padrão continua organizando a sua vida.
Não é sobre dar conta.
É sobre parar de tentar sozinho. Se isso fez sentido pra você, talvez seja o momento de olhar pra isso com mais profundidade.
Clique no link abaixo, inicie sua análise e comece a entender a sua história.

Existe um tipo de vínculo em que a relação deixa de ser só encontro e passa a ser sustentação.A presença do outro acalma...
16/04/2026

Existe um tipo de vínculo em que a relação deixa de ser só encontro e passa a ser sustentação.

A presença do outro acalma.
A resposta do outro organiza.
O afeto do outro regula.

Mas a ausência desorganiza, e aí sem perceber, o relacionamento deixa de ser vivido como escolha e começa a ser vivido como necessidade.
E isso não é só sobre dependência emocional.

É sobre uma dificuldade de sustentar o próprio funcionamento psíquico sem um apoio externo constante.

Muitas vezes, isso vem de histórias onde o vínculo foi instável, imprevisível ou inseguro.
Onde não foi possível construir uma base interna suficientemente firme.

E aí o outro passa a ocupar esse lugar.

De regulação.
De estabilidade.
De sustentação.

É exatamente aí que a análise entra.
Porque no processo analítico, a pessoa começa a construir essa regulação de dentro pra fora.
Começa a se sustentar emocionalmente, fortalecer a própria identidade e, aos poucos, o vínculo deixa de ser necessidade e passa a ser encontro.

14/04/2026

Você acha que é falta de química,mas, na verdade, pode ser falta de ameaça.

A gente aprendeu a associar intensidade com conexão.
Mas muitas vezes o que parece química é ativação emocional.

Ansiedade.
Medo de perder.
Necessidade de validação.

E quando você começa a se observar com mais consciência, algo muda.

Você percebe que nem toda emoção forte é vínculo.
E que nem todo vínculo precisa te desorganizar.

Porque o problema nunca foi sentir demais.
Foi não conseguir diferenciar o que você sente.

É exatamente isso que a análise faz.

Ela te ajuda a reconhecer quando é conexão e quando é só o seu sistema emocional repetindo algo antigo.
E quando você diferencia, você para de buscar intensidade pra se sentir vivo.

Começa a sustentar relações que realmente te fazem bem.

Se isso fez sentido pra você, talvez seja o momento de olhar pra isso com mais profundidade.

28/03/2026

Marketing orgânico direto do meu útero rsrs
Minha nova social media.
Eu não sei se vende… mas entretém!!

No fim, o melhor marketing ainda é
alguém que te ama falando de você!

Nem toda dor desaparece com o tempo. Algumas só mudam de forma. E aí você acha que superou, que deixou pra trás, que não...
26/03/2026

Nem toda dor desaparece com o tempo. Algumas só mudam de forma. E aí você acha que superou, que deixou pra trás, que não te afeta mais. Mas aquilo que não foi elaborado internamente, não foi resolvido.

Na psicanálise, a gente entende que o que não é simbolizado não consegue ser integrado. E por isso, não desaparece. Ele retorna. Mas não como lembrança. Retorna como reação, como padrão, como escolha, como comportamento.

E aí você começa a perceber que vive coisas muito parecidas: os mesmos tipos de vínculo, as mesmas frustrações, as mesmas dores. Só mudam as pessoas… mas o enredo continua. E isso não é falta de consciência. É falta de elaboração. Porque quando a dor não encontra palavra, ela encontra atuação.

E aí a gente tem a equação: dor não simbolizada + ausência de elaboração = repetição.

E é exatamente aí que a análise entra. Porque na análise, aquilo que antes era vivido sem compreensão começa a ganhar sentido. A dor deixa de ser repetida… e passa a ser compreendida. E quando ela é simbolizada, ela não precisa mais virar comportamento.

Se esse texto fez sentido pra você, talvez seja o momento de olhar pra isso com mais profundidade.

Aqui, a sua dor se transforma em sabedoria
e a sua ausência encontra presença.

A gente costuma associar paranoia a algo extremo.Mas existe uma forma muito mais comum  e silenciosa de funcionamento:A ...
25/03/2026

A gente costuma associar paranoia a algo extremo.

Mas existe uma forma muito mais comum e silenciosa de funcionamento:

A hipervigilância emocional.

