Kamalinii - Terapeuta psico-corporal

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Kamalinii - Terapeuta psico-corporal Lendo o inconsciente através do corpo★
Terapia na prática
Sexualidade feminina
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Sou discípula do Mestre Osho e busco o autoconhecimento através de uma jornada mais leve, divertida, prazerosa e profunda! Sou co-fundadora da Casa de Lakshmi e faço parte da gestão da Ong Reiki Sem Fronteiras Brasil, locais onde o meu coração reside. Por um desejo profundo de liberdade, prazeres e curas fui, e estou redescobrindo o meu Eu e compartilhando com o mundo. Fui e continuo indo atrás da

quilo que está por trás das couraças do corpo, conheci a Bioenergética, o Reiki, Xamanismo, Respiração e o Tantra chegou para abraçar toda minha vida e meu trabalho, ele deu àquela sacolejada que faltava! Criei o Caminhos da Morada, que compreende as suas moradas corpo e casa como um só Templo Sagrado, onde refletem seus padrões psicoemocionais. O trabalho terapêutico pode ser facilitado apenas corporalmente , com os atendimentos das Terapias Vibracionais. Ou criar um trabalho mais completo envolvendo seu ambiente físico, ou seja, na sua casa, criando lares saudáveis através do Feng Shui, Radiestesia, Geobiologia, Limpeza Energética e projeto de arquitetura como cura deste ambiente. Desenvolvo também um trabalho só para mulheres em consultório, dinâmicas de grupo e cursos.

Usar do corpo como centro, a dança como rezo, e a gargalhada como uma grande limpeza e proteção!  Shakira avisou: Copaca...
04/05/2026

Usar do corpo como centro, a dança como rezo, e a gargalhada como uma grande limpeza e proteção!

Shakira avisou: Copacabana vai virar altar.

Quem tem experiência corporal nos ritos, sabe que os desafios estão lá, as dores, os traumas, as inseguranças estão sendo transmutados, na FESTA!

Achei simbólico, ao saber do problema do pai na hora do show. Ela teve a coragem de:

1°: PEDIR UM TEMPO PRA ELA! (Mesmo com todas as consequências negativas)
2° Depois do TEMPO, se reerguer e seguir o show.

E não tem como pisar em Copa e não conectar que esse chão foi feito de camadas de exploração indígena e do povo afro, de ancestralidade silenciada.

Não tem mais como negar nosso sangue latino, que o Brasileiro ainda tenta diminuir.

O Rio de "janeiro", que tem a alma de Kota Kahuana, de língua indigena Aimará, da Bolívia, q remete a vista do Lago Titicaca, berço da civilização inca.

O brasileiro ainda tem essa mania de bater continência para o EUA. E ainda não entendeu a força da própria carne, e a dança, o corpo e as músicas da Shakira provoca isso em nós.

​Vi gente fazendo comparações infames com o show da Gaga - mais uma forma de separar e enfraquecer as mulheres - a comparação.

A potência de Shakira é diferente, não menos e nem mais. Mas com ela não é sobre a "performance", ela sobe ali de estatura corporal [pequena], sem saltos gigantes, sem figurinos gigantes, sem cenários, sem bailarinos (a não ser os que mereceram) e mostra que a potência real não precisa de excessos.

A história dela me toca, pela força q vem da vulnerabilidade de não esconder oq passou, de expor as feridas e fazer alquimia.

A misoginia exige que a mulher brilhe para eles, q ela seja potência apenas de utilidade, para nutrir a família, o homem, o sistema. Enquanto a gente serve, seremos "rainhas".

Mas se a gente corta a fonte energética de suprimento pra misoginia, facilmente viramos Bruxas, traidoras, interesseiras e LOKAS.

A misoginia é o medo da mulher que descobre que não precisa ser útil!

​Shakira em Copa foi um grito para as mulheres, que temos q ter autonomia financeira e emocional para enfrentar a perversidade da misoginia.

Foi bruxaria a beira mar !

