Essa Tal Autoestima

Essa Tal Autoestima CRP 60307/06
Cuidar da AUTOESTIMA é o único caminho para ter um RELACIONAMENTO que VALE a pena VIVER
🚫Não falo sobre sedução
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23/05/2026

A relação entre a prática artística e a saúde mental é profunda, atuando como um poderoso canal de transformação emocional e bem-estar. Quando nos dedicamos a uma atividade criativa — seja pintando, escrevendo, esculpindo, tocando um instrumento ou dançando —, permitimos que a mente desacelere do ritmo frenético do cotidiano. Esse processo funciona como uma forma de meditação ativa, onde o foco se volta inteiramente para o momento presente, ajudando a silenciar pensamentos ansiosos e a reduzir os níveis de estresse.
Além do relaxamento imediato, a arte oferece uma linguagem única para expressar aquilo que muitas vezes não conseguimos traduzir em palavras. Emoções complexas, angústias e alegrias encontram uma via de saída segura nas cores, nas notas musicais ou nas linhas de um texto, promovendo um alívio psicológico conhecido como catarse. Ao materializar o que está no plano interno, ganhamos uma nova perspectiva sobre nossos próprios sentimentos, o que fortalece o autoconhecimento e a inteligência emocional.
Quimicamente, o cérebro também responde de forma muito positiva ao ato de criar. A conclusão de uma obra, ou mesmo o prazer de se envolver no processo criativo, estimula a liberação de neurotransmissores como a dopamina, associada à sensação de recompensa e prazer. Isso eleva o humor, combate estados de apatia e melhora a autoestima, pois a pessoa se percebe capaz de gerar algo único e autêntico. Assim, a arte se consolida não apenas como um passatempo, mas como uma ferramenta acessível e vital para o equilíbrio da saúde mental e o cultivo de uma vida mais harmoniosa.

07/05/2026

Escolher um parceiro de vida exige cautela e critérios claros, pois a superfície de um relacionamento nem sempre revela a solidez de seus alicerces. Em tempos de calmaria e facilidades, é simples encontrar alguém disposto a compartilhar os momentos de alegria, lazer e conquistas. Nesses períodos, a conexão parece fluir sem esforço, e muitos se sentem aptos a sustentar uma união que, na verdade, ainda não foi testada pelas intempéries da realidade.
No entanto, a vida inevitavelmente apresenta desafios que fogem ao controle, como crises financeiras, perdas ou doenças. É nesses momentos de vulnerabilidade que a diferença entre a conveniência e o compromisso real se torna evidente. Quando “a vida bate forte”, aqueles que estão ali apenas pelo lado leve tendem a recuar, pois não possuem o preparo emocional ou a profundidade de sentimento necessária para suportar o peso das dificuldades alheias.
Portanto, ter critérios rigorosos na escolha de um companheiro não é um ato de orgulho, mas de autopreservação e sabedoria. Priorizar valores como a resiliência, a lealdade e a empatia garante que, ao seu lado, esteja alguém que não apenas celebra as suas vitórias, mas que escolhe deliberadamente permanecer quando o cenário escurece. No fim, a verdadeira parceria se prova na resistência, onde apenas os que amam com verdade encontram motivos para ficar enquanto todos os outros partem.

15/04/2026

Ser psicóloga é ter o privilégio de assistir, de perto, alguém se reconstruindo pedaço por pedaço. É estar presente quando a dor ainda não tem nome, quando tudo parece confuso, e, com cuidado, ajudar a dar sentido ao que antes era só angústia. Não é sobre conduzir o caminho, mas sobre sustentar o espaço para que o outro encontre o próprio.

Existe um orgulho silencioso em ver a transformação acontecendo diante dos seus olhos. Pequenas mudanças que, para quem vê de fora, podem passar despercebidas, mas que carregam uma força imensa: um limite colocado, uma escolha diferente, uma coragem que antes não existia. É nesse processo que a gente percebe que o trabalho foi além das palavras.

E, no fim, é emocionante perceber que aquela pessoa que chegou fragilizada começa a se reconhecer, se fortalecer e, aos poucos, já não precisa mais de você da mesma forma. Porque ser psicóloga também é isso: celebrar quando o outro aprende a caminhar com as próprias pernas.
Tenho orgulho de todos vcs! 💜✨

15/01/2026

Janeiro Branco é um convite para cuidar da saúde mental antes que o cansaço vire adoecimento, que a tristeza vire silêncio e que a sobrecarga vire solidão. Falar sobre prevenção é lembrar que não é preciso chegar ao limite para buscar ajuda, que pedir apoio não é fraqueza e que escutar a si mesmo é um ato de responsabilidade com a própria vida. Cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo: envolve pausas, vínculos seguros, respeito aos próprios limites e acolhimento das emoções, mesmo as difíceis. Saúde mental se constrói no cotidiano, em escolhas pequenas, em conversas honestas e na permissão de não dar conta de tudo o tempo todo. Janeiro passa, mas o cuidado precisa permanecer o ano inteiro.

31/12/2025

Esse ano de 2025 me trouxe grandes surpresas. Além do atendimento aos meus clientes, que eu amo muito, também houve o GAPC, onde, neste ano, conheci pessoas maravilhosas, que acreditam no meu trabalho e confiam em mim — tanto no trabalho em grupo quanto no atendimento particular.

Além disso, tive a grata surpresa de participar de um trabalho com o GAPC, levando informação de forma preventiva sobre o câncer em várias áreas e setores: para mulheres, homens e jovens.

