Grupo Contingência

Grupo Contingência Grupo de Intervenção com base em análise do comportamento aplicada ao autismo. Ensino individualizado e desenvolvimento humano.

Esperar a vez.Pedir ajuda.Lidar com a frustração.Vestir uma roupa sem ajuda.Escovar os dentes.Expressar o que sente.Nenh...
12/08/2026

Esperar a vez.

Pedir ajuda.

Lidar com a frustração.

Vestir uma roupa sem ajuda.

Escovar os dentes.

Expressar o que sente.

Nenhuma dessas habilidades nasce pronta.

Elas são construídas aos poucos, por meio de oportunidades de aprendizagem, prática, apoio e experiências no dia a dia.

Por isso, quando uma criança encontra dificuldade para realizar uma tarefa, vale a pena lembrar:
Ela pode estar justamente no processo de aprender.

Em vez de pensar:
“Ela já deveria saber fazer isso.”

Experimente fazer uma pergunta diferente:
💙 O que ela ainda precisa aprender?

E mais:
💙 Como posso criar uma oportunidade para que ela aprenda?

Essa mudança de perspectiva faz toda a diferença.

Ela nos convida a substituir a cobrança pelo ensino, a impaciência pelo acompanhamento e a expectativa pela construção gradual de novas habilidades.

É assim que autonomia se desenvolve:
Uma habilidade de cada vez.

📌 Salve este post para lembrar: toda habilidade que hoje parece simples um dia também precisou ser ensinada.

Neste Dia dos Pais, celebramos aqueles que escolhem estar presentes.Comemorando cada pequena conquista, acolhendo os dia...
09/08/2026

Neste Dia dos Pais, celebramos aqueles que escolhem estar presentes.

Comemorando cada pequena conquista, acolhendo os dias difíceis, aprendendo novas formas de se comunicar, adaptando a rotina quando necessário e seguindo acreditando no potencial da criança, um passo de cada vez.

Na trajetória do desenvolvimento infantil, o envolvimento da família faz diferença! E cada momento de cuidado, incentivo e afeto contribui para a construção de vínculos seguros e oportunidades de aprendizagem.

Hoje, também reconhecemos que esta data pode despertar diferentes sentimentos.

Há quem celebre, quem sinta saudade, quem encontre essa referência em outra figura de cuidado e quem viva este dia de uma forma diferente. Todas essas histórias merecem respeito.

A todos que exercem esse PAPEL DE PAI com amor, compromisso e dedicação, o nosso carinho e reconhecimento.

Feliz Dia dos Pais!🩵

Quando pensamos no desenvolvimento de uma criança, é comum imaginarmos grandes mudanças.Mas, na prática, o desenvolvimen...
05/08/2026

Quando pensamos no desenvolvimento de uma criança, é comum imaginarmos grandes mudanças.

Mas, na prática, o desenvolvimento costuma acontecer um passo de cada vez.

Às vezes, a criança ainda chora diante de uma frustração...
Mas consegue se acalmar mais rápido.

Ainda precisa de ajuda em muitas atividades...
Mas já consegue pedir ajuda antes de se desesperar.

Ainda encontra dificuldades em situações desafiadoras...
Mas aceita tentar novamente.

Essas mudanças podem parecer pequenas.

Mas representam habilidades importantes que estão sendo construídas e que servirão de base para novas aprendizagens.

É assim que o desenvolvimento acontece: gradualmente.

Por isso, quando olhamos apenas para o resultado final, corremos o risco de não perceber o quanto a criança já avançou.

Cada nova habilidade amplia as possibilidades de comunicação, autonomia, interação e participação no dia a dia.

Nem toda evolução chama atenção.
Muitas vezes, ela acontece em pequenos detalhes.

E são esses detalhes, construídos de forma consistente ao longo do tempo, que tornam possíveis grandes transformações.

💙 Qual foi uma pequena conquista do seu filho que encheu seu coração de orgulho? Compartilhe com a gente nos comentários!

“Mas ele faz isso só comigo...”Essa é uma das frases que mais ouvimos na clínica.E a resposta costuma surpreender:Isso é...
03/08/2026

“Mas ele faz isso só comigo...”

Essa é uma das frases que mais ouvimos na clínica.

E a resposta costuma surpreender:
Isso é mais comum do que parece.

Os comportamentos não acontecem da mesma forma em todos os ambientes.

Cada contexto oferece oportunidades de aprendizagem diferentes.

Os combinados da casa, a forma como cada adulto responde, as experiências anteriores e até a rotina influenciam o comportamento da criança.

Por isso, um comportamento pode aparecer com a mãe, mas não com o pai.
Pode acontecer em casa, mas não na terapia.
Ou surgir com os avós, mas não na escola.

Isso não significa que a criança esteja “escolhendo” quem obedecer.