É quando você vive em estado de alerta, observando tudo, interpretando sinais, tentando prever o que pode dar errado.

E por isso, o que é neutro começa a ser percebido como ameaça.

Um silêncio vira rejeição.
Uma mudança de comportamento vira problema.
Uma distância momentânea vira abandono.

E aí o vínculo deixa de ser vivido com presença…

E passa a ser vivido com vigilância.

Mas aqui está o ponto central:

Não é exatamente paranoia.

É um sistema emocional que aprendeu que precisa estar atento o tempo todo para não ser surpreendido.

E isso geralmente vem de experiências onde o vínculo foi instável, imprevisível ou inseguro.

Então o seu psiquismo cria uma estratégia:

“Se eu vigiar, eu me protejo.”

Mas o problema é que isso não traz segurança.

Traz exaustão.

E transforma qualquer relação em um campo de monitoramento constante.

Por isso, não é sobre “pensar menos”.

É sobre construir segurança interna.

E é exatamente aí que a análise entra.

Porque na análise você começa a relaxar esse sistema de alerta, compreender esses padrões e se relacionar com mais presença e menos vigilância.

Se isso fez sentido pra você, me conta aqui.

Você se percebe vivendo em estado de alerta nos seus vínculos?

A fobia não é simplesmente medo de um objeto externo.Ela é uma organização defensiva do psiquismo diante de uma angústia...
17/12/2025

A fobia não é simplesmente medo de um objeto externo.
Ela é uma organização defensiva do psiquismo diante de uma angústia que não encontrou simbolização.

O objeto fóbico funciona como um substituto simbólico:
concentra o medo, localiza a angústia e cria uma ilusão de controle.
Ao evitar o objeto, o sujeito acredita evitar o sofrimento.

Mas o que se evita, na verdade, não é o objeto é o conflito psíquico que ele representa.

A fobia protege do colapso, mas empobrece a vida.
Organiza a existência pela evitação, e não pela escolha.

Na clínica, a direção do trabalho não é eliminar o medo, mas permitir que ele ganhe palavra, sentido e contorno psíquico.
Quando a angústia é simbolizada,
ela deixa de precisar morar fora.

Aqui é um lugar onde a dor se transforma em sabedoria e a ausência encontra presença.

Às vezes, o amor não te pede presença, ele te pede redução.E, sem perceber, você começa a caber menor, falar mais baixo,...
08/12/2025

Às vezes, o amor não te pede presença, ele te pede redução.
E, sem perceber, você começa a caber menor, falar mais baixo, sentir menos, pedir quase nada
como se existir por inteiro fosse um risco.

Isso não nasce na relação.
Nasce lá atrás.
Nasce no lugar onde você aprendeu que aparecer demais custava carinho, e sentir demais custava vínculo.

O autocancelamento é isso:
um amor que se sacrifica em nome da ordem,
mas paga um preço alto na alma.

E a pergunta que muda tudo é simples e profunda:
“Quem estou deixando de ser para ser amada aqui?”

Quando você responde, a renúncia vira consciência. E consciência vira liberdade.

Aqui é um lugar onde a dor se transforma em sabedoria e a ausência encontra presença.

05/12/2025

No neurótico obsessivo, o desejo até chama, mas quem atende é a culpa.

É uma mente que quer viver, mas aprendeu a vigiar cada impulso. Uma alma dividida entre o que sente e o que acha que “deveria” sentir.
Um corpo que controla para não doer e que, no fim, dói justamente por controlar demais.

Porque o obsessivo não teme o mundo…
ele teme o próprio desejo.

A cura começa quando o sentir deixa de ser punido
e passa a ser acolhido.
Quando desejar não é pecado, é humano.
Quando o controle cede, e finalmente existe espaço para existir.

Aqui é um lugar onde a dor se transforma em sabedoria e a ausência encontra presença.

O medo não acaba com o amor ele acaba com o espaço interno onde o amor poderia existir.Quando você entende que repete o ...
04/12/2025

O medo não acaba com o amor ele acaba com o espaço interno onde o amor poderia existir.
Quando você entende que repete o que não curou a consciência vira caminho.
A transformação começa no silêncio onde você finalmente se encontra.

Endereço

Campo Grande, MS
79090160

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