Dr. João Eustáquio

Dr. João Eustáquio Reumatologista 👨🏻‍⚕
CRMMG 1765-2 | RQE 5281
Especialista em Dores de Coluna 📝
Doenças que afetam as articulações, ossos, músculos e tendões 👍

Muitas doenças reumáticas são crônicas e precisam de acompanhamento regular, mesmo quando os sintomas parecem estar cont...
03/08/2026

Muitas doenças reumáticas são crônicas e precisam de acompanhamento regular, mesmo quando os sintomas parecem estar controlados. Adiar a consulta ou interromper o tratamento por conta própria pode levar à REATIVAÇÃO da doença, aumento da inflamação e progressão de lesões que, em alguns casos, são irreversíveis. Além disso, o controle inadequado da doença pode comprometer articulações, músculos, pele, rins, pulmões e outros órgãos, dependendo do diagnóstico.

Outro ponto importante é que os medicamentos utilizados na Reumatologia exigem acompanhamento periódico para avaliar a eficácia, ajustar doses quando necessário e monitorar possíveis efeitos adversos por meio de exames clínicos e laboratoriais.

Se você está se sentindo bem, isso pode ser justamente um sinal de que o tratamento está funcionando. Suspender a medicação ou faltar às consultas sem orientação médica pode colocar esse controle em risco. Lembre-se: o objetivo do acompanhamento não é apenas tratar crises, mas prevenir complicações e manter sua qualidade de vida a longo prazo.

𝐃𝐫. 𝐉𝐨ã𝐨 𝐄𝐮𝐬𝐭á𝐪𝐮𝐢𝐨- 𝐑𝐞𝐮𝐦𝐚𝐭𝐨𝐥𝐨𝐠𝐢𝐬𝐭𝐚⠀⠀⠀⠀
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28/07/2026

Uma das maiores causas de abandono do tratamento reumatológico é a expectativa de que o medicamento faça efeito imediatamente. Mas nem sempre é assim. Cada doença reumática tem seu comportamento, e cada medicação possui um tempo esperado para começar a agir. Em muitos casos, os benefícios aparecem de forma gradual, ao longo de semanas ou meses.

Isso não significa que o tratamento não esteja funcionando. Por outro lado, se a dor, a rigidez, o inchaço ou outros sintomas persistem apesar do uso correto da medicação, ou se surgem efeitos colaterais importantes, é hora de conversar com o seu reumatologista. Em muitos casos, o tratamento pode ser ajustado, seja modificando a dose, trocando o medicamento ou associando outra terapia.

O mais importante é não interromper a medicação por conta própria. Abandonar o tratamento pode levar à reativação da doença, aumento da inflamação e até danos irreversíveis às articulações e a outros órgãos.

Se você sente que o tratamento não está trazendo o resultado esperado, não perca a esperança. Antes de desistir, converse com seu reumatologista. Muitas vezes, o que você precisa não é abandonar o tratamento, mas ajustá-lo.

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Imunobiológicos são medicamentos produzidos a partir de organismos vivos, capazes de agir de forma direcionada em alvos ...
27/07/2026

Imunobiológicos são medicamentos produzidos a partir de organismos vivos, capazes de agir de forma direcionada em alvos específicos do sistema imunológico responsáveis pela inflamação exagerada presente nas doenças reumáticas, diferente dos medicamentos tradicionais, que atuam de forma mais ampla no organismo.

Ainda carregam mitos que atrasam tratamentos importantes na reumatologia. Não são "última opção", e sim uma alternativa eficaz para evitar dano articular irreversível quando os tratamentos convencionais não bastam. Não destroem a imunidade, atuam em alvos específicos da inflamação, com efeito reversível e acompanhamento contínuo por exames. E, ao contrário do que muitos pensam, já estão amplamente incorporados ao SUS e aos planos de saúde.

O maior risco não está no medicamento, está em adiar o início do tratamento certo.

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Imunobiológicos são medicamentos produzidos a partir de organismos vivos, capazes de agir de forma direcionada em alvos ...
27/07/2026

Imunobiológicos são medicamentos produzidos a partir de organismos vivos, capazes de agir de forma direcionada em alvos específicos do sistema imunológico responsáveis pela inflamação exagerada presente nas doenças reumáticas, diferente dos medicamentos tradicionais, que atuam de forma mais ampla no organismo.

Ainda carregam mitos que atrasam tratamentos importantes na reumatologia. Não são "última opção", e sim uma alternativa eficaz para evitar dano articular irreversível quando os tratamentos convencionais não bastam. Não destroem a imunidade, atuam em alvos específicos da inflamação, com efeito reversível e acompanhamento contínuo por exames. E, ao contrário do que muitos pensam, já estão amplamente incorporados ao SUS e aos planos de saúde.

