Alexa Clothes

Alexa Clothes Eu me chamo Alexandra, tenho 41 anos e sou terapeuta esportiva e mental coach de atletas amadores e profissionais.

18/07/2026

A gente fala muito sobre respeito dentro de quadra.

Mas talvez esteja na hora de falar sobre o respeito fora dela também.

Esse vídeo não é para defender uma empresa ou criticar outra.

É para defender algo muito maior: a nossa humanidade.

O que mais me chamou atenção durante o Sand Series não foi a transmissão.

Foi ler pessoas torcendo para que ela “morresse” antes mesmo de dar uma chance para que mostrasse seu trabalho.

Quando foi que a gente passou a desejar o fracasso de alguém como forma de defender aquilo de que gosta?

A concorrência saudável não enfraquece um esporte.

Ela faz o esporte crescer.

Mais pessoas investindo, mais empresas acreditando, mais profissionais trabalhando e mais espaço para o beach tennis significam mais oportunidades para todos.

A gente pode preferir um formato, uma equipe ou um estilo de transmissão. Isso faz parte.

O que não deveria fazer parte é transformar essa preferência em ataques pessoais, desrespeito ou na torcida para que o trabalho de alguém dê errado.

Por trás de cada câmera, de cada narrador, de cada produtor e de cada transmissão existem pessoas.

Pessoas que sonham, trabalham, se dedicam e também sentem o peso das palavras que leem.

Se a gente realmente ama o beach tennis, que esse amor apareça também na forma como tratamos quem dedica seu tempo para fazê-lo crescer.

💙 Respeito também faz parte do jogo.

15/07/2026

Você recebeu alta médica. Mas será que o seu cérebro também recebeu?

Essa é uma pergunta que quase ninguém faz.

Quando pensamos em recuperação, normalmente olhamos apenas para o corpo: força, mobilidade, resistência…

Mas existe uma segunda recuperação que acontece no sistema nervoso.

Os estudos mais robustos sobre esse tema foram realizados com atletas que romperam o Ligamento Cruzado Anterior (LCA). Eles mostram que apenas cerca de metade consegue retornar ao mesmo nível competitivo após a lesão. E um dos fatores que mais influencia esse retorno não é apenas a condição física, mas também a recuperação psicológica.

Isso acontece porque o cérebro aprende.

Depois de uma lesão, ele passa a associar determinados movimentos ao perigo. Na neurociência, esse processo faz parte do que chamamos de processamento preditivo: o cérebro usa experiências passadas para prever o que pode acontecer no futuro.

É por isso que, muitas vezes, o medo aparece antes da dor.

A boa notícia?

O cérebro também é capaz de reaprender.

Cada movimento realizado com segurança, cada treino gradual e cada momento em que você percebe o medo sem deixar que ele assuma o controle ajudam a reconstruir essa confiança.

É exatamente por isso que técnicas como a exposição gradual, a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e o mindfulness têm mostrado resultados importantes na reabilitação esportiva: elas ajudam o cérebro a atualizar suas previsões e a diferenciar uma memória de perigo da realidade do momento presente.

Recuperar uma lesão não é apenas fortalecer músculos.

É reconstruir a confiança entre o cérebro e o corpo.

💬 Se você está vivendo esse processo, comenta “VOLTAR”. Eu preparei um treino mental para ajudar o seu cérebro a reconstruir essa sensação de segurança.



📚 Referências científicas:
• Ardern CL et al. Fifty-five per cent return to competitive sport following ACL reconstruction surgery. British Journal of Sports Medicine (2014).
• Everhart JS et al. Psychological factors are associated with return to sport after ACL reconstruction. Sports Health (2015).
• Meta-análises recentes sobre retorno

13/07/2026

Como jogar leve contra alguém que já ganhou de você várias vezes.

Você entra em quadra.

Olha para o outro lado da rede.

E, antes mesmo do primeiro ponto, o seu cérebro já começa a lembrar:

“Ela sempre me ganha.”
“Ela conhece o meu jogo.”
“Não posso perder de novo.”

O problema é que você deixa de jogar a partida de hoje.

E começa a jogar contra todas as partidas do passado.

A neurociência chama isso de processamento preditivo.

O cérebro não espera os acontecimentos para reagir.
Ele tenta prever o que vai acontecer usando as experiências anteriores.

Por isso, muitas vezes, você entra mais tenso, joga mais preso e, sem perceber, confirma exatamente a história que o seu cérebro já esperava.

Na próxima vez que isso acontecer, experimente se perguntar:

“O que está na minha frente agora… ou o que está na minha memória?”

