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🧒💊 NOVIDADE: Minoxidil oral em baixa dose para crianças - novo consenso internacionalPublicado hoje no JAMA Dermatology,...
30/09/2026

🧒💊 NOVIDADE: Minoxidil oral em baixa dose para crianças - novo consenso internacional

Publicado hoje no JAMA Dermatology, um consenso internacional envolvendo pesquisadores de 9 países, que propõe recomendações para o uso de minoxidil oral em baixa dose (LDOM) em crianças menores de 12 anos com diversos tipos de alopecias (doenças capilares).

🔹 O consenso apoia seu uso principalmente a partir dos 4 anos de idade, em condições associadas à miniaturização folicular, alterações do ciclo capilar e algumas doenças da haste, além de uso adjuvante em casos selecionados de alopecias cicatriciais.

🔹 Doses sugeridas:
• 40 kg: 1,875 mg/dia
ou, alternativamente, 0,01–0,02 mg/kg/dia como dose inicial.

🔹 A dose pode ser aumentada em 50–100%, com reavaliações a cada 3–6 meses.

🔹 Em crianças de baixo risco, os especialistas não consideraram obrigatórios, de forma universal, exames laboratoriais basais ou monitorização rotineira da pressão arterial.

🔹 Contraindicações importantes incluem derrame/tamponamento pericárdico e feocromocitoma.

🔹 O tratamento pode ser utilizado a longo prazo e associado a outras terapias, conforme o tipo de alopecia.

📌 Ponto importante: trata-se de um consenso de especialistas baseado na literatura disponível e experiência clínica, e não de evidência proveniente de grandes ensaios clínicos randomizados em crianças.

🙌🏻Obrigada pelo convite para participar e representar o Brasil e a Universidade de São Paulo. Parabéns a todos por este trabalho de alta relevância! 👏🏻👏🏻👏🏻

Fonte: Akiska YM, Fu J, Castelo-Soccio L, et al. Low-Dose Oral Minoxidil Use for Pediatric Hair Disorders: An International Consensus Statement. JAMA Dermatol. Published online September 30, 2026. doi:10.1001/jamadermatol.2026.3749

🔬 NOVO ESTUDO publicado sobre Alopecia Areata (AA) no BrasilEm um estudo com 341 pacientes brasileiros, avaliamos o impa...
29/09/2026

🔬 NOVO ESTUDO publicado sobre Alopecia Areata (AA) no Brasil

Em um estudo com 341 pacientes brasileiros, avaliamos o impacto da AA na vida real, suas características clínicas e os tratamentos utilizados.

📊 Pacientes com perda ≥50% dos cabelos do couro cabeludo apresentaram doença mais frequentemente crônica, menor crescimento dos cabelos e maior comprometimento de sobrancelhas, cílios e pelos corporais.

💡 Apesar do maior impacto nas formas graves, o tratamento no Brasil ainda é predominantemente baseado em terapias tradicionais, com acesso limitado às terapias mais avançadas.

Os resultados reforçam que a carga da AA ainda é subestimada no Brasil e destacam a necessidade de ampliar o acesso a tratamentos eficazes, especialmente nos casos mais graves.

Obrigada ao grupo de pesquisa pelo convite e parabéns a todos!

📚 Abraham LS, Cha-Silva AS, De Gaspari C, Pachito DV, Anderson P, Quinones E, Russnak A, Kurosky SK, Doche I. Dermatol Ther (Heidelb). 2026;16:4519–4537.

🔬 NOVO ESTUDO publicado no JEADV sobre Alopecia Frontal Fibrosante (AFF) da Universidade de São Paulo em parceria com a ...
29/09/2026

🔬 NOVO ESTUDO publicado no JEADV sobre Alopecia Frontal Fibrosante (AFF) da Universidade de São Paulo em parceria com a Universidade de Minnesota:

Investigamos a expressão do receptor da leptina no couro cabeludo de pacientes com AFF e encontramos um gradiente de expressão aproximadamente 5 vezes maior em comparação a amostras de individuos sem a doença.

🧬 Essa alteração se concentrou justamente na região infundíbulo-ístmica do folículo, principal local de inflamação e destruição das células-tronco foliculares na AFF.

Os achados reforçam a possível participação do eixo da leptina e de mecanismos imunometabólicos na inflamação e fibrose da doença, abrindo novas perspectivas para compreender sua fisiopatologia e para novas vias de tratamento que incluem o uso dos análogos do GLP-1.
Obrigada a toda a equipe de pesquisa e parabéns pela publicação no JEADV, uma das maiores revistas científicas de dermatologia.

📚 Doche I et al. J Eur Acad Dermatol Venereol. 2026.

👩🏻‍🎓Hoje foi a defesa da dissertação de mestrado da minha aluna, Dra. Isabela Peron Melhado, com o tema “Impacto da alop...
25/09/2026

👩🏻‍🎓Hoje foi a defesa da dissertação de mestrado da minha aluna, Dra. Isabela Peron Melhado, com o tema “Impacto da alopecia areata na qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares: estudo transversal no HCFMUSP”.

Os achados do estudo mostraram que a extensão da alopecia areata não se correlaciona diretamente com o impacto na qualidade de vida. Observamos ainda que adultos apresentam maior impacto do que crianças e, de forma particularmente relevante, que os familiares podem ser ainda mais afetados do que os próprios pacientes.

Esses resultados reforçam que a alopecia areata deve ser compreendida como uma doença que vai muito além da perda dos cabelos, com importantes repercussões psicoemocionais não apenas para o paciente, mas para todo o seu núcleo familiar.

