14/05/2026
Já parou pra pensar como gastamos rios de dinheiro em bens materiais sorrindo… e muitas vezes reclamamos quando alguém nos passa o valor de um serviço?
Compramos celulares novos, roupas, objetos e coisas que, em pouco tempo, perdem o brilho.
Mas hesitamos em investir no trabalho de alguém, no cuidado, no conhecimento, no tempo e na dedicação que uma pessoa levou anos para construir.
Vivemos em um mundo onde, muitas vezes, as coisas recebem mais valor do que as pessoas.
Um jantar caro parece normal.
Mas pagar alguém pelo seu dom, pela sua arte, pela sua terapia, pelo seu trabalho… às vezes é visto como ‘caro demais’.
E talvez seja por isso que tanta gente anda emocionalmente vazia: aprendemos a acumular coisas, mas desaprendemos a valorizar presença, afeto, escuta, cuidado e conexão.
No fim, objetos podem ser substituídos.
Pessoas não.
“Ame as pessoas e use as coisas, porque o contrário nunca funciona.” ✨