14/08/2026
Sabe... Quando a gente decide fazer análise, o tempo parece que ganha outra camada, passado, presente e futuro se medem não pelo calendário, mas no nível em que cada um deles te afeta.
É isso… aqui medimos os afetos a fim de encontrar neles um caminho, um fiozinho que seja que me leve até você e me conte, pra além do que você sabe, aquilo que ainda não sabe sobre si.
Se você vier conversar comigo, a primeira certeza que eu te dou é que não vou te julgar nadinha. Nenhuma palavra é pequena demais, nenhum tropeço é burrice e o que se repete na sua vida, na verdade, é um sintoma pedindo passagem, implorando para ser escutado com cuidado.
Nesse percurso você vai perceber que os silêncios nunca são vazios. Eles são o lugar onde o pensamento descansa e você respira antes de conseguir dar nome para aquilo que dói.
E não precisa se cobrar uma performance, não precisa agradar a analista, não precisa saber o que dizer, aqui não existe assunto bobo, tudo de você importa.
Também não vou te entregar respostas prontas ou fórmulas mágicas de felicidade. Vejo que a intenção da psicanálise não é te encaixar em moldes, mas te devolver ao seu próprio ritmo.
Cada elaboração tem o seu tempo, tá tudo bem falar muitas vezes da mesma coisa até que isso deixe de ser necessário. A nossa maior inimiga aqui é a pressa.
Este é um espaço que se faz seu para que você encontre a sua própria voz, aquela que às vezes f**a abafada pelo barulho do mundo. Um lugar onde você pode desabafar sem medo, expressar sua raiva, suas culpas, olhar de frente para os seus lutos, costurar os seus desamparos e, finalmente, se haver com os seus próprios desejos e também aprender a escutar o que a sua angústia quer te contar.
É um alívio né? Não ter que carregar o mundo inteiro nas costas sozinho. Afinal, uma dor quando compartilhada, torna-se uma dor pela metade e uma alegria dividida se faz em dobro.
Se você quiser conversar, tirar dúvidas ou desejar marcar uma sessão comigo é só clicar no link da bio e me mandar uma mensagem.