Melissa Tsukada

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Fisioterapeuta Osteopata
Osteopatia Pediátrica

Fisioterapeuta pela PUC Campinas desde 2007,
Formação em RPG original pelo instituto Philippe Souchard em 2008,
Iniciei a Osteopatia pela Escuela de Osteopatia de Madrid em 2017.

21/08/2026
Seu filho não precisa de mais estímulos.Precisa de mais oportunidades para brincar.Brincar pode parecer apenas diversão ...
19/08/2026

Seu filho não precisa de mais estímulos.
Precisa de mais oportunidades para brincar.

Brincar pode parecer apenas diversão para nós, adultos. Para uma criança, é uma das principais formas de conhecer o próprio corpo e compreender o mundo.
Quando um bebê alcança um brinquedo, tenta segurá-lo, deixa cair e tenta novamente, existe muito acontecendo naquele pequeno gesto.

Ele está trabalhando coordenação, força, percepção espacial, equilíbrio, atenção, curiosidade e autonomia.
Conforme cresce, o brincar também ganha novas possibilidades: empilhar blocos, encaixar peças, folhear livros, montar, desmontar, desenhar, correr, inventar histórias, brincar de faz de conta...

O brinquedo convida a criança a participar.

E essa é uma diferença importante quando pensamos nas telas.

Na tela, grande parte do estímulo já chega pronto: imagem, movimento, som, cores e mudanças rápidas. No brincar ativo, a criança precisa criar a ação. Ela toca, experimenta, movimenta o corpo, encontra dificuldades, busca soluções e interage com o ambiente e com outras pessoas.

Não signif**a que você precise comprar brinquedos sofisticados, muito menos transformar cada momento em uma atividade pedagógica.

Uma caixa pode virar uma casa.
Um pote pode ser empilhado.
Uma colher pode virar instrumento musical.
Almofadas podem se transformar em um circuito pela sala.

E tem algo que nenhum brinquedo consegue substituir: a interação com você.

Conversar, cantar, brincar no chão, oferecer objetos adequados à idade, permitir movimento livre e dar tempo para que a criança tente antes de fazer por ela também são formas de estimular o desenvolvimento infantil.

Por isso, quando falamos em reduzir telas na infância, não é simplesmente sobre retirar alguma coisa.

É sobre devolver espaço para aquilo que a criança precisa viver fora delas.

Mais chão.
Mais movimento.
Mais descoberta.
Mais imaginação.
Mais troca.

Porque infância não foi feita apenas para ser assistida.

Foi feita para ser vivida e brincada. 💛

Ele está em muitas casas, atravessou gerações e ainda é comprado com uma intenção que parece fazer todo sentido:“Vai aju...
17/08/2026

Ele está em muitas casas, atravessou gerações e ainda é comprado com uma intenção que parece fazer todo sentido:

“Vai ajudar meu bebê a aprender a andar.”

Mas o andador infantil com rodas não ensina o bebê a andar e seu uso não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Além de aumentar o risco de acidentes, ele pode retirar do bebê experiências importantes para a construção da marcha.

Para aprender a andar, o bebê precisa de muito mais do que movimentar as pernas.

Precisa experimentar o próprio corpo.

Precisa brincar no chão, mudar de posição, fortalecer o tronco, desenvolver equilíbrio, transferir o peso de uma perna para outra, apoiar-se, cair com segurança, levantar e tentar novamente.

É durante essas experiências que o cérebro e o corpo vão construindo, juntos, as habilidades necessárias para a marcha.

No andador, parte desse processo é modif**ada: o equipamento sustenta o corpo e permite uma mobilidade para a qual o bebê ainda pode não ter adquirido controle de forma independente.

E existe outro ponto ainda mais importante: segurança.

O andador permite que o bebê se desloque rapidamente e alcance locais e objetos aos quais normalmente não teria acesso. Quedas em escadas, queimaduras, intoxicações e outros acidentes estão entre os riscos descritos pelas entidades pediátricas. A Academia Americana de Pediatria também recomenda que andadores com rodas não sejam utilizados.

Então, se você me perguntar:

“Mel, preciso comprar um andador para estimular meu bebê?”

Minha resposta é: não.

