Conversas de Luz

Conversas de Luz Envio de reiki, meditações para conversar com guias, anjos e entes queridos. Terapia
Mesa radionica

Na Cruz do DesesperoQue a calma do Universo guie a tua escrita, pois essa é a ferramenta que Deus te deu. A primeira fer...
03/09/2026

Na Cruz do Desespero

Que a calma do Universo guie a tua escrita, pois essa é a ferramenta que Deus te deu. A primeira ferramenta, de muitas outras que já desenvolveste.

Então não te desesperes com a ambígua luta interior dos que ainda não entenderam o caminho a fazer.
O mundo está cheio de boas bocas, mas poucas ações, levando pessoas a se confundirem e a f**arem atordoadas com o deslumbre momentâneo do breve acordar.
Mas tudo o que é breve rapidamente adormece.

É necessário calma, fé e coragem.
Não são à toa as escolhas do Universo. Cada uma é uma peça devidamente colocada e outras retiradas.
Não carregues a cruz do desespero, pois ela não te pertence, feita de ações que buscam carregar-te para justif**ar palavras que sabem que em nada são verdade.
Basta olhares nos olhos de quem em ti confia, mesmo não falando.

Esse pequeno ser de quatro patas sabe a tua força e a entrega, pois a ti ela confiou a sua própria vida e isso é algo que é muito louvável.
Pode ser a menina do Miguel, mas em ti que ela confia a vida dela.
Repara quem é que ela procura quando sente medo, a quem é que ela pede comida, a quem é que ela guarda quando sente algo no ar.
Minha mãe, és mais forte do que pensas e, sem dares conta, o que escreves já salvou até vidas.

Tu não tens noção da força das tuas palavras e eu só agora as compreendo.
Não carregues essa cruz, pois nem Jesus deixou que a cruz decidisse o seu destino.
E para de chorar, senão não consegues escrever.
Escuta o que te digo.
Não carregues essa cruz. Pousa-a e deixa que o tempo tudo cuida.
Foram apenas palavras. Eu sei que te feriram muito, mas tudo passa.
Não é essa a lição da Sagrada Mãe?
Tudo passa.

Então isso também vai passar.
Vê se paras de encher o meu boneco com lágrimas.
Ele é um capitão do espaço e não um lenço de papel.
Não, mãe. Não perdeste nada. Apenas seguiste para o próximo degrau.
As tuas palavras, mesmo às vezes um pouco duras, são a pedra que incomoda, mas faz a obra avançar.

E incomoda, sim, mãe, exatamente por ser base forte onde muitos não conseguem estar.
Pensam que ser base é fácil.
Experimentem carregar com tantas dores que a humanidade despeja em alguém que não pediu para ser como é, mas que o aceita em nome do amor ao próximo.
Experimentem acordar com o corpo marcado e até ferido pelas energias das missões que todas as noites efetua para ajudar a manter a harmonia e impedir que muitos de vocês sofram.

Não querem, pois não?
Mas querem brilhar.
Querem ser a força que impulsiona, mas não querem as marcas nem as perdas.
Acham que a minha mãe queria ser como é e ter tido o seu acordar com a minha morte física?
Ninguém deseja tal acontecimento.
Mas todos vocês acham que é tudo simples e que num instante a ligação é feita e a resposta chega como uma pena soprada pelo vento.

As mães choram as mesmas lágrimas que a mãe de Jesus chorou.
Lágrimas de sangue que ninguém vê e só elas sentem.
Esse é o acordar mais doloroso de todos.
Mas na cruz do desespero alheio ninguém morre. E tu, mãe, também não vais morrer.
O mundo pode ser injusto, mas Jesus não o é e nenhuma mãe chorará eternamente.
Eu sempre te amei, mesmo não o sabendo demonstrar.

Mas agora eu sei como tu me amas, acima da tua própria carne.
E tal como esse pequenino ser de quatro patinhas que não fala, mas demonstra tanto amor, dormindo abraçada a ti, podes ter a certeza que nós também te amamos muito.
Recupera-te, mãe, tens muito trabalho para fazer e tens finalmente ao teu lado quem realmente está contigo.

Não feches a porta a quem se afastou, mas também não a deixes totalmente aberta.
Abre-a na medida certa e tudo f**ará bem.
Vive, mãe. Vive.
Abraça, ri, chora, canta mesmo desafinada, como és, mas canta.
O resto conta só para Deus e f**a tranquilo que Ele ouve.
Continua sendo a grãfenola desafinada que eu tanto amo.pois continuas me embalando todas as noites.

