Elaine Asayo - Psicóloga

Elaine Asayo - Psicóloga Psicóloga clínica. Psicanalista. Atendimentos on-line e presencial com criança,adolescente e adulto.

Por trás de cada história existe alguém tentando dar conta da vida da melhor maneira que consegue.Às vezes, esse alguém ...
20/07/2026

Por trás de cada história existe alguém tentando dar conta da vida da melhor maneira que consegue.

Às vezes, esse alguém chega à terapia carregando ansiedade, culpa, autocobrança, conflitos familiares ou a sensação de que precisa ser forte o tempo todo. Outras vezes, chega sem conseguir explicar exatamente o que sente, apenas sabendo e sentindo que algo já não faz mais sentido como antes.

Meu trabalho não é dizer como você deve viver sua vida ou oferecer respostas exatas, prontas.

É construir, junto com você, um espaço de escuta, acolhimento e reflexão, onde suas emoções possam ser compreendidas sem julgamentos e no seu próprio tempo.

Acredito que a terapia é um processo de encontro consigo mesmo. Um lugar para compreender a própria história, fortalecer recursos internos e encontrar novas formas de lidar com os desafios da vida e das relações.

Se você sente que este pode ser o momento de cuidar da sua saúde mental, será um prazer caminhar ao seu lado.

Agende uma conversa pelo link da bio ou envie uma mensagem no direct.

Vamos entender juntos como a terapia pode fazer sentido para você.

Tem gente que vive como se estivesse sendo avaliada o tempo todo.Quando o trabalho dá certo, pensa que não fez mais do q...
14/07/2026

Tem gente que vive como se estivesse sendo avaliada o tempo todo.

Quando o trabalho dá certo, pensa que não fez mais do que a obrigação. Quando algo sai errado, passa horas revendo o que poderia ter feito diferente. Um elogio é minimizado. Uma conquista dura pouco. O descanso vem acompanhado de culpa.

Pouco a pouco, a vida vai se transformando em uma interminável provação.

E não por acaso escuto tantos pacientes justificando suas ações ou anseios com o termo “tenho que”. Vivemos cercados por essa cobrança de: ter que produzir mais, ter que crescer mais, ter que dar conta, ter mais sucesso, ter que saber o que quer da vida.

Existe a falsa sensação de que se você parar ou falhar, isso vai dizer alguma coisa sobre quem você é.

A autocobrança pode até parecer uma forma de se manter responsável e comprometido. Porém, existe uma diferença entre querer fazer o seu melhor e sentir que nunca pode fazer menos do que isso. Viver sob a própria vigilância também cansa.

Na terapia, é possível compreender de onde vem essa necessidade de se provar o tempo todo e perceber quando a exigência deixou de te impulsionar e começou a te punir. Afinal, você pode querer crescer, melhorar e conquistar coisas novas sem transformar cada erro em um julgamento sobre si.

Nem tudo o que dá errado é uma prova de incapacidade. Às vezes, algo apenas não saiu como você esperava.

E você, costuma se cobrar mais do que cobraria de qualquer outra pessoa?

A derrota faz parte do esporte. Do mesmo modo que a frustração faz parte da vida.Quando um time perde, é comum buscarmos...
06/07/2026

A derrota faz parte do esporte. Do mesmo modo que a frustração faz parte da vida.

Quando um time perde, é comum buscarmos explicações rápidas. Contudo, existe uma dimensão que nem sempre aparece nas análises: o impacto emocional de competir sob pressão, lidar com expectativas e enfrentar críticas.

Nos últimos anos, jogadores da Seleção Brasileira passaram a falar com mais naturalidade sobre terapia, ansiedade e saúde mental. Além disso, a comissão técnica voltou a contar com uma psicóloga após oito anos.

Isso não significa que a terapia evite derrotas, mas sim que ela pode ajudar pessoas a enfrentarem esses momentos com mais consciência, resiliência e equilíbrio emocional. Afinal, todos nós carregamos uma “camisa” em algum aspecto da vida. E, em algum momento, experimentamos a frustração.

