Psicólogo Gabriel Ricci

Psicólogo Gabriel Ricci Psicólogo e membro da Associação Brasileira de Psicologia Baseada em Evidências. CRP-08/38611

Faça as pazes com você.
01/11/2024

Faça as pazes com você.

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO E A VEZ QUE VOCÊ PASSOU A ODIAR SUA MÚSICA FAVORITANo final do século XIX, o fisiologista russo...
25/04/2024

CONDICIONAMENTO CLÁSSICO E A VEZ QUE VOCÊ PASSOU A ODIAR SUA MÚSICA FAVORITA

No final do século XIX, o fisiologista russo Ivan Pavlov estava estudando o sistema digestivo de cachorros e acabou descobrindo o que seria um dos princípios básicos da Análise do Comportamento. Pavlov havia instalado em seus cães, por meio de cirurgia, um recipiente que media a salivação dos animais e, resumindo a história, o que ele descobriu foi que qualquer estímulo a princípio neutro (em relação à salivação) que fosse pareado (apresentado junto ou logo antes) com a comida dos cachorros (estímulo que eliciava a salivação) passava a eliciar, sozinho, a salivação. Vários te**es foram feitos para sistematizar o que ficou conhecido depois como condicionamento respondente (porque o comportamento condicionado é respondente, reflexo), condicionamento pavloviano e condicionamento clássico. Quando Pavlov pareava, um tanto de vezes, a apresentação da comida com uma luz vermelha, a luz vermelha, sem a comida, passava a fazer o cachorro salivar, e a luz laranja, por semelhança, também. O mesmo em relação ao som de um sino, e por aí vai. No começo do século XX, John Watson estabeleceu que as emoções humanas eram comportamentos respondentes e poderiam ser condicionadas por condicionamento clássico, o que ele demonstrou num experimento controverso, e mais tarde o entendimento behaviorista do condicionamento clássico foi usado para desenvolver tratamentos ef**azes para fobia e ansiedade.

Agora, em que momentos da nossa vida esse processo acontece? O tempo todo. Você já colocou sua música favorita como despertador da manhã? O que aconteceu depois? Eu aposto um rato jogador de basquete que você parou de gostar da música como gostava antes, talvez até tenha passado a ter aversão por ela. Isso aconteceu porque o despertador eliciava emoções como raiva, tristeza, desgosto e, por pareamento, a música passou a eliciar emoções semelhantes. Se você não gosta de uma pessoa de cara, mesmo sem conhecer ela direito, ela talvez tenha características semelhantes as de alguém que consistentemente te fez sentir mal, e o mesmo para o oposto, quando você gosta de alguém de cara. Até mesmo a representação persistente de uma determinada etnia em programas de televisão apenas em situações negativas, sejam vexatórias (estilo Casos de Família) ou violentas (como os programas pinga sangue) pode te condicionar a sentir coisas frente a pessoas dessa etnia, se o seu contato com essas pessoas for principalmente através dessas representações.

Se você não se alimenta bem, não dorme bem, não tem boas relações, o Sol em Libra vai arregaçar com você! 🫵
15/04/2024

Se você não se alimenta bem, não dorme bem, não tem boas relações, o Sol em Libra vai arregaçar com você! 🫵

Calma aí amigo a gente não passa remédio não k*k
15/04/2024

Calma aí amigo a gente não passa remédio não k*k

03/04/2024

Uma coisa que eu gosto nessa cena, e não sei se foi proposital, é a falta de jeito do Vegeta nesse abraço. Ele não abraçava o filho, esse tipo de demonstração de afeto eles não tinham, ele demonstrava afeto pelo Trunks passando tempo com ele, sendo presente, e treinando com ele, porque era o que ele sabia e tinha pra passar. Mas quando ele está pra morrer ele percebe que isso tudo ainda era insuficiente, e dá falta da delicadeza que não teve. Ele então dá um abraço no filho, que não entende que o pai vai morrer, e esse abraço é sem jeito. É sem jeito porque ele não sabia fazer, nenhum dos dois tava acostumado, mas ele queria fazer. Ele abraça com um braço só, pressiona a cabeça do filho contra a barriga, o filho f**a constrangido, não entende o que tá acontecendo, eles f**am naquela posição por um tempo. Era fácil para o Goku dar um abraço normal, ele foi criado desse jeito, mas o Vegeta não, ele não era abraçado pelo pai porque na cultura dele os pais geralmente não tinham afeto pelos filhos, no máximo orgulho das capacidades do filho, e por isso esse abraço sem jeito é tão signif**ativo. Na vida real a gente vê esse tipo de desconforto e falta de jeito com demonstrações de afeto envolvendo homens mais velhos, as vezes ele até dão uns tapas nas costas um do outro pra tentar deixar a coisa menos delicada e f**arem mais confortáveis, e tem uma certe beleza nesse esforço. Outra coisa legal nessa cena é que, tendo em mente que não ia mais ver o filho, o Vegeta não fala algo como "seja forte, Trunks", com um olhar duro, ele fala "cuide-se bem, filho", demonstrando de novo que na relação com esse filho ele cresceu.

Endereço

Londrina, PR

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicólogo Gabriel Ricci posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicólogo Gabriel Ricci:

Compartilhar

Categoria