Para favorecer o desenvolvimento motor, ofereça algo muito mais simples e valioso:

espaço e oportunidade para ele se movimentar.

O chão, em um ambiente seguro e com supervisão, oferece ao bebê experiências que nenhum equipamento consegue substituir.

💛 É tentando, ajustando, equilibrando e repetindo que ele prepara o próprio corpo para f**ar em pé e, no tempo dele, dar os primeiros passos.

📍 Melissa Tsukada | Osteopatia Pediátrica em Mogi Mirim

Salve este conteúdo para consultar quando surgir a dúvida.

Assimetria craniana é apenas uma questão estética?Não. E talvez esse seja um dos pontos mais importantes para os pais en...
14/08/2026

Assimetria craniana é apenas uma questão estética?

Não. E talvez esse seja um dos pontos mais importantes para os pais entenderem sobre a cabecinha do bebê.

Quando percebemos uma região mais achatada, uma testa mais projetada, diferenças no posicionamento das orelhas ou alguma assimetria facial, é natural que a primeira preocupação seja com o formato da cabeça, mas, na avaliação da assimetria craniana em bebês, eu não olho apenas para a cabeça, eu quero entender por que ela está f**ando assim.

Uma preferência persistente por um dos lados, limitação da mobilidade cervical ou torcicolo muscular congênito, por exemplo, podem fazer com que o bebê permaneça repetidamente na mesma posição. Com o tempo, a pressão sobre determinadas regiões do crânio pode contribuir para a deformidade craniana posicional.

Por isso, olhar somente para a estética pode fazer com que a origem do problema passe despercebida.

Na avaliação osteopática pediátrica, observo o formato e as medidas da cabeça, mas também a mobilidade do pescoço, a postura, a simetria dos movimentos e a maneira como o bebê utiliza o próprio corpo e quanto mais cedo uma assimetria é percebida, melhor.

Nos primeiros meses de vida, o crânio apresenta maior capacidade de remodelação e o bebê está adquirindo rapidamente novos padrões motores. Identif**ar alterações precocemente permite orientar posicionamento, movimento e, quando indicado, estabelecer o acompanhamento adequado.

Então, se você percebeu que a cabecinha do seu bebê está f**ando diferente ou que ele demonstra uma preferência constante por um lado, não observe apenas o formato.

Observe também como esse bebê se movimenta.

A assimetria pode ser o sinal mais visível de algo que merece uma avaliação mais completa.
Salve este post e envie para uma família que precisa saber disso.

💛 Agosto Dourado: amamentar também é aprender juntos.Antes do bebê nascer, é comum imaginar a amamentação como algo que ...
12/08/2026

💛 Agosto Dourado: amamentar também é aprender juntos.
Antes do bebê nascer, é comum imaginar a amamentação como algo que simplesmente vai acontecer.

Aí o bebê nasce, vai para o peito e tudo flui naturalmente.
Mas, para muitas famílias, a história é diferente.

Existe a pega que precisa ser ajustada.
A posição que ainda não funciona.
O bebê que parece mamar melhor de um lado.
O peito dolorido.
A insegurança sobre a quantidade de leite.
O cansaço.
E uma mãe que, no meio de tantas opiniões, começa a se perguntar se está fazendo algo errado.

Por isso, neste Agosto Dourado, quero lembrar de algo importante:

Amamentação não deveria ser sinônimo de cobrança. Deveria ser sinônimo de suporte.

Amamentar é uma experiência construída entre dois corpos que estão se conhecendo.

E, quando existem dificuldades, olhar apenas para a mãe nem sempre é suficiente e você não precisa passar por tudo sozinha. Também é importante observar o bebê: sua sucção, mobilidade de língua e mandíbula, postura, movimentação cervical, preferência por um lado e conforto durante a ma**da.

Nem toda dificuldade tem a mesma origem e nem toda família terá a mesma história.
É justamente por isso que informação, avaliação adequada e acompanhamento multiprofissional fazem tanta diferença.

💛 Que o dourado deste mês não represente uma maternidade perfeita e sim, que represente informação, respeito, acolhimento e uma rede preparada para apoiar cada mãe e cada bebê em sua realidade.

Porque incentivar o aleitamento materno também signif**a cuidar de quem amamenta.

