Luciana Tabby Gubel

Luciana Tabby Gubel Psicóloga CRP 06/52193 - Sexualidade Humana, Acompanhamento e Avaliação de cirurgia Bariátrica

Já teve essa conversa? Se não… Tente … depois passa aqui e me conta como foi.Luciana Tabby Gübel Psicologia, Se ualidade...
30/07/2026

Já teve essa conversa? Se não… Tente … depois passa aqui e me conta como foi.

Luciana Tabby Gübel
Psicologia, Se ualidade e Desenvolvimento Humano
CRP 06/52193

29/07/2026

A gente aprendeu a esperar uma data pra ser feliz. O Chapeleiro Louco discordava disso.
Existem 364 dias para celebrar o que importa de verdade. Um chá ainda quente. Uma conversa que f**a na memória. Uma vitória pequena que ninguém mais viu. O silêncio de um momento em paz.

A felicidade que espera data marcada raramente chega. Ela pede presença, não calendário.

Winnicott falava do valor do aqui e agora na experiência humana. Talvez o desaniversário seja só isso: um convite para habitar o tempo presente sem depender de ocasiões especiais para existir.

A vida não cabe só nas datas grandes.

E quem, na sua vida, você teria coragem de celebrar hoje, sem motivo nenhum?

Luciana Tabby Gübel
Psicologia, Se ualidade e Desenvolvimento Humano
CRP 06/52193
www.lucianagubel.com

Inspirado em Alquimia e Herbalismo - Bia Rocha

29/07/2026

Nem sempre quem ultrapassa um limite age de má-fé. Muitas vezes esse limite não foi bem comunicado nem sustentado.

E a culpa também não é de quem não sabe colocar limites. Às vezes ninguém ensinou. Às vezes existe o medo do julgamento, de parecer complicado/a/e demais só por dizer o que sente.

Isso vale pra qualquer vínculo, incluindo os momentos de intimidade e s**o. Dizer “não”, combinar o que dá prazer e o que não dá, se posicionar: tudo isso pode gerar desconforto, mas é o que ensina à outra pessoa como você quer que te trate , toque ou o que respeite.

As pessoas chegam até onde a gente permite. Aprender a colocar limites, inclusive no s**o, não é frieza. É um caminho, e começa com autocuidado.

Você tem facilidade de dizer o que quer e o que não quer? E de ouvir isso de quem está com você?

Créditos: Maria Mayrink | Psicóloga Clínica

Luciana Tabby Gübel | Psicologia, Se ualidade e Desenvolvimento Humano | CRP 06/52193
www.lucianagubel.com

29/07/2026

Ação, palavra, coragem de fazer diferente

Enquanto muita gente escolhe julgar, sempre existe quem decide acreditar. E essa escolha reconfigura algo profundo: a confiança que a pessoa tem em si, a coragem de seguir.

Quem está no palco da própria história precisa pala além de aplausos, precisa de alguém que sustente, sem invadir. Winnicott chamava isso de holding: a base segura que permite a alguém se tornar quem é.

Todas as pessoas ocupam a plateia da vida de alguém. A pergunta que f**a: suas palavras erguem ou derrubam?

(inspirado em ideia de Karina Becker | Psicóloga TCC)

Luciana Tabby Gübel | Psicologia, Se ualidade e Desenvolvimento Humano | CRP 06/52193

05/07/2026

O Brasil jogou bem. Perdeu, mas jogou bem. E essa frase sozinha já carrega um convite pra pensar em como a gente lida com resultado versus processo, tanto no futebol quanto na vida.

Torcer coletivamente ativa algo muito antigo em quem, a sensação de pertencer a algo maior que a própria existência individual. Por alguns minutos, milhões de pessoas sentem a mesma cória, o mesmo alívio, a mesma dor. Isso é raro e é bonito. Fortalece identidade, cria memória afetiva, une gerações em volta de uma televisão ou de uma bandeira.

Mas essa mesma intensidade tem um preço quando a identif**ação com o resultado ultrapassa a identif**ação com o percurso. Quando a autoestima de uma nação inteira passa a depender de um placar, perde se a capacidade de reconhecer valor no que foi construído mesmo sem a taça. A frustração vira agressividade, o luto pela eliminação vira necessidade de um culpado, e a saúde emocional coletiva f**a refém de noventa minutos.

Talvez o desafio maior não seja aprender a vencer, mas aprender a perder mantendo o orgulho pelo que se fez. Reconhecer o bom futebol mesmo na derrota é também um exercício de regulação emocional que vale muito além dos gramados.

Você , quando perde algo em que se dedicou de verdade, consegue enxergar valor no percurso antes de julgar pelo resultado?

Luciana Tabby Gübel | Psicologia, Se ualidade e Desenvolvimento Humano | CRP 06/52193

Erotismo começa na imaginação. Fantasia não determina comportamento. E prazer também é qualidade de vida.São três ideias...
24/06/2026

Erotismo começa na imaginação. Fantasia não determina comportamento. E prazer também é qualidade de vida.

São três ideias que a cultura popular embaralha ou ignora, e esse embaralhamento custa caro. Pensamos em sono, alimentação, atividade física. Raramente pensamos na capacidade de sentir, na conexão com o próprio corpo, na intimidade como parte da saúde.

O erotismo não é luxo. É vitalidade. É presença. É autoconhecimento em movimento.

O que você inclui quando pensa em qualidade de vida?

Luciana Tabby Gübel | Psicologia, Se ualidade e Desenvolvimento Humano | CRP 06/52193

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