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Talvez o seu medo não seja do preenchimento labial. Seja de deixar de reconhecer os seus próprios lábios.Uma das insegur...
28/08/2026

Talvez o seu medo não seja do preenchimento labial. Seja de deixar de reconhecer os seus próprios lábios.

Uma das inseguranças que mais aparece quando alguém pensa em preencher os lábios é justamente esta: “E se ficar artificial?”. E eu entendo. Quando vemos resultados exagerados, é fácil imaginar que preenchimento labial necessariamente significa muito volume ou mudança excessiva.

Mas existe uma diferença enorme entre simplesmente colocar produto nos lábios e planejar um preenchimento para aquela pessoa.

O resultado não depende apenas da quantidade utilizada. Antes de qualquer aplicação, existem decisões importantes: o que realmente incomoda essa paciente? Ela deseja mais definição, projeção, volume, melhorar alguma assimetria ou apenas valorizar discretamente o desenho que já possui? Sem compreender isso, o procedimento corre o risco de atender a uma técnica — e não à pessoa.

É por isso que eu penso primeiro no plano de aplicação. Avalio anatomia, proporção, características dos lábios e o resultado que aquela paciente deseja. A partir daí, técnica, quantidade, pontos de aplicação e escolha do produto precisam conversar entre si. Produtos diferentes possuem características diferentes, e essa escolha também interfere no tipo de resultado que eu pretendo construir.

Para mim, um bom preenchimento labial não é aquele em que o produto chama atenção. É aquele em que você percebe lábios mais bonitos, equilibrados e coerentes com o rosto — preservando identidade e expressão. E esse resultado começa muito antes da seringa: começa na avaliação e nas escolhas que vêm antes dela.

Se o medo de ficar artificial já fez você desistir de preencher os lábios, me conta nos comentários: NATURALIDADE.

27/08/2026

Acertei ou não? 😅
Marca sua amiga que é exatamente assim !



Dra. Simone Valádares💎
CRO-PI 2073

26/08/2026

Talvez essa seja uma das coisas mais difíceis para eu responder quando me perguntam sobre o meu trabalho.

Quando alguém me pergunta qual é exatamente o meu público, eu sei que, profissionalmente, existem nichos, especialidades e áreas nas quais minha atuação é mais concentrada. Mas a verdade é que eu nunca consegui olhar para quem entra no meu consultório apenas dessa maneira. Porque, antes de qualquer procedimento ou tratamento, eu encontro pessoas — e cada uma chega vivendo um momento completamente diferente.

E talvez seja justamente isso que faça eu gostar tanto do que faço: eu gosto de tratar pessoas, não personagens previamente definidos.

Ao longo da rotina clínica, aparecem mulheres que estão recomeçando a vida depois de um divórcio e decidiram voltar a investir nelas mesmas. Outras já passaram dos 60, cuidaram durante tantos anos da família e agora começam, talvez pela primeira vez, a reservar esse cuidado para si. Existem homens que chegam um pouco mais contidos, sem necessariamente dizer “quero ficar mais bonito”, mas querendo se olhar e perceber uma aparência mais cuidada. E existem crianças e adolescentes que chegam pelas mãos dos pais para cuidar do sorriso, assim como pessoas mais velhas que continuam querendo sorrir, se cuidar e se reconhecer bem no espelho.

E é aí que está uma parte muito bonita da minha profissão: a mesma palavra — “cuidado” — pode significar coisas completamente diferentes para cada pessoa. Por isso eu não acredito em conduções padronizadas. Eu preciso entender quem está na minha frente, o que aquela pessoa está buscando, o momento que ela está vivendo e o que realmente faz sentido tratar.

Talvez seja por isso que, para mim, uma boa consulta nunca começa pelo procedimento. Ela começa pela conversa. Pela escuta. Pela avaliação. E só depois pela decisão do que vale — ou não vale — fazer.

Agora me conta: em que fase da sua vida você percebeu que também precisava se colocar na sua própria lista?

25/08/2026

O problema não é fazer Botox. É tratar uma testa como se todas as testas fossem iguais.

Essa paciente chegou querendo tratar as linhas da testa com toxina botulínica. À primeira vista, parece simples: existem marcas, reduzimos a contração muscular e pronto. Mas é justamente nesse “e pronto” que mora uma parte importante do resultado.

Botox não pode ser um copia e cola. A mesma queixa pode exigir estratégias completamente diferentes quando a anatomia e as características daquela face mudam.

Nesse caso, havia um grau de flacidez que precisava entrar na decisão. Ignorar essa característica e pensar apenas nas linhas poderia significar tratar o que aparece sem considerar o efeito daquela escolha no conjunto do olhar e da expressão.

