11/08/2026
Será que um eclipse solar mexe connosco mais do que imaginamos?
Durante um eclipse, a luz muda de forma repentina, a temperatura pode descer e a própria natureza responde. As aves alteram os seus comportamentos, alguns animais recolhem, outros tornam-se mais ativos e, durante alguns minutos, todo o ambiente à nossa volta recebe sinais diferentes. A NASA descreve também que algumas pessoas podem experienciar respostas físicas e emocionais intensas durante a totalidade, como arrepios, aceleração do coração, espanto ou uma emoção difícil de explicar.
Mas há uma dimensão que vai para além daquilo que conseguimos medir.
Energeticamente, os eclipses são vistos há séculos como momentos de grande intensidade, de transição e de encerramento de ciclos. E, numa visão sistémica, há algo profundamente simbólico num eclipse: por momentos, a luz dá lugar à sombra. E a sombra representa tantas vezes aquilo que ainda não vimos, emoções que estavam guardadas, padrões que continuam a repetir-se ou partes da nossa história que começam a pedir para ser olhadas.
É por isso que, nestes períodos, algumas pessoas mais sensitivas podem sentir-se diferentes. Mais cansadas, mais ansiosas, com o sono alterado, emocionalmente mais vulneráveis, com maior necessidade de recolhimento ou até com alterações no ciclo menstrual.
Curiosamente, tenho observado algumas destas alterações nas pessoas que acompanho e hoje dei por mim a reparar também no meu próprio corpo: até o meu ciclo menstrual parece estar a sentir esta mudança.
E tu? Tens sentido alguma destas alterações nos últimos dias? Conta-me nos comentários, tenho curiosidade em perceber se também estás a sentir.
E se conheces alguém que anda a dizer que se sente “estranha” nestes dias, partilha este post com ela. Talvez faça sentido.