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O desejo não some. O ambiente onde ele vivia é que vai se desfazendo aos poucos, na correria, no cansaço, na cobrança qu...
14/04/2026

O desejo não some. O ambiente onde ele vivia é que vai se desfazendo aos poucos, na correria, no cansaço, na cobrança que vira pressão, na pressão que vira distância.

Esse carrossel explica por que isso acontece e o que a ciência da sexualidade humana diz sobre como reconstruir esse espaço. Não existe fórmula, não existe garantia, mas existe compreensão. E compreender já é o primeiro passo.

Salve para revisitar com calma. Compartilhe com quem precisa ler isso hoje.

Conteúdo de caráter exclusivamente educativo, produzido para informar e promover saúde sexual e relacional, em conformidade com a Resolução CFM nº 2.336/2023, Art. 8º, que autoriza a divulgação de informações de natureza acadêmica e educativa para a comunidade em redes sociais próprias do médico.

Dr. Charles | Médico | CRM-SP 52819 | RQE 58736

Sono não é “descanso”. É Regulação.Quando o Sono é curto ou fragmentado, o corpo perde Ritmo hormonal. E isso pode apare...
23/03/2026

Sono não é “descanso”. É Regulação.

Quando o Sono é curto ou fragmentado, o corpo perde Ritmo hormonal. E isso pode aparecer como queda de Libido, fadiga, irritabilidade, pior desempenho físico e sexual. Em uma semana dormindo pouco, alguns parâmetros hormonais já podem cair de forma relevante.

Nesta colaboração com o Dr. Charles Rosenblatt, o ponto é simples: Saúde Sexual não se sustenta sem Sono bem conduzido. E o caminho correto é sempre Multidisciplinar.

Dra. Lu Sargologos
CROSP 49.717
Odontologia do Sono

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736
Urologia & Saúde Sexual

⚠️ O conteúdo deste canal tem caráter exclusivamente educativo e informativo, com foco em saúde e qualidade de vida. Não substitui avaliação médica individualizada. Em caso de dúvidas, consulte seu médico de confiança.

A anatomia humana guarda paralelos fascinantes que muitas vezes passam despercebidos.O clitóris e o p***s se desenvolvem...
18/03/2026

A anatomia humana guarda paralelos fascinantes que muitas vezes passam despercebidos.

O clitóris e o p***s se desenvolvem a partir do mesmo plano anatômico embrionário e compartilham princípios fisiológicos semelhantes, como a presença de tecido erétil vascular, dependência do óxido nítrico e participação do fluxo sanguíneo na resposta sexual.

Apesar das diferenças externas, grande parte da estrutura do clitóris é interna, envolvendo a região vaginal por meio das crura e dos bulbos vestibulares.

Compreender essa anatomia ajuda a entender melhor a fisiologia da resposta sexual e também os possíveis impactos que condições clínicas ou cirurgias pélvicas podem ter na função sexual.

Na medicina sexual, esse conhecimento é fundamental para orientar pacientes, esclarecer dúvidas e desfazer mitos que ainda persistem sobre o funcionamento do corpo humano.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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13/03/2026

A ejaculação precoce é uma das queixas mais comuns na saúde sexual masculina — e também uma das mais silenciosas.

Durante muito tempo, ela foi tratada apenas como ansiedade, falta de controle ou até como uma “fraqueza”.

Mas a ciência vem mostrando algo mais profundo.

A ejaculação é um reflexo neurológico, controlado por nervos localizados na região sacral da coluna.
Ou seja, existe um circuito biológico que regula esse processo.

Em alguns homens, esse circuito pode ser mais sensível ou mais rápido, o que pode levar à ejaculação precoce.

Um estudo recente publicado no Journal of Sexual Medicine investigou uma abordagem interessante:
estimular esses nervos por meio de pulsos magnéticos não invasivos.

A proposta é tentar modular esse circuito neurológico e reduzir a excitabilidade do reflexo ejaculatório.

Nos resultados iniciais do estudo, houve aumento significativo do tempo até a ejaculação, com poucos efeitos colaterais.