Rodrigo Fonseca

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.
A foto é obviamente criada por IA .
Mas é assim que eu vejo o meu menino actualmente com 24 anos na vida espiritual.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. A MENSAGEM ENERGÉTICA DA AR**HA.Hoje, a mensagem chega através do...
02/09/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

A MENSAGEM ENERGÉTICA DA AR**HA.

Hoje, a mensagem chega através do animal de poder ar**ha.
Energeticamente, a ar**ha mostra-nos o poder de construir a nossa própria casa, a nossa própria teia, e de a manter limpa.
Ela ensina-nos a ser seletivos, a reconhecer aquilo de que precisamos e a ter a força de atrair e agarrar aquilo que é necessário para a nossa vida, para o nosso sustento e para a nossa alimentação.
Mas a ar**ha traz também um alerta muito importante.
Ultimamente, podem surgir oportunidades, grandes facilidades e momentos que parecem cair do céu como verdadeiras bênçãos: sorrisos, portas abertas, pessoas que aparecem, situações que parecem encaixar na perfeição.
E é precisamente aqui que a ar**ha nos diz:
Nem tudo aquilo que surge na tua teia é próprio para o teu sustento.
Na natureza, uma pequena ar**ha pode sentir uma vibração na sua teia e acreditar que algum inseto caiu ali e que será o seu alimento.
Mas, por vezes, não é um alimento que chegou.
É outra ar**ha.
Uma ar**ha que mexeu na teia, que provocou aquela vibração e que se fez passar por aquilo que a outra esperava encontrar, apenas para a atrair e, no fim, a devorar.
E muitas vezes, na vida, também é assim.
Nem tudo o que chega até nós chega para nos alimentar, para nos acrescentar ou para nos fazer crescer.
Por vezes, chegam pessoas que se apresentam como vítimas, que despertam a nossa compaixão, que nos oferecem sorrisos, abraços, palavras doces e uma sensação de segurança.
Mas, por trás de tudo isso, pode existir apenas a intenção de extrair de nós aquilo de que elas próprias precisam.
Por isso, a mensagem da ar**ha é:
Cuidado com os toques suaves que surgem na tua teia.
Cuidado com os abraços, com os sorrisos, com as facilidades e com aquilo que parece demasiado perfeito.
Observa as vibrações.
Sente a tua teia.
Percebe aquilo que chega até ti antes de te entregares completamente.
Porque nem tudo o que surge na tua teia é para o teu sustento.
Muitas vezes, aquilo que chega até ti não vem para te alimentar.
Vem apenas para extrair de ti aquilo de que a outra ar**ha precisa.
A ar**ha ensina-te a construir, a proteger, a selecionar e a reconhecer aquilo que verdadeiramente pertence à tua teia.
Porque a tua teia é tua.
E nem tudo aquilo que nela toca merece f**ar.

FRASE-CHAVE DA AR**HA

“Por vezes, não precisas de reconstruir a tua teia. Precisas apenas de ter coragem para sair dela.”

Nem sempre é necessário limpar, remendar ou reconstruir o lugar onde estiveste.

Por vezes, a teia cumpriu o seu propósito, mas deixou de ser o lugar onde deves permanecer.

Então, afasta-te.

Deixa a teia para trás.

Não importa se foi construída num tronco, numa planta ou num lugar onde um dia te sentiste segura.

Há momentos em que recomeçar não signif**a reconstruir a mesma teia. Signif**a simplesmente partir e construir uma nova noutro lugar.

Porque também existe sabedoria em saber quando f**ar… e quando partir.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Setembro Chegou.E setembro não será leve .Entrámos no mês de sete...
01/09/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Setembro Chegou.
E setembro não será leve .