📍 Melissa Tsukada | Osteopatia Pediátrica em Mogi Mirim

Atendimentos em Mogi Mirim presenciais e consultoria online.

Seu bebê mama e logo depois se incomoda, arqueia o corpo, regurgita com frequência ou parece não conseguir relaxar?É com...
10/08/2026

Seu bebê mama e logo depois se incomoda, arqueia o corpo, regurgita com frequência ou parece não conseguir relaxar?

É comum que, diante desses sinais, os pais se perguntem se a osteopatia pediátrica pode ajudar no refluxo do bebê.

A resposta precisa começar por um ponto importante:
Refluxo não é um diagnóstico osteopático.

Nos primeiros meses, episódios de refluxo e regurgitação são muito comuns e estão relacionados, entre outros fatores, à imaturidade do sistema digestivo. Quando há sintomas importantes, dificuldade para ganhar peso, recusa alimentar ou outros sinais de alerta, a avaliação do pediatra é indispensável.
Então, onde entra a osteopatia?

Na consulta, eu não olho apenas para o refluxo. Eu observo o bebê que está apresentando aquele refluxo.

Avalio aspectos como mobilidade, postura, padrão respiratório, organização corporal, tensões, sucção e a forma como esse bebê se comporta antes, durante e depois das ma**das.

Às vezes, existem fatores musculoesqueléticos e funcionais coexistindo com a queixa e que merecem
atenção. Isso não signif**a que a osteopatia “cure o refluxo”, mas que uma avaliação pode contribuir para compreender o bebê de maneira mais ampla.

💛 A pergunta, portanto, não é apenas: “Meu bebê tem refluxo?”
É também: Como ele mama? Como se movimenta? Parece confortável? Existem outros sinais acontecendo junto?

É esse conjunto que ajuda a definir se há indicação para acompanhamento osteopático, sempre de forma complementar ao cuidado pediátrico quando necessário.

📍 Se você está em Mogi Mirim ou região e percebe refluxo associado a dificuldades na ma**da, preferência postural, arqueamento frequente ou desconforto corporal, uma avaliação individualizada pode ajudar a entender melhor o quadro.

Salve este Mel Responde e envie para uma família que também tem essa dúvida.

Quando falamos em torcicolo muscular congênito, muitas pessoas pensam apenas no pescoço.Mas o impacto pode ir muito além...
07/08/2026

Quando falamos em torcicolo muscular congênito, muitas pessoas pensam apenas no pescoço.
Mas o impacto pode ir muito além disso.

O bebê nasce com uma capacidade incrível de adaptação. Quando encontra dificuldade para movimentar a cabeça, ele não deixa de explorar o mundo, ele encontra outras formas de fazer isso.

O problema é que, com o tempo, essas adaptações podem se transformar em compensações.

É por isso que, em alguns casos, o torcicolo pode estar associado à preferência por um lado, assimetrias cranianas e faciais, dificuldades em alguns marcos motores e alterações na forma como o bebê utiliza o próprio corpo.

Isso signif**a que todo bebê com torcicolo passará por essas situações?
Não.
Cada bebê é único e responde de uma maneira diferente.
O que faz diferença é o olhar precoce.
Quanto antes entendemos como aquele bebê está se movimentando e se organizando, maiores são as oportunidades de favorecer um desenvolvimento mais equilibrado, respeitando seu tempo e suas necessidades.

Meu objetivo nunca é olhar apenas para um diagnóstico.
É compreender como aquele pequeno corpo está construindo sua história de movimento.
Porque desenvolvimento não é apenas sobre quando o bebê alcança um marco.
É sobre como ele chega até ele.

Se você é de Mogi Mirim ou região e percebe que seu bebê prefere olhar sempre para o mesmo lado ou apresenta sinais de torcicolo muscular congênito, uma avaliação individualizada pode trazer mais segurança e tranquilidade para essa fase.

Você já sabia que o torcicolo pode influenciar muito mais do que a posição do pescoço? Me conta aqui nos comentários.

Salve este carrossel para consultar sempre que precisar e compartilhe com uma família que também pode se beneficiar dessa informação.

Nem sempre a assimetria começa pelo formato da cabeça.Na maioria das vezes, ela começa muito antes.Tudo pode iniciar com...
05/08/2026

Nem sempre a assimetria começa pelo formato da cabeça.