Ainda são necessários mais estudos, e essa abordagem não faz parte da rotina clínica no momento.
Mas abre uma nova perspectiva na medicina sexual: tratar o circuito biológico, não apenas o sintoma.

Entender isso é importante por um motivo fundamental:

Ejaculação precoce não é falta de masculinidade.
Não é falta de esforço.

É uma condição que envolve fisiologia, sistema nervoso e regulação neurológica.

Quanto mais compreendemos o corpo humano, menos julgamos — e mais tratamos com consciência.

Porque saúde sexual não é apenas desempenho.
É qualidade de vida, autoestima e conexão.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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11/03/2026

Quando pensamos em dependência química, muitas pessoas imaginam jovens.
Mas existe um fenômeno crescente e ainda pouco discutido: a dependência entre idosos.

Álcool, medicamentos para ansiedade ou comprimidos para dormir muitas vezes começam de forma aparentemente inofensiva.
Um cálice de vinho à noite.
Um comprimido para ajudar no sono.

Com o tempo, isso pode se transformar em necessidade.

O organismo do idoso é diferente.
O metabolismo do álcool é mais lento, a eliminação de medicamentos é mais difícil e o cérebro torna-se mais sensível a essas substâncias.

Por isso, doses pequenas podem ter efeitos maiores.

Confusão mental, quedas, perda de memória e irritabilidade muitas vezes são atribuídas apenas ao envelhecimento — quando, em alguns casos, podem estar relacionados ao uso ou dependência de substâncias.

Há também um aspecto humano importante nesse cenário.

Solidão, luto, aposentadoria e perda de propósito podem levar algumas pessoas a buscar alívio em álcool ou medicamentos.

Às vezes o comprimido não é apenas um comprimido.
É uma tentativa de silenciar o vazio.

Por isso é fundamental:

• revisar medicações regularmente
• observar mudanças de comportamento
• conversar abertamente sobre saúde mental e qualidade de vida

Envelhecer não deve significar viver sedado.
Deve significar viver com autonomia, lucidez e dignidade.

A dependência química na terceira idade existe —
e quanto mais falarmos sobre ela, maiores serão as chances de identificar e tratar.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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09/03/2026

Uma pergunta muito comum no consultório:
ca*****ha protege contra HPV?

A resposta correta é: protege, mas não totalmente.

O HPV é transmitido principalmente pelo contato de pele com pele durante a relação sexual.
A ca*****ha cobre o p***s, mas não toda a região ge***al — e por isso a transmissão ainda pode ocorrer.

Isso não significa que ela não seja importante. Muito pelo contrário.

Estudos mostram que o uso consistente de pr********vo pode reduzir o risco de transmissão do HPV em cerca de 60% a 70%, além de diminuir a ocorrência de lesões associadas ao vírus nas parceiras.

Hoje sabemos que a prevenção mais eficaz envolve três pilares:

• Vacinação
• Uso de pr********vo
• Acompanhamento médico

Um avanço importante nesse cenário é a vacina Gardasil 9, que protege contra os principais subtipos do HPV associados a verrugas genitais e câncer.

O HPV é extremamente comum.
A maioria das pessoas sexualmente ativas terá contato com o vírus em algum momento da vida.

Informação correta não é para gerar medo.
É para gerar consciência, prevenção e saúde.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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06/03/2026

Uma esposa comentou:
“Eu não consigo controlar… depois que tem orgasmo, perde toda a graça.”

A primeira coisa importante:
isso é mais comum do que muitas pessoas imaginam.

E não significa, necessariamente, que exista algo de errado com você.

O que acontece envolve uma mudança de estado no cérebro.

Antes do orgasmo, o corpo entra em um estado de antecipação.
O cérebro libera dopamina, neurotransmissor associado ao desejo, fantasia e expectativa.

Nesse momento, a excitação aumenta:

• cresce a sensibilidade
• aumenta o fluxo de sangue
• surge a lubrificação
• o corpo caminha em direção ao clímax

Quando o orgasmo acontece, ocorre uma descarga intensa de prazer.
O cérebro libera substâncias como endorfinas e oxitocina.