Entrámos no mês de setembro, energia 9, energia de encerramento de ciclos. Mas este mês de setembro traz um grãozinho debaixo da asa. E porquê?
Porque ele vai-nos pôr frente a frente com tudo aquilo que nós fizemos ou causámos durante o mês de agosto, ou até ao mês de agosto.
Esta energia de setembro, de encerramento de ciclos, é também uma energia de sermos colocados frente a frente com o nosso próprio reflexo.
O pelourinho representa precisamente isso: um lugar onde, antigamente, as pessoas eram castigadas, levadas à justiça e confrontadas com os seus atos.
Só que esta justiça não é a justiça pública.
É a justiça do mundo, que nos obriga a f**ar frente a frente com aquilo que fizemos, com aquilo que dissemos e com aquilo que causámos.
Queremos encerrar ciclos, porque a energia do mês de setembro é para isso, para encerrar ciclos. Queremos ser livres.
Mas ser livres do quê?
Livres de espírito? Livres de responsabilidades?
Como é que podemos ser livres quando existem esses ditos acertos que temos de olhar de frente, perante o nosso próprio reflexo, perante a nossa própria alma?
Então, este mês de setembro também nos faz esse convite: encerrar ciclos para ser livre.
Mas como?
Como é que vais ser livre se ainda carregas correntes? Correntes que te pesam tanto?
O mês de setembro traz esse, entre aspas, julgamento interno.
E esse julgamento interno vai fazer com que, em certos casos, possa até acontecer a dificuldade de estar perante alguém, de olhar nos olhos de alguém, porque há o peso da consciência, há o saber das palavras que foram faladas, dos atos que foram cometidos.
Então, este mês de setembro chama-te a atenção com uma pergunta muito, muito renitente:
Queres fechar ciclos? Como, se tu tens tanto para responder?
Porque não existe verdadeira liberdade enquanto continuarmos presos àquilo que ainda não tivemos coragem de enfrentar.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados

Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Não sou o que pareço.E é verdade.Não sou o que pareço.Não sou a m...
31/08/2026

Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Não sou o que pareço.
E é verdade.
Não sou o que pareço.
Não sou a mulher branda que muitos imaginaram que eu fosse.
Mas também não sou a falsa.
Não sou a sonsa.
Não sou a aproveitadora.
Não sou aquilo que decidiram pintar de mim.
Sou simplesmente alguém que, durante muito tempo, esteve disponível.
Que ajudou.
Que esteve presente.
Que deu a mão quando foi preciso.
E talvez o erro tenha sido algumas pessoas confundirem a minha disponibilidade com obrigação.
Confundirem o meu ajudar com utilidade.
Enquanto fui necessária, fui presença.
Quando deixei de ser necessária, passei a ser outra coisa.
E está tudo bem.
Porque finalmente percebi uma coisa:
o meu valor não diminui quando deixo de ser útil para alguém.
O meu valor nunca esteve naquilo que eu conseguia fazer pelos outros.
Está naquilo que sou.
Por isso, sim.
Não sou o que pareço.
Sou muito mais complexa do que a imagem que alguém decidiu construir sobre mim.
Tenho luz, mas também tenho sombra.
Tenho bondade, mas também tenho limites.
Sei dizer sim, mas também aprendi a dizer não.
Posso ser doce sem ser ingénua.
Posso perdoar sem voltar a ocupar o mesmo lugar.
Posso ajudar sem precisar de ser necessária.
E posso afastar-me sem desejar mal a ninguém.
Não preciso de convencer quem escolheu acreditar numa versão de mim que não corresponde à realidade.
Cada pessoa vê aquilo que consegue ver.
E eu já não tenho necessidade de ser vista por todos.
Tenho apenas necessidade de estar em paz comigo.
Por isso, se algum dia alguém perguntar quem eu sou, talvez a resposta mais honesta seja simplesmente:
Não sou o que pareço.
Sou aquilo que sou quando já não preciso de provar nada a ninguém.
E isso...
chega-me.

Hoje faz 14 anos que cheguei aqui, à Alemanha.Quando olho para trás, ainda sinto um grande aperto no coração e um nó na ...
29/08/2026

