28/07/2026
Fui eu que gravei este vídeo.
E quando o revi, pensei: o maior perigo nesta imagem pode muito bem ser o telemóvel que a está a filmar.
Os afogamentos nas crianças são, muitas vezes, silenciosos. Não há gritos. Não há pedidos de ajuda. Não acontecem como nos filmes.
E o mais assustador é que podem acontecer em poucos segundos e em apenas alguns centímetros de água.
A maioria de nós acredita que está atento… até o telemóvel vibrar, chegar uma mensagem, aparecer uma chamada ou surgir aquela vontade de gravar “só mais um vídeo”.
É por isso que, sempre que há crianças na água, deve haver uma regra muito simples:
👀 Um adulto é o responsável pela vigilância.
📱 Sem telemóvel.
💬 Sem conversas que desviem a atenção.
🔄 Ao fim de 15-20 minutos, outro adulto assume essa função.
Assim, há sempre alguém cuja única missão é olhar para as crianças.
Não se trata de viver com medo. Trata-se de criar hábitos que reduzem o risco.
Porque, quando uma criança está na água, a supervisão não deve ser partilhada com o telemóvel. 💙