Fabiane Mattjie

Fabiane Mattjie Pedagoga/Psicopedagoga- Avaliação Intervenção Cognitiva/ Descomplicando a Educação Especial-AEE

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07/06/2026

O que para algumas pessoas parece complicado, para uma criança superdotada pode despertar uma curiosidade enorme.

No vídeo, o famoso verbo to be, que costuma gerar medo em muita gente, é explicado de forma simples e lógica. E essa busca por entender o funcionamento das coisas é uma característica muito comum em crianças com altas habilidades.

Elas não gostam apenas de decorar conteúdos. Querem descobrir o porquê, conectar informações e fazer perguntas que muitas vezes surpreendem os adultos.

Por isso, não é raro que aprendam idiomas, matemática ou outros assuntos complexos muito antes da idade esperada, principalmente quando o tema desperta interesse.

Mas existe um ponto importante: aprender rápido não significa que a criança não precise de apoio.

Quando não encontra desafios compatíveis com seu potencial, ela pode perder o interesse, parecer distraída ou até ser confundida com desmotivada.

Muitas vezes, ela não precisa de mais tarefas.

Precisa de oportunidades para explorar sua curiosidade e desenvolver todo o seu potencial.

Porque uma das maiores características das crianças superdotadas não é apenas aprender rápido.

É nunca deixar de perguntar "por quê?". 💛

Créditos: .cientista

05/06/2026

Quantos talentos o mundo já perdeu porque alguém acreditou que uma pessoa autista não seria capaz?

No palco do Britain’s Got Talent, um menino autista de apenas 13 anos mostra que potencial não tem diagnóstico. Diante de uma plateia enorme, ele faz o que ama e encanta a todos com sua apresentação.

Essa cena nos lembra de algo muito importante: o autismo não define sonhos, talentos ou possibilidades.

Muitas pessoas ainda enxergam apenas as dificuldades e esquecem de olhar para as habilidades, a criatividade, a dedicação e a forma única como cada pessoa autista percebe o mundo.

Inclusão não é criar espaços separados. É garantir que toda pessoa tenha o direito de ocupar qualquer lugar onde deseje estar, com respeito, oportunidade e acolhimento.

Porque lugar de autista não é apenas na escola inclusiva, na terapia ou dentro de casa.

Lugar de autista é em todo lugar. Onde ele quiser. 💙✨

britainsgottalent talento

Os pais chegam ao consultório com a mesma preocupação: “Meu filho se esforça, mas parece que não consegue avançar sozinh...
01/06/2026

Os pais chegam ao consultório com a mesma preocupação: “Meu filho se esforça, mas parece que não consegue avançar sozinho.”

E, na maioria das vezes, o problema não é falta de vontade.

Por trás das dificuldades escolares podem existir desafios relacionados à atenção, organização, leitura, escrita, compreensão, controle emocional e outras habilidades fundamentais para a aprendizagem.

É por isso que a intervenção psicopedagógica e neuropsicopedagógica precisa ser muito mais do que uma sequência de atividades.

Cada criança tem sua própria história, suas potencialidades e suas necessidades. Por isso, cada atendimento é planejado de forma individualizada, com objetivos claros e estratégias pensadas especificamente para ela.

Durante as sessões, utilizamos jogos cognitivos, estratégias de aprendizagem, estimulação das funções executivas, atividades de reabilitação cognitiva e recursos que favorecem o desenvolvimento emocional. Tudo com propósito, intenção e direcionamento.

Muitas vezes, aquele comportamento que parece desinteresse, preguiça ou falta de colaboração está escondendo algo muito maior: insegurança, frustração, dificuldades de aprendizagem ou até uma sobrecarga emocional que a criança ainda não consegue expressar.

Quando ela se sente compreendida, acolhida e estimulada da maneira certa, o aprendizado acontece com muito mais segurança.

Intervir não é apenas ajudar a criança a melhorar o desempenho escolar.

É fortalecer sua autoestima, desenvolver autonomia e criar ferramentas para que ela enfrente desafios com mais confiança ao longo da vida.

Quanto mais cedo esse suporte acontece, maiores são as oportunidades de transformar a trajetória escolar, emocional e social da criança. 🌱

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Sua criança se dedica, tenta acompanhar a turma, recebe ajuda em casa e ainda assim continua enfrentando obstáculos na a...
01/06/2026

Sua criança se dedica, tenta acompanhar a turma, recebe ajuda em casa e ainda assim continua enfrentando obstáculos na aprendizagem. É nesse momento que surge uma pergunta importante: o que está acontecendo por trás dessa dificuldade?

A Avaliação Psicopedagógica e Neuropsicopedagógica tem justamente esse objetivo. Ela busca compreender como a criança aprende, como sua atenção funciona, como está sua memória, linguagem, leitura, escrita, raciocínio e outras habilidades fundamentais para o desenvolvimento.

Mais do que procurar respostas, a avaliação ajuda a construir caminhos.

