Psicóloga Rosane Pereira - Infantil e Adolescente

Ligar Site Entre em contato com o consultório

Psicóloga Rosane Pereira - Infantil e Adolescente Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Psicóloga Rosane Pereira - Infantil e Adolescente, Psicoterapeuta, Rio de Janeiro.

A Hora do jogo ( ludoterapia) é uma técnica em que o brincar, é usado como um método lúdico psicoterapêutico para auxiliar a criança e o jovem ,superar traumas , elaborar os sentimentos conflitantes e suas emoções .

Antes de procurar um psicólogo, talvez algumas pessoas precisem se perguntar:Eu quero realmente atravessar um processo d...
03/09/2026

Antes de procurar um psicólogo, talvez algumas pessoas precisem se perguntar:
Eu quero realmente atravessar um processo de autoconhecimento, desenvolver minha psique e me implicar com aquilo que acontece comigo?
Ou estou apenas procurando alguém que me diga o que fazer, como agir e qual decisão tomar?
Porque psicoterapia não é manual de instruções.
O psicólogo não está ali para ocupar o lugar daquele que sabe o que é melhor para você. Está ali para ajudá-lo a pensar, elaborar, questionar e encontrar o próprio caminho.
Se a sua busca é alguém que simplesmente diga o que você deve fazer, talvez seja mais coerente procurar um xamã, uma cartomante, um pastor, um padre ou até mesmo um coach.
Na psicoterapia, a proposta é outra:
menos respostas prontas, mais perguntas.
menos conselhos, mais elaboração.
menos dependência do outro, mais implicação com o próprio desejo.

01/09/2026

Mas há algo que me inquieta:
De que adianta sabermos quais são os sinais se, muitas vezes, não estamos olhando para quem está ao nosso lado?
Já sabemos que uma tristeza intensa, um isolamento, uma mudança brusca de comportamento ou uma profunda desilusão podem indicar que algo não vai bem.
Mas nem sempre é tão evidente.
Às vezes, a pessoa continua trabalhando, estudando, conversando, sorrindo. E, por dentro, está completamente desorganizada.
Talvez ela não consiga sequer dizer:
“Eu estou pensando em morrer.”
Talvez tudo o que consiga pensar seja em acabar com aquilo que está sentindo.

E dentro de casa?
Se dividimos o mesmo espaço, a mesma mesa, o mesmo sofá, a mesma rotina… por que, às vezes, não percebemos que o sinal amarelo está aceso?
Talvez porque morar junto não seja necessariamente estar junto.

Podemos conhecer a rotina de alguém sem conhecer o que está acontecendo dentro dela.
Podemos perguntar “tudo bem?” e aceitar um “tudo” como resposta.
Podemos confundir silêncio com tranquilidade, isolamento com mau humor, mudança de comportamento com “fase”, cansaço com preguiça.

Perceber um sinal de perigo depende também da qualidade da nossa presença.
Não se trata de transformar cada tristeza em uma emergência ou de acreditar que podemos impedir todo sofrimento.
Trata-se de olhar.
De escutar.
De perceber quando alguém que conhecemos começa, aos poucos, a desaparecer de si mesmo.
Porque, às vezes, o sinal amarelo não é um grito.
É justamente aquilo que quase não conseguimos ver.

31/08/2026

Quem sou eu?”

Diante do desconforto, a mente procura uma explicação.

“Por que não consigo me adaptar?”
“Por que me sinto diferente?”
“O que há de errado comigo?”

E, muitas vezes, transforma uma experiência de inadequação em uma identidade: eu sou o problema.

Mas nem sempre há algo errado com o sujeito. Às vezes, há apenas um desencontro entre ele e o lugar que ocupa.

É como um peixe que, ao visitar a terra, começa a questionar sua própria existência porque não consegue respirar.

Talvez ele não seja inadequado.

Talvez apenas esteja tentando viver onde não consegue respirar.

Nem todo sofrimento revela um defeito em quem sofre. Às vezes, ele revela a distância entre quem somos e o lugar onde estamos tentando caber.

Em que momento a psicologia deixou de escutar o sujeito para começar a ensinar o sujeito a performar uma versão socialme...
28/08/2026

Em que momento a psicologia deixou de escutar o sujeito para começar a ensinar o sujeito a performar uma versão socialmente aceitável de si mesmo?

É claro que existem orientações importantes sobre exposição, ética e limites. Mas existe uma diferença enorme entre cuidar daquilo que se expõe e ensinar alguém a construir uma personagem para ser admirada, desejada ou validada.

Talvez a pergunta não seja apenas:
“Como devo me comportar nas redes?”

Mas:
“Por que preciso aprender a parecer alguma coisa para me sentir alguém?”

Porque até a espontaneidade pode virar performance quando estamos excessivamente preocupados com o olhar do outro.

“A Geração Z está perdida.O que será do futuro com essa geração?”É comum ouvir essa frase.A Geração Z é chamada de desin...
28/08/2026

“A Geração Z está perdida.
O que será do futuro com essa geração?”
É comum ouvir essa frase.
A Geração Z é chamada de desinteressada, imediatista, intolerante à frustração, sem compromisso, sem limites...
Mas será que tudo isso pode ser colocado na conta da própria geração?
Uma geração não se educa sozinha.
Foram adultos que ensinaram — ou não ensinaram — sobre limites.
Foram adultos que negociaram todas as regras.
Foram adultos que muitas vezes deram aos filhos aquilo que eles queriam para compensar aquilo que não podiam oferecer.
Foram adultos que disseram “não” e depois voltaram atrás.
Foram adultos que exigiram respeito, mas nem sempre respeitaram.
Foram adultos que, muitas vezes, não suportaram a frustração dos próprios filhos.
E então, quando essa geração chega à vida adulta, perguntamos:
“O que será do futuro?”
Talvez a pergunta precise ser outra:
“O que fizemos para preparar essa geração para o futuro?”
Nem tudo é responsabilidade da Geração Z.
Talvez parte significativa daquilo que hoje chamamos de “problema de uma geração” seja também o resultado das relações, dos valores e das formas de educação que nós, adultos, construímos.
Antes de condenar uma geração, talvez seja preciso olhar para o espelho.

26/08/2026

26/08/2026

Nem todo sofrimento é um transtorno. Nem todo traço da personalidade é um diagnóstico. Nem toda dificuldade de relacionamento, oscilação emocional, necessidade de controle ou dificuldade de lidar com a vida precisa imediatamente ganhar um nome.
Às vezes, na tentativa de encontrar uma explicação para aquilo que nos incomoda, transformamos o diagnóstico em uma espécie de identidade: “eu sou assim porque tenho isso.”
E isso pode aliviar a angústia por um instante, mas também pode interromper uma pergunta muito mais importante:
O que está acontecendo comigo?
Diagnóstico não deve ser uma busca pelo nome que melhor explica quem você é. Deve ser resultado de uma avaliação cuidadosa, feita por um profissional capacitado.
Antes de procurar um rótulo para suas fragilidades, talvez seja necessário olhar para elas.

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

Telefone

+5521997338483

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Psicóloga Rosane Pereira - Infantil e Adolescente publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Consultório

Envie uma mensagem para Psicóloga Rosane Pereira - Infantil e Adolescente:

Compartilhar

Categoria