Hoje faz 14 anos que cheguei aqui, à Alemanha.
Quando olho para trás, ainda sinto um grande aperto no coração e um nó na garganta, por pensar em quem deixei em Portugal.
Nestes 14 anos lutei, batalhei, chorei, sorri, sonhei. E tem sido diariamente um respirar e pensar: mais um dia que passou.
Cheguei aqui com 40 anos. Tenho agora 54.
E entre os 40 e os 54 há uma mulher que morreu não sei quantas vezes e que teve de se reinventar outras tantas.
Pelo caminho conheci pessoas, trabalhei muitas horas, montei casa, construí sonhos — alguns continuam, outros ainda estão por realizar.
Quando me perguntam: “Não pensas voltar para Portugal?”, muitas vezes não sei o que responder.
“Não tens saudades de quem ficou?”
Tenho.
Nestes 14 anos entraram pessoas na minha vida, saíram pessoas da minha vida. Umas f**aram, algumas perdi.
Perdi porque partiram deste mundo.
Se tenho saudades? Tenho. Tenho uma saudade sem fim daqueles que partiram. Porque aqueles que ainda aqui estão sabem onde me encontrar. Sabem onde estou, sabem onde moro, podem alcançar-me por telefone, por mensagem. E quando não o fazem, é porque não querem.
Mas sim, também tenho saudades dessas pessoas.
Tem sido um desafio viver aqui na Alemanha. Habituar-me ao clima, às pessoas, ao ambiente, às regras, à língua. Habituar-me a tudo isto e, ao mesmo tempo, continuar a sentir-me muitas vezes como uma estrangeira dentro desta segunda casa.
14 anos.
14 anos.
Como vai ser o dia de amanhã, não sei. Sei como foi o de hoje.
Trabalhei. Felizmente, o trabalho correu bem. Mas é sempre este estado de alerta.
O relacionamento que já esteve à beira de terminar e que tem sido um grande empenho de ambas as partes para reconstruir a ruína que se fez. Essas torres caíram porque tinham de cair. E foi preciso aceitar a queda para então construir algo mais sólido.
Há 14 anos fui conhecendo essa pessoa que está ao meu lado, e ele foi-me conhecendo a mim também.
Conhecemos o bom e o pior de cada um.
Conhecemos animais de estimação que entraram na nossa vida e um que também já partiu.
Conhecemos desilusões com pessoas que eu dizia que teria para sempre no coração e que, afinal, mostraram a pior fase que podiam mostrar.
Mas está tudo bem.
Cada um dá aquilo que tem dentro.
São 14 anos que me ensinaram muito.
Mostraram-me uma força que eu nunca pensei que tivesse.
Mostraram-me uma coragem que eu nunca pensei que tivesse.
Mostraram-me que posso cair, partir-me em pedaços, morrer por dentro não sei quantas vezes… e, ainda assim, reinventar-me e continuar.
Entre os 40 e os 54 anos, houve uma mulher que morreu muitas vezes.
E houve uma mulher que, outras tantas vezes, teve de nascer de novo.
Às vezes perguntam-me se estou arrependida de ter vindo para cá.
Não.
Não estou.
Talvez tivesse tido mais coragem. Talvez tivesse tido mais força para lutar. Talvez as coisas tivessem sido de outra maneira.
Mas foram como eu tinha capacidade para que fossem.
E é tudo isso que tenho de aprender.
Que nem sempre fazemos tudo como gostaríamos.
Nem sempre temos a força que pensamos precisar.
Nem sempre conseguimos salvar aquilo que gostaríamos de salvar.
Mas fazemos tudo dentro da capacidade que temos naquele momento.
E eu fiz.
Fiz o que consegui.
Com as forças que tinha.
Com as lágrimas que chorei.
Com os sorrisos que encontrei.
Com os sonhos que ainda guardo.
Hoje fazem 14 anos.
Não sei como será o 15.º ano.
Não sei o que a vida ainda me vai trazer, quem vai chegar, quem vai partir, o que vou perder, o que vou ganhar ou quantas vezes ainda vou ter de me reinventar.
Sei apenas que hoje já passaram 14 anos desde que cheguei.
E eu continuo aqui.
Ainda com saudades de Portugal.
Ainda com um aperto no coração por tudo o que deixei para trás.
Ainda estrangeira, muitas vezes, dentro desta segunda casa.
Mas também com a certeza de que, em cada um destes 14 anos, fui fazendo aquilo que consegui.
E talvez seja isso a vida.
Cair.
Levantar.
Chorar.
Sorrir.
Perder.
Amar.
Recomeçar.
E continuar.
Mais um dia.
E depois outro.
E outro.
Até aqui.
Até hoje.
14 anos depois.

A vida tem sido um cardo, mas até um cardo consegue produzir uma linda flor .

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Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Aqui estão as mensagens dos arcanjos. Espero que vos façam sentid...
26/08/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Aqui estão as mensagens dos arcanjos.

Espero que vos façam sentido e que vos ajude .

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Que arcanjo está vos acompanhando neste momento das vossas vidas ...
24/08/2026

Boa noite pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Que arcanjo está vos acompanhando neste momento das vossas vidas ???