Bem jovem, comecei a ter curiosidade por terapia. Naquela época, era algo cercado de preconceito e de difícil acesso (na...
18/04/2026

Bem jovem, comecei a ter curiosidade por terapia. Naquela época, era algo cercado de preconceito e de difícil acesso (na minha bolha), então iniciei minha busca por conta própria, com oq dava. Tentando entender textos de filosofia e psicanálise tirados da internet. Freud me chamou atenção com os estudos sobre a neurose e a sexualidade. Mas, conforme eu avançava, sentia que faltava algo: o corpo.

A vida me levou para Bioenergética, Lowen e Reich. Reich entendeu que a neurose não está apenas na mente, mas cristalizada em nossa musculatura como uma "couraça". Ele nos ensinou que nossas defesas do corpo, cronificada, são defesas emocionais que bloqueiam nossa vitalidade.

Depois veio Alexander Lowen, que deu continuidade ao trabalho de seu prof, mas colocando um atenção importante, Lowen sistematizou a Bioenergética, nos trouxe o conceito de Grounding, colocou o paciente de pé, e trouxe os movimentos. Ele percebeu que, para processar emoções profundas, precisamos de "pernas", precisamos estar enraizados na realidade, e muitas vezes mais perto do chão.

Honro eles que estiveram à frente de seu tempo. No entanto, meu olhar é também de desconstrução. Reconheço que esse conhecimento nasceu de homens brancos, europeus e cisgêneros (homens, a frente!) .Ao olhar para trás, vejo as lacunas: não houve espaço, na época, para o estudo das couraças em corpos pretos, corpos trans, dissidentes, para outras culturas, outras formas de amar.

Reich foi brilhante ao analisar a Psicologia de Massa do Fascismo. Mas não tinha espaço para acessar as sabedorias originárias, como mts culturas q já tinham a visão do 3° gênero, os originários já tinham formas coletivas de "curas" muito antes da psicanálise e psiquiatria.

Gosto de abrir espaço para o não saber.
E ter espaço de provocar uma certa desconstrução. Gosto tb da ideia de ser mulher.

Acredito que a grande pista que Lowen nos deixou foi justamente o Grounding. É mantendo os pés firmes, bem enraizados no território, honrando os ancestrais, por trás do passado mais próximo, sem apagar nenhum deles, mas revisitando.

Estar em grounding é um ato político de presença. 👣✨

Convido vcs para vir pra cá:

Os stories de ontem repercutiram tanto, recebi tantas partilhas e pedido para vir pro feed que aí está.Esse conteúdo tin...
09/03/2026

Os stories de ontem repercutiram tanto, recebi tantas partilhas e pedido para vir pro feed que aí está.
Esse conteúdo tinha sido criado para o dia 8M, mas vamos ampliar a visão aqui na legenda.

O que acontece quando você coloca um limite, em qualquer relação?

Quando uma pessoa diz não, expressa um desconforto, ensina: "isso não é bom para mim", pede respeito ou propõe um novo acordo, a dinâmica da relação se revela.

Em uma relação saudável, o limite pode gerar incômodo momentâneo, conversas difíceis ou até conflitos. Isso é humano. Mas, mesmo assim, existe espaço para diálogo, escuta e reajuste. A relação se reorganiza.

Em uma relação abusiva, o limite costuma produzir outra resposta: controle, acusações, inversões, manipulação, punição emocional, desqualificação, ataques, entre outros...

A pessoa que coloca o limite passa a ser tratada como o problema.

Relações saudáveis permitem que cada pessoa continue existindo como indivíduo.

E é importante entender algo fundamental:
isso não acontece apenas em relações amorosas.

Relações abusivas podem surgir em qualquer lugar onde exista poder, autoridade, admiração ou dependência emocional, como:

* mães e filhos
* pais e filhos
* professores e alunos
* líderes espirituais e seguidores
* gurus e buscadores
* terapeutas e clientes
* mentores e mentorados
* chefes e subordinados
* parceiros amorosos
* amigos
* homens e mulheres
* mulheres e homens
..em qualquer relação humana.

