25/06/2026
Dona Ge tem 82 anos.
E quando o assunto é prótese de quadril nessa idade, a reação de muita gente é quase sempre a mesma: “será que vale a pena? Será que pode?”
A verdade é que idade, sozinha, não decide cirurgia. Ela entra na conta, claro. Mas o que pesa mesmo é outra coisa: como está a saúde clínica do paciente, o quanto aquela articulação já comprometeu a vida dele, e qual função a gente precisa devolver.
No caso da dona Ge, a dor já tinha tirado coisas simples. Caminhar, dormir, ter autonomia no dia a dia.
A cirurgia veio depois de avaliação, preparo e indicação clara. Cirurgia segura começa muito antes do centro cirúrgico.
E a recuperação não terminou na alta.
Ela segue na fisioterapia, na Ortohub, e é aí que mora boa parte do resultado: reabilitação não é o que vem depois da prótese. É parte da prótese. É o que reconstrói marcha, força, equilíbrio e, principalmente, a confiança de voltar a se movimentar sem medo.
Prótese de quadril, quando bem indicada, não é o fim da linha. Para muita gente, é o começo de uma fase com mais mobilidade.
Se a dor no quadril já limita a rotina de alguém que você ama, procure avaliação com um ortopedista com ênfase em quadril para entender a origem do problema.
Dr. Luiz Henrique Rodrigues
Cirurgião de Quadril
CRM-SP: 116.403 | RQE: 29512