08/02/2026
Minha história na psicologia começou na Universidade Franciscana (UFN), em Santa Maria.
Foram seis anos morando direto na cidade que marcou minha formação pessoal e profissional.
Com o tempo, escolhi retornar à minha cidade natal, São Gabriel, e abri outro consultório particular lá também.
Quis estar mais perto da família e, ao mesmo tempo, levar para lá as abordagens e inovações clínicas com as quais trabalho hoje.
Mas Santa Maria até hoje faz parte do meu caminho, sigo morando lá alguns dias no mês.
Foi lá que abri meu primeiro consultório.
E é por isso que sigo indo semanalmente: escolhi viver o melhor dos dois mundos — raízes e expansão.
Nos primeiros anos de formada, mergulhei profundamente nos estudos.
Foram quatro especializações, cada uma com duração média de dois anos.
A última (neuropsicóloga) levou dois anos e meio, com sexta, sábado e domingo de imersão em aulas ao vivo.
Em uma delas, para ser Terapeuta do Esquema com título, a rotina era intensa:
trabalhava o dia inteiro, semana inteira, e viajava sexta de madrugada para Porto Alegre, assistia aula no fim de semana e retornava no domingo para recomeçar tudo na segunda-feira.
Foram muitos domingos sem pausa! Muito estudo. Muito compromisso com a clínica.
Não foi pressa.
Foi escolha.
Hoje, colho os frutos desse caminho:
título de especialista, domínio técnico, prática clínica consistente — e projetos que antes eram sonho, agora sendo construídos com propósito.
Psicologia, para mim, sempre foi isso:
ciência, vínculo, responsabilidade e vida real.
Todo esse percurso sustenta o que faço hoje:
avaliações neuropsicológicas precisas, psicoterapia estruturada e decisões clínicas fundamentadas.
Não improviso. Não aplico fórmulas prontas. Cada paciente é pensado a partir da sua história, funcionamento emocional e necessidades reais.
Psicoterapia exige preparo.
E é isso que entrego todos os dias no consultório.
—————————