Sempre que existe uma posição de influência ou autoridade, existe também a possibilidade de que o "poder" seja usado de forma saudável… ou de forma abusiva.

Nas relações abusivas, alguns padrões aparecem com frequência e o limite pessoa é tratado como AMEAÇA!

Mtas dessas dinâmicas não surgem apenas da personalidade individual, elas também são influenciadas por modelos culturais de poder e de gênero.

Homens, são socializados para: não demonstrar vulnerabilidade, competir em vez de dialogar, dominar, ser agressivo, ser "viril", estar a cima de tudo, confundir controle com força, confundir autoridade com poder emocional.

Então, qdo falamos desses temas, é preciso fazer recorte de gênero, quem ta no topo da pirâmide patriarcal?

Roda de Mulheres · Evento GratuitoSer mulher neste mundo é resistência! Mas essa não é a nossa cura, não é o nosso mérit...
02/03/2026

Roda de Mulheres · Evento Gratuito

Ser mulher neste mundo é resistência!

Mas essa não é a nossa cura, não é o nosso mérito, é apenas a nossa luta por sobreviver.

O Dia Internacional da Mulher está aí batendo na nossa porta, ele nasce da luta política das mulheres por direitos, dignidade e direitos a VIDA!

E no sábado que vem, vamos nos reunimos para lembrar que nossos corpos não são campos de batalha, mas territórios de existência, de vitalidade, de potência, de amor, de cuidados!

A luta marca o corpo.
Endurece, tensiona, fragmenta.

Por isso, precisamos criar espaços seguros de pausa, escuta, alergia, colocar nossa gargalhada no mundo, soltar o corpo, nos cuidar!

Sábado faremos práticas de autorregulação, onde possamos flexibilizar, soltar defesas e sustentar a vida da forma em que merecemos!

Este é um espaço para dar, receber e aprender práticas de sustentação, entre mulheres — do corpo, das emoções e dos vínculos.

No dia 7 de março, nos reunimos em círculo para:
enraizar o corpo, fortalecer a base e abrir o coração, através de práticas de yoga, respiração, bioenergética, meditações tântricas e movimentos livres que despertam a pelve, a coluna e a presença.

Quando o corpo encontra chão,
o coração pode relaxar.

🌿 Práticas corporais
🌿 Roda de conversa
🌿 Natureza, presença e cuidado

📍 Anfiteatro do Parque Penhasco Dois Irmãos
🕑 14h às 17h
✨ Evento gratuito
🔥 INSCRIÇÃO: basta entrar no grupo de WhatsApp - o link ta na Bio :

Um convite para mulheres que desejam habitar o próprio corpo e sustentar o amor e a vida!

A jornada com a Aneesha começou em março de 2017..2x por ano para estar em imersões com ela. Acredito que só para quem j...
12/12/2025

A jornada com a Aneesha começou em março de 2017..2x por ano para estar em imersões com ela. Acredito que só para quem já esteve no "Campo da Meditação" de Aneesha consegue entender de forma sentida, viva e corporal, o que é estar nesse "campo".

Reconheço meu privilégio de ter feito toda a formação do Pulsation e outros trabalhos com ela, é uma inspiração a sua integridade em cada trabalho.

Para quem esteve em alguns grupos, sei o quanto ficou na memória corporal, de uma forma mt especial o dia que recebemos um passe, uma chuva de energia enbriagante, que nos tomou o corpo, a alma em explosão de êxtase e gargalhadas.

A época do Boom do documentário do Osho e tivemos o privilégio de estar com ela perguntando a fundo como foram seus anos do ladinho do Osho.

Da sua dedicação e flexibilidade nos acompanhando por chamada de vídeo e nos orientando no meio da Pandemia..

De seu lindo aniversário em Fortaleza.

De tantas cerimônias de sannyas e a presença do Osho forte em seu campo.

E é muito inspirador ver como Aneesha é fiel e integra a cada método, como mantém uma ordem com doçura. Como é tooooda coração, mas com uma firmeza absoluta.

