Doutor Luiz Henrique Rodrigues

Doutor Luiz Henrique Rodrigues Ortopedista - Quadril. CRM: 116403 | RQE: 29512

25/06/2026

Dona Ge tem 82 anos.

E quando o assunto é prótese de quadril nessa idade, a reação de muita gente é quase sempre a mesma: “será que vale a pena? Será que pode?”

A verdade é que idade, sozinha, não decide cirurgia. Ela entra na conta, claro. Mas o que pesa mesmo é outra coisa: como está a saúde clínica do paciente, o quanto aquela articulação já comprometeu a vida dele, e qual função a gente precisa devolver.

No caso da dona Ge, a dor já tinha tirado coisas simples. Caminhar, dormir, ter autonomia no dia a dia.

A cirurgia veio depois de avaliação, preparo e indicação clara. Cirurgia segura começa muito antes do centro cirúrgico.

E a recuperação não terminou na alta.
Ela segue na fisioterapia, na Ortohub, e é aí que mora boa parte do resultado: reabilitação não é o que vem depois da prótese. É parte da prótese. É o que reconstrói marcha, força, equilíbrio e, principalmente, a confiança de voltar a se movimentar sem medo.

Prótese de quadril, quando bem indicada, não é o fim da linha. Para muita gente, é o começo de uma fase com mais mobilidade.

Se a dor no quadril já limita a rotina de alguém que você ama, procure avaliação com um ortopedista com ênfase em quadril para entender a origem do problema.

Dr. Luiz Henrique Rodrigues
Cirurgião de Quadril
CRM-SP: 116.403 | RQE: 29512

Doutor, esse procedimento regenerativo vai curar minha artrose? Essa é, talvez, a pergunta que eu mais escuto. E ela mer...
23/06/2026

Doutor, esse procedimento regenerativo vai curar minha artrose?

Essa é, talvez, a pergunta que eu mais escuto. E ela merece uma resposta honesta, porque tem muita gente pagando caro por esperança.

Ácido hialurônico, hidrogel, PRP. Esses tratamentos têm valor, e eu uso quando fazem sentido. Eles melhoram o ambiente dentro da articulação, podem aliviar a dor e, em alguns casos, adiar uma cirurgia.

Mas existe uma linha que eu não cruzo: prometer que eles regeneram a cartilagem de um quadril já desgastado.

Não regeneram.
Eu costumo fazer uma analogia que eles são adubo, não semente. Adubam a terra, melhoram a condição, mas não plantam de volta o que já se perdeu.

Quando a artrose é inicial e a dor ainda responde, esse adubo ajuda de verdade, e pode te dar anos.

Quando o quadril já está osso com osso, adubar uma terra sem semente é só adiar a decisão certa e esvaziar o seu bolso. Aí o que devolve qualidade de vida é a prótese, bem indicada.

Nenhum tratamento é vilão. O erro é vender alívio como cura.

Se te ofereceram um “regenerativo” e você quer entender se ele faz sentido para o seu caso, vale uma consulta que olhe a origem antes da injeção.

22/06/2026

Tem mulher que convive há anos com uma dor na região pélvica e já passou por muitos médicos sem sair do lugar.

Quando essa dor não fecha um diagnóstico claro, o quadro costuma virar outra coisa. Ansiedade. Estresse. Fibromialgia. “Provavelmente é emocional.”

E aí ela passa a carregar duas coisas: a dor e a sensação de que ninguém entendeu o que ela sente.

Só que boa parte dessas dores não nasce dentro da pelve. Nasce no quadril.
A articulação, os tendões em volta e os nervos dessa região conseguem produzir uma dor que se espalha pela virilha e pela bacia, e que se confunde facilmente com causa ginecológica.

O problema quase nunca é a paciente. É o caminho da investigação.
Sem as perguntas certas, sem um exame físico detalhado e sem imagem lida com critério, a origem passa batido.

Por isso esse tipo de dor costuma precisar de mais de um olhar trabalhando junto: fisioterapeuta pélvico, fisioterapeuta ortopédico, um ginecologista que entenda do assunto, o médico de quadril e, quando faz sentido, o fisiatra.

Quando o quadril entra nessa conta, muita coisa que parecia sem solução começa a ter nome.

E ter um nome é o que separa tratar sintoma de tratar a causa. É o que devolve a chance de viver bem novamente.

Se você convive com uma dor pélvica que nunca foi explicada por completo, vale entender a origem antes de aceitar que “é só emocional”.

Agende uma consulta através do link na bio.

Você é novo demais para operar.” Eu escuto essa frase de pacientes na faixa dos 40, às vezes 30 e poucos, que já não con...
19/06/2026

Você é novo demais para operar.” Eu escuto essa frase de pacientes na faixa dos 40, às vezes 30 e poucos, que já não conseguem dormir, agachar ou brincar no chão com o filho. E ela carrega uma armadilha.

Idade, sozinha, nunca foi critério, nem para negar, nem para apressar uma cirurgia. Ser jovem é, sim, um motivo forte para esgotar tudo antes: fortalecimento, controle de carga, e quando cabe, a artroscopia para preservar a articulação. Eu levo isso a sério. Mas existe o outro lado.

Quando a dor não cede mais a nada, mandar uma pessoa de 40 anos “esperar f**ar mais velha” é condená-la a perder justamente os anos em que ela mais queria viver.

E o medo que sustenta esse “espera” envelheceu. Um estudo de grande escala publicado no The Lancet em fevereiro de 2026, com cerca de 1,9 milhão de procedimentos, mostrou a prótese de quadril com mais de 90% de sobrevivência depois de 20 anos. Durabilidade deixou de ser o argumento para adiar.