O desafio não é nunca cair. É aprender a se levantar sem deixar que um único resultado defina quem somos.

Faz sentido para você? Comenta e compartilha com alguém que também está sentindo o “peso da própria camisa”.

Muitos pais se preparam para a infância dos filhos, mas poucos são preparados para a adolescência.Quando eles passam a f...
26/06/2026

Muitos pais se preparam para a infância dos filhos, mas poucos são preparados para a adolescência.
Quando eles passam a ficar mais tempo no quarto, respondem com menos palavras ou parecem querer mais distância, é comum surgir a sensação de que não precisam mais da nossa presença.
Mas a adolescência não elimina a necessidade de afeto. Ela apenas transforma a forma como essa necessidade aparece.
Por trás da busca por independência, existe um jovem tentando entender quem é, lidar com mudanças intensas e encontrar seu lugar no mundo.
Nem sempre eles vão pedir colo, iniciar uma conversa ou demonstrar do que precisam.
Porém, eles continuam precisando de adultos que estejam disponíveis, interessados e emocionalmente presentes.
A adolescência é um período de construção da autonomia, não de rompimento dos vínculos.
E muitas vezes, o que um adolescente mais precisa é saber que existe alguém ali quando ele decidir voltar e conversar.
Como tem sido sua experiência com um filho adolescente? Compartilhe aqui nos comentários.

Afastamento nem sempre é rejeição. Na maior parte das vezes, faz parte do processo de crescimento. O adolescente precisa...
19/06/2026

Afastamento nem sempre é rejeição. Na maior parte das vezes, faz parte do processo de crescimento.
O adolescente precisa se diferenciar, experimentar mais autonomia e descobrir quem é para além da família.
A adolescência dos filhos costuma ser uma fase de muitas mudanças para eles, mas, também é um fator de transformação dos próprios pais.
De repente, aquele filho que contava cada detalhe do dia passa a responder com poucas palavras. As conversas ficam mais raras. Os amigos ganham mais espaço. A porta do quarto permanece fechada por mais tempo.
E isso pode despertar uma sensação difícil de explicar: a de sentir saudade de alguém que ainda mora na mesma casa.
Ainda assim, compreender isso, não significa que não vai doer.
Porque cada nova fase dos filhos também pede que os pais se reinventem. E existe um luto silencioso em perceber que a infância ficou para trás.
Se você tem vivido essa sensação, saiba que ela é mais comum do que parece. Seu filho está crescendo. E você está aprendendo uma nova forma de estar presente: menos no centro da vida dele, mas ainda profundamente importante.
Como tem sido essa experiência na sua casa? Você já sentiu essa saudade antes mesmo de o seu filho ir embora?
Curta e comenta aqui para trocarmos experiências!

A maioria dos casais não deixa de se amar de uma hora para outra. O que costuma acontecer é mais silencioso.A vida vai f...
12/06/2026

A maioria dos casais não deixa de se amar de uma hora para outra.
O que costuma acontecer é mais silencioso.
A vida vai ficando cheia. As conversas vão ficando práticas.
E, aos poucos, a relação passa a ocupar o espaço que sobra.
Talvez neste Dia dos Namorados não seja sobre fazer algo extraordinário.
Talvez seja apenas sobre lembrar que existe um casal por trás de todas as responsabilidades.
Pense nisso e compartilhe com alguém que precisa lembrar de ser feliz no ordinário.
Feliz dia dos namorados!

Uma das armadilhas da parentalidade é acreditar que algo é adequado apenas porque se tornou comum. Mas nem tudo o que ac...
05/06/2026

Uma das armadilhas da parentalidade é acreditar que algo é adequado apenas porque se tornou comum. Mas nem tudo o que acontece cedo precisa ser incentivado cedo.
No início dessa fase, muitos adolescentes estão vivendo mudanças intensas: no corpo, na autoestima, nas amizades e na forma como se enxergam no mundo.
Por isso, quando o assunto é namoro, talvez a pergunta mais importante não seja:”Ele tem idade para namorar?” e sim “Ele tem maturidade emocional para lidar com tudo o que um relacionamento desperta?”
Mais do que pressa para crescer, os adolescentes precisam de tempo para se conhecer.

