Por Amor a Mim

Por Amor a Mim Uma oportunidade de olhar para si, reconhecer-se e despertar a coragem necessária para construir seu campo de Amor e Nutrição.

Sou Naveena Karênia, Arteterapeuta, Terapeuta e Arquiteta Holística, responsável pelo movimento "Por Amor a Mim" que visa promover o desenvolvimento humano a partir da esfera do amor e da consciência.

29/04/2026

“Quando o prazer é proibido, o trabalho vira refúgio.”
— Audre Lorde

A culpa feminina não aparece como tristeza.
Ela aparece como movimento.

Quando sentir começa a doer, ela corre para o fazer.
Quando o corpo pede pausa, ela responde com produtividade.
Quando algo dentro quer se entregar… ela trabalha.

Não é escolha.
É condicionamento.
É o superego feminino dizendo:
“Melhor controlar do que sentir.”

E é assim que tantas mulheres confundem desempenho com segurança,
e chamam de “força” aquilo que, na verdade, é apenas medo ancestral travestido de competência.

Qual parte dessa reflexão atravessou você hoje?
Curta e deixe seu comentário e concorra ao livro "Da Dor ao Prazer"

Ao final da seriede reels sobre a culpa, faremos o sorteio. Quantos mais comentários você fizer, mais chances de ganhar!



“A psique feminina, quando ferida, retém energia vital e impede o movimento natural em direção ao outro.” — Erich Neuman...
27/04/2026

“A psique feminina, quando ferida, retém energia vital e impede o movimento natural em direção ao outro.” — Erich Neumann, discípulo de Jung

É a culpa no prazer que muitas vezes funciona como esse ferimento: ela aprisiona energia no corpo, impedindo que a mulher se entregue, receba, relaxe ou construa relações saudáveis.

Quando a mulher carrega culpa inconsciente, ela não se permite receber, viver prazerosamente, seu corpo trava. Ele denuncia a história emocional que ela aprendeu: não é seguro sentir, não é seguro receber, não é seguro ser vista.

Vamos cuidar dessa ferida?
Se você se identifica com o texto, deixa seu comentário.
Ao final, sortearemos o livro "Da Dor ao Prazer" entre as nossas seguidoras.
Quanto mais curtidas e comentários em nossos posts, mais chances você tem de ganhar!



27/04/2026

“O que não aceitamos em nós nos domina.”
— C. G. Jung

Se a mulher não reconhece a culpa inconsciente que carrega — seja do sistema familiar, da educação moral ou do olhar do outro — ela será dominada por ela nos relacionamentos: retração, medo de entrega, autossabotagem.

A culpa no prazer e nos vínculos aparece de forma muito precisa dentro da psicologia profunda, especialmente quando falamos do arquétipo feminino ferido, dos complexos maternos/paternos, e da formação do superego feminino, que costuma se estruturar a partir de proibições internalizadas.

A culpa inconsciente que a mulher herdou do seu sistema — especialmente sobre prazer e dependência afetiva — se manifesta como destino repetido: bloqueios na entrega, dificuldade em se relacionar e estabelecer vínculos profundos e confiáveis.

E você, sente essa dificuldade aparecendo em sua vida?
Conta aqui nos comentários e concorra a o livro:
"Da Dor Ao Prazer" 🌹 para transformar tua atual realidade.

Ao final da série de vídeos, sortearemos entre nossas seguidoras!
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❤️

Tenho visto mulheres sozinhas, morando sozinhas ou cercadas de pessoas das quais ela cuida, mas
22/04/2026

Tenho visto mulheres sozinhas, morando sozinhas ou cercadas de pessoas das quais ela cuida, mas

16/04/2026

Quando há ausência, distanciamento ou abstenção, o feminino aprende a sobreviver assim: culpando-se pelo que sente, calando-se para não provocar, encolhendo-se para receber amor.

Numa casa onde ninguém assumia responsabilidade emocional —
a menina torna-se adulta cedo demais.