Esperamos que trabalhos como este contribuam para ampliar o reconhecimento da carga global da doença e também forneçam evidências que apoiem a incorporação de novas opções terapêuticas ao arsenal disponível para a alopecia areata. Parabéns Isabela Peron Melhado @👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻obrigada a todos da Banca: Profa Dra Maria Victoria Quaresma, Profa Dea Zilda Najjar Prado, Prof Dr Paulo Muller (online).

Publicação:
Melhado IP, Rivitti-Machado MC, Doche I. Quality of life in Brazilian patients with alopecia areata and their caregivers. Skin Appendage Disord. 2026 Apr 24. doi:10.1159/000552060. PMID: 42344961.

Parte 2. Um pouco do congresso, de Sitges e de Barcelona. Adorei andar novamente por estes lugares lindos e rever amigos...
22/09/2026

Parte 2. Um pouco do congresso, de Sitges e de Barcelona. Adorei andar novamente por estes lugares lindos e rever amigos e colegas queridos. Mais uma grande oportunidade para trocar experiência, ensinar e acima de tudo, aprender sobre o complexo mundo das doenças capilares.

😀Parte 1. Uma grande honra participar da terceira edição do Hair Barcelona Meeting, um dos melhores congressos em doença...
22/09/2026

😀Parte 1. Uma grande honra participar da terceira edição do Hair Barcelona Meeting, um dos melhores congressos em doenças capilares. Este ano abordei como não perder o diagnóstico da Alopecia frontal fibrosante e dirigi a sessão de procedimentos cosméticos capilares.

Alopecia androgenética não é só hormonal.Os andrógenos têm papel central na alopecia androgenética, mas hoje sabemos que...
03/09/2026

Alopecia androgenética não é só hormonal.

Os andrógenos têm papel central na alopecia androgenética, mas hoje sabemos que a miniaturização dos folículos envolve mecanismos muito mais complexos.

Inflamação, alterações no microambiente folicular, envelhecimento celular e diferentes vias de sinalização estão entre os processos que vêm sendo investigados para compreender melhor a progressão da doença e, principalmente, identificar novos caminhos para o tratamento.

A ciência não está deixando a inibição do DHT para trás. Está começando a enxergar o folículo de uma forma muito mais ampla.

E é justamente aí que podem estar algumas das próximas fronteiras no tratamento da alopecia androgenética. Compartilhe com alguém que tem calvície.

Profa. Dra. Isabella Doche
Médica Dermatologia e Pesquisadora
CRM-SP 117.134 | RQE 28.192
11 97573 3730
São Paulo, SP

DESCAMAÇÃO NO COURO CABELUDO NEM SEMPRE É CASPA!É comum associar qualquer  descamação do couro cabeludo à dermatite sebo...
21/08/2026

DESCAMAÇÃO NO COURO CABELUDO NEM SEMPRE É CASPA!

É comum associar qualquer descamação do couro cabeludo à dermatite seborreica. Mas a descamação pode ser um sinal de diferentes doenças do couro cabeludo e o diagnóstico correto faz toda a diferença.

🔎 O que pode causar descamação? Dermatite seborreica, psoríase, micose do couro cabeludo, dermatite de contato, doenças inflamatórias cicatriciais e outras.

⚠️ Por isso, tratar toda descamação como “caspa” pode mascarar o problema e atrasar o diagnóstico.

Descamação persistente, localizada ou acompanhada de vermelhidão, dor, coceira intensa ou queda de cabelo merece avaliação dermatológica.

O couro cabeludo precisa de diagnóstico!

👩🏻‍⚕️Profa Dra Isabella Doche
Medica dermatologista da SBD e Pesquisadora da USP
CRMSP 117134 / RQE 28192
📍São Paulo, SP
📲11 97573 3730

18/08/2026

Tratamentos regenerativos nas alopecias realmente funcionam? O que diz a ciência 🔬🧬

PRP, exossomos, PDRN, peptídeos, microenxertos autólogos, laser e fotobiomodulação têm ganhado espaço no arsenal terapêutico capilar.

Mas nem todos possuem o mesmo nível de evidência científica e os resultados dependem do tipo de alopecia, da indicação e do protocolo utilizado.

Algumas dessas terapias podem estimular o folículo e modular seu microambiente, mas a palavra “regenerativo” não significa automaticamente que é comprovado e eficaz.

O mais importante continua sendo o diagnóstico correto e um tratamento individualizado, baseado em evidências.

Inovação, sim — mas sempre acompanhada de ciência e segurança. 🔬

Profa Dra Isabella Doche
CRMSP 117134 / RQE 28192
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Tratar pele e cabelo vai muito além de escolher um procedimento.Na Medicina, cada queixa precisa ser compreendida dentro...
13/08/2026

Tratar pele e cabelo vai muito além de escolher um procedimento.

Na Medicina, cada queixa precisa ser compreendida dentro de um contexto. Na queda de cabelo, por exemplo, o que vemos no fio ou em um exame isolado nem sempre conta toda a história.

É o olhar para o paciente como um todo que permite chegar a um diagnóstico e, a partir dele, definir uma conduta realmente individualizada.

Tecnologia e novas possibilidades de tratamento são grandes aliadas. Mas é o raciocínio clínico que orienta quando, por que e como utilizá-las.

Porque um bom tratamento começa por um bom diagnóstico.

👩🏻‍⚕️Profa. Dra. Isabella Doche, PhD
Médica dermatologista da SBD e Pesquisadora da USP
CRM-SP 117.134 | RQE 28.192
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