Psicanalista, Psicoterapeuta Ciumara Boni

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Oferecer um espaço seguro, acolhedor e ético, onde o paciente possa se sentir compreendido, respeitado e apoiado em seu processo de transformação pessoal, emocional e mental. O foco é promover cura emocional, consciência, autonomia psíquica e qualidade de vida, auxiliando o indivíduo a construir uma relação mais saudável consigo mesmo e com o mundo.

11/06/2026

Eu conheci o fundo do poço… e encontrei o caminho de volta.Antes da TRG eu vivia ansioso, inseguro e deprimido. Tinha do...
07/06/2026

Eu conheci o fundo do poço… e encontrei o caminho de volta.

Antes da TRG eu vivia ansioso, inseguro e deprimido. Tinha dores físicas constantes, não conseguia dormir, passava noites inteiras acordado com pensamentos que eu não queria ter.

Pensamentos de me machucar. De sumir. De acabar com a dor de qualquer jeito.

Chegou um ponto em que eu precisei de acompanhamento médico e tomava remédio controlado. Queria sair daquele estado, mas não sabia como. Parecia que não tinha saída.

Quando comecei a TRG, algo mudou. Não de um dia pro outro, mas de verdade.

Hoje eu consigo lidar com as minhas emoções. Durmo. Me sinto confiante. Me sinto bem comigo mesmo.

Sou a prova de que é possível sair desse lugar. E se funcionou pra mim, pode funcionar pra você também.

01/06/2026
Quando uma criança aprende que o carinho depende do desempenho, algo se instala por dentro. Ela percebe que ser amada nã...
28/04/2026

Quando uma criança aprende que o carinho depende do desempenho, algo se instala por dentro. Ela percebe que ser amada não é um lugar seguro, é uma meta. Ela precisa acertar, agradar, não incomodar, não falhar, não dar trabalho. E, aos poucos, vai trocando espontaneidade por vigilância.

Essa criança pode virar a “boazinha”, a responsável, a que cuida de todo mundo, a que tira notas altas, a que se comporta, a que não chora. Por fora, parece maturidade precoce. Por dentro, muitas vezes, é medo: medo de decepcionar e perder amor.

O problema é que esse modo de existir não f**a na infância. Ele vira estilo de vida. Na vida adulta, aparece como autocrítica constante, perfeccionismo, necessidade de aprovação, dificuldade de descansar, culpa quando diz não, ansiedade por controle, e uma sensação persistente de insuficiência. Mesmo quando conquista, não comemora. Mesmo quando recebe elogio, desconfia. Mesmo quando faz muito, sente que fez pouco.

Porque não é sobre competência. É sobre vínculo. A pessoa aprendeu que o amor vem com condição. Então ela vive tentando merecer o que deveria ter sido dado como base: um lugar de aceitação.

Winnicott lembra que todo sujeito precisa, em algum momento, sentir que pode existir sem performance. Que pode falhar sem ser abandonado. Que pode ser imperfeito e ainda assim ser digno de cuidado. Quando isso não acontece, o adulto continua tentando conquistar, no mundo, aquilo que faltou no início: um amor que não dependa de perfeição.

Se você se identificou, talvez a pergunta seja essa: você está buscando excelência… ou buscando permissão para ser amado?

E talvez o caminho comece com algo simples e difícil: trocar o “eu preciso ser perfeito” por “eu posso ser humano”.

Depoimento paciente ***Agende  sua consulta!Eu aprendi a viver com um vazio no peito.Durante muito tempo, eu me senti um...
26/03/2026

Depoimento paciente ***
Agende sua consulta!
Eu aprendi a viver com um vazio no peito.

Durante muito tempo, eu me senti uma pessoa incompleta. Tinha uma família que me apoiava e um emprego que me proporcionava conforto, mas existia sempre a sensação de que algo estava faltando.