Significa que ela aprendeu relações diferentes em contextos diferentes.

Por isso, quando um pai nos diz: “Ele só faz isso comigo.”
Nossa primeira pergunta não costuma ser: “Por quê?”

E sim:
🔎 O que muda de um ambiente para o outro?
🔎 Como cada adulto costuma responder?
🔎 Quais oportunidades de aprendizagem essa criança encontra em cada contexto?

Responder essas perguntas nos ajuda a compreender o comportamento e, principalmente, a construir estratégias mais consistentes entre família, escola e equipe terapêutica.

Quando os adultos caminham na mesma direção, a aprendizagem também se torna mais consistente.

Você já viveu essa situação?A criança chora, grita, puxa sua mão ou joga um objeto... e parece impossível entender o que...
31/07/2026

Você já viveu essa situação?

A criança chora, grita, puxa sua mão ou joga um objeto... e parece impossível entender o que ela precisa naquele momento.

Em muitos casos, isso acontece porque uma habilidade importante ainda está em desenvolvimento: a comunicação.

Quando a criança ainda não consegue pedir ajuda, fazer uma escolha, solicitar uma pausa ou expressar o que sente, alguns comportamentos podem acabar ocupando esse espaço.

Por isso, nosso objetivo não deve ser apenas interromper esses comportamentos.
Precisamos ensinar formas mais eficazes de comunicação.

Afinal, quando uma criança aprende a pedir, mostrar, apontar, escolher, recusar ou expressar suas necessidades, ela passa a ter mais recursos para interagir com o mundo.

E quanto mais eficiente for sua comunicação, menor tende a ser a necessidade de recorrer a comportamentos que dificultem essa interação.

Por isso, antes de pensar apenas em “como faço esse comportamento parar?”, experimente fazer uma pergunta diferente:
💙 Que habilidade de comunicação essa criança ainda pode estar precisando aprender?

Essa mudança de olhar transforma a forma como ensinamos — e amplia as possibilidades de desenvolvimento da criança e da família.

Muitos pais se perguntam se um comportamento estereotipado deve ser interrompido.Mas, antes dessa pergunta, existe outra...
27/07/2026

Muitos pais se perguntam se um comportamento estereotipado deve ser interrompido.

Mas, antes dessa pergunta, existe outra ainda mais importante:
O que pode estar acontecendo nessa situação?

Em alguns casos, comportamentos repetitivos — como balançar o corpo, girar objetos ou observar movimentos — podem ser mantidos pelas próprias consequências sensoriais que produzem.

Em outros, podem acontecer em contextos diferentes e ter funções diferentes.

Por isso, não existe uma única resposta para todas as crianças.

Antes de decidir interromper um comportamento, vale a pena observar:
🔎 Esse comportamento interfere na aprendizagem?
🔎 Dificulta a comunicação ou as interações sociais?
🔎 Coloca a criança ou outras pessoas em risco?
🔎 Ou acontece sem causar prejuízos importantes naquele contexto?

Cada criança é única.

Na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), buscamos compreender por que um comportamento acontece antes de decidir como intervir.
Essa compreensão nos ajuda a identificar quando é importante ensinar novas habilidades, ampliar repertórios ou apenas respeitar formas diferentes de interação com o ambiente.

Nem todo comportamento precisa ser eliminado.

Toda intervenção precisa fazer sentido para a criança e contribuir para sua autonomia, participação e qualidade de vida.

Seu filho começa a chorar sempre que você pede para guardar os brinquedos?É comum que a primeira interpretação seja:“Ele...
24/07/2026

Seu filho começa a chorar sempre que você pede para guardar os brinquedos?

É comum que a primeira interpretação seja:
“Ele está fazendo isso porque não quer obedecer.”

Mas existe outra possibilidade.

Em alguns momentos, o choro pode ajudar a criança a adiar, interromper ou tornar mais fácil uma situação que considera difícil ou desagradável.

Observe esta sequência:
🧸 A criança está brincando;
🗣️ Você pede que ela guarde os brinquedos;
😢 Ela começa a chorar.
Se, depois do choro, o pedido é retirado, a criança ganha mais tempo para brincar ou outra pessoa guarda os brinquedos por ela, o choro pode passar a ocorrer novamente em situações parecidas.

Isso não significa que a criança esteja “fazendo drama” ou tentando manipular alguém.

Significa que, naquela situação, o comportamento pode ter produzido uma consequência importante: adiar ou evitar a tarefa.

Mas atenção: essa é apenas uma hipótese.
Um mesmo comportamento pode acontecer por razões diferentes, dependendo da criança, do contexto e do que ocorre antes e depois.

Por isso, antes de buscar apenas uma forma de “parar o choro”, experimente observar:
🔎 O que aconteceu imediatamente antes?
🔎 O que mudou depois do choro?
🔎 A tarefa foi adiada, reduzida ou retirada?
🔎 Qual habilidade a criança ainda precisa aprender para lidar com essa situação?