É por isso que, antes de definir onde aplicar, eu observo muito mais do que a ruga. Avalio a dinâmica muscular, a posição das estruturas e aquilo que aquela musculatura está fazendo por aquela face. Só então escolho os pontos e a estratégia que fazem sentido para aquela pessoa.

É essa avaliação que transforma a toxina botulínica de uma simples aplicação em um tratamento verdadeiramente individualizado. O objetivo não é reproduzir um mapa de pontos, mas preservar equilíbrio, expressão e coerência com aquela face.

Se você também acredita que Botox deve respeitar as características de cada rosto, escreva INDIVIDUALIDADE nos comentários.

25/08/2026

Existe um sinal do passar do tempo que quase ninguém procura no espelho.🪞🕜

Quando pensamos nas mudanças que acontecem no rosto, nosso olhar costuma ir diretamente para a pele: uma linha que ficou mais marcada, alguma perda de firmeza, uma mudança no contorno. Mas o rosto não envelhece em partes isoladas. Até a forma como os lábios se relacionam com os dentes muda ao longo dos anos.

O sorriso também participa da percepção de envelhecimento facial. E não estou falando apenas da cor ou do formato dos dentes.

Ao longo da vida, mudanças nos tecidos periorais alteram a exposição dentária. De maneira geral, existe uma tendência de mostrarmos menos os dentes superiores e mais os inferiores em repouso conforme envelhecemos. É uma mudança discreta, mas que ajuda a explicar por que, algumas vezes, a pessoa percebe que sua expressão está diferente sem conseguir identificar exatamente o motivo.

Existe uma forma simples de começar a observar isso: não se analise apenas naquela fotografia em que você prepara o sorriso. Grave alguns segundos falando naturalmente e observe a relação entre lábios e dentes. Quanto dos dentes superiores aparece? E dos inferiores? Essa pequena análise não serve para você se diagnosticar, mas para entender uma coisa importante: estética facial não termina na pele, assim como estética do sorriso não termina nos dentes.

Talvez seja justamente essa integração entre Ortodontia e Harmonização Orofacial que torne minha forma de avaliar tão cuidadosa. Eu consigo olhar para dentes, sorriso, lábios e face como estruturas que conversam entre si — antes de decidir se existe algo que realmente vale a pena tratar.

Faça esse teste hoje e depois me conte: você já tinha reparado nisso? Comente SORRISO.

Você pode estar cuidando da pele e, ao mesmo tempo, repetindo todos os dias pequenos hábitos que deixam algumas marcas m...
24/08/2026

Você pode estar cuidando da pele e, ao mesmo tempo, repetindo todos os dias pequenos hábitos que deixam algumas marcas mais evidentes.

E não estou falando apenas de esquecer o protetor solar ou dormir pouco. Às vezes, são gestos tão automáticos que nem percebemos: a maneira como dormimos, como usamos o celular, como movimentamos repetidamente os lábios e até determinadas expressões que fazemos ao longo do dia.

Nenhum desses hábitos, isoladamente, explica o envelhecimento do rosto. Mas repetição, movimento e pressão mecânica também fazem parte da história.

O envelhecimento facial é muito mais complexo e envolve pele, gordura, músculos, ligamentos e estrutura óssea. Por isso, seria simplista dizer que um canudinho ou uma noite dormindo de lado “envelhecem” alguém. A questão interessante é outra: quando determinados movimentos e posições se repetem por anos, eles podem contribuir para que algumas linhas e dobras fiquem mais perceptíveis.

E aqui entra uma dica que eu considero muito mais útil do que tentar viver policiando cada expressão: observe os seus padrões. Você passa horas olhando para o celular com o pescoço flexionado? Vive contraindo a mesma região do rosto? Usa canudo durante boa parte do dia? Pequenos ajustes de hábito fazem mais sentido quando vêm de consciência — não de paranoia. O uso do celular, por exemplo, realmente modifica a postura de cabeça e pescoço durante o uso, embora isso não permita afirmar, sozinho, que ele seja causa direta de “papada”.

É também por isso que, quando eu penso em gerenciamento do envelhecimento, eu não começo procurando apenas qual procedimento fazer. Eu gosto de entender o conjunto: anatomia, movimento, hábitos e aquilo que realmente está interferindo na aparência daquela pessoa.

Agora quero saber qual deles te pegou de surpresa: passe o carrossel até o final e me conte nos comentários qual hábito você faz sem perceber.

Domingo🩷
23/08/2026

Domingo🩷

21/08/2026

Entender é mais benéfico do que polemizar.💎

21/08/2026

Se vocês já viram, pra mim será inédito!

A gente não costuma parar para entender a diferença diante de tantas coisas, sentimentos e fatos que vivenciamos.

Mas vale ficar mais atento! 💎

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