F**a mto claro a diferença e qualidade de energia do Osho Pulsation, pro Ta***ic Pulsation, e sua habilidade de transitar e ser maestra da Dança do Coração. [Só não fiz o Anos da Floresta pq não atingi ainda a idade mínima 😅

Talvez um dos maiores desafios de quem lidera trabalhos é manter uma constância, se manter fiel as origens, honrar quem veio antes e/ou sustentar uma ordem e constância quando se fala em formação de terapeutas. São poucos que não se misturam e não se perdem pelo caminho.

Ter a assinatura da Aneesha em cada certificado, é um lembrete para mim de sua constância, força de sustentação com amorosidade.

[Ah! E Assinatura em mãos, e agora já posso dizer que... estou liberada oficialmente para dar aulas, workshops e grupos de Pulsation]

Grata a quem facilitou meu caminho nessas jornadas, o Pulsation Brasil tem VOZ, nome e sobrenome: obrigada!

A todas supervisão, sessões e produção com

E muitos aprendizados e muitas sessões também com

Ah como é bom reencontrar esses sannyasins do meu coração.Foi muito colchão, muita catarse, (e catarros), muito choro, m...
03/12/2025

Ah como é bom reencontrar esses sannyasins do meu coração.

Foi muito colchão, muita catarse, (e catarros), muito choro, muito abraço, muita alegria, muitos or****os, muiiiiita respiração e muiiiita meditação.

Muitas histórias, muitas exposições.

É aquele espaço de reencontrar amigos, olhar nos olhos e trocar um profundo diálogo, no silêncio dos olhos de: “eu sei, e olha que máximo que continuamos aqui”.

Esses encontros são uma forma de revisitar muitos espaços.

É também reencontrar amigos que são referências de humanidade, facilitadores, terapeutas, professores — pessoas que tiveram coragem de preservar sua humanidade e vulnerabilidade.

Essas pessoas de loooonga data, os “antigos” sannyasins e terapeutas que viveram com Osho, que trazem essa pulsão viva, mantendo Zorba vivo.

Um pulso vivo! 🖤


“A amizade é o amor mais puro. É a forma mais elevada de amor, onde nada se pede, nenhuma condição é imposta, onde simplesmente se desfruta do ato de dar.” – Osho

Que bom poder revisitar esses espaços, de ritmos, de acolhimento, brindando a vida que pulsa, a cumplicidade que atravessa anos, a alma que reconhece e celebra. ✨

Grata ao

De dois anos pra cá, minha relação com o tempo mudou profundamente. Eu também repetia esse discurso do “não tenho tempo”...
27/11/2025

De dois anos pra cá, minha relação com o tempo mudou profundamente. Eu também repetia esse discurso do “não tenho tempo”, especialmente no final do ano, quando tudo parece acelerar, (principalmente no nosso hemisfério que estamos vivendo a pulsão da Medicina da Primavera e Verão).

Reconhecendo meu privilégio e investimento ao longo de mais de 10 anos, ao optar por não seguir o script profissional da primeira graduação, e seguir como autônoma. Ainda é desafiar descobrir o "meu tempo", em um mundo que agride os ciclos naturais, e incentiva o excesso de produtividade e aceleração de "um tempo".

É interessante perceber como, mesmo agora num período super ativo — viajando, atendendo presencial no RJ e online, atravessando estados, não estou conectada a narrativa da correria.

As vezes a agenda ta cheia, mas não me pego mais dando justificativas sobre a tal da agenda. Algo interno veio mudando ao longo do meu tempo, e hoje estou testemunhando essa fase.

Enquanto o mundo acelera, enquanto a mente tenta me arrastar para o ritmo do capitalismo e da produtividade, eu tenho sentido outra coisa por dentro.

De dois anos pra cá, eu tenho aprendido a viver no meu ritmo SEM CULPA!

Mesmo no movimento, eu encontro repouso, porque tenho conectado com os espaços vazios ou criado espaços vazios.

Não é sobre ter tempo, é sobre sustentar o meu próprio ritmo, que também é cíclico.

Tempo não se perde.
O que se perde é a nossa escuta, e nossa presença.

