Constelação Sistêmica Familiar

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Constelação Sistêmica Familiar Claudia Gomes
🧿 Terapeuta Sistêmica
💙 Ajudo mulheres a reencontrarem seu lugar de força!

08/10/2026

Nós, fluminenses do Estado do Rio de Janeiro, temos direito de escolhermos no voto o nosso Governador!
Pelo direito ao segundo turno !

Uma mulher inteira não precisa escolher uma única versão de si.Por muito tempo, eu achei que precisava caber em algum lu...
13/09/2026

Uma mulher inteira não precisa escolher uma única versão de si.

Por muito tempo, eu achei que precisava caber em algum lugar.

Ou eu era a Chefe do Cerimonial.
Ou eu era a terapeuta.
Ou era a Consteladora Familiar.

Ou eu ocupava o lugar da firmeza, da organização, da estratégia e da responsabilidade.

Ou eu ocupava o lugar da escuta, da sensibilidade, do acolhimento e do cuidado.

Como se uma parte anulasse a outra.

E talvez a gente faça isso muitas vezes ao longo da vida.

A gente se divide para caber.
Se adapta para ser compreendida.
Esconde partes de si para não parecer “demais”, contraditória ou difícil de definir.

Só que toda vez que tentamos viver apenas uma versão de nós mesmas, alguma parte f**a do lado de fora.

Hoje eu entendo que não preciso escolher.

Eu posso ser firme e sensível.
Prática e intuitiva.
Gestora e terapeuta.
Racional e afetiva.
Institucional e profundamente humana.

Uma coisa não diminui a outra.

Pelo contrário.

Quando eu integro todas essas partes, eu não fico confusa.

Eu fico inteira.

E talvez amadurecer seja justamente isso:

parar de perguntar
“qual versão de mim eu devo ser?”

e começar a dizer:

“eu sou tudo isso.”

Sem pedir desculpas.
Sem me reduzir.
Sem precisar caber em uma única definição.

Porque uma mulher inteira não precisa escolher uma única versão de si.

Hoje acordei com uma mensagem linda da Ana Cristina, que conheci numa das rodas de conversa que ministrei no Cras de Ram...
12/09/2026

Hoje acordei com uma mensagem linda da Ana Cristina, que conheci numa das rodas de conversa que ministrei no Cras de Ramos. Então dedico a você esse post de hoje! Gratidão pelo carinho ❤️

Há mistérios na vida que a gente nunca consegue explicar por inteiro.

Encontros, atrasos, recomeços, perdas, coincidências… tanta coisa parece obedecer a uma lógica invisível.

E talvez seja justamente aí que mora a beleza: nem tudo está sob o nosso controle, mas participamos profundamente daquilo que a nossa vida se torna.

Criamos a nossa realidade nas escolhas que fazemos, nas crenças que alimentamos, na coragem de continuar e na forma como decidimos olhar para aquilo que nos acontece.

E os sonhos também começam assim.

Primeiro, como uma ideia quase impossível.
Depois, como um desejo que insiste.
Até que um dia começam a pedir movimento.

O mais difícil talvez seja suportar o intervalo entre sonhar e realizar — aquele tempo em que ainda não existem provas de que algo está acontecendo.

Mas muita coisa nasce antes de ser visível.

A semente não deixa de estar viva porque ainda não rompeu a terra.

Talvez realizar um sonho seja também isso: tornar-se, aos poucos, a pessoa capaz de viver aquilo que um dia imaginou.

Então sonhe.
Acredite.
Caminhe.
E tenha fé, principalmente quando ainda não houver evidências.

Porque algumas das coisas mais bonitas da nossa vida começam muito antes de conseguirmos enxergá-las.

E, às vezes, enquanto você acha que está apenas seguindo em frente…

a vida já está transformando o seu sonho em caminho. ✨

Tem coisas que não pedem pra serem soltas.Pedem pra serem enterradas.A gente confunde. A gente acha que “deixar ir” é um...
23/05/2026

Tem coisas que não pedem pra serem soltas.
Pedem pra serem enterradas.

A gente confunde.
A gente acha que “deixar ir” é um movimento leve, espiritualizado, que a gente faz numa manhã de meditação com uma xícara de chá na mão.
Não é.

