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Tudo melhora quando o intestino melhora
Mais de 70 mil vidas transformadas

30/07/2026
27/07/2026

Toda dieta de exclusão te dá resposta rápida. Poucas te dão saúde intestinal de verdade. 🌱

A melhora inicial em dietas restritivas costuma vir da redução de ultraprocessados — não da exclusão em si. No longo prazo, restringir a variedade de plantas reduz a diversidade da microbiota, com impacto direto na imunidade. (Sonnenburg & Bäckhed, Nature, 2016)

A ciência aponta para outro caminho: inclusão, não restrição. Mais de 30 plantas diferentes por semana é um dos marcadores mais fortes de saúde intestinal já identif**ados.

A pergunta não é o resultado em 6 semanas. É o que a dieta faz com seu intestino nos próximos 6 anos. 💚

Comenta qual dessas dietas você já tentou.

"Cortei o glúten, mas não melhorei."Essa é uma frase que escuto com frequência.E, na maioria das vezes, o problema não é...
23/07/2026

"Cortei o glúten, mas não melhorei."

Essa é uma frase que escuto com frequência.

E, na maioria das vezes, o problema não é que o glúten "não faz mal". O problema é acreditar que ele é o único responsável pelos sintomas.

Na doença celíaca, não há discussão: o glúten é o gatilho e sua exclusão é indispensável.

Mas, fora desse contexto, a resposta raramente é tão simples.

Quando você come um pão, por exemplo, não está consumindo apenas glúten. Está ingerindo um conjunto de compostos: frutanos (FODMAPs), ATIs (inibidores de amilase-tripsina), possíveis resíduos agrícolas, além dos efeitos do processamento industrial.

Cada organismo pode reagir de forma diferente a esse "pacote".

Por isso, perguntar apenas "o glúten faz mal?" é uma simplif**ação.

A pergunta mais importante é:

➡️ Faz mal para quem? Em qual contexto? Em que quantidade? E comparado a quais outros fatores?

Na prática clínica, antes de recomendar qualquer restrição, avalio o estado da saúde intestinal, a origem do trigo, o grau de processamento dos alimentos e o conjunto de sintomas apresentados pelo paciente.

Muitas vezes, o problema não é o glúten isoladamente, mas um intestino inflamado que perdeu a capacidade de tolerar determinados alimentos.

Por isso, meu foco não é apenas retirar alimentos. É restaurar a saúde intestinal para que o organismo volte a funcionar da melhor forma possível.

📌 Agora quero saber sua opinião: você já retirou o glúten e percebeu melhora? Ou não sentiu diferença? Compartilhe sua experiência nos comentários.

Salve este post para consultar depois e envie para aquela pessoa que acredita que todo problema intestinal se resume ao glúten.

21/07/2026

O mecanismo da endotoxemia metabólica

Quando a barreira intestinal perde sua integridade — condição conhecida como aumento da permeabilidade intestinal —, fragmentos da parede de bactérias, chamados lipopolissacarídeos (LPS), conseguem atravessar a mucosa e alcançar a corrente sanguínea.

O sistema imunológico reconhece essas moléculas como uma ameaça e desencadeia uma resposta inflamatória persistente. Esse processo, denominado endotoxemia metabólica, está associado à resistência à insulina, lentidão metabólica, fadiga crônica e alterações no funcionamento do organismo.

A microbiota também influencia o seu comportamento alimentar

As bactérias intestinais não participam apenas da digestão. Elas produzem substâncias que influenciam a comunicação entre intestino e cérebro, modulando mecanismos relacionados ao prazer e à recompensa.

Quando a microbiota está em desequilíbrio, esse processo pode favorecer um aumento da vontade por doces e carboidratos simples, tornando a mudança de hábitos muito mais desafiadora.

Como fortalecer a barreira intestinal?

✔ Priorize fibras, proteínas de qualidade e boas gorduras nas refeições.

✔ Reduza alimentos ultraprocessados e açúcares refinados, que favorecem processos inflamatórios.