E....tempo não é dinheiro! Tempo é pulso, é vida, é espaço é Orixá!

Iroko, o Orixá do tempo nos ensina sobre ancestralidade. Sobre uma qualidade de RITMO NATURAL.

Iroko é a primeira árvore do mundo, e não concede suas bênçãos para quem tem pressa.

Eu sei que sou apenas mais uma mulher que foi ouvindo sutilezas que ferem.Piadas que parecem inocentes, críticas disfarç...
18/09/2025

Eu sei que sou apenas mais uma mulher que foi ouvindo sutilezas que ferem.

Piadas que parecem inocentes, críticas disfarçadas de “conselhos construtivos”.

É assim que a desvalorização do feminino se apresenta: camuflada, quase invisível, mas falas que tentam nos diminuir, gerar vergonha, encaixotar...

Já tentaram achatar a minha força criativa de muitas formas. Uma forte foi quando ouvi:

“Você não sabe o que quer. Cada hora é uma novidade, uma moda. Assim você não chega a lugar nenhum.”

E, veja só: estou lá chegando... chegando em muitos lugares.

Porque eu sou cíclica. Eu não sou linear. Nem a natureza é estática, que dirá eu.
O o que é fixo demais, sem mudança, já está morto.

Quase caí em críticas como essa, tentando “consertar” aquilo que nunca foi erro ou algo ruim.

Mas algo dentro de mim gritava mais alto.

Um incômodo que não me deixava caber nas caixinhas que tentavam me empurrar.

Aos poucos, fui me afastando daqueles, mesmo acreditando querer o meu bem, diminuía essa potência mutável e pulsante que existe em mim.

E você, mulher? Quantas vezes já sentiu o peso dessas vozes que tentam podar a sua liberdade? A sua espontaneidade? O seu lado criativo, lúdico, cheio de ideias, movimentos, e novidades?

Hoje eu sei: minha força está justamente nesse movimento, nesse constante nascer, morrer e renascer. Minha criatividade é infinita porque é viva. E eu escolho honrar cada ciclo, cada mudança, cada recomeço.

Isso é ser mulher. Isso é resistir. Isso é viver inteira.

Facilitação: Expressão do Corpo Criativo na oficina de Bioconstrução do  na Sou grata ao Thiago Antonioli  pelo convite ...
09/09/2025

Facilitação: Expressão do Corpo Criativo na oficina de Bioconstrução do na

Sou grata ao Thiago Antonioli pelo convite sensível para abrir os trabalhos da sua oficina 🌱.

Na abertura, conduzi uma vivência de corpo e movimento, trazendo a presença, a respiração e a conexão com o corpo como preparação para o dia.

Através de exercícios de bioenergética, meditação do segmento ocular e expressão criativa corporal, iniciamos os trabalhos!

Acredito profundamente que todo fazer começa no corpo, é nele que enraizamos nossa energia e despertamos vitalidade para criar.

Thiago, com sua visão integral de saúde, reconhece a importância desse cuidado corporal antes mesmo do início da oficina, e isso revela a potência de unir diferentes saberes para nutrir a comunidade, e valorizo muito quem tem esse olhar sensível, e valoriza tb o meu servir! 💞🌳

Parabenizo também Thábata Campelo, idealizadora do projeto, ao Norberto Bacelar e equipe, que juntos elaboraram essa proposta linda, oferecida para a comunidade de Rio das Ostras. Foi bonito de ver, sentir e participar 💚✨ Foi mesmo emocionante!! Confere lá 》

🌳

Dentro de várias definições sobre psicodelia, eu gosto de dizer que é quando a experiência do corpo e alma se encontram ...
31/08/2025

Dentro de várias definições sobre psicodelia, eu gosto de dizer que é quando a experiência do corpo e alma se encontram no invisível, e qdo a arte não é sobre estética, mas sobre visão, portal, e símbolos do inconsciente, e quando a expressão no corpo não é sobre performance, nem coreografias, sem racionalidade, mas sobre mergulho.

