02/07/2025
“Você vai sair assim?”
“Com quem você vai falar?”
“É só que eu me preocupo com você…”
Às vezes parece cuidado, mas é ciúme travestido de proteção.
E quando a autoestima está abalada, é comum confundir ciúmes com afeto, aceitar o excesso de controle como se fosse prova de amor.
O medo de desagradar, o receio de dizer “não” ou de ser rejeitado… tudo isso te prende em relações onde você se anula pra evitar conflitos.
Mas você não precisa se encolher pra ser amado.
Você pode existir inteiro e ainda ser respeitado.
Na terapia, a gente aprende a diferenciar cuidado de controle, amor de insegurança — e reconstruir os limites que você esqueceu de manter.
Já viveu algo assim?
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