Porque o jogo de hoje merece uma coisa que o de ontem nunca teve:

A oportunidade de ser diferente. 🎾🧠

10/07/2026

A gente passa horas treinando saque, voleio, smash, estratégia…

Mas quase ninguém treina aquilo que decide se todo esse treino vai aparecer na hora da competição: a atenção.

O estado de flow não acontece porque você “quis muito”.

Ele acontece quando a sua mente deixa de gastar energia brigando com o passado e tentando controlar o futuro.

É por isso que o mindfulness tem sido cada vez mais estudado no esporte.

Pesquisas mostram que a prática regular de atenção plena está associada a maior capacidade de concentração, menor reatividade emocional, recuperação mais rápida após os erros e melhor autorregulação durante a performance.

E faz sentido.

Porque o mindfulness não ensina você a jogar melhor.

Ele ensina você a perceber quando a mente foi embora…

…e voltar.

Voltar para a respiração.

Voltar para a próxima bola.

Voltar para aquilo que realmente está sob o seu controle.

No fim das contas, o flow não é um estado que você força.

É um estado que encontra espaço quando a mente para de lutar contra o momento presente.

Talvez a pergunta não seja:

“Como eu entro em flow?”

Mas sim:

“Quanto tempo da minha atenção eu realmente passo no agora?” 💭

09/07/2026

Usei o feminino porque essa é a realidade que mais escuto nos meus atendimentos e nas quadras. São histórias que se repetem: expectativas criadas, vínculos construídos e, muitas vezes, finais que acontecem sem diálogo, deixando dúvidas e sentimentos mal resolvidos.

Mas isso não acontece só entre mulheres.

Os homens também criam vínculos, também se envolvem, também se frustram e sentem rejeição quando uma parceria termina sem conversa. A diferença é que, muitas vezes, eles falam menos sobre isso, guardam mais para si ou lidam de forma mais silenciosa com essas situações.

No fundo, o que está em jogo não é o gênero, mas a forma como lidamos com as relações dentro do esporte.
Porque, mesmo sendo um ambiente competitivo, o beach tennis também é um espaço de conexão, parceria e confiança.

No fim, esse vídeo não é sobre mulheres ou homens.

É sobre respeito, clareza e responsabilidade afetiva nas relações que construímos dentro do esporte. 🎾💙

08/07/2026

Você também é do time que ama subir no pódio… mas ama ainda mais estar dentro de quadra? 🎾💗

Sempre teve uma coisa que me frustrava nos torneios tradicionais: jogar apenas duas partidas e ir embora.

Não porque perder seja o problema.

Mas porque eu acredito que a evolução acontece jogando.

Cada partida te mostra algo diferente.

Você aprende a lidar com a pressão.

Ajusta estratégias.

Percebe padrões.

Treina sua atenção.

Recupera a confiança depois de um erro.

Descobre recursos que nem sabia que tinha.

Foi por isso que nasceu o Mind Experience by Pink.

Um torneio pensado para quem quer viver a experiência completa da competição.

✨ Dupla fixa.
✨ Todos contra todos.
✨ 5 jogos garantidos.
✨ Aquecimento mental antes do início das partidas.
✨ Premiação em dinheiro para a dupla campeã.

Porque eu acredito em uma coisa:

Quanto mais você joga, mais você se conhece. E quanto mais você se conhece, melhor você joga.

📅 25 de julho
📍 Arena Jundiaí

🌅 Manhã:
🎾 Feminina B
🎾 Feminina C

🌇 Tarde:
🎾 Feminina Iniciante
🎾 Masculina B
🎾 Masculina C

Se você também acredita que competir vai muito além do troféu, esse torneio foi feito para você.

Nos vemos em quadra. 💙

07/07/2026

“Eu jogo muito melhor contra quem eu nunca vi.”

Se essa frase já passou pela sua cabeça, saiba que você não está sozinho.

E, talvez, o problema nunca tenha sido o adversário.

Nos últimos anos, a neurociência tem mostrado que nosso cérebro funciona por meio do processamento preditivo: antes mesmo de a realidade acontecer, ele cria previsões baseadas nas experiências anteriores.

Quando você enfrenta alguém conhecido, seu cérebro pode acessar automaticamente pensamentos como:
• “Ela sempre ganha de mim.”
• “Ela conhece meu jogo.”
• “Não posso perder.”
• “Se eu ganhar, vai ficar um clima estranho.”
• “Vou encontrar essa pessoa na arena semana que vem.”

Percebe?