Isso me trouxe muita alegria, porque eu acredito muito na prevenção. Eu luto muito pela prevenção. O tratamento, sim, vem para ajudar e resolver, mas a prevenção é fundamental.

Então, por todas essas palestras, agradeço ao GAPC pela oportunidade, a todos que me ouviram e a todos que confiaram em mim neste ano. Muito obrigada.

29/11/2025

A solidão e o aparecimento da doença.

27/11/2025

Hoje, entre 30% e 40% das pessoas que procuram atendimento médico chegam com queixas relacionadas à ansiedade, solidão ou depressão. Esse aumento levou a Organização Mundial da Saúde a criar um grupo de trabalho específico para entender o fenômeno e buscar formas de reconectar as pessoas. O alerta é claro: o isolamento social se tornou um problema de saúde pública.
Para enfrentá-lo, especialistas reforçam a importância de pequenas práticas de reconexão cotidiana — como manter vínculos, criar espaços seguros de convivência, participar de atividades coletivas e buscar apoio profissional quando necessário. A solidão não é um destino; é um sinal de que precisamos restaurar as pontes que sustentam nosso bem-estar emocional.

Outubro é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, e tive a honra de ser convidada pela empresa EngelSeg...
21/10/2025

Outubro é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, e tive a honra de ser convidada pela empresa EngelSeg para ministrar uma palestra sobre esse tema tão importante. O Outubro Rosa nos lembra da força da prevenção e do diagnóstico precoce, que podem fazer toda a diferença na vida de milhares de mulheres.

Durante a palestra, abordei de forma clara e acessível o que é o câncer de mama, seus principais fatores de risco, os sinais de alerta e a importância dos exames preventivos, como a mamografia. Também falei sobre hábitos de vida que contribuem para a saúde hormonal e o equilíbrio do corpo, mostrando que o autocuidado é um ato de amor e responsabilidade consigo mesma.

Foi um encontro marcado por atenção, empatia e interesse dos participantes, que demonstraram grande envolvimento e fizeram perguntas valiosas. A iniciativa da EngelSeg em abrir espaço para esse tipo de diálogo mostra sensibilidade e compromisso com o bem-estar de seus colaboradores.

18/10/2025

O cérebro é uma máquina extraordinária — rápida, criativa e capaz de encontrar padrões onde nem sempre eles existem. Mas justamente por isso, ele também se engana. Ele não busca a verdade, e sim coerência. Quer encaixar o mundo nas crenças que já formamos, mesmo que precise distorcer um pouco a realidade. É por isso que se diz: a mente mente. Ela não faz isso por maldade, mas para nos manter seguros dentro do que é familiar.

Desde cedo, criamos crenças para dar sentido às experiências. Se algo nos causou medo, o cérebro registra: “isso é perigoso”. E a partir daí, passa a acionar o alarme mesmo quando não há ameaça real. É assim que nascem muitos estados de ansiedade — o corpo reage como se estivesse em risco, quando na verdade estamos apenas imaginando o que poderia acontecer. O cérebro prefere errar por excesso de cuidado do que enfrentar o desconhecido.

O mesmo mecanismo atua em outras áreas: no trabalho, podemos acreditar que “preciso fazer tudo perfeito ou serei criticado”; na saúde, interpretar cada sintoma como sinal de algo grave; na vida cotidiana, imaginar o pior cenário antes mesmo de tentar. Esses são erros de percepção, não da realidade, mas das lentes que o cérebro usa para enxergá-la.

Essas ilusões são alimentadas pelos nossos mapas mentais, formados por experiências passadas e reforçados ao longo dos anos. Quando não os questionamos, o cérebro continua operando em “modo automático”, repetindo padrões antigos e reagindo a fantasmas em vez de fatos.

Sair desse ciclo exige um novo tipo de atenção: observar os pensamentos sem acreditar neles de imediato. Perguntar: “isso é fato ou é uma interpretação baseada no medo?”. Esse pequeno espaço entre o pensamento e a crença é o início da liberdade.

No fundo, conhecer a si mesmo é aprender a reconhecer quando a mente está mentindo — e escolher ver o mundo como ele é, e não como o cérebro, com suas boas intenções, insiste em pintar.

  Semana passada, graças a uma parceria entre o CEPHAS e a ONG GAPC, tive a oportunidade de ministrar duas palestras no ...
16/10/2025

Semana passada, graças a uma parceria entre o CEPHAS e a ONG GAPC, tive a oportunidade de ministrar duas palestras no CEPHAS — uma sobre prevenção do câncer e outra sobre o HPV — e foi uma experiência extremamente enriquecedora. Falar com adolescentes sobre temas tão importantes e, muitas vezes, cercados de dúvidas e tabus, é sempre um desafio, mas também uma grande recompensa. A participação dos alunos foi surpreendente: fizeram perguntas, compartilharam experiências e demonstraram real interesse em entender como o conhecimento pode ser um aliado poderoso na preservação da saúde. Ver o engajamento e a curiosidade deles reforça a importância de levar informação clara e acessível para essa faixa etária, que está justamente na fase de construir hábitos e decisões que impactarão toda a vida. Saí das palestras com a sensação de que o diálogo aberto e o acesso à informação são, sem dúvida, algumas das melhores formas de prevenção.

E hoje foi o dia de conversar sobre a Ansiedade e como lidar com ela. Foi uma delícia!! Obrigada a todos que estiveram p...
14/05/2025

E hoje foi o dia de conversar sobre a Ansiedade e como lidar com ela. Foi uma delícia!! Obrigada a todos que estiveram presentes. 😘

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