15/09/2026
Nos negócios, existe uma diferença importante entre ter uma ideia cedo demais e saber executá-la no momento certo.
Há muitos anos imaginamos que parte do conhecimento e da experiência que desenvolvemos no Brasil poderia ser relevante também para médicos de outros países. Nos últimos dois anos, esse movimento começou a acontecer de forma natural, com alunos internacionais chegando aos nossos cursos.
Mas internacionalizar educação médica não é simplesmente traduzir conteúdo.
Quando você trabalha com ciência, técnica e prática clínica, existe algo que não pode se perder no caminho: a qualidade da transmissão do conhecimento.
A inteligência artificial mudou profundamente essa equação.
Com novas ferramentas e parceiros como a BigBot , hoje conseguimos levar aulas para diferentes idiomas preservando cada vez mais a linguagem, a didática e a identidade de quem ensina.
Para mim, essa é uma das partes mais interessantes de empreender: perceber que uma tecnologia nova não precisa necessariamente criar um negócio novo. Às vezes, ela permite dar uma dimensão completamente nova a algo que você vem construindo há décadas.
Depois de mais de 20 anos desenvolvendo educação em flebologia no Brasil, começamos agora uma nova etapa.
Construir conhecimento leva tempo.
Reconhecer o momento de escalá-lo também faz parte da inovação.