✔ Inclua alimentos fermentados, como kefir, chucrute e kombucha, para estimular uma microbiota mais diversa.

✔ Utilize estratégias individualizadas para restaurar a integridade da mucosa intestinal, sempre com orientação profissional.

À medida que a barreira intestinal é restaurada, é comum observar melhora de sintomas como inchaço abdominal, fadiga, dores e compulsão alimentar.

Na Bio Store, desenvolvemos fórmulas manipuladas personalizadas para auxiliar no equilíbrio da microbiota e na integridade da barreira intestinal. Consulte seu prescritor e converse com nossa equipe farmacêutica para saber qual estratégia faz sentido para o seu caso.

Ontem o Fantástico expôs um dado que deveria te assustar (e provavelmente não assustou).Uma pesquisa do A.C. Camargo mos...
20/07/2026

Ontem o Fantástico expôs um dado que deveria te assustar (e provavelmente não assustou).

Uma pesquisa do A.C. Camargo mostrou: a maioria das pessoas sabe que sangue nas fezes pode ser sinal grave. Mesmo assim, quase metade de quem já percebeu esse sintoma simplesmente... não foi ao médico.

Isso não é falta de informação. É desconexão com o próprio corpo.

E eu vejo isso todos os dias no consultório: gente que convive com inchaço, prisão de ventre, gases, inflamação constante e trata como “normal”. Não é normal.

É o seu intestino gritando que algo está desequilibrado — e esse desequilíbrio não f**a só ali. Ele aparece no peso que não sai do lugar, na fadiga, na pele, nas crises autoimunes.

O intestino não é só sobre digestão. É onde a sua saúde sistêmica começa (ou desmorona).

Reparar sintomas, buscar entender o que o seu corpo está tentando te dizer e agir antes que vire um problema maior é o caminho — não o medo, mas a atenção real ao que seu intestino sinaliza todos os dias.

📌 Salva esse post e me conta: você costuma ignorar os sinais do seu intestino?

17/07/2026

Soltar gases várias vezes ao dia não é vergonha. Pode ser sinal de que o seu intestino está fazendo o trabalho certo. 💨

Você já ficou sem graça — ou até preocupado — por soltar gases mais vezes do que imaginava ser normal?

Relaxa. Isso quase sempre é normal. E às vezes é até um bom sinal.

O que a ciência mostra:

🔬 Um estudo australiano que acompanhou pessoas no dia a dia encontrou uma média de quase 5 episódios de gases por dia, variando de 2 a 7 sem problema nenhum. Pessoas com alimentação rica em fibra podem soltar gases 20, até 25 vezes por dia — e ainda estar com o intestino funcionando muito bem.

O mecanismo é simples:

Suas bactérias fermentam a fibra que você come. Nesse processo, liberam gases — mas também produzem substâncias que protegem a mucosa intestinal, como o butirato.

Mais fibra, mais fermentação, mais gases. É biologia funcionando como deveria.

Mas existe um detalhe importante:

A frequência não é o único ponto de atenção. *O cheiro também importa.*

Gases persistentemente muito fétidos podem indicar excesso de fermentação por bactérias produtoras de enxofre, supercrescimento bacteriano (SIBO) ou má absorção de algum nutriente — e isso já merece uma investigação mais de perto.

O protocolo para entender os seus sinais:

1️⃣ Aumente a fibra aos poucos — feijão, aveia, chia, vegetais — para o intestino se adaptar sem desconforto.

2️⃣ Beba água suficiente ao longo do dia — ajuda a fibra a trabalhar sem estufar.

3️⃣ Mastigue bem e coma com calma — engolir ar também aumenta os gases, sem relação nenhuma com a microbiota.

4️⃣ Fique atento aos sinais de alerta: dor abdominal forte, sangue nas fezes, perda de peso sem explicação, diarreia persistente ou gases muito fétidos de forma recorrente merecem avaliação profissional.

