Diga Psicologia

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Diga Psicologia Diga! é muito mais do que uma clínica de psicologia, é um convite para uma jornada de autodescoberta e crescimento pessoal.

Fundada por pessoas dedicadas ao bem-estar emocional, Diga! destaca-se pela sua abordagem inclusiva e diferenciada.

A psicoterapia não acontece apenas no momento em que paciente e psicólogo começam a conversar. A expectativa em relação ...
18/09/2026

A psicoterapia não acontece apenas no momento em que paciente e psicólogo começam a conversar. A expectativa em relação à sessão, os assuntos que surgem espontaneamente, aquilo que o paciente evita dizer e até a vontade de cancelar podem fazer parte da experiência subjetiva que chega ao encontro terapêutico.

Antes da sessão, podem aparecer ansiedade antecipatória, vergonha, preocupação com julgamento, necessidade de organizar a narrativa ou dificuldade de identificar o que está sendo sentido. Esses fenômenos não possuem um significado único e não devem ser interpretados isoladamente. Na clínica, ganham sentido quando compreendidos dentro da história, do contexto e do funcionamento de cada pessoa, e sim, fazem parte do processo terapêutico.

Por isso, não é necessário chegar à terapia com um discurso pronto ou com uma “grande questão” para resolver. A própria dificuldade de saber por onde começar pode se transformar em material para a sessão.

💡 Inovação e cuidado: o futuro da psicologia na prática.A equipe da Diga! Psicologia esteve no HIS (Healthcare Innovatio...
17/09/2026

💡 Inovação e cuidado: o futuro da psicologia na prática.

A equipe da Diga! Psicologia esteve no HIS (Healthcare Innovation Show), no São Paulo Expo, acompanhando as principais novidades em tecnologia e saúde. Como clínica de psicologia, estar em um espaço de inovação reforça o quanto precisamos nos atualizar e olhar para as transformações do nosso tempo.

Inovar na psicologia não substitui a nossa essência; pelo contrário, potencializa o cuidado e amplia horizontes, sempre com um olhar atento às novas demandas da sociedade. No entanto, todo avanço tecnológico caminha lado a lado com a nossa bússola principal: a ética e o vínculo humano.

Nenhuma ferramenta substitui a escuta sensível. O desafio é usar a tecnologia a favor do cuidado, respeitando sempre a subjetividade e a dignidade do paciente.

✨ E você, como enxerga a relação entre tecnologia e saúde mental? Me conta nos comentários!

Euforia e mania não são sinônimos. A euforia descreve um estado de humor caracterizado por elevação intensa do ânimo, po...
16/09/2026

Euforia e mania não são sinônimos. A euforia descreve um estado de humor caracterizado por elevação intensa do ânimo, podendo ocorrer em diferentes contextos e, isoladamente, não configura necessariamente um quadro psicopatológico.

Já a mania corresponde a um episódio caracterizado por alteração persistente do humor, aumento anormal de energia e atividade, frequentemente acompanhado de redução da necessidade de sono, aceleração do pensamento e da fala, aumento da autoestima, impulsividade e prejuízo do funcionamento. Em quadros graves, podem estar presentes sintomas psicóticos.

Na avaliação clínica, portanto, não basta identificar um humor elevado. É necessário considerar duração, intensidade, conjunto de sintomas, contexto e repercussões funcionais.

Você acrescentaria algum critério a essa diferenciação?

Muitos comportamentos que se repetem são sustentados por aprendizagens anteriores, crenças, estratégias de enfrentamento...
15/09/2026

Muitos comportamentos que se repetem são sustentados por aprendizagens anteriores, crenças, estratégias de enfrentamento e formas habituais de interpretar as situações. Por isso, reconhecer a repetição é frequentemente um primeiro passo importante para construir novas possibilidades de resposta.

Na psicoterapia, esse processo pode envolver identificar gatilhos, pensamentos, emoções e comportamentos associados ao padrão, compreender sua função e experimentar alternativas mais adaptativas. A mudança não acontece de forma linear: repetir um comportamento antigo em determinado momento não significa que todo o processo foi perdido. Desenvolver novas formas de responder exige consciência, prática e tempo.

A imagem pode funcionar como uma via de expressão de conteúdos psíquicos que ainda não foram elaborados ou simbolizados ...
14/09/2026

A imagem pode funcionar como uma via de expressão de conteúdos psíquicos que ainda não foram elaborados ou simbolizados pela consciência.

Na perspectiva de Nise da Silveira, especialmente a partir de seu trabalho com expressão artística em saúde mental, a produção de imagens pode favorecer a manifestação de experiências internas, afetos e conflitos que nem sempre encontram uma forma direta de comunicação pela linguagem.

Por isso, uma imagem não precisa ser interpretada de maneira imediata ou reduzida a um significado único. Ela pode ser compreendida como uma produção singular, construída a partir da história e da experiência de cada pessoa.

A psicologia também é feita de escuta: inclusive daquilo que, antes das palavras, encontra outras formas de expressão.