E que palavras terá ele para vos dizer???

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Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso. Uma reflexão minha Há uma coisa que eu gostava muito de desmistif...
22/08/2026

Boa tarde pontinhos de luz deste universo maravilhoso.

Uma reflexão minha

Há uma coisa que eu gostava muito de desmistif**ar: esse balão cor-de-rosa, florido e cheio de luz que se criou à volta da ideia de evolução espiritual.
Porque parece que evoluir espiritualmente é abrir os olhos e, de repente, começar a ver tudo. É conversar com guias, sentir energias, receber mensagens, ter intuições, ver sinais, perceber coisas que os outros não percebem… e viver permanentemente num estado de paz, amor e gratidão.
É tudo muito bonito.
Só que, na realidade, muitas vezes não é nada disso.
Aliás, se eu tivesse de ser completamente honesta, diria que há muito mais vezes em que ando a arrastar-me pela lama, a apanhar os meus próprios cacos, do que aquelas em que ando lá em cima nas nuvens, despreocupada, a achar que está tudo cor-de-rosa e que a vida é uma maravilha.
E acho importante dizer isto.
Porque existe uma romantização enorme do chamado “despertar espiritual”. Como se despertar fosse começar a ter experiências extraordinárias e, a partir daí, tudo se tornasse mais leve.
Mas e quando despertar signif**a começar a ver coisas em nós que preferíamos continuar a ignorar?
E quando signif**a perceber padrões nossos?
Feridas antigas?
Medos?
Dependências?
Egos?
Coisas que fazemos e que sabemos que temos de mudar?
E quando signif**a deixar para trás pessoas, situações ou versões de nós próprios que já não conseguimos sustentar?
Isso também é evolução.
Aliás, muitas vezes, é aí que ela começa.
E não é bonito.
Não é Instagramável.
Não tem necessariamente luzes, sinais, mensagens ou momentos transcendentes.
Às vezes tem lágrimas.
Tem confusão.
Tem raiva.
Tem silêncio.
Tem dias em que não percebemos absolutamente nada.
Tem dias em que questionamos tudo.
E tem dias em que a nossa grande evolução espiritual é simplesmente conseguirmos levantar-nos, respirar fundo e continuar.
Porque talvez evolução espiritual não seja tornarmo-nos seres humanos iluminados que vivem permanentemente em paz.
Talvez seja termos coragem de olhar para aquilo que existe dentro de nós sem fugir.
É aprendermos a reconhecer aquilo que somos.
É assumirmos responsabilidade pelo que fazemos.
É percebermos onde nos sabotamos.
É deixarmos morrer determinadas versões de nós para podermos construir outras.
É aprendermos a escolher diferente.
É conseguirmos olhar para os nossos próprios cacos e, em vez de fingirmos que eles não existem, começarmos a apanhá-los um a um.
E isso pode ser um processo duro.
Muito duro.
Por isso, não me venham vender a ideia de que evolução espiritual é viver permanentemente nas nuvens.
Porque, pelo menos para mim, não tem sido assim.
Tem sido muito mais lama do que nuvens.
Muito mais desconstrução do que iluminação.
Muito mais perguntas do que respostas.
Muito mais “quem é que eu sou agora?” do que “eu já descobri tudo”.
E talvez seja precisamente essa a parte que ninguém nos conta.
Que evoluir não signif**a f**ar perfeito.
Não signif**a deixar de sofrer.
Não signif**a deixar de ter medo, raiva, dúvidas ou dias maus.
E muito menos signif**a estar acima da vida.
Signif**a, talvez, estar cada vez mais dentro dela.
Com tudo.
Com a luz e com a sombra.
Com os momentos em que nos sentimos no céu e com aqueles em que estamos literalmente a rastejar pelo chão, a tentar juntar os pedaços de nós que f**aram espalhados pelo caminho.
E, sinceramente?
Acho que também há espiritualidade aí.
Talvez haja até muita mais do que naquela versão cor-de-rosa que nos venderam.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados

UMA ORIENTAÇÃO DE LUZ E EQUILÍBRIODurante a noite fui recebendo uma orientação espiritual que se inicia hoje e se prolon...
21/08/2026

