Dra. ingrid Ardisson

Dra. ingrid Ardisson Clínica Médica - HSCMV | Geriatra - HSCMV CRM 17392 - ES
Ajudando você a envelhecer com saúde ❤️

11/06/2026

Esquecer faz parte da vida.
Mas nem todo esquecimento é igual.

Esquecer onde deixou a chave ou demorar um pouco mais para lembrar um nome pode acontecer e nem sempre significa um problema.

O sinal de alerta aparece quando o esquecimento começa a comprometer a rotina, a autonomia e a segurança.

Repetir as mesmas perguntas, se perder em lugares conhecidos, esquecer compromissos importantes ou ter dificuldade para realizar tarefas habituais merece investigação.

O mais importante não é apenas esquecer.
É entender o impacto desse esquecimento no dia a dia.

Diagnóstico precoce também é cuidado.

Dra. Ingrid Ardisson
Geriatra
CRM 17392 | RQE 15189

08/06/2026

Proteger o cérebro não começa quando a memória falha.

Começa no sono bem cuidado, na atividade física regular, na alimentação equilibrada, no controle das doenças crônicas e na forma como você constrói sua rotina ao longo dos anos.

O cérebro responde ao estilo de vida.

Esperar sinais mais evidentes para começar a cuidar costuma significar chegar tarde.

Prevenção é preservar autonomia, identidade e qualidade de vida antes que a perda aconteça.

Envelhecer com saúde também passa pela forma como você protege sua mente hoje.

Dra. Ingrid Ardisson
Geriatra
CRM 17392 | RQE 15189

04/06/2026

Quando o assunto é saúde cerebral, esperar os sintomas aparecerem não é a melhor estratégia.

Memória, atenção, raciocínio e autonomia são construídos e preservados ao longo da vida.

Sono ruim, sedentarismo, isolamento social, alimentação desorganizada e doenças mal controladas impactam diretamente o funcionamento do cérebro.

Cuidar da saúde cerebral não começa quando surgem esquecimentos importantes.
Começa muito antes, nas escolhas diárias.

Prevenção também é sobre proteger quem você é, sua história e sua independência.

Dra. Ingrid Ardisson
Geriatra
CRM 17392 | RQE 15189

O envelhecimento é inevitável.A perda de autonomia, muitas vezes, não.O que depende de você hoje?Proteger seu sono.Contr...
02/06/2026

O envelhecimento é inevitável.

A perda de autonomia, muitas vezes, não.

O que depende de você hoje?

Proteger seu sono.

Controlar sua saúde clínica.

Manter vínculos.

Reduzir estresse.

Manter propósito.

Autonomia não se constrói na urgência.

Ela é resultado de decisões repetidas.

A mulher que você será aos 80 está sendo moldada agora.

Não por acaso.

Por estratégia.

Dra. Ingrid Ardisson | Geriatra

CRM ES17392 | RQE 15189

29/05/2026

Proteger a memória não depende de um único fator.

Existem pilares que fazem diferença real na saúde do cérebro ao longo da vida.

Sono de qualidade, atividade física regular e estímulo cognitivo constante estão entre os principais.

Dormir bem ajuda na consolidação da memória.
O exercício melhora circulação, preserva função e reduz riscos.
E manter o cérebro ativo com leitura, conversas, aprendizado e convivência fortalece conexões importantes.

Cuidar da memória começa muito antes de perceber qualquer esquecimento.

Prevenção também é construção diária.

Dra. Ingrid Ardisson
Geriatra
CRM 17392 | RQE 15189

Envelhecer faz parte da vida.O que realmente assusta não é o passar dos anos.É perder autonomia.Perder clareza.Perder a ...
20/05/2026

Envelhecer faz parte da vida.

O que realmente assusta não é o passar dos anos.

É perder autonomia.

Perder clareza.

Perder a capacidade de decidir.

Perder a própria identidade.

É não reconhecer mais a própria rotina.

É depender para coisas que antes eram simples.

É sentir que a própria história começa a se apagar.

Quando falamos de prevenção cognitiva, não estamos falando apenas de memória.

Estamos falando de preservar quem você é.

Sua forma de pensar.

De escolher.

De conduzir sua vida.

Autonomia é mais do que independência física.

É identidade preservada.

E isso começa muito antes do envelhecimento avançado.

Dra. Ingrid Ardisson | Geriatra

CRM ES17392 | RQE 15189

19/05/2026

Demência não é envelhecimento normal.

Esquecer compromissos pontuais ou precisar de mais tempo para lembrar algo pode acontecer com o passar dos anos.

Mas quando há perda de autonomia, repetição frequente, confusão, mudanças de comportamento ou dificuldade para realizar tarefas do dia a dia, isso precisa de atenção.

Naturalizar esses sinais atrasa diagnóstico, tratamento e cuidado.

Envelhecer não significa perder identidade, memória ou independência como regra.

Quanto mais cedo a avaliação, maiores as possibilidades de cuidado e qualidade de vida.

Dra. Ingrid Ardisson
Geriatra
CRM 17392 | RQE 15189

A perda de autonomia não depende apenas da idade.Ela é acelerada por fatores silenciosos.Sono cronicamente ruim.Sedentar...
18/05/2026

A perda de autonomia não depende apenas da idade.

Ela é acelerada por fatores silenciosos.

Sono cronicamente ruim.

Sedentarismo.

Isolamento social.

Doenças descontroladas.

Estresse constante.

O cérebro responde ao acúmulo.

Mas também responde ao cuidado.

Estratégia hoje reduz impacto amanhã.

Autonomia é construída ou desgastada

todos os dias.

Dra. Ingrid Ardisson | Geriatra

CRM ES17392 | RQE 15189

Autonomia não é apenas conseguir fazer algo sozinho.É poder decidir.Escolher.Organizar o próprio dia.Manter sua identida...
13/05/2026

Autonomia não é apenas conseguir fazer algo sozinho.

É poder decidir.

Escolher.

Organizar o próprio dia.

Manter sua identidade.

Quando falamos em saúde cognitiva, não estamos falando apenas de memória.

Estamos falando de dignidade.

De não depender para cada pequena decisão.

De manter clareza suficiente para expressar desejos.

De sustentar independência física e mental pelo maior tempo possível.

Envelhecer é inevitável.

Perder dignidade não deveria ser.

Autonomia se constrói ao longo dos anos

com cuidado, acompanhamento e escolhas conscientes.

Cuidar da memória é, acima de tudo, preservar quem você é.

Dra. Ingrid Ardisson | Geriatra

CRM ES17392 | RQE 15189

11/05/2026

Isolamento social também impacta a memória.

O cérebro precisa de estímulo, troca, conversa, rotina e conexão.

Quando o idoso se afasta do convívio social, há maior risco de tristeza, apatia, perda de interesse e até aceleração do declínio cognitivo.

Manter vínculos não é apenas uma questão emocional.
É uma estratégia de cuidado com a saúde cerebral.

Participar de encontros, conversar, sair de casa, manter relações e sentir-se pertencente faz parte da prevenção.

Cuidar da memória também passa pela forma como se vive.

Dra. Ingrid Ardisson
Geriatra
CRM ES17392 | RQE 15189

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