Segui assim por anos, vivendo no automático e tentando ignorar os pensamentos de infelicidade e de falta de sentido que apareciam na minha mente. Até que chegou um momento em que tudo se tornou insustentável e eu entrei em depressão.

Passei meses em tratamentos que não traziam resultado, até que uma amiga me apresentou à TRG (Terapia de Reprocessamento Generativo) e ao terapeuta dela.

Desde a primeira sessão, já comecei a me sentir mais leve. Com o avanço do processo, aquela sensação de vazio foi perdendo força.

Com o tempo, percebi que aquele vazio não surgiu do nada. Eu carregava muitas marcas da infância. Cresci tentando corresponder às expectativas dos outros e aprendendo a guardar o que sentia.

Hoje entendo que muitos dos medos e inseguranças que me acompanharam até a vida adulta estavam ligados a essas marcas.

Hoje me sinto mais leve, equilibrada e com um novo olhar para a vida.

Sou profundamente grata por ter conhecido essa profissional

Agende sua consulta!Depoimento  de Paciente ****Tenho 18 anos e estava passando por sérios problemas psicológicos, que s...
10/03/2026

Agende sua consulta!
Depoimento de Paciente ***
*Tenho 18 anos e estava passando por sérios problemas psicológicos, que surgiram após um abuso que sofri, dentro da escola em que eu estudava.

Após o ocorrido, que eu tive vergonha de expor, eu jurei para mim mesma que estava bem, mas, na verdade, eu estava prestes a ter um colapso mental. Passados alguns dias, eu já não conseguia mais comer ou dormir. Não tinha forças nem para levantar da cama.

Isso acendeu um alerta para meus pais, e eles começaram a se preocupar. Me levaram para o médico e eu passei a usar antidepressivos, mesmo sem dizer o que tinha acontecido comigo. Em paralelo a isso, eu me recusava a ir para a escola. Inventava doenças e fraqueza para não sair de casa e, por causa do meu estado mental, consegui ser afastada da escola.

Acontece que, mesmo tomando tantos remédios, meu quadro não mudava. O tempo foi passando e eu só piorava. Quando dei por mim, já tinham se passado 2 anos... Todo mundo que estudava comigo tinha terminado a escola. Alguns estavam fazendo cursinho, outros estavam na faculdade, outros começando a trabalhar. A vida de todo mundo, inclusive do meu abusador, continuou seguindo. Menos a minha. Foi quando eu percebi que algo precisava ser feito.

Em um momento de vislumbre, raro em pessoas com quadro depressivo, eu decidi que não queria mais viver aquilo. Eu precisava encontrar alguma terapia que realmente fosse útil para o meu caso. E essa terapia foi a TRG.

Eu agradeço todos os dias por ter conhecido a minha terapeuta, e por ela não ter desistido de mim. Através da TRG eu pude perceber que nem todo mundo quer me machucar o tempo todo, e que eu posso confiar nas pessoas sim. Ter essa consciência foi um passo gigante para que eu voltasse a ser a menina alegre e comunicativa que eu sempre fui.

A TRG me livrou da depressão e iluminou a minha mente para a vida. Esse ano, após receber alta, voltei à escola. Estou super animada para terminar o ensino médio e, finalmente, entrar na faculdade para fazer o curso dos meus sonhos. Sei que daqui para frente minha vida vai ser só felicidade.

Quando  não  sentimos nada..Chega um ponto em que o amor existe,mas não  é  falta de sentimentos,não  é  frieza.É  cansa...
10/02/2026

Quando não sentimos nada..
Chega um ponto em que o amor existe,mas não é falta de sentimentos,não é frieza.
É cansaço emocional, o toque q chega tarde,o carinho que só aparece quando convém, as dores engolidas em silêncio,as conversas adiadas.
O corpo aprende,antes de cobrar desejo,é preciso reconstruir segurança.
Porque intimidade não nasce da cobrança,nasce do cuidado da presença e da conexão diária e do respeito.
Não é rejeição é sobrevivência.

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