UMA ORIENTAÇÃO DE LUZ E EQUILÍBRIO
Durante a noite fui recebendo uma orientação espiritual que se inicia hoje e se prolonga até à próxima sexta-feira.
Esta orientação chega através da união de diferentes forças espirituais: Arcanjo Rafael e Arcanjo Adalfonso, em conjunto com as forças de medicina espiritual associadas às linhas do Dr. Sousa Martins, Dr. Bezerra de Menezes e Dr. Fritz.
Segundo a orientação recebida, estas forças estarão a trabalhar em conjunto com a energia e com a frequência de 436 Hz, num trabalho espiritual de auxílio, acolhimento e harmonização.
Mas porquê esta ajuda?
Porque aquilo que estamos a viver enquanto humanidade não se manifesta apenas no corpo.
Existe uma enorme quantidade de stress, preocupação, medo, ansiedade, emoções acumuladas e sentimentos que não conseguimos expressar.
E muitas pessoas procuram ajuda, tratam o corpo, fazem aquilo que a medicina lhes indica e, ainda assim, continuam a sentir que falta qualquer coisa.
Continuam a sentir um vazio.
Uma desconexão.
Uma sensação difícil de explicar de que, apesar de fisicamente estarem a ser acompanhadas, existe dentro delas alguma coisa que continua sem resposta.
É precisamente aqui que esta orientação espiritual pretende atuar.
Não para substituir a medicina.
Não para dizer que o corpo não precisa de cuidados.
Mas para lembrar que o ser humano não é apenas corpo físico.
Existe também uma dimensão emocional, energética e espiritual que, para quem acredita e trabalha neste campo, merece ser cuidada.
Quando tratamos apenas uma parte de nós e ignoramos completamente as outras, podemos continuar a sentir um desequilíbrio interior.
É como tentar sustentar uma casa cuidando apenas de uma divisão.
O corpo precisa de cuidado.
A mente precisa de cuidado.
As emoções precisam de espaço.
E, para quem vive a espiritualidade, a alma também precisa de ser escutada.
Esta orientação chega, portanto, como uma proposta de união.
Uma união entre o terreno e o espiritual.
Entre aquilo que podemos cuidar através da medicina e aquilo que podemos trabalhar através da fé, da intenção, da oração e da consciência.
Não existe aqui uma competição entre caminhos.
Existe complementaridade.
A medicina física deve continuar a ser procurada sempre que necessária.
Os tratamentos prescritos devem ser mantidos.
A medicação não deve ser interrompida por causa desta orientação.
Questões físicas, psicológicas ou respiratórias devem continuar a ser avaliadas por profissionais de saúde.
O trabalho espiritual não vem substituir nada disso.
Vem, para quem sentir essa ligação, acrescentar uma dimensão de cuidado.
E é neste contexto que surge a orientação da água solarizada.
Uma prática simples, realizada com intenção, que pretende criar um momento diário de ligação entre nós, a luz, a energia e aquilo em que acreditamos.
E existe um elemento particularmente importante nesta prática:
a união do rosa e do verde.
O rosa representa, dentro desta orientação, o Amor Divino.
O verde representa o Amor Terreno.
Duas formas de amor que se encontram.
Porque talvez o verdadeiro equilíbrio esteja precisamente aí:
ter os pés na Terra sem perder a ligação ao Divino.
Cuidar do corpo sem esquecer a alma.
Viver no mundo físico sem deixar de ouvir aquilo que acontece dentro de nós.
É esta união que esta orientação nos convida a trabalhar durante esta semana.
🌸💚