O Dia das Mães passou e, entre fotos bonitas e almoços em família, existe uma conversa que raramente acontece: o que a g...
28/05/2026

O Dia das Mães passou e, entre fotos bonitas e almoços em família, existe uma conversa que raramente acontece: o que a gente herda e o que a gente repassa sem querer.
Muitas vezes os adolescentes falam que estão exaustos. E, quando puxamos o fio dessa exaustão, descobrimos que eles não estão cansados apenas da escola ou das redes sociais. Eles estão cansados de carregar as expectativas de três gerações nas costas.
É o que chamamos de “Fantasma da Avó”.
Sabe aquela exigência de perfeição que te dói? Aquela culpa que te consome quando você erra? Sem um olhar atento, a gente acaba projetando isso tudo no adolescente. Cobramos dele o sucesso que não tivemos, ou o comportamento que nossa mãe teria aprovado em nós.
O resultado? Um jovem que não sabe quem é, porque está ocupado demais tentando ser o que a árvore genealógica espera dele.
Romper esse ciclo é difícil e doloroso. Exige coragem para admitir que nossos filhos não são extensões de nós, nem chances de ‘recomeço’ para os nossos erros. Eles são outros. Inteiros. Em certa medida são estranhos a nós.
E é nesse estranhamento que mora a saúde. Quando eu deixo de projetar, eu finalmente começo a escutar quem ele realmente é.
Você consegue perceber algo que é “herança” na sua forma de educar hoje? Algo que você faz porque “sempre foi assim”, mas que te sufoca? Me conta aqui nos comentários.

Muitas vezes, a gente gasta uma energia enorme tentando mapear os perigos do mundo lá fora, imaginando como alertar noss...
18/05/2026

Muitas vezes, a gente gasta uma energia enorme tentando mapear os perigos do mundo lá fora, imaginando como alertar nossos filhos sem tirar deles a leveza da vida. Mas existe uma ferramenta de proteção que a gente constrói no dia a dia, quase sem perceber: o limite.

Falar sobre o dia 18 de maio (Dia de Combate ao Abuso e Exploração) é, acima de tudo, falar sobre autonomia.

Na psicanálise, entendemos o corpo como o nosso primeiro território. Quando a gente permite que uma criança ou um adolescente diga “não” a um abraço forçado, a uma brincadeira que incomoda ou a um beijo de um parente que eles não querem dar, estamos dando a eles algo valioso: a consciência de que o corpo deles pertence a eles.

Pode parecer um detalhe pequeno, mas é esse “não” validado em casa que dá a eles o discernimento para identificar quando algo está errado lá fora.

A maior barreira contra o abuso não é o medo, é o vínculo. É saber que, se o mundo parecer confuso ou invasivo, existe uma escuta aqui que não julga, que não silencia e que protege.

Neste mês, que a nossa presença seja o refúgio onde o segredo não encontra espaço para crescer. Informação é cuidado. Afeto é escudo.

Como você tem ajudado seu filho a construir esses limites por aí? Vamos conversar sobre o valor dessa escuta?

Amar um adolescente é um exercício diário de “soltar as mãos” sem tirar o corpo fora. É manter a luz da varanda acesa, m...
15/05/2026

Amar um adolescente é um exercício diário de “soltar as mãos” sem tirar o corpo fora. É manter a luz da varanda acesa, mesmo que ele demore a chegar.

Como tem sido o clima aí na sua casa? Você tem conseguido suportar esse novo lugar de silêncio ou sente que precisa “invadir” para se sentir presente?

Vamos conversar sobre essas mudanças. Às vezes, tudo o que a gente precisa é entender que esse distanciamento não é falta de amor, é busca de identidade.

Faz sentido para você? Compartilha esse post com alguém que precisa ler isso.

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