Dra Luciana Zattar

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Dra Luciana Zattar Médica - Radiologia Musculoesquelética

Ultrassom Dermatológico (Pele e Partes Moles)

CRM/SP1591

13/10/2026

O onicomatricoma tem achados que ajudam a diferenciá-lo de outras lesões ungueais, como as projeções que se estendem da matriz em direção à borda livre e o espessamento característico da lâmina.

Reconhecer esse padrão evita confundir com quadros mais comuns e orienta a conduta certa desde o início.

Na unha, o detalhe da imagem é o que separa hipóteses parecidas. Me segue para mais conteúdos! 👆

13/10/2026

Você realmente conhece a anatomia que está avaliando? 🔎

Septo orbitário, ligamentos de retenção, compartimentos de gordura…

Na região periorbital, compreender essas estruturas é fundamental para diferenciar alterações que, clinicamente, podem parecer semelhantes.

O ultrassom nos permite ir além da superfície. Mas a qualidade da interpretação depende do conhecimento anatômico.

No ZFACE | 24 de outubro, vamos conectar anatomia, imagem e aplicação clínica.

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11/10/2026

A glabela é uma das regiões de maior risco vascular da face, e é justamente ali que uma imagem prévia faz diferença. Mapear os vasos antes reduz a chance de intercorrências graves.

Conhecer o trajeto e a profundidade dos vasos naquele paciente específico, e não só a anatomia do livro, é o que transforma um procedimento arriscado em um procedimento mais seguro.

Preenchedor seguro começa antes da agulha, na imagem. Me segue para mais conteúdos! 👆

09/10/2026

Nem todo lipoma é só um lipoma. Tamanho aumentando, crescimento rápido, septos espessos, componente sólido e vascularização aumentada ao Doppler são sinais que pedem atenção redobrada.

O ultrassom não fecha o diagnóstico de malignidade sozinho, mas levanta a suspeita que muda a conduta e indica quando aprofundar a investigação.

Diante de gordura que se comporta diferente do esperado, desconfiar é proteger o paciente. Me segue para mais conteúdos! 👆

07/10/2026

A imagem não veio para competir com a clínica, veio para somar. Ela confirma o que você suspeita e mostra o que a mão não alcança.

Me segue para mais conteúdos! 👆

06/10/2026

O erro mais frequente é olhar só a lesão e esquecer o contexto ao redor. Um nódulo se define tanto pelo que ele é quanto pela relação com os planos vizinhos, a vascularização e as margens.

Parar na primeira impressão, sem varrer com Doppler e sem avaliar mobilidade e limites, é o caminho mais curto para subestimar o que importa.

Nódulo subcutâneo não se lê no ponto, se lê no conjunto. Me segue para mais conteúdos! 👆

04/10/2026

Toda nova história tem uma primeira página. E hoje, escrevemos a nossa.

A primeira turma do Z ONCUS ficará marcada pelo início de uma jornada dedicada ao aprofundamento do ultrassom aplicado à oncologia cutânea.

Foram profissionais que aceitaram o convite para explorar novas possibilidades, aprofundar conhecimentos e participar de um treinamento que une técnica, interpretação de imagens, discussão de casos e prática com pacientes reais.

A cada pergunta, a cada troca e a cada caso discutido, construímos juntos algo que vai além de um dia de imersão: uma oportunidade de ampliar perspectivas e contribuir para o avanço do conhecimento nessa área.

Aos profissionais que fizeram parte desta primeira edição, meu agradecimento pela confiança, pela entrega e por fazerem parte deste começo.

O primeiro Z ONCUS aconteceu. E é uma alegria saber que essa história começa com vocês.

Que esta seja apenas a primeira de muitas turmas e de muitos novos capítulos na oncologia cutânea. 🤍

02/10/2026

A pele é um órgão superficial, e por isso pede transdutores de alta frequência. Quanto mais alta a frequência, maior a resolução e menor a penetração, então a escolha define o que você consegue enxergar.

Para epiderme, derme e unha, frequências mais altas revelam detalhes que as mais baixas apagam. Para lesões profundas ou subcutâneas, você abre mão de um pouco de resolução em troca de profundidade.

Diagnóstico em pele começa antes da imagem, na decisão de qual janela você vai abrir. Me segue para mais conteúdos! 👆

30/09/2026

No monte púbico dá para reconhecer bem as camadas ao ultrassom, o subcutâneo superficial da fáscia de Camper, com septos de gordura mais perpendiculares, e o subcutâneo profundo dividido pela fáscia de Scarpa, com lâminas mais densas e hiperecoicas paralelas à pele.

Nas queixas de aumento de volume, comprimir por vezes ajuda a identificar melhor essas estruturas, mas a avaliação também deve ser feita sem compressão.

É esse olhar por camadas que dá segurança para entender o que está por trás da queixa.

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26/09/2026

Diferenciar fibrose de recidiva numa cicatriz é um dos pedidos mais frequentes, e alguns achados apontam o caminho.

1 — Nódulo hipoecoico surgindo no leito da cicatriz, com contornos que fogem do padrão linear da fibrose.

2 — Vascularização interna ao Doppler, ausente na fibrose madura.

3 — Crescimento entre exames, documentado na comparação ao longo do tempo.

4 — Perda da arquitetura organizada esperada de uma cicatriz estável.

5 — Linfonodos regionais suspeitos associados ao achado local.

A fibrose é organizada, pobre em fluxo e estável; a recidiva tende ao contrário. Ler esses pontos juntos ajuda a decidir o que merece biópsia.

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