Diga Psicologia

Diga Psicologia Diga! é muito mais do que uma clínica de psicologia, é um convite para uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal.

Fundada por pessoas dedicadas ao bem-estar emocional, Diga! destaca-se pela sua abordagem inclusiva e diferenciada.

Essa é uma das afirmações mais provocativas de Freud. Ela nos lembra que nem sempre somos plenamente conscientes das raz...
13/07/2026

Essa é uma das afirmações mais provocativas de Freud. Ela nos lembra que nem sempre somos plenamente conscientes das razões que orientam nossos pensamentos, emoções e comportamentos.

Embora gostemos de acreditar que nossas escolhas são inteiramente racionais, grande parte da vida psíquica é influenciada por processos inconscientes: desejos, conflitos, memórias, experiências precoces e mecanismos de defesa que atuam fora da nossa percepção.

Isso não significa que somos reféns do inconsciente ou que não temos responsabilidade sobre nossos atos. Pelo contrário. O autoconhecimento amplia a capacidade de reconhecer esses padrões e fazer escolhas mais conscientes. É justamente nesse sentido que a psicoterapia pode ser transformadora: ela oferece um espaço para compreender aquilo que, muitas vezes, conduz nossa vida sem que percebamos.

Conhecer a si mesmo não é controlar tudo o que acontece dentro de nós. É desenvolver a capacidade de dialogar com a própria história, reconhecer limites, integrar conflitos e construir uma relação mais consciente consigo mesmo.

Afinal, quanto mais desconhecemos nossos processos internos, maior a chance de eles dirigirem nossas decisões sem que percebamos. 🧠

Qual obra de Freud mais influenciou sua compreensão sobre o inconsciente?

E você? Quantos itens desse bingo conseguiu marcar? Impor limites saudáveis não significa ser frio, egoísta ou deixar de...
12/07/2026

E você? Quantos itens desse bingo conseguiu marcar?

Impor limites saudáveis não significa ser frio, egoísta ou deixar de se importar com o outro. Significa reconhecer que toda relação saudável depende do respeito às necessidades, ao tempo e aos recursos emocionais de cada pessoa.

Na prática clínica, a dificuldade em estabelecer limites costuma estar associada ao medo de rejeição, à necessidade de aprovação, à culpa excessiva ou a padrões de relacionamento aprendidos ao longo da vida. Quando isso acontece, dizer “sim” para os outros pode significar dizer “não” para si mesmo repetidas vezes.

Limites existem para proteger relações, reduzir ressentimentos e favorecer vínculos mais equilibrados.

Compartilhe o resultado nos comentários e salve este post para lembrar que cuidar de si também é uma forma de cuidar das suas relações.

Na psicologia, “modo de sobrevivência” não é um diagnóstico formal, mas um termo amplamente utilizado para descrever um ...
11/07/2026

Na psicologia, “modo de sobrevivência” não é um diagnóstico formal, mas um termo amplamente utilizado para descrever um estado em que a pessoa permanece organizada em torno da autoproteção, como se o perigo ainda estivesse presente.

Esse conceito é explicado por diferentes abordagens:

* Psicologia do trauma: após experiências traumáticas ou estresse crônico, o sistema nervoso pode permanecer em estado de alerta, priorizando a segurança em vez da conexão, da criatividade e do bem-estar.
* Teoria Polivagal (Stephen Porges): o organismo pode ficar preso em estados de luta, fuga, congelamento ou submissão, mesmo quando não há ameaça objetiva.
* Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): fala-se em comportamentos de segurança e esquemas desadaptativos, estratégias aprendidas para evitar dor, rejeição ou fracasso.
* Psicanálise: esses comportamentos podem ser compreendidos como mecanismos de defesa que, embora tenham sido adaptativos em determinado momento, podem se tornar rígidos e limitantes.
* Teoria do Apego: pessoas que cresceram em ambientes imprevisíveis ou inseguros podem desenvolver padrões relacionais marcados por hipervigilância, evitação ou dependência como forma de preservar vínculos.