O maior risco não está no medicamento, está em adiar o início do tratamento certo.

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21/07/2026

A dor física já é um desafio diário. Carregar também o peso da indiferença, dos julgamentos e da falta de empatia pode adoecer ainda mais. Nem todas as pessoas vão entender o que você sente, e você não tem a obrigação de convencer ninguém da sua dor. Quem realmente se importa procura compreender, acolher e estar presente, mesmo sem entender.

Às vezes, afastar-se de ambientes e relações que invalidam o seu sofrimento é um ato de autocuidado. Permanecer onde sua dor é tratada como exagero pode machucar muito mais do que a própria doença. Cerque-se de pessoas que respeitem seus limites, valorizem sua luta e façam do apoio uma presença constante.

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O lúpus exige alguns cuidados diários que fazem toda a diferença no controle da doença.O primeiro é a proteção contra a ...
20/07/2026

O lúpus exige alguns cuidados diários que fazem toda a diferença no controle da doença.

O primeiro é a proteção contra a luz solar. Pessoas com lúpus podem ser sensíveis aos raios ultravioleta, que estão presentes não apenas em dias de sol forte, mas também em dias nublados e até mesmo através de janelas. Por isso, o uso diário de protetor solar é fundamental, inclusive dentro de casa quando há exposição à luz natural.

O segundo ponto é a fadiga. O cansaço causado pelo lúpus não é um cansaço comum. Ele pode ser intenso, persistente e até surgir anos antes do diagnóstico, sendo um dos sintomas mais frequentes e, muitas vezes, ignorado.

Outro cuidado importante é com os rins. A nefrite lúpica, que é a inflamação dos rins causada pela doença, pode não apresentar sintomas no início. Por isso, exames periódicos de urina e da função renal são essenciais, mesmo quando a pessoa se sente bem.

Também é importante saber que infecções e períodos de estresse intenso podem desencadear novas crises da doença. Nesses momentos, o acompanhamento médico e os cuidados com a saúde devem ser ainda maiores.

Por fim, nunca interrompa a MEDICAÇÃO por conta própria. Mesmo quando os sintomas desaparecem, o medicamento continua sendo importante para manter o lúpus controlado e reduzir o risco de novas crises.

Cada pessoa convive com o lúpus de uma forma diferente. Por isso, o acompanhamento individualizado é essencial para controlar a doença, prevenir complicações e garantir mais qualidade de vida.

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Pessoas com doenças reumáticas autoimunes, como artrite reumatoide, lúpus e espondiloartrites, costumam usar medicamento...
16/07/2026

Pessoas com doenças reumáticas autoimunes, como artrite reumatoide, lúpus e espondiloartrites, costumam usar medicamentos imunossupressores que alteram a forma como o corpo responde às vacinas. Segundo as Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia, as vacinas inativadas são seguras e não devem ser adiadas por medo de piora da doença. Já as vacinas de vírus vivo atenuado exigem avaliação individual, pois podem estar contraindicadas conforme o grau de imunossupressão.

Entre as vacinas de vírus vivo atenuado que costumam exigir atenção:
— Febre amarela
— Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
— Varicela
— Herpes-zóster
— BCG
— Poliomielite
— Dengue

Cada caso depende do tipo de doença, da medicação em uso e do grau de imunossupressão. Por isso, a decisão sobre quais vacinas tomar e em que momento deve ser sempre conversada com o reumatologista responsável pelo acompanhamento.

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Talvez uma das maiores dificuldades dos pacientes com Fibromialgia não seja apenas sentir dor, mas precisar convencer as...
14/07/2026

Talvez uma das maiores dificuldades dos pacientes com Fibromialgia não seja apenas sentir dor, mas precisar convencer as pessoas de que ela é real. Quando familiares, amigos ou até profissionais da saúde minimizam os sintomas, o sofrimento se torna ainda maior.

Acolher não é concordar com tudo, nem incentivar a limitação. Acolher é ouvir sem julgamentos, validar a experiência do paciente e construir, junto com ele, um plano de tratamento baseado em informação, movimento, sono adequado, controle do estresse e, quando necessário, medicamentos.

Na fibromialgia, acreditar na dor do paciente não é um gesto de complacência. É o primeiro passo para estabelecer confiança, fortalecer a adesão ao tratamento e devolver qualidade de vida. Porque ninguém escolhe sentir dor. Mas todos merecem ser ouvidos e tratados com respeito.

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