Através de entrevistas, observações, protocolos específicos e uma análise cuidadosa, é possível identificar sinais relacionados ao TDAH, TEA, dislexia, disgrafia, discalculia, altas habilidades e outras condições que podem impactar a aprendizagem.

E existe algo muito importante que as famílias precisam saber: avaliar não é rotular.

Avaliar é compreender.

É deixar de trabalhar com suposições e começar a entender as necessidades reais daquela criança, para que ela receba o suporte adequado e tenha a oportunidade de desenvolver todo o seu potencial.

Cada criança é única. Por isso, merece ser olhada além das comparações, dos rótulos e das expectativas impostas pelos outros.

Quanto mais cedo entendemos como ela aprende, maiores são as possibilidades de construir estratégias que façam sentido para sua realidade.

💛 Se você percebe que seu filho enfrenta dificuldades escolares, de atenção, comportamento ou aprendizagem, entre em contato. Uma avaliação pode ser o primeiro passo para transformar dúvidas em respostas.

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Muitas famílias chegam até mim carregando dúvidas, inseguranças e, muitas vezes, a sensação de que ninguém consegue enxe...
01/06/2026

Muitas famílias chegam até mim carregando dúvidas, inseguranças e, muitas vezes, a sensação de que ninguém consegue enxergar verdadeiramente o que aquela criança está vivendo.

Ao longo dos últimos 10 anos, tenho acompanhado crianças, adolescentes e adultos que enfrentam desafios relacionados ao TDAH, autismo, transtornos de aprendizagem, altas habilidades e dificuldades escolares. E uma coisa se repete em praticamente todos os casos: quando existe compreensão, o desenvolvimento acontece de forma muito mais saudável.

Meu trabalho não é apenas avaliar ou propor atividades.

É observar cada pessoa de forma única, entender como ela aprende, identificar suas potencialidades e construir estratégias que façam sentido para sua realidade.

Acredito que nenhuma criança deve ser definida apenas por suas dificuldades.

Toda criança tem capacidades, talentos e possibilidades que muitas vezes ficam escondidos atrás de rótulos, comparações e expectativas que não respeitam seu modo de funcionar.

Meu propósito é ajudar famílias e escolas a enxergarem além do comportamento, além das notas e além dos desafios, para que cada criança tenha a oportunidade de desenvolver seu potencial com segurança, autonomia e confiança.

Se você está buscando respostas, orientação ou um olhar mais individualizado para seu filho, será um prazer caminhar ao lado da sua família. 💛

📍 Atendimentos presenciais em Medianeira/PR e online para todo o Brasil.
📲 Entre em contato pelo Direct ou WhatsApp para saber mais.

TDAH AltasHabilidades

29/05/2026

Muitas pessoas passam a vida inteira se sentindo “estranhas”, deslocadas ou diferentes… sem entender o motivo.

Tentam se adaptar, imitar comportamentos, esconder desconfortos e se esforçam o tempo todo para parecer “normais”. E isso cansa.

Na cena, quando a personagem finalmente recebe o diagnóstico de autismo, existe uma frase muito forte: “Eu não sou louca”. E esse momento representa algo que muitos adultos autistas descrevem quando finalmente entendem o próprio funcionamento.

Não é sobre ganhar um rótulo.

É sobre encontrar explicação para uma vida inteira de sensações que nunca fizeram sentido.

A dificuldade em interações sociais, o desconforto em conversas superficiais, a necessidade de rotina, o cansaço de estar em ambientes sociais, a sensação constante de estar “atuando” perto das pessoas… tudo isso deixa de parecer defeito e começa a fazer sentido dentro de um funcionamento neurodivergente.

E talvez uma das partes mais emocionantes seja justamente o alívio.

Porque quando a pessoa entende que não era “dramática”, “difícil”, “estranha” ou “incapaz”, a culpa começa a diminuir.

O diagnóstico não muda quem alguém é.

Ele apenas dá nome para algo que sempre esteve ali.

E, muitas vezes, entender isso é o primeiro passo para finalmente conseguir existir com mais verdade e menos sofrimento. 💛

diagnosticoautismo

28/05/2026

A infância está perdendo espaço para as telas… e muita gente ainda não percebe o tamanho disso.

Brincar nunca foi “só passatempo”. A brincadeira é uma das partes mais importantes do desenvolvimento infantil. É brincando que a criança aprende a criar, imaginar, resolver problemas, lidar com emoções, desenvolver linguagem, movimento e interação social. Mas, aos poucos, muitas crianças estão trocando experiências reais por horas em frente às telas.

E isso não acontece por acaso. Jogos, aplicativos e redes sociais são criados para prender atenção. O cérebro infantil, que ainda está em desenvolvimento, acaba sendo muito mais vulnerável a esse tipo de estímulo rápido, intenso e constante.

O problema é que, quando a tela ocupa espaço demais, outras coisas fundamentais começam a desaparecer: o brincar livre, o movimento do corpo, o contato com outras crianças, a criatividade, a tolerância ao tédio e até a conexão com o mundo real.