E mais tarde isso vira padrão:

Vínculos onde você cuida, mas ninguém te segura;
Afetos onde você teme ser “demais”;
Relacionamentos onde você baixa o corpo para não perder ninguém.

Você chama de “culpa”,
mas é só o eco de uma infância emocionalmente abandonada.

E o preço é alto:
um feminino exausto, hiperresponsável, desconfiado,
que deseja conexão verdadeira…
mas aprendeu a sobreviver desconectado.

Não tem nada errado com você.
O que falta não é força — é cuidado emocional legítimo.

E quando você começa a tratar essa culpa na terapia,
algo inevitável acontece:

o corpo abre,
a alma respira,
o peito descontrai,
a intimidade floresce,
a libido volta.
E relações saudáveis podem então florescer.

Porque quando a mulher acolhe a menina ferida dentro dela,
a mulher inteira finalmente pode amar sem medo.

E você? Quanto da sua culpa ainda é só a criança que ninguém cuidou?
Deixe seu comentário e entrarei em contato com 03 perfis para entregar um presente terapêutico.


#ᴀᴜᴛᴏᴄᴏɴʜᴇᴄɪᴍᴇɴᴛᴏ

O amor chega até você…E você se apavora. Em algum momento, afeto virou perigo. A alma hesita porque o corpo se lembra:El...
14/04/2026

O amor chega até você…
E você se apavora.

Em algum momento, afeto virou perigo. A alma hesita porque o corpo se lembra:

Ele aprendeu que aproximação pode doer.
Que sorrisos podem esconder espinhos.
Que gentilezas podem vir acompanhadas de expectativas.

Jung escreveu:
“A alma sabe quando não está sendo tratada como merece.” E essa sabedoria se transforma em cautela.

Se você hesita diante do amor, é porque uma parte sua tenta garantir que, desta vez, seja diferente.

A hesitação não é fraqueza — é proteção.
E proteção também pode aprender a confiar.

Fez sentido para você?
Me conta aqui. Eu leio tudo e posso ir te ajudando a compreender-se mais e melhor, se você disser como se sente.


12/04/2026

A culpa que pesa em você não nasceu agora.
Ela nasceu numa casa onde ninguém assumia responsabilidade emocional —
e onde a menina que você foi precisou ser adulta cedo demais.

Quando o lar é ausente, o feminino aprende a sobreviver assim:
se culpando pelo que sente, se calando para não provocar, se encolhendo para merecer amor.

E na vida adulta isso vira padrão:

Vínculos onde você cuida, mas ninguém te segura;
Afetos onde você teme ser “demais”;
Relacionamentos onde você baixa o corpo para não perder ninguém.

Você chama de “culpa”,
mas é só o eco de uma infância emocionalmente abandonada.

E o preço é alto:
um feminino exausto, hiperresponsável, desconfiado,
que deseja conexão verdadeira…
mas aprendeu a sobreviver desconectado.

Não tem nada errado com você.
O que falta não é força — é cuidado emocional legítimo.

E quando você começa a tratar essa culpa na terapia,
algo inevitável acontece:

o corpo abre,
a alma respira,
o peito descontrai,
a intimidade floresce,
a libido volta.
E relações saudáveis podem então florescer.

Porque quando a mulher acolhe a menina ferida dentro dela,
a mulher inteira finalmente pode amar sem medo.

E você? Quanto da sua culpa ainda é só a criança que ninguém cuidou?
Deixe seu comentário e entrarei em contato com 03 perfis para entregar um presente terapêutico.


#ᴀᴜᴛᴏᴄᴏɴʜᴇᴄɪᴍᴇɴᴛᴏ

Às vezes o prazer te assusta. É, sei que pode parecer estranho, mas é mais comum você rejeitar do que se entregar ao pra...
11/04/2026

Às vezes o prazer te assusta.
É, sei que pode parecer estranho, mas é mais comum você rejeitar do que se entregar ao prazer...