Compreender a FUNÇÃO do comportamento ajuda a planejar um ensino mais efetivo.

Podemos, por exemplo, ensinar a criança a pedir ajuda, solicitar uma pausa, combinar mais alguns minutos ou participar gradualmente da organização dos brinquedos.

O objetivo não é apenas interromper o choro.
É ampliar o repertório da criança para que ela consiga comunicar o que precisa e participar das situações do dia a dia com mais autonomia.💙

Você já ouviu alguém dizer:“Ele faz isso só para chamar atenção.”?Na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), preferimos...
13/07/2026

Você já ouviu alguém dizer:
“Ele faz isso só para chamar atenção.”?

Na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), preferimos olhar para essa situação de outra forma.

Quando uma criança grita enquanto o adulto está conversando, uma das hipóteses é que esse comportamento esteja sendo mantido porque, em algum momento, ele foi seguido de atenção.

E atenção não significa apenas carinho ou elogios.
Olhar.
Responder.
Pedir para parar.
Repreender.
Explicar.

Até mesmo interromper a conversa para falar com a criança.

Tudo isso é interação.

Isso não significa que a criança está manipulando ou fazendo “de propósito”. Significa apenas que aquele comportamento pode ter sido eficaz para conseguir contato com outra pessoa.

Mas atenção:
Essa é apenas uma possibilidade.
Um mesmo comportamento pode ter funções diferentes dependendo da criança, do contexto e do que acontece antes e depois dele.

Por isso, antes de pensar em como fazer o comportamento diminuir, vale a pena observar:
🔍 O que aconteceu imediatamente antes?
🔍 O que aconteceu logo depois?
🔍 O que a criança pode estar tentando conseguir?

Quando entendemos a função de um comportamento, deixamos de enxergar apenas o problema e passamos a enxergar uma oportunidade de ensinar novas formas de comunicação.

Esse é o primeiro post da nossa série “Por trás do comportamento”.

Nos próximos conteúdos, vamos conhecer outras possíveis funções dos comportamentos e entender por que observar o contexto faz toda a diferença.

💬 Você já viveu uma situação parecida?
Conte nos comentários.

Alguns comportamentos podem ser um sinal de que a criança ainda não encontrou uma forma mais eficiente de lidar com uma ...
10/07/2026

Alguns comportamentos podem ser um sinal de que a criança ainda não encontrou uma forma mais eficiente de lidar com uma situação ou de comunicar o que precisa.

Às vezes, o comportamento pode indicar que:
💙 a tarefa está difícil;
💙 o ambiente está desconfortável;
💙 ela precisa de ajuda;
💙 precisa de uma pausa;
💙 ainda não aprendeu uma forma diferente de expressar o que está sentindo ou necessitando.

Por isso, antes de pensar apenas em interromper um comportamento, vale a pena fazer uma pergunta:

O que pode estar acontecendo nesta situação?

Essa mudança de olhar faz toda a diferença.

Ela nos ajuda a compreender o contexto, identificar necessidades e, principalmente, ensinar novas habilidades.
Na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), não buscamos apenas reduzir comportamentos.

Buscamos compreender por que eles acontecem e ampliar o repertório da criança para que ela tenha formas mais eficazes de participar, comunicar suas necessidades e interagir com o mundo.

Quando entendemos o comportamento, deixamos de procurar culpados e começamos a construir soluções.💙

❌ “Não grita.”❌ “Não bate.”❌ “Não corre.”Essas orientações são importantes porque ajudam a criança a entender limites.Ma...
08/07/2026

❌ “Não grita.”
❌ “Não bate.”
❌ “Não corre.”

Essas orientações são importantes porque ajudam a criança a entender limites.

Mas, sozinhas, elas nem sempre ensinam o que fazer no lugar.

E é justamente aí que mora a diferença.

Quando queremos que um comportamento mude, não basta dizer o que deve parar.

Também precisamos ensinar qual comportamento pode ocupar esse espaço.

Por exemplo:
💙 Em vez de apenas dizer “não grite”, podemos ensinar a pedir ajuda ou comunicar o que está sentindo.
💙 Em vez de apenas dizer “não bata”, podemos ensinar outras formas de lidar com a frustração ou de pedir um brinquedo.
💙 Em vez de apenas dizer “não corra”, podemos ensinar quando é hora de caminhar junto, esperar ou pedir uma pausa.

Aprender um novo comportamento amplia as possibilidades da criança.

Ela passa a ter mais recursos para comunicar necessidades, lidar com desafios e participar das situações do dia a dia.

Na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), não trabalhamos apenas para reduzir comportamentos.

Trabalhamos, principalmente, para ensinar habilidades que promovam mais autonomia, comunicação e qualidade de vida.

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