☀️💧 COMO PREPARAR A ÁGUA SOLARIZADA
Para quem sentir que esta prática faz sentido para si, a orientação recebida é simples.
1. Preparar a água
Coloca água potável num recipiente adequado, de preferência um jarro de vidro.
Coloca-o num local onde possa receber diretamente a luz solar, orientado para sul, durante aproximadamente 15 minutos.
Não é necessário deixar a água durante horas ao sol.
A orientação recebida é de cerca de 15 minutos.
2. A visualização das cores
Durante esse período, quem sentir que deve realizar a prática pode permanecer alguns minutos em silêncio e visualizar duas cores:
🌸 ROSA — Amor Divino
💚 VERDE — Amor Terreno
Primeiro permite que o rosa surja na tua visualização.
Imagina essa energia envolvendo a água.
Depois traz o verde.
Visualiza-o também a envolver a água.
E, finalmente, permite que as duas cores se encontrem.
Rosa e verde.
Amor Divino e Amor Terreno.
Não é necessário conseguir visualizar perfeitamente.
A intenção é o mais importante dentro desta prática espiritual.
3. A intenção
Enquanto observas a água, podes simplesmente colocar uma intenção:
“Uno em mim o Amor Divino e o Amor Terreno.
Recebo esta ajuda com consciência.
Liberto aquilo que já não preciso carregar.
Permito-me respirar com serenidade.
Acolho o equilíbrio, a luz e o amor.”
Depois, bebe a água ao longo do dia, mantendo essa intenção.
Não precisas de transformar isto numa obrigação.
É uma prática para quem sentir que deve fazê-la.
4. E o cuidado mais importante
Esta prática é espiritual e complementar.
Não é um tratamento médico.
Não substitui medicamentos, consultas, psicoterapia, tratamentos ou qualquer orientação dada por profissionais de saúde.
Se existe uma doença, sintoma ou preocupação física ou psicológica, deve continuar a existir acompanhamento adequado.
A água solarizada não deve ser apresentada como cura para stress, ansiedade, depressão ou problemas pulmonares.
Aqui falamos de intenção, fé, conexão e prática espiritual.
E há também cuidados muito simples: utiliza apenas água potável e um recipiente limpo e adequado para alimentos. Não é necessário adicionar substâncias à água.
O propósito desta prática é criar diariamente um momento de pausa.
Um momento para respirar.
Para fechar os olhos.
Para sentir.
Para recordar que não somos apenas aquilo que o corpo mostra.
E que, para quem acredita nesta dimensão, cuidar de si também pode signif**ar cuidar da ligação entre o terreno e o Divino.
🌸💚
Pés na Terra.
Coração aberto ao Divino.
E consciência presente em cada respiração.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados.

Não é permitido alterar o texto e nem a imagem.

Esta orientação foi-me enviada durante toda a noite para a ajuda de quem sentir que a quer receber .
Obrigada

8 aninhas de puro amorQuando o meu menino partiu deste mundo, deixou um vazio que eu não sabia como preencher.Mas acredi...
20/08/2026

8 aninhas de puro amor

Quando o meu menino partiu deste mundo, deixou um vazio que eu não sabia como preencher.
Mas acredito que ele sabia que eu ia precisar de uma patinha amiga.
E, três meses depois, a Sol chegou.
Chegou sem saber que vinha para muito mais do que fazer companhia.
Foi ela que me obrigou a sair de casa.
A levantar-me.
A ir trabalhar.
A continuar.
Porque havia alguém que dependia de mim e a quem eu queria dar as melhores condições de vida.
Foi a Sol que esteve comigo nas noites de solidão.
Foi ela que se abraçava a mim, colocava as patinhas à volta do meu pescoço e f**ava ali.
A olhar profundamente para os meus olhos.
E, naquele abraço, tantas vezes senti uma mensagem que não precisava de palavras:
“Através de mim, o amor dele continua.”
E talvez seja isso que ela tenha feito estes oito anos.
Continuado um amor.
Um amor que não terminou quando ele partiu.
Apenas encontrou outra forma de chegar até mim.
A Sol foi companhia quando eu precisava de companhia.
Foi força quando eu precisava de força.
Foi responsabilidade quando eu precisava de uma razão para me levantar.
Foi colo quando eu precisava de colo.
E foi amor.
Puro. Simples. Sem perguntas.
Hoje esta menina faz 8 aninhas.
E eu olho para ela e vejo muito mais do que uma cadela.
Vejo uma parte da minha história.
Vejo um daqueles presentes que chegam à nossa vida sem sabermos, naquele momento, o quanto vamos precisar deles.
Feliz aniversário, minha Sol.
Obrigada por estes oito anos.
Obrigada por cada abraço.
Por cada olhar.
Por cada vez que me fizeste sair de casa quando eu só queria f**ar.
Por cada noite em que te encostaste a mim e me lembraste, sem dizer uma palavra, que eu não estava sozinha.
E obrigada por continuares a trazer até mim aquele amor que eu pensei ter perdido.
Através de ti, ele continua.
E talvez seja por isso que te chamas Sol.
Porque chegaste quando tudo parecia escuro...
e trouxeste luz.

Célia Pereira Todos os Direitos reservados

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Quakenbrück

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Montag 09:00 - 17:00
17:00 - 21:00

Telefon

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