17/09/2026
Infelizmente, milhares de crianças apresentam sinais importantes de dificuldades cognitivas, comportamentais ou de aprendizagem e enfrentam longas filas, falta de acesso a profissionais especializados e desigualdades sociais que limitam o cuidado.
O resultado é preocupante: crianças que poderiam receber intervenções precoces acabam sendo rotuladas como "desobedientes", "preguiçosas" ou "desinteressadas", quando, na verdade, necessitam de compreensão, investigação e suporte qualificado.
A Neurociência avançou significativamente nas últimas décadas. O desafio, agora, é garantir que esse conhecimento científico chegue a todas as famílias, independentemente de sua condição socioeconômica ou localização geográfica.
O acesso à avaliação especializada não deve ser um privilégio. Deve ser entendido como uma oportunidade de cuidado, desenvolvimento e inclusão.