Trauma psicológico refere-se às consequências psicológicas de acontecimentos ou situações que podem ultrapassar os recur...
13/09/2026

Trauma psicológico refere-se às consequências psicológicas de acontecimentos ou situações que podem ultrapassar os recursos disponíveis para enfrentamento e elaboração naquele momento. Seus efeitos podem aparecer em memórias intrusivas, esquiva, alterações emocionais, mudanças na percepção de segurança e modificações nos relacionamentos.

As diferentes abordagens psicológicas oferecem modelos distintos para compreender o trauma. Algumas enfatizam processos inconscientes e elaboração psíquica; outras, aprendizagem, cognições, regulação emocional, experiência subjetiva ou relações. Não existe uma única leitura psicológica do trauma. A avaliação clínica deve considerar a história, o contexto, os recursos do indivíduo e os efeitos produzidos pela experiência.

Nos últimos anos, crescemos, evoluímos e ampliamos nosso impacto.Construímos uma marca reconhecida pela qualidade do cui...
11/09/2026

Nos últimos anos, crescemos, evoluímos e ampliamos nosso impacto.

Construímos uma marca reconhecida pela qualidade do cuidado em saúde mental e, ao longo dessa jornada, seguimos investindo em inovação, tecnologia e, acima de tudo, em experiências de cuidado que colocam as pessoas no centro.

Agora, damos mais um passo.

Estamos ampliando nossa visão para a saúde, levando a experiência, a tecnologia e a excelência que construímos em saúde mental para um ecossistema cada vez mais completo, conectado e integrado de cuidado.

É uma evolução que preserva o que nos trouxe até aqui e abre espaço para tudo o que ainda podemos construir.

Um novo capítulo está começando.

Mais registros da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A psicanálise continua nos lembrando de algo que a atu...
10/09/2026

Mais registros da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A psicanálise continua nos lembrando de algo que a atualidade, muitas vezes, tenta apagar: nem tudo que sentimos pode ser explicado por respostas rápidas, diagnósticos ou soluções imediatas.

Entre livros sobre sonhos, escuta, sofrimento, pecados, autoconhecimento e relações humanas, aparece uma questão central para a Psicologia: o que significa realmente escutar o outro?

Em uma época marcada pela pressa, pela exposição constante e pela necessidade de transformar sofrimento em conteúdo, a psicanálise propõe justamente o contrário: pausa, elaboração e espaço para aquilo que ainda não conseguimos nomear.

Psicologia e psicanálise podem dialogar a partir dessa inquietação: compreender o sujeito para além do sintoma, considerando sua história, seus conflitos, seus desejos e também aquilo que permanece inconsciente.

Talvez seja por isso que esses livros ainda encontrem tantos leitores. Porque, apesar de toda a tecnologia e de tantas novas formas de compreender a mente, continuamos tentando responder às mesmas perguntas humanas: quem somos, por que sofremos, o que desejamos e como podemos nos relacionar melhor com o outro.

No fim, escutar continua sendo uma das formas mais profundas de cuidar. ✨ 🩵

Recalque e negação são mecanismos de defesa descritos pela psicanálise, mas não são sinônimos.Em Freud, o recalque está ...
10/09/2026

Recalque e negação são mecanismos de defesa descritos pela psicanálise, mas não são sinônimos.

Em Freud, o recalque está relacionado à operação que mantém determinadas representações ligadas ao conflito psíquico fora da consciência. O conteúdo recalcado, entretanto, não deixa de produzir efeitos, podendo retornar de forma indireta por meio de sintomas, sonhos, atos falhos e outras formações do inconsciente.

Na negação, por outro lado, determinado conteúdo pode chegar à consciência, mas sua implicação é recusada pelo sujeito. Freud descreve esse mecanismo como uma forma particular de reconhecimento acompanhado de rejeição.

A diferença é sutil, mas importante: no recalque, há uma exclusão do conteúdo da consciência; na negação, o conteúdo pode estar consciente, mas aquilo que ele implica é recusado.

Na clínica, esses conceitos não devem ser aplicados como rótulos ou interpretados de maneira automática. Seu sentido depende da história, do discurso e da dinâmica psíquica de cada sujeito.

Registros da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.Jung nos lembra que compreender o ser humano vai além daquil...
08/09/2026

Registros da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Jung nos lembra que compreender o ser humano vai além daquilo que é imediatamente consciente.

Suas contribuições à psicologia, como os conceitos de inconsciente coletivo, arquétipos, sombra e individuação, ampliaram a compreensão da vida psíquica, aproximando psicologia, simbolismo e experiência humana.

Nas Obras Completas, encontramos não apenas uma teoria, mas o percurso de um pensamento que convida a olhar para os conflitos, sonhos e símbolos como expressões de algo que busca ser compreendido.

No Brasil, esse pensamento encontrou uma interlocutora singular em Nise da Silveira. Em seu livro Jung, a autora apresenta de forma acessível aspectos fundamentais da psicologia junguiana, evidenciando como as ideias de Jung foram importantes para sua própria trajetória e para uma compreensão mais humana da experiência psíquica.

Talvez uma das maiores contribuições de Jung seja justamente essa: não reduzir o sofrimento humano a um problema a ser eliminado, mas reconhecê-lo também como parte de um processo de transformação. 🌱 🤍

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