30/07/2026
O vaso contraiu, clareou ou deixou de ser visível após o disparo. Isso confirma uma lesão vascular efetiva?
Nem sempre.
Em um estudo histológico humano que conduzimos, diferentes parâmetros do Nd:YAG 1064 nm de pulso longo foram testados em telangiectasias e veias reticulares. Os efeitos vasculares foram inconsistentes quanto à perda endotelial, à formação de trombo e à fusão das paredes.
O achado não invalida o laser transdérmico. Mostra que o desaparecimento imediato do vaso, isoladamente, não confirma oclusão efetiva.
É preciso considerar:
👉 Vaso: calibre e profundidade.
👉 Pele: fototipo e espessura.
👉 Disparo: spot, fluência, duração do pulso e resfriamento.
👉 Estratégia: resposta tecidual, evolução clínica e associação com outras técnicas quando indicadas.
Observar o endpoint importa. Entender o mecanismo por trás dele é indispensável.
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