Não porque você não o deseje, mas porque o seu corpo aprendeu a relacioná-lo ao perigo, ao excesso, à culpa.

Durante anos, você precisou silenciar o que pulsava para ser aceita, para não incomodar, para não ser julgada.

E o que é reprimido não desaparece — apenas se esconde.

É por isso que, quando algo começa a florescer em você, uma parte interna se encolhe, tenta te proteger do que um dia doeu.

Jung dizia que “nada que foi reprimido deixa de influenciar a vida” — ele apenas retorna por caminhos mais sutis, muitas vezes pelo corpo.

Se o prazer te contrai antes de te expandir, isso não é defeito.
É memória.

E tudo que foi aprendido pode ser refeito — com presença, corpo e cuidado.

Confiar não é simples para quem aprendeu cedo que abrir o peito pode causar dor.Quando você tenta se entregar e encontra...
07/04/2026

Confiar não é simples para quem aprendeu cedo que abrir o peito pode causar dor.

Quando você tenta se entregar e encontra frieza, ausência ou banalização, o corpo registra.

Ele aprende a proteger antes de sentir, a recuar antes de confiar, a endurecer antes de se expor.

O medo não nasceu do nada — ele nasceu de histórias onde você ofereceu o coração e não houve mãos para segurá-lo.

Jung dizia que “o corpo guarda aquilo que a mente tenta evitar”, e a desconfiança que aparece hoje é exatamente isso: um reflexo emocional criado para impedir que você caia, de novo, onde um dia caiu sozinha.

Não é falta de amor.
É memória.
E memória pode ser reescrita — quando você encontra, pela primeira vez, um chão que não desaba.

❤️

Existe uma parte sua que anseia por entregar-se... — e outra que, no instante seguinte, se fecha como defesa.Isso aconte...
04/04/2026

Existe uma parte sua que anseia por entregar-se...
— e outra que, no instante seguinte, se fecha como defesa.

Isso acontece porque você conheceu o abandono antes do acolhimento, e o corpo nunca esquece sua primeira queda.

A entrega, então, deixa de ser simples. Ela vira risco:

Vira território instável.
Vira o lugar onde você teme perder a si mesma de novo.

Jung dizia: “Onde o medo existe, existe também um desejo profundo.”

O medo de confiar só aparece quando existe algo dentro de você implorando para finalmente descansar.

Se o peito segurou o impulso, foi para te proteger. Agora, ele só precisa aprender que existe segurança onde antes só havia ameaça.

Aqui, a entrega será um reaprendizado. 🧡

Você não está “tensa demais”.Você está "treinada" demais.Treinada a prever conflitosA interpretar silênciosA se ajustar,...
03/04/2026

Você não está “tensa demais”.
Você está "treinada" demais.

Treinada a prever conflitos
A interpretar silêncios
A se ajustar, se calar para não causar problemas…

Tudo isso antes mesmo de entender o peso do que estava fazendo.
O corpo cresceu acreditando:

Que relaxar era perigoso.
Que baixar a guarda era abrir espaço para o golpe.
Que descanso é luxo — não direito.

Jung dizia: “O corpo expressa aquilo que a mente tenta esquecer.”

E o seu corpo expressa décadas de vigilância emocional.
Esse alerta constante não nasceu de você. Ele nasceu das circunstâncias.

E agora você pode ensinar ao corpo outro caminho: o da presença, da suavidade, do chão seguro onde a respiração finalmente desce.

"A VIDA TEM A COR QUE VOCÊ PINTA."Conheça suas cores, entenda suas emoções. Descubra o que ninguém pode descobrir por vo...
07/01/2026

"A VIDA TEM A COR QUE VOCÊ PINTA."

Conheça suas cores, entenda suas emoções. Descubra o que ninguém pode descobrir por você:

Sua força maior, onde mora na sua criatividade:
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