Antes do primeiro saque, a sua atenção já foi sequestrada por memórias, expectativas e possíveis consequências.

Já contra um desconhecido, esse “arquivo” praticamente não existe.

Você entra mais disponível para perceber o jogo como ele realmente é, e não como a sua história diz que ele será.

É por isso que o mindfulness faz tanta diferença na performance.

Ele não tenta convencer você de que vai dar tudo certo.

Ele ensina você a perceber quando a mente começou a jogar uma partida imaginária e a voltar, repetidas vezes, para o único lugar onde o jogo realmente acontece: o momento presente.

No fim das contas, você não compete apenas contra um adversário.

Muitas vezes, compete contra as previsões que o seu próprio cérebro criou.

E elas nem sempre contam a verdade.

🎾 Agora me conta: você sente que joga melhor contra pessoas desconhecidas ou contra quem já conhece?

Quero muito saber se isso também acontece com você.

Tem atleta que entra em quadra e diz:“Ela entrou na minha cabeça.”“Ele me intimidou.”“A energia dele me derrubou.”Mas se...
07/07/2026

Tem atleta que entra em quadra e diz:

“Ela entrou na minha cabeça.”

“Ele me intimidou.”

“A energia dele me derrubou.”

Mas será que foi isso mesmo?

A verdade é que ninguém entra na sua mente sem permissão.

O adversário não cria as suas inseguranças. Ele apenas revela aquelas que já existiam.

Se um olhar te desestabiliza, talvez exista medo do julgamento.

Se uma comemoração te irrita, talvez exista a necessidade de provar o seu valor.

Se um jogador específico faz você perder a confiança antes mesmo do primeiro ponto, talvez o problema não seja ele, mas a história que a sua mente conta sobre ele.

E essa é uma ótima notícia.

Porque você não controla o comportamento do seu adversário.

Mas você pode fortalecer aquilo que acontece dentro de você.

É por isso que o treino mental não serve para mudar o outro.

Serve para que o outro deixe de decidir como você joga.

💙 Volte para o que você controla. É lá que a sua melhor performance mora.

06/07/2026

Depois desse áudio, fiquei pensando por dias.

Uma seguidora me contou que saiu de um treino chorando.

Entrou no carro.

E pediu para baixar de categoria.

Não porque tinha desaprendido a jogar.

Mas porque começou a acreditar que não era boa o suficiente.

Esse post não é sobre um treinador específico.

É sobre uma cultura que ainda romantiza a humilhação como ferramenta de ensino.

Existe uma diferença enorme entre ser exigente e diminuir alguém.

Corrigir faz parte.

Cobrar faz parte.

Constranger, envergonhar e fazer o atleta sair acreditando que não pertence à quadra… não.

E talvez a pergunta mais importante seja:

Se o atleta melhora tecnicamente, mas perde a vontade de competir… podemos chamar isso de sucesso?

Quero muito ouvir a opinião de vocês.

💬 Você já viveu ou presenciou uma situação parecida?

05/07/2026

Antes de qualquer análise, quero deixar meus parabéns às quatro atletas por entregarem uma final de altíssimo nível. 👏🎾

Chegar à decisão de um BT400 já é, por si só, algo que poucos conseguem. E disputar um título envolve muito mais do que bater na bola: existe a pressão da torcida, dos patrocinadores, da expectativa, do ranking, do resultado… e tudo isso enquanto você precisa tomar decisões em questão de segundos.

Esse vídeo não foi feito para criticar ninguém.

Muito pelo contrário.

Foi feito com enorme respeito e admiração por essas atletas, trazendo apenas uma leitura sob a perspectiva da psicologia do esporte e do treinamento mental.

Porque, muitas vezes, assistindo aos profissionais, conseguimos enxergar algo muito importante: o jogo mental acontece em todos os níveis.

Se até atletas de elite precisam lidar com pressão, tensão e momentos decisivos, imagine nós, que muitas vezes acreditamos que só sentimos isso porque somos amadores.

A pressão faz parte do esporte.

A diferença está em como aprendemos a responder a ela.

Parabéns a Giulia Gasparri | Beach tennis , N***y Valentini , Sophia Chow e 𝚅𝚒𝚝𝚘𝚛𝚒𝚊 𝙼𝚊𝚛𝚌𝚑𝚎𝚣𝚒𝚗𝚒 pela grande final. Que privilégio poder aprender assistindo vocês. 💙

Imagens da transmissão do Programa Play BT

Endereço

São Paulo, SP

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Segunda-feira 10:00 - 18:00
Terça-feira 10:00 - 18:00
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Telefone

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