Stanislav Grof dizia que as experiências psicodélicas revelam camadas profundas da psique, acessando memórias, símbolos e arquétipos que normalmente ficam soterrados.

Jung chamava esse espaço de “inconsciente coletivo”, onde moram imagens arquetípicas que atravessam culturas, tempos e corpos.

Quando falo de corpo visionário, sinto q é também a experiência do corpo que dança, não só em movimentos, mas nesses símbolos, em sentimentos, e td se tornando uma linguagem do invisível.

》》 E sim... tem muita gente que acredita viver experiências psicodélicas, mas não "joga o corpo para jogo". [E isso NÃO tem haver com intesidade, mas com verdade]

》》 E tem muita gente até fazendo uso de substâncias psicotropicas, mais como uma fuga do que para mergulho. Mas a experiência real acontece NO corpo, na presença do processo, e é issi q torna revolucionário, qdo tem verdade e principalmente quando acontece uma boa integração das experiências.

》》 Não basta expandir. Não basta abrir portais, rir, chorar, descarregar, se perder na dança, no êxtase. É importante ter bons contornos para saber se trazer de volta, dar forma, elaborar, acolher, equilibrar a expansão com a retração, essa pulsação da vida.

《《 Sem integração, sem margens, a experiência psicodélica pode virar apenas espetáculo ou fuga, pronto falei. 》》

A integração é onde o invisível encontra o chão.
Onde o extraordinário se transforma em cotidiano.
Onde a visão se torna vida.
Saber integrar é o que dá senso de realidade. E o prazer nasce no equilíbrio das polaridades.

Artes psicodélicas e visionárias, da decoração da feita por , , e .braba e mais uma galera f**a e sensível .

E as Geometrias Sagradas feitas de String Art por

Bonito de ver, literalmente.

Olha aí o stand da  na Expo Head Grow – uma das maiores feiras de cannabis do BrasilA Flora representa uma das principai...
26/08/2025

Olha aí o stand da na Expo Head Grow – uma das maiores feiras de cannabis do Brasil

A Flora representa uma das principais marcas do mundo cannábico.

E reforço o slogan: o autocultivo é o caminho! 🌱

Como terapeuta que indica alguns clientes para tratamento com cannabis medicinal, trago o lembrete: a cannabis é poderosa na saúde mental, com benefícios comprovados para ansiedade, depressão, insônia, estresse pós-traumático e dores crônicas. Também apoia em casos de epilepsia, Parkinson, Alzheimer, entre outros, ajudando a regular o sistema nervoso e promover equilíbrio.

A legalização é essencial para garantir acesso seguro, ampliar pesquisas, reduzir custos na saúde pública e transformar a política em um caminho de dignidade e direitos.

Eu gosto que a Flora Urbana traz essa estética orgânica e viva, acho um contraste provocativo e necessário em um mercado que muitas vezes se apoia apenas na imagem “médica”, fria e distante.

A cannabis é ancestral: além de seu valor terapêutico, há séculos é usada em rituais e práticas espirituais, reconhecida por ampliar a visão, abrir caminhos interiores e reforçar a conexão com a natureza e a coletividade.

Gosto dessa estética bem brasileira que puxa para "amigos" e a essência da coletividade.

A cannabis não é só remédio. É cultura, raiz, espiritualidade e também diversão.

E falando em essência...

Além de terapeuta psicocorporal, artista e pesquisadora das medicinas ancestrais, sou formada em arquitetura (não divulgo, pois só me abro para trabalhar como arquiteta em casos muiiiito específicos e pontuais) — mas foi assim também que me integrei ao projeto do Thiago do , onde apoiei na apresentação e alguns desenhos, e ele projetou e executou com a equipe essa estrutura em bambu.

O bambu, para mim, é bem essa metáfora viva da terapia corporal: acolher com suavidade, manter firmeza diante dos desafios e reconectar a natureza também em nós.

Essa materialidade traduz, de forma sensível, o caminho da cura e da presença.

Esse projeto para mim é o encontro de tudo o que venho estudando e vivendo: terapia, arte, ciência, ancestralidade e sustentabilidade

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