Tem fim que pede ritual.
Pede luto.
Pede coragem de dizer em voz alta: isso aqui já não tem vida.
⸻

Estive nos últimos dois dias num seminário de filosofia sistêmica nas organizações.
Um tema voltou várias vezes e não saiu mais de mim.
A diferença entre o que ainda está vivo e o que você está mantendo vivo só com a sua força.

Bert Hellinger dizia: “Sofrer é mais fácil que resolver.”
E é por isso que a gente continua.
Porque manter é familiar — mesmo quando dói. Resolver é incerto — mesmo quando liberta.
⸻
Mas o corpo sempre sabe antes da mente.
O ombro que pesa toda segunda.
A respiração que trava antes daquela reunião.
O silêncio que se instala antes daquela ligação.
O nó na garganta que aparece sempre que aquele nome é mencionado.

Enquanto a mente romantiza —
“é só uma fase”,
“logo melhora”,
“ainda dá tempo” — o corpo já está cobrando a conta de uma decisão que você ainda não tomou.
⸻
E talvez o que mais machuca seja descobrir que muitas vezes o que te mantém ali nem é mais seu.

É lealdade a uma mulher da sua linhagem que aguentou calada.
É repetição de uma cena antiga que está sendo encenada por você, sem que você perceba.
Você acha que está fazendo uma escolha.
Está cumprindo uma herança.
⸻

Esse post não é sobre desistir.
É sobre a coragem de enterrar com amor o que já te deu o que tinha pra dar — e abrir espaço pra o que ainda quer chegar em você.
Se algo aqui te atravessou, f**a.
Lê de novo amanhã.

Estive hoje no workshop de filosofia sistêmica nas organizações ministrado pelo  e organizado pela querida Aline , acomp...
21/05/2026

Estive hoje no workshop de filosofia sistêmica nas organizações ministrado pelo e organizado pela querida Aline , acompanhada do meu querido mestre e , e .buriti .
Uma das coisas que mais me atravessou foi isso: a diferença entre o lugar que o organograma te dá e o lugar que o sistema reconhece.

No mundo corporativo a gente aprende a chegar marcando posição, mas o sistema funciona por outra lógica.
Ele lê tempo.
Ele lê pertencimento.
Ele lê quem chegou antes.

E quando o líder novo ignora isso, ele paga uma conta silenciosa: equipe que não engaja, decisões que não andam, sensação de estar empurrando uma parede que ninguém vê.

O movimento de cura não é grandioso.
É um gesto simples — virar-se pra quem está há mais tempo e perguntar com o coração aberto: o que importa aqui?

Esse é um dos princípios que eu trago pro meu trabalho com mulheres que assumiram cargos, negócios ou heranças que já existiam antes delas.

Se você se reconheceu, salva esse post. Talvez ele faça sentido pra mais alguém também.

pertencimento visaosistemica lideres gestaodepessoas

02/03/2026

Há 25 anos atrás eu me tornei uma pessoa melhor ao colocar no mundo a mulher mais linda, incrível e especial.

Filha, obrigada por ser exatamente quem você é!
Eu te desejo tudo de melhor nessa vida e que todos os obstáculos que acontecerem na sua vida, sejam sempre uma escada para que vc possa alcançar seus maiores sonhos.

Amaria estar juntinho de você hoje para te dar muitos abraços apertados e beijos estalados na bochecha, mas sei que você está exatamente onde gostaria de estar hoje.

Respeito e acolho suas escolhas e estarei mesmo que de longe te apoiando sempre no que precisar.

Te amo muito e espero que goste de mais esse presente.

Aproveito para divulgar o trabalho desse cantor e compositor sensível e querido . Gratidão por marcar esse dia tão especial 🙏🏽❤️

30/01/2026

Brigadeiro Eduardo Gomes, meu tio-avô, irmão do Vovô Stanley, pai do meu pai.

Sempre ouvi muitas histórias sobre ele, tem a famosa história da revolta dos 18 do forte dos quais somente dois sobreviveram: os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes com graves ferimentos.