É o ápice da resposta sexual.

Logo depois, o organismo entra em outra fase:
a dopamina diminui, o corpo entra em relaxamento e a intensidade da excitação reduz.

Não porque o que aconteceu antes era falso.
Mas porque o cérebro mudou de estado fisiológico.

Em alguns casos, o que estava mais ativo era a antecipação do desejo — e não necessariamente o vínculo emocional.

E aqui está um ponto importante da sexualidade humana:

Desejo não é igual a vínculo.
Excitação não é igual a intimidade.

Esses processos envolvem circuitos diferentes no cérebro.

Quando entendemos melhor esses mecanismos, muitas vezes a culpa diminui e a compreensão aumenta.

O desejo pode ser apenas descarga de tensão.
Mas também pode ser algo que se constrói ao longo da relação.

E isso faz parte do aprendizado da vida sexual.

Dr. Charles Rosenblatt
CRM-SP 52819 | RQE 58736 – Urologia & Saúde Sexual

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04/03/2026

Estamos vivendo mais. Muito mais.

Segundo dados das Nações Unidas, o número de pessoas com 100 anos ou mais deve aumentar significativamente até 2050.
E isso muda profundamente a forma como pensamos o futuro.

Durante muito tempo, o medo era morrer cedo.
Hoje surge um desafio silencioso: viver muito sem planejamento financeiro adequado.

A aposentadoria que antes durava 10 ou 15 anos pode passar a durar 30 ou até 40 anos.

E viver mais também significa:

• mais custos com saúde
• maior necessidade de exames e medicamentos
• aumento no custo de planos de saúde
• possível necessidade de cuidadores ou suporte adicional

Existe uma pergunta desconfortável, mas importante:

Seu planejamento financeiro considera uma vida mais longa?

Se você viver até os 95 ou 100 anos, sua renda será suficiente para acompanhar esse tempo?

Longevidade sem planejamento pode gerar dependência, conflitos familiares e perda de autonomia.

Pensar no futuro não é agir por medo.
É buscar preservar liberdade e qualidade de vida ao longo do tempo.

Isso inclui refletir sobre renda sustentável, reserva para saúde, organização patrimonial e diálogo aberto com a família.

A medicina ampliou nossa expectativa de vida.
Mas o tempo extra também exige estrutura.

Viver até os 100 anos pode ser uma grande conquista — especialmente quando acompanhado de autonomia.

Planejamento, no fim das contas, também é uma forma de cuidar da dignidade.

Dr. Charles Rosenblatt
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25/02/2026

Quando falamos de felicidade, muita gente pensa em prazer.

Mas a ciência mostra que existem dois caminhos diferentes.

Um deles é a hedonia: prazer rápido.
Comida, compras, conquistas, likes.
Tudo isso libera dopamina.

A dopamina motiva.
Mas não sustenta felicidade.
Ela funciona em picos e quedas.

O outro caminho é a eudaimonia: felicidade profunda.
Vem de propósito, vínculos, rotina saudável, sono, exercício, espiritualidade, autocuidado.

Ela não cria euforia.
Cria estabilidade.

Felicidade não é ausência de problema.
É capacidade de lidar com ele.
É resiliência, não euforia.

Nosso cérebro funciona como uma orquestra química:
Serotonina traz estabilidade.
Dopamina, motivação.
Oxitocina, conexão.
Endorfina, bem-estar.
GABA, calma.
Noradrenalina, energia.
BDNF fortalece as conexões neurais e aumenta adaptação.

E o que estimula isso?

Exercício físico.
Sono profundo.
Sol.
Aprendizado.
Boa alimentação.
Relações saudáveis.

Conexões sociais são um dos maiores preditores de longevidade.
Até interagir com pets reduz cortisol e aumenta oxitocina.

A felicidade verdadeira não é um destino.
É um hábito biológico.

Você não treina só o corpo.
Treina o cérebro.

Seu cérebro quer que você seja feliz.
Você só precisa criar o ambiente certo.

Endereço

Avenida Albert Einstein 627/701
São Paulo, SP
05652-900

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