E não estamos falando de demonizar tecnologia. Estamos falando de proteger a infância. Criança precisa correr, explorar, se sujar, inventar brincadeiras, ouvir risadas fora da tela, olhar nos olhos, criar memórias reais.

Porque é na brincadeira que muitas habilidades emocionais, cognitivas e sociais se desenvolvem de forma saudável. E a verdade é que crianças sabem brincar.

Às vezes, elas só precisam que alguém devolva espaço para isso acontecer. 💛

neuropsicopedagogia

27/05/2026

Essa frase aparece muito quando o assunto é autismo, TDAH e neurodivergência. Mas a verdade é que essas pessoas sempre existiram. O que mudou foi que hoje existe mais informação, mais estudos e mais possibilidade de entender aquilo que antes era tratado apenas como “problema de comportamento”.

Antigamente, muita criança crescia sendo chamada de estranha, preguiçosa, difícil, malcriada ou desligada. A criança autista era vista como “esquisita”. A criança com TDAH era “a que não para quieta”. Quem aprendia de forma diferente carregava o peso de acreditar que não era inteligente o suficiente.

E o mais doloroso é que muitas dessas crianças cresceram sem acolhimento, sem compreensão e sem saber por que se sentiam tão diferentes dos outros.

Ter um diagnóstico não significa que alguém está quebrado ou defeituoso. O diagnóstico não cria um problema. Ele ajuda a entender um funcionamento que já existia. É como receber um manual de instruções sobre si mesmo.

Quando uma pessoa entende como seu cérebro funciona, ela consegue desenvolver estratégias, buscar suporte adequado e parar de se culpar por dificuldades que nunca tiveram relação com falta de esforço ou caráter.

A sociedade passou muito tempo tentando encaixar todo mundo no mesmo padrão. Quem saía desse molde era tratado como errado.

Mas pessoas não são iguais. Nem todo cérebro aprende, sente, socializa ou percebe o mundo da mesma forma. E talvez o maior avanço de hoje não seja o aumento dos diagnósticos.

Talvez seja o fato de que, finalmente, mais pessoas estão deixando de sofrer em silêncio e começando a entender quem realmente são. 💛

saudemental

26/05/2026

A história da Dra. Ana Beatriz Barbosa mostra exatamente isso. Durante a infância, ela trocava letras, tinha dificuldades na escola e carregava a sensação constante de não ser boa o suficiente. E isso doía ainda mais porque o pai era professor de português. Cada erro parecia confirmar aquilo que ela começou a acreditar sobre si mesma.

Mesmo chegando à faculdade de medicina, ela ainda se sentia incapaz.

Até que um acontecimento inesperado mudou tudo.

Ela chegou atrasada em um congresso e acabou entrando, por acaso, em uma palestra sobre déficit de atenção. Enquanto ouvia os sintomas sendo descritos, começou a se reconhecer em cada detalhe. Foi naquele momento que entendeu algo que mudou sua vida inteira: ela não era burra.

Seu cérebro apenas funcionava de outra forma.

E talvez essa seja uma das dores mais profundas de muitas crianças neurodivergentes.

Crescer ouvindo críticas, comparações e rótulos até acreditar que o problema são elas.

Quando, na verdade, o que faltava era compreensão.

Hoje, aquela menina se tornou uma das maiores referências em saúde mental no Brasil. E isso nos lembra de algo muito importante: uma dificuldade não define o valor de ninguém.

O que muda uma história não é a ausência de desafios.

É o momento em que alguém finalmente entende a si mesmo com menos culpa e mais verdade. 💛

aprendizagem

25/05/2026

Hoje existe uma ideia muito perigosa circulando por aí: a de que estudar não importa mais.

Muitos jovens olham para histórias de pessoas extremamente bem-sucedidas que abandonaram a faculdade e pensam: “se eles conseguiram, eu também consigo”.

Mas existe uma parte dessa história que quase ninguém fala. Bill Gates, Steve Jobs e Mark Zuckerberg realmente interromperam seus estudos. Mas antes disso, chegaram a lugares que exigiam inteligência, preparo, dedicação e uma trajetória completamente fora da curva.

O problema é quando alguém olha apenas para o resultado final e ignora todo o caminho que veio antes. Estudo não é só sobre diploma. É sobre desenvolver pensamento crítico, disciplina, repertório, maturidade e capacidade de construir possibilidades para o próprio futuro.

Nem todo mundo precisa seguir exatamente o mesmo caminho profissional. Mas romantizar a ideia de “não estudar” pode fazer muitos jovens desistirem antes mesmo de descobrirem o próprio potencial.

O sucesso não nasce da falta de preparo. Por trás de toda competência existe esforço, constância, dedicação e desenvolvimento. Porque talento sem direção dificilmente sustenta resultados a longo prazo. 💛

familia escola

Endereço

NeuroVitta – Centro De Especialidades Rua Santa Catarina, 2190, Edificio Iluminare Work, Sala 201
Sala
85884000

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