A ideia central é que o cérebro e o corpo continuam respondendo ao presente como se estivessem vivendo o passado. Estratégias que um dia foram essenciais para sobreviver deixam de ser flexíveis e passam a orientar a vida cotidiana, mesmo quando o contexto mudou.

Nenhum desses comportamentos, isoladamente, significa que a pessoa está em “modo de sobrevivência”. O que chama a atenção na clínica é quando eles se tornam frequentes, rígidos e funcionam como estratégias automáticas para reduzir ansiedade, evitar sofrimento ou lidar com uma sensação persistente de ameaça.

A adicção vai muito além do uso de substâncias. Ela também pode envolver jogos, compras, apostas, p*rn*grafia, trabalho,...
10/07/2026

A adicção vai muito além do uso de substâncias. Ela também pode envolver jogos, compras, apostas, p*rn*grafia, trabalho, tecnologia e outros comportamentos que passam a ocupar um espaço desproporcional na vida da pessoa.

Independentemente da abordagem psicológica, o foco não é apenas interromper o comportamento, mas compreender por que ele se tornou necessário, quais funções ele desempenha e como construir formas mais saudáveis de lidar com o sofrimento.

Embora cada abordagem explique a adicção por perspectivas diferentes, todas compartilham um objetivo em comum: promover autonomia, reduzir o sofrimento e favorecer mudanças sustentáveis, respeitando a singularidade de cada indivíduo.

A psicoterapia é uma das intervenções mais importantes no tratamento das adicções, auxiliando na compreensão dos gatilhos, na prevenção de recaídas e na construção de estratégias para uma vida mais saudável e autônoma.

Relações saudáveis não são construídas sobre grandes eventos extraordinários, mas sim na consistência dos pequenos momen...
10/07/2026

Relações saudáveis não são construídas sobre grandes eventos extraordinários, mas sim na consistência dos pequenos momentos diários.

É na qualidade da nossa presença, na capacidade de reparar pequenos ruídos e no espaço que damos para o outro existir que criamos vínculos seguros e duradouros. Vínculos dão trabalho, mas o tipo de trabalho que estrutura e acolhe.

Qual dessas atitudes você sente que precisa cultivar mais no dia a dia com quem você ama? 👇✨

Demandas complexas raramente envolvem apenas um problema. Geralmente, são situações em que fatores emocionais, familiare...
08/07/2026

Demandas complexas raramente envolvem apenas um problema. Geralmente, são situações em que fatores emocionais, familiares, sociais, biológicos e históricos se entrelaçam, exigindo um raciocínio clínico cuidadoso e uma atuação ética.

Nessas situações, o trabalho do psicólogo vai muito além da escuta. Exige avaliação contínua, formulação de hipóteses clínicas, atualização científica, supervisão quando necessária e respeito rigoroso aos princípios éticos da profissão.

A complexidade não se resolve com respostas prontas. Ela exige método, responsabilidade e uma clínica comprometida com a singularidade de cada pessoa.

Salve este post e marque um psicólogo que valoriza uma prática ética!

Na psicologia, a projeção é um mecanismo de defesa descrito originalmente pela psicanálise, no qual sentimentos, desejos...
08/07/2026

Na psicologia, a projeção é um mecanismo de defesa descrito originalmente pela psicanálise, no qual sentimentos, desejos, conflitos ou características difíceis de aceitar em si mesmo são atribuídos a outra pessoa. Embora tenha uma função protetiva ao reduzir a ansiedade psíquica, quando ocorre de forma recorrente pode distorcer a percepção da realidade, aumentar conflitos interpessoais e dificultar o autoconhecimento.

Frases como “todo mundo me julga”, “ela é invejosa” ou “ele quer me prejudicar” nem sempre refletem a realidade objetiva. Em alguns casos, podem representar conteúdos internos que ainda não foram elaborados.

