18/08/2026
Por que a endometriose pode continuar?
Primeiro a produção de estrogênio fora dos ovários: O tecido da endometriose e a gordura do corpo podem produzir pequenas quantidades de estrogênio por conta própria.
E também as Lesões antigas e fibrose: Ou seja, cicatrizes e aderências criadas por anos de inflamação continuam no corpo e ainda podem causar dor.
E quanto a reposição hormonal: Um dos motivos é que a (TRH hormonal terapia de reposição hormonal, frequentemente utilizada para amenizar os sintomas dessa fase de transição como os calorões, pode reativar os focos da doença e trazer a dor de volta). Os estudos mostram que a recorrência pode aparecer vários anos após a menopausa e independente do tipo de reposição hormonal.
E como é a endometriose na menopausa?
Os sintomas da endometriose pós-menopausa incluem dor pélvica crônica, distúrbios urinários ou intestinais, inchaço abdominal, dor durante relações se***is e, em casos raros, massas pélvicas detectáveis. O diagnóstico pode ser desafiador, exigindo exames de imagem como ultrassonografia com preparo específico ou ressonância magnética.
A TRH não é rigidamente proibida se bem associada. Agora o estilo de vida e nutrição são fundamentais para controlar a inflamação
A alimentação Anti-inflamatória: Reduzindo o consumo de carne vermelha, açúcar refinado, ultraprocessados e farináceos.
Aumentar a ingestão de vegetais escuros, frutas vermelhas, alimentos ricos em ômega-3 e fibras.
Controlar o peso corporal para diminuir a conversão periférica de estrogênio no tecido adiposo.
Atividade Física e Composição Corporal, ou seja praticar exercícios aeróbicos regulares para liberar endorfina e diminuir o estresse. Focar no ganho de massa muscular (treinamento de força) para melhorar o metabolismo e reduzir a inflamação sistêmica.
A menopausa muda muita coisa, mas não significa que a endometriose deixa de merecer atenção. Cuidar da alimentação, da inflamação e do estilo de vida continua fazendo diferença.
Me conta nos comentários: você já tinha ouvido falar disso?