A decisão certa não olha a sua certidão de nascimento. Olha a sua dor, a sua função e o que já foi tentado. Nem toda dor precisa de cirurgia. Mas nenhuma idade, sozinha, deveria te deixar refém dela.

Se te disseram que você é novo demais e a dor continua mandando na sua rotina, agende uma consulta através do link na bio.

18/06/2026

A dor chega quando você senta. E alivia quando você levanta e anda um pouco.

Tem gente que já não passa de vinte, trinta minutos numa cadeira. A dor aparece no trânsito, no avião, numa reunião que se estende. Some quando a pessoa f**a de pé.

A leitura mais comum é jogar tudo na coluna. Hérnia, ciático, “é só postura”. Às vezes é mesmo. Mas dor que piora justamente no ato de sentar costuma vir de um lugar que pouca gente investiga: a região profunda do glúteo.

Ali passam estruturas que ninguém lembra quando o assunto é dor pra sentar. O piriforme. A origem dos isquiotibiais, fixada bem no osso em que a gente apoia o peso. O tendão do glúteo máximo. O próprio cóccix. Qualquer um deles pode irritar ou comprimir o nervo ciático naquela região, e o corpo entende isso como dor de sentar.

E tem um detalhe que muda a decisão: tempo. Quanto mais a pessoa vai empurrando, mais esse nervo segue comprimido naquele espaço, e mais trabalhoso f**a devolver conforto depois. Dor de sentar não é coisa pra ir levando.

Você sente, ou conhece alguém que sente dor nessa região quando f**a sentado? Conta aqui embaixo.

E se isso já mexe com o seu dia, dirigir, viajar, trabalhar sentado, agende uma consulta através do link na bio.

Tem uma dor que rouba o sono e quase ninguém leva a sério: a dor na lateral do quadril que aparece quando você deita de ...
16/06/2026

Tem uma dor que rouba o sono e quase ninguém leva a sério: a dor na lateral do quadril que aparece quando você deita de lado.

A pessoa troca de lado, coloca travesseiro entre as pernas, e ainda assim acorda às 3 da manhã.

Quase sempre ela ouviu “é bursite, repousa e toma anti-inflamatório”. Acontece que, na maior parte dos casos, o problema não é só uma inflamação.

É o tendão do glúteo, sobrecarregado, perto de onde ele se prende no osso. E aí o repouso total não resolve, pode até mesmo piorar, porque o tendão enfraquece.

O que costuma virar o jogo é um trabalho de fortalecimento bem orientado, com a carga certa, depois de entender a origem.

Não é sobre tomar mais remédio. É sobre tratar a estrutura certa. Se você dorme mal por causa disso, agende sua consulta através do link na bio.

Tem um tipo de dor na virilha que a grande maioria das pessoas aprende a conviver. A pessoa corre, joga bola, treina, se...
10/06/2026

Tem um tipo de dor na virilha que a grande maioria das pessoas aprende a conviver. A pessoa corre, joga bola, treina, sente a fisgada, e vai empurrando.

Trata como estiramento, faz um gelo, dá uma parada, e por um tempo melhora.
O problema é quando ela volta sempre no mesmo lugar.

Quando isso acontece, vale considerar uma possibilidade que costuma passar despercebida: a dor pode não estar ali.

Pode estar vindo de dentro do quadril, que sobrecarrega a virilha e faz o músculo pagar a conta.

Não é regra. É um sinal de que aquela dor merece ser investigada com mais cuidado, e não só tratada por fora.

Se você vive empurrando esse incômodo, procure uma avaliação de quadril que entenda de onde a dor está vindo.

08/06/2026

Receber a indicação de uma cirurgia aberta de quadril, com corte grande e recuperação longa, costuma soar como a única resposta possível.

Nem sempre é.

Em casos bem definidos de impacto femoroacetabular e lesão labral, a artroscopia trata a articulação por dentro, com pequenas incisões, preservando estrutura.

Não serve para todo caso, mas ampliou o que é possível oferecer a quem antes só tinha a via aberta como opção.

Uma segunda opinião não existe para contrariar quem indicou. Existe para confirmar a origem da dor e verif**ar se aquele quadril precisa mesmo do procedimento maior, ou se há um caminho mais preservador para o mesmo problema.

É isso que é o meu objetivo: entender de onde vem a dor antes de decidir o tamanho do tratamento.

Se a indicação de uma cirurgia de quadril ainda gera dúvida, vale buscar avaliação com um especialista para entender a origem antes de decidir.

06/06/2026

Dor no quadril para deitar de lado. Pode ser uma tendinite de glúteo ou bursite trocanterica. Se você sente essa dor, procure ajuda de um ortopedista da Sociedade Brasileira de Quadril. Dr Luiz Henrique S. Rodrigues CRM 116403 RQE 29512

05/06/2026

A Ana Luiza chegou aqui há três anos sem conseguir andar direito.

A dor estava nos dois quadris, e cada passo virava cálculo: onde pisar, quanto apoiar, o que deixar de fazer.

Investigamos a origem antes de qualquer decisão. Os dois lados tinham indicação. Fiz uma artroscopia em cada quadril, cada uma no seu tempo, com preparo e reabilitação entre elas.

Hoje a Ana voltou. E trouxe um presente: A Imitação de Cristo, com uma dedicatória que vou guardar.

Casos assim lembram que o resultado não termina na cirurgia. Ele aparece quando a pessoa volta a viver sem medir cada passo.

Se a dor no quadril já está limitando a sua rotina, procure entender a origem antes de aceitar conviver com ela.

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