Reconhecer a projeção não significa invalidar experiências, mas desenvolver a capacidade de diferenciar aquilo que pertence ao outro daquilo que pertence à própria história emocional. Esse processo amplia a consciência, fortalece as relações e favorece respostas mais adaptativas diante dos conflitos.

A psicoterapia oferece um espaço seguro para identificar esses padrões e construir uma relação mais autêntica consigo mesmo e com os outros.

Ter alguém para conversar faz diferença. Ter um psicólogo também.Um amigo pode acolher, ouvir, apoiar e oferecer carinho...
06/07/2026

Ter alguém para conversar faz diferença. Ter um psicólogo também.

Um amigo pode acolher, ouvir, apoiar e oferecer carinho. Esse vínculo é um dos maiores fatores de proteção para a saúde mental.

Mas a psicoterapia tem um objetivo diferente: ela é conduzida por um profissional capacitado, utiliza técnicas baseadas em evidências científicas e busca compreender padrões emocionais, comportamentais e cognitivos para promover mudanças duradouras.

Não se trata de substituir os amigos. Na verdade, quem possui uma boa rede de apoio e faz psicoterapia costuma reunir duas formas importantes de cuidado: o afeto das relações e o conhecimento técnico da Psicologia.

💬 Na sua opinião, qual é a maior diferença entre conversar com um amigo e fazer psicoterapia?

A psicologia não busca eliminar emoções, impulsos ou características da personalidade. Seu objetivo é ampliar a capacida...
05/07/2026

A psicologia não busca eliminar emoções, impulsos ou características da personalidade. Seu objetivo é ampliar a capacidade de reconhecer, compreender e regular a própria experiência emocional.

Em períodos como a Copa do Mundo, é natural que haja maior mobilização afetiva. A torcida desperta sentimentos de pertencimento, identidade coletiva e esperança, processos amplamente estudados pela Psicologia Social. Torcer, comemorar e até sofrer com o resultado fazem parte da vivência humana quando essas emoções permanecem dentro de limites saudáveis.

A “loucura” mencionada por Nise da Silveira pode ser compreendida como a singularidade de cada pessoa: aquilo que nos torna espontâneos, criativos e capazes de nos envolver emocionalmente com pessoas, causas e momentos.

Vamos torcer!

A psicologia compreende que o envelhecimento envolve mudanças físicas, cognitivas, emocionais e sociais. Embora muitas p...
05/07/2026

A psicologia compreende que o envelhecimento envolve mudanças físicas, cognitivas, emocionais e sociais. Embora muitas pessoas vivam essa fase com qualidade, outras enfrentam desafios que podem impactar significativamente o bem-estar e a saúde mental.

Entre as demandas mais frequentes dos idosos em psicoterapia estão:
• adaptação à aposentadoria e à perda de papéis sociais;
• luto pela perda de familiares, amigos ou do cônjuge;
• sentimentos de solidão e isolamento;
• ansiedade em relação ao futuro e ao adoecimento;
• sintomas de depressão;
• dificuldades de relacionamento com filhos e familiares;
• mudanças na autoestima e na percepção da própria identidade;
• medo da dependência e da perda de autonomia;
• enfrentamento de doenças crônicas e limitações físicas;
• adaptação às mudanças cognitivas e às transformações da rotina.

A terapia oferece um espaço seguro para acolher essas experiências, fortalecer recursos emocionais, desenvolver estratégias de enfrentamento e ressignificar essa etapa da vida. Cuidar da saúde mental não tem idade. Buscar ajuda é uma forma de preservar autonomia, qualidade de vida e sentido de viver.

Toda pessoa idosa tem o direito de ser ouvida, respeitada e de continuar construindo novos projetos, vínculos e significados para sua história.

Endereço

Rua ALFREDO PUJOL, 285, Conj. 84
São Paulo, SP
02017010

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