Linha de Apoio à Mulher no Japão

Linha de Apoio à Mulher no Japão Linha de apoio para mulheres e crianças vítimas de violência doméstica. Entre em contato pelo email: [email protected]

03/02/2026

Dados do governo japonês divulgados na sexta-feira (30) mostram que o número de denúncias de abuso infantil registradas nos centros de assistência social do país ultrapassou 220 mil pelo segundo ano consecutivo no ano fiscal de 2024. Ao todo, foram contabilizados 223.691 casos.

O número representa uma queda de 1.818 registros em relação ao ano anterior. Mesmo assim, o volume segue sendo o segundo maior da série histórica, atrás apenas de 2023. Segundo o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar e a Agência da Criança e da Família, a situação reforça a necessidade de ampliar medidas de proteção.

Um representante da agência afirmou que, apesar da primeira redução registrada desde o início da coleta de dados em 1990, o patamar continua elevado.

Entre os casos registrados em 2024, 133.024 foram de abuso psicológico, incluindo 77.947 situações de violência doméstica presenciadas por crianças. Os registros de abuso físico chegaram a 52.535, enquanto casos de negligência somaram 35.612. Já os abusos se***is totalizaram 2.520 ocorrências.

A polícia foi responsável por cerca de metade das notificações encaminhadas aos
centros. Aproximadamente 8% partiram de vizinhos e conhecidos. Familiares, parentes e escolas responderam por percentuais semelhantes. Menos de 2% das denúncias foram feitas pelas próprias vítimas.

Os centros de assistência social têm autoridade para retirar temporariamente crianças de ambientes abusivos e inspecionar residências com suspeita de maus-tratos. Em abril de 2025, o Japão contava com 240 unidades em funcionamento.

Com o aumento das consultas relacionadas a abuso infantil, o governo informou que pretende ampliar o número de assistentes sociais e psicólogos nesses centros em todo o país.

Fonte: Mainichi

Vamos abordar um tema importante e que ainda é cercado de muita desinformação: a situação das mulheres brasileiras que e...
27/11/2025

Vamos abordar um tema importante e que ainda é cercado de muita desinformação: a situação das mulheres brasileiras que enfrentam violência no exterior e o papel dos abrigos de refúgio.

É fundamental compreender que a mulher não deixa um abrigo por medo.
Os motivos que levam ao afastamento são outros: falta de informação sobre seus direitos, dependência emocional, barreira do idioma, vulnerabilidade migratória, isolamento social e os efeitos do trauma que ela está vivendo.

O medo real, aquele que afeta sua segurança física e emocional está presente no ambiente de violência, ao lado do agressor, e não dentro de um abrigo.

Abrigos de refúgio são estruturas essenciais.
Eles oferecem segurança, orientação, proteção, acompanhamento e condições para que a mulher possa reorganizar sua vida com dignidade. São espaços que efetivamente salvam vidas.

Por isso, é tão importante que as informações sobre esse tema sejam claras e corretas. A desinformação pode dificultar a busca por ajuda, aumentar a sensação de insegurança e prejudicar todo o processo de proteção.

O objetivo é sempre o mesmo: fortalecer e orientar as mulheres para que elas possam denunciar, acessar seus direitos e, quando necessário, procurar um abrigo de acolhimento com confiança.

Informação precisa é uma ferramenta de proteção.
E garantir que ela chegue às mulheres é parte essencial do enfrentamento à violência.

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DECISÃO HISTÓRICA DO STF O Supremo Tribunal Federal decidiu que crianças não serão obrigadas a retornar para o país do a...
27/08/2025

DECISÃO HISTÓRICA DO STF

O Supremo Tribunal Federal decidiu que crianças não serão obrigadas a retornar para o país do agressor quando houver indícios de violência doméstica.

👩‍👧 A Corte reconheceu que a violência contra a mãe também é violência contra os filhos, garantindo maior proteção às vítimas e fortalecendo a rede de defesa dos direitos humanos.

Essa decisão, firmada nas ADIs 4245 e 7686, marca um avanço na proteção de mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade, impedindo que a lei seja usada para revitimizar quem já sofreu violência.

⚖️ Mais um passo importante no combate à violência doméstica e na garantia do princípio da dignidade humana!

🔍 Você já ouviu falar em violência vicária?É uma das formas mais cruéis de agressão contra a mulher — quando o agressor ...
31/05/2025

🔍 Você já ouviu falar em violência vicária?
É uma das formas mais cruéis de agressão contra a mulher — quando o agressor usa os filhos para machucar a mãe.

Essa realidade está presente na vida de muitas brasileiras no Japão, mas ainda é pouco compreendida.
No carrossel de hoje, explicamos o que é, como reconhecer e onde buscar ajuda. 💜

📲 Salve, compartilhe e marque outras mulheres.
Juntas, podemos romper o ciclo de abusos.

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