07/02/2023
O mudo mudou muito rápido. Quando entrei nas redes sociais, em 2015, com o Jung na Prática, ninguém usava instagram, era Snapchat, chegou a conhecer? O forte, mesmo, era o facebook.
Que a tecnologia muda, acelera, todo mundo sabe. Que temos que nos adaptar, não é uma novidade. Hoje eu não vim falar dessa tecnologia, mas de uma tecnologia muito mais poderosa e que pouca gente conhece, a tecnologia da nossa intuição e como ela é, realmente, o ponto forte de tecnologia de comunicação.
Para isso vamos voltar para 2011.
Meu filho Arthur tinha 5 anos, eu tinha acabado de passar no doutorado na Unicamp. Meu orientador me chamou na sala e disse que eu fui aprovada com uma condição, que eu não falasse mais sobre o que escrevi na prova.
Era uma pergunta sobre física quântica. Eu já conhecia Rupert Sheldrake, os estudos dos campos morfogenéticos e citei na prova.
Naquele momento, eu percebi que se ficasse, precisaria me moldar, me calar. Eu resolvi sair.
Em 2012, me tornei terapeuta. Os clientes apareciam e tudo fluía muito bem. Chegaram as redes. Veio o projeto Jung na Prática e a sensação era que tinha caído num “buraco negro”. Cada hora uma novidade, uma plataforma diferente. Primeiro, postar, depois, anuncia, fazer marca. E não tinha fim. Eu me sentia pela metade.
Queria atender, mas tinha que empreender.
Eu fazia tantos cursos de marketing que eu comecei a me sentir como no doutorado, dentro de uma “caixa”. Eram tantos cursos e novidades infinitas.
Eu sempre me perguntava, o que acontecia antes das redes? Antes eu não tinha divulgação nenhuma e tinha muitos clientes e agora, para ter a mesma quantidade precisava de um esforço muito maior!
Bom, nesse caminho me aprofundei no estudo da intuição, surgiu a Biointuição. Já comecei a entender essa sensação de estar fragmentada. Quando não estamos nos sentindo inteiros, estamos em estresse, com dúvida, medo.
Nessa condição, o coração emite ondas incoerentes, ou dissonantes. E são essas ondas que emitimos para o meio e para nossos possíveis clientes. Nossa fisiologia é capaz de ler e imitar a fisiologia da pessoa que estamos em contato. Por um mecanismo de neurônios espelho, a pessoa, literalmente, sente nela nossa dissonância.
Talvez chegue uma ponta de esperança, que alívio, será que é só gerar coerência no coração? É gerar coerência, mas não só.
Eu entendi que precisamos de dois pilares no processo de conexão com os clientes, tanto para atrair, quanto para reter clientes:
- Gerar intencionalmente, o campo de coerência para as pessoas que precisam do serviço que você faz ou produto que você tem
- Aprender as estratégias simples e fundamentais de uso das redes, criando um fluxo de pessoas que se conectam com o seu conhecimento, recebem uma proposta de trabalho e fecham.
Eu vivo esse processo como vendas biointuitivas.
Eu já vi muitas pessoas fazendo milhares de cursos e não conseguindo implementar ou ter o resultado que almejavam. Pessoas inteligentes e capazes, mas que estavam fazendo aquilo por “obrigação”, engolindo aquilo porque precisa. É claro que isso tudo é expresso na divulgação do trabalho.
É preciso estruturar essa percepção interior e fluir.
Faz sentido para você?