13/05/2026
🙋♀️A saúde da mulher é um tema que costuma estar direcionado à prevenção de doenças ginecológicas, mas especialistas da Rede HU Brasil também alertam para outro tipo de problema: as doenças cardiovasculares. Esse assunto é destaque neste 14 de maio, Dia Nacional das Doenças Cardiovasculares na Mulher, criado em 2022 para conscientizar sobre os riscos e a importância da prevenção.
🫀Conforme destaca a cardiologista Jamila Xavier, chefe da Divisão Médica do Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), as doenças cardiovasculares representam 30% dos óbitos entre mulheres, “superando, inclusive, as mortes por todos os tipos de cânceres ginecológico e de mamas combinados”, alerta.
🗣️Segundo a especialista, acidente vascular cerebral (AVC) e infarto são os principais problemas fatais. “Além da menopausa, do envelhecimento e da maior expectativa de vida nas mulheres, fatores de risco importantes como hipertensão arterial, diabetes mellitus, sedentarismo e obesidade também são mais comuns no s**o feminino e contribuem diretamente para este cenário desfavorável”, detalha.
🤰Gravidez exige atenção cardiovascular
A gravidez é um período que exige atenção redobrada às condições cardiovasculares. Durante a gestação, podem surgir síndromes hipertensivas, como pré-eclâmpsia e eclâmpsia, que aumentam os riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. “Em geral, as complicações cardiovasculares graves acometem cerca de 1 a 4% das gestações e costumam ser preveníveis com o acompanhamento adequado”, explica a cardiologista Cláudia Guarino, do Hospital Universitário da Universidade Federal do Piauí (HU-UFPI).
👉Nos casos em que a paciente já possui algum problema cardíaco, o cuidado precisa ser ainda mais integrado entre as especialidades médicas. “Quando a gestante é portadora de alguma cardiopatia, o acompanhamento cardiológico e obstétrico deve ser realizado como a rotina de um pré-natal de alto risco, com consultas mensais que podem se tornar semanais de acordo com a evolução da gestação”, destaca a especialista.
📍Leia a matéria completa no site do HU-UFPI no link da bio.