Na maioria das vezes, ela começa muito antes.

Tudo pode iniciar com uma pequena limitação de movimento.

O bebê passa a olhar mais para um lado, dorme sempre na mesma posição e utiliza repetidamente o mesmo lado do corpo para explorar o ambiente.

Sem perceber, ele cria um padrão.

Quanto mais esse padrão se repete, mais difícil f**a para o corpo experimentar novos movimentos.

E é justamente aí que surge o ciclo da assimetria.

➡️ O movimento f**a limitado.

➡️ O bebê utiliza sempre o mesmo lado.

➡️ O corpo reforça essa adaptação.

➡️ O ciclo continua.

Por isso, quando falamos sobre assimetria craniana ou preferência de lado, não estamos olhando apenas para o formato da cabeça.

Estamos tentando entender por que esse bebê continua repetindo o mesmo padrão de movimento.

💛 O objetivo não é apenas corrigir uma consequência.

É identif**ar a causa e favorecer um desenvolvimento mais equilibrado.

Quanto mais cedo esses sinais são observados, maiores são as oportunidades de interromper esse ciclo e permitir que o bebê explore o corpo de forma mais livre.

📍 Se você é de Mogi Mirim ou região e percebe que seu bebê prefere sempre o mesmo lado, apresenta assimetrias ou dificuldade para variar os movimentos, uma avaliação individualizada pode ajudar a compreender o que o corpo dele está comunicando.

💬 Você já tinha ouvido falar que a assimetria pode funcionar como um ciclo? Me conta nos comentários.

💾 Salve este post para consultar sempre que surgir essa dúvida e compartilhe com uma família que pode se beneficiar dessa informação.

Osteopatia pediátrica dói?Essa é, provavelmente, a dúvida que mais escuto de pais antes da primeira consulta.E a respost...
03/08/2026

Osteopatia pediátrica dói?

Essa é, provavelmente, a dúvida que mais escuto de pais antes da primeira consulta.
E a resposta é não.

A osteopatia pediátrica utiliza técnicas extremamente suaves, desenvolvidas especialmente para o corpo do bebê. O objetivo não é provocar dor, mas ajudar o organismo a recuperar sua mobilidade natural e favorecer um desenvolvimento mais equilibrado.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não existem estalos, movimentos bruscos ou manipulações com força durante o atendimento de um bebê.
Antes de qualquer técnica, a consulta começa com uma avaliação completa.

Observo como o bebê se movimenta, como respira, sua postura, a mobilidade do pescoço, do crânio e de todo o corpo. Cada detalhe ajuda a compreender por que aquele bebê apresenta determinados desconfortos ou dificuldades no desenvolvimento.

Esse olhar individualizado é o que permite construir um tratamento seguro e respeitoso.

Durante a sessão, alguns bebês permanecem atentos observando tudo ao redor. Outros relaxam tanto que acabam dormindo.

Também pode acontecer de alguns chorarem.

E isso não signif**a que a osteopatia pediátrica esteja causando dor.

Na maioria das vezes, o choro está relacionado ao sono, à fome, ao ambiente diferente ou simplesmente ao desejo de estar no colo dos pais.

O mais importante é entender que o bebê nunca é submetido a técnicas que provoquem sofrimento.

A osteopatia pediátrica respeita o tempo, os limites e a individualidade de cada criança.

Ela pode auxiliar em situações como:
* torcicolo muscular congênito;
* assimetria craniana (plagiocefalia, braquicefalia e dolicocefalia);
* cólicas e desconfortos intestinais;
* refluxo;
* alterações posturais;
* dificuldades no desenvolvimento motor.

Sempre após uma avaliação individual e, quando necessário, em conjunto com o pediatra e outros profissionais da saúde.

💛 O cuidado começa quando entendemos que o corpo do bebê merece ser ouvido, respeitado e tratado com delicadeza.

Se essa também era a sua dúvida, salve este post.

29/07/2026

A maternidade tem um talento curioso...
Ela faz a gente esquecer o caos e lembrar só da parte fofa. 😂🤍

É exatamente aí que nasce a ideia do segundo filho.
Quem nunca? 🙈

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