Não é sobre quantas vezes você solta gases. É sobre entender o que o seu intestino está tentando te dizer. 💚

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Comenta aqui quantos episódios por dia você acha que é "normal" — aposto que a resposta vai te surpreender.

A berberina é um composto natural encontrado em plantas como a Berberis e o hidraste (goldenseal), e vem despertando o i...
09/07/2026

A berberina é um composto natural encontrado em plantas como a Berberis e o hidraste (goldenseal), e vem despertando o interesse da ciência pelos seus efeitos sobre a inflamação e a integridade da barreira intestinal.

O que a pesquisa mostrou:

Em um estudo com colite induzida experimentalmente, pesquisadores observaram que a berberina favoreceu a recuperação do cólon, reduzindo a inflamação, limitando o dano aos tecidos e protegendo o revestimento intestinal.

🔬 Reduziu marcadores inflamatórios importantes, como TNF-α, IFN-γ, KC e IL-17, além de diminuir a atividade de macrófagos inflamatórios.

🔬 Inibiu as vias NF-κB e MAPK, dois dos principais mecanismos envolvidos na manutenção da inflamação crônica intestinal.

🔬 Preservou a proteína ZO-1, essencial para manter as células intestinais unidas e fortalecer a barreira intestinal.

🔬 Também reduziu a morte de células epiteliais do cólon, ajudando a preservar a integridade da mucosa.

Por que isso importa?

Quando a barreira intestinal perde sua função, substâncias inflamatórias e componentes bacterianos podem atravessar o intestino e alcançar a circulação, favorecendo inflamação sistêmica, disbiose e alterações metabólicas.

Por isso, a berberina vem sendo estudada como um dos compostos naturais com maior potencial para proteger a mucosa intestinal, ao lado de nutrientes como glutamina, zinco carnosina e butirato.

Importante: este estudo foi realizado em modelo animal (camundongos). Embora os resultados sejam promissores, eles não podem ser extrapolados diretamente para humanos. Além disso, a berberina pode interagir com medicamentos, especialmente aqueles relacionados ao controle da glicemia e metabolizados pelo fígado. Seu uso deve ser individualizado e orientado por um profissional de saúde. 💚

Salve este post e compartilhe com quem está buscando cuidar da saúde intestinal pela raiz.

📚 Fonte: Healthy Harbor, baseado em estudo pré-clínico sobre berberina e colite.

06/07/2026

A vontade de doce das 17h pode não ser sobre você. 🍫

Você já reparou que, todo dia, na mesma hora da tarde, bate aquela vontade incontrolável de doce?

E o mais interessante: não é falta de força de vontade.

Em muitos casos, quem está “pedindo” esse açúcar não é você. São as suas próprias bactérias intestinais.

O mecanismo:

Existe um eixo de comunicação bidirecional entre o intestino e o cérebro. Quando a sua microbiota está desequilibrada, as bactérias que se alimentam de açúcar enviam sinais — via nervo vago e metabólitos — que aumentam o seu desejo por doce.

Quanto mais açúcar você come, mais essas bactérias proliferam. Quanto mais elas proliferam, mais elas pedem.

É um ciclo. E dá pra quebrar.

O protocolo para sair desse ciclo:

1️⃣ Não p**e o almoço — e capriche na proteína e na fibra. Refeições incompletas geram flutuações de glicose que intensif**am a compulsão por doce à tarde.

2️⃣ Inclua um alimento fermentado no seu dia. Kefir, chucrute, kombucha — eles ajudam a repovoar a microbiota com bactérias benéf**as, competindo com as que “pedem” açúcar.

3️⃣ Nas primeiras semanas, troque o doce por uma fruta com uma oleaginosa. Isso satisfaz o desejo sem alimentar o ciclo de picos glicêmicos.

4️⃣ Beba água antes de ceder. Muitas vezes o corpo confunde os sinais de sede com fome — especialmente por açúcar.

Não é sobre disciplina. É sobre entender quem realmente está no comando do seu desejo. 💚

Salva pra aplicar essa semana.



Comenta “17h” se isso acontece com você todo dia. 👇

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