10/09/2026
Cores do Invisível: Um Canto de Cura e Acolhimento através do Samba Romântico 🎹💜
Olá, amigos do grupo. Na minha caminhada de 20 anos na área da saúde e como músico, sempre vi a arte como um remédio poderoso para a nossa mente e para a nossa alma. Esta minha nova composição autoral, chamada "Cores do Invisível", nasceu de uma conversa muito profunda sobre a realidade de quem enfrenta a fibromialgia. Sabemos que a maior dor muitas vezes não é apenas a física, mas sim a dor invisível da incompreensão. É o peso de sofrer calado e ainda ouvir palavras duras de quem não entende o esforço que é simplesmente respirar e se levantar. Para trazer leveza a um tema tão denso e abraçar o coração de vocês, escolhi gravar essa mensagem no ritmo do samba romântico dos anos 90, bem cadenciado e swingado. A letra desabafa sobre a dor, mas o balanço da música vem para desarmar a agonia e lembrar que o nosso ser é infinitamente maior do que qualquer diagnóstico!
No dia 25 de setembro estou embarcando definitivamente para Portugal para trabalhar com geriatria e levar esse projeto de humanização para o terreno. Deixo esse hino de presente para vocês. "Bota o fone" e sintam esse abraço em forma de música. Confiram a letra:
Cores do Invisivel
Letra (De: Rui Assis)
Sabe quando tudo parece não ter fim, que o seu mundo vive por um triz…
Que a maior dor não é no corpo não é na mente, é na alma...
As incertezas e as dúvidas corroem por dentro, mãos se estendem e outras não…
O amor está ao seu lado, mas a dor ofusca o entendimento deste amor, na caminhada, o peso de um pranto calado.
Olhares frios que julgam o meu cansaço
Palavras duras dizendo para eu me levantar, sem compreender o esforço que é respirar…
A incompreensão machuca mais que a própria ferida, andando em silêncio pelos palcos da vida, mas no labirinto de uma noite sem fim, existe uma chama brilhando em mim
Minha batalha contra a fibromialgia, quem me condena não sabe o que é essa algia… Dor invisível que o peito irradia, mas meu sorriso desarma a agonia
Ergui o meu rosto, o meu canto é de cura. A arte me acolhe na noite mais escura.
Minha batalha contra a fibromialgia, quem me condena não sabe o que é essa algia…Dor invisível que o peito irradia, mas meu sorriso desarma a agonia…
Ergui o meu rosto, o meu canto é de cura. A arte me acolhe na noite mais escura
Não me sinto só… O meu canto é de cura...