O Brigadeiro Eduardo Gomes foi um pioneiro da aviação brasileira e um dos criadores do Correio Aéreo Militar em 1931, que originou o Correio Aéreo Nacional (CAN).

Um homem com uma história interessante e e acredito que a paixão por aviões do meu pai, teve alguma influência dele.

27/01/2026

Tenho tido a oportunidade de ver de perto o quanto a falta de conexão, falta de cuidado e alta cobrança tem feito as pessoas adoecerem.
Você tem se cuidado?
Tem cuidado da sua energia?
Da sua saúde mental e emocional?
O quanto você permite que o externo tire sua paz?
Não é fácil sustentar o nosso centramento, mas é possível.

Se vc estiver passando por algum momento desafiador, procure ajuda.

Virar o ano na fazenda é lembrar que a vida não pede espetáculo.Ela pede presença.Eu passei o réveillon aqui… com o cora...
03/01/2026

Virar o ano na fazenda é lembrar que a vida não pede espetáculo.
Ela pede presença.

Eu passei o réveillon aqui… com o coração meio em silêncio, meio em festa.

E no meio disso tudo, a maior bênção: minha mãe fazendo 84 anos. Oitenta e quatro.

É muita história, muita travessia, muita vida em forma de gente.

E aí a natureza fez questão de participar do brinde também:
um ipê amarelo derramando pétalas como se estivesse dizendo:
“tá vendo? recomeço não é só calendário. é chão.”

E teve mais uma alegria que eu quero guardar:
o brinde dessa foto foi com a galera do beach tênis que eu tive o prazer de jogar todos esses dias na fazenda.

Amizade assim é presente — gente que chega, soma, ri junto, movimenta o corpo, leveza no ar.

Foi muito bom virar o ano com essa energia circulando.

Teve riso, teve abraço, teve brinde…
e teve aquele tipo de gratidão que não cabe em frase pronta.

Que 2026 seja menos corrida e mais verdadeira.

Menos performance e mais alma.

Menos “tenho que” e mais “tô aqui”.

Feliz ano novo.
E feliz vida, mãe. 84 vezes obrigada. 💛✨🌿🥂

Hoje é Dia Nacional da Assistência Social, e esse post é um abraço coletivo em cada profissional da Assistência Social e...
07/12/2025

Hoje é Dia Nacional da Assistência Social, e esse post é um abraço coletivo em cada profissional da Assistência Social e também naqueles que estiveram comigo nas rodas de conversa ao longo de 2025. 💛

Ao longo desse ano eu sentei com vocês em salas cheias, ouvi histórias que pesam no corpo e vi, de perto, a luta diária de quem serve a população muitas vezes sem ter o suporte que merece.

Eu vi o cansaço, a sobrecarga, a sensação de impotência…
Mas também vi brilho nos olhos de vocês quando me contavam sobre mais uma família que era acolhida, quando uma criança era protegida, quando uma mulher encontrava uma saída e tantas outras situações que vocês dão conta no dia a dia de vocês.

Vocês são linha de frente da dignidade humana.

E eu quero registrar aqui o meu respeito e a minha admiração por cada pessoa da Assistência Social que cruzou meu caminho esse ano.

Deixo também a minha gratidão ao Prefeito Eduardo Paes e a Secretária de Assistência Social, Marta Rocha, pela abertura, permissão e pelo acolhimento ao meu trabalho.

Foi essa confiança que me permitiu estar com vocês nas rodas de conversa, compartilhando meu olhar sobre a saúde mental e emocional dos servidores – um tema urgente, necessário e que precisa ser cuidado com seriedade.

E um agradecimento especial às assistentes sociais Chris Giselle e Cris Barros, que estiveram comigo o tempo todo: nas rodas, nas reuniões, nas escutas e nos bastidores.

Acompanharam de perto esse processo, sustentaram o caminho comigo e ajudaram a construir pontes importantes dentro da rede.
Nada disso seria igual sem vocês duas caminhando junto. ❤️

Que vocês sejam vistos, respeitados, valorizados e, principalmente, cuidados.

Porque ninguém aguenta ser só colo o tempo inteiro sem ter onde deitar a própria cabeça.

Com todo meu amor e carinho,
Claudia Gomes 🌱


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