09/08/2026
Neste Dia dos Pais, quero te fazer uma pergunta que talvez transforme a forma como você enxerga a sua jornada e até mesmo a sua chama.
Muitas mulheres chegam até mim dizendo que não conseguem soltar a chama gêmea.
E, na visão sistêmica, uma pergunta importante costuma surgir:
Qual foi o seu primeiro vínculo com a energia masculina?
O pai é, simbolicamente, a primeira referência do masculino na vida de uma filha.
A chama gêmea, por sua vez, costuma despertar emoções profundas, pertencimento, rejeição, expectativas, saudade e um intenso desejo de união.
O que essas duas figuras podem ter em comum?
Elas podem tocar o mesmo lugar interno: o desejo de ser vista, escolhida, acolhida e reconhecida.
Quando esse lugar está ferido, a relação com a chama pode ganhar um peso muito maior do que o amor.
Ela pode se tornar uma tentativa de resolver algo que começou muito antes.
Na minha abordagem terapêutica, não buscamos culpados.
Buscamos movimentos de cura. Um olhar de amor para a criança interna.
Porque quando você honra o pai como pai, sem tentar mudar a história, e honra a chama como chama, sem transformá-la na fonte da sua felicidade, algo começa a se reorganizar dentro de você.
Movimento sistêmico para hoje
Feche os olhos e diga:
“Pai, eu recebo a vida através de você.
Eu honro o seu lugar.
E permito que o amor siga adiante em mim.”
Depois, imagine a sua chama diante de você e diga:
“Eu escolho te amar sem perder a mim mesma.
Eu libero o peso da expectativa.
E permaneço inteira.”
Talvez o maior encontro da jornada de chama gêmea aconteça quando você deixa de buscar no outro aquilo que precisa florescer em você.
Feliz Dia dos Pais.
Agende uma mentoria sistêmica e descubra onde a sua criança ainda espera o amor do pai e que pode estar sendo manifestado na sua dinâmica
Luciene e Nei💜🔥