PsicOnline - Psicóloga Andressa Trentin

PsicOnline - Psicóloga Andressa Trentin Mestre em Psicologia Clínica!
📍Atendimentos de Adultos e Casais
🇧🇷 CRP: 17519
🇵🇹 OPP: 29923
🌍Certif**ada EuroPsy (Walmir Monteiro)

Acredito na que a cura acontece pela comunicação do afeto. Sou psicóloga clínica e organizacional com mais de 10 anos de experiência nacional e internacional. "E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de ter vivido para ajudar as pessoas a serem mais felizes. O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que não tinha com quem contar para dividir sua solidão, sua angú

stia, seus desejos. Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir que isso só começa quando a gente consegue realmente se conhecer e se aceitar."

E aí um belo dia termina a licença e chega o dia de voltar para o trabalho! Pode existir saudade, culpa, medo, alívio, v...
19/08/2026

E aí um belo dia termina a licença e chega o dia de voltar para o trabalho! Pode existir saudade, culpa, medo, alívio, vontade de trabalhar, vontade de f**ar, orgulho, angústia. As vezes, tudo isso ao mesmo tempo e não há nada de errado nisso, as emoções podem coexistir!

E podemos olhar para essas emoções não como algo que precisa ser eliminado rapidamente, mas como experiências que precisam ser sentidas e acolhidas com segurança, lembrando que vínculo é poder se afastar um pouco e, ainda assim, continuar se sentindo conectado. ❤️

Como foi ou está sendo para você, mamãe e papai? 🌹

Psicóloga Andressa Trentin

Olhar para um instante como esse é um lembrete do poder da corregulação. Quando oferecemos um colo seguro, seja para um ...
16/08/2026

Olhar para um instante como esse é um lembrete do poder da corregulação. Quando oferecemos um colo seguro, seja para um filho ou para nosso amigo pet, também estamos construindo um refúgio para nós mesmos. O calor do sol na pele, o peso suave no peito, a presença calma ao lado, quando desaceleramos para processar essas sensações no corpo, saímos do modo de sobrevivência e entramos no modo de vida.

O afeto que cura é aquele que a gente se permite sentir por inteiro. Que você consiga reservar alguns minutos do seu dia para não apenas viver um momento bonito, mas para verdadeiramente habitar a paz que ele traz!

Psicóloga Andressa Trentin

Ter filhos deveria ser uma decisão consciente e construída em conjunto por dois adultos responsáveis, emocionalmente pre...
12/08/2026

Ter filhos deveria ser uma decisão consciente e construída em conjunto por dois adultos responsáveis, emocionalmente preparados e verdadeiramente dispostos a assumir as renúncias que essa escolha implica. Isso signif**a abrir mão de parte da própria individualidade, adaptar planos, carreira, tempo livre e necessidades pessoais para dedicar atenção, cuidado e presença a outro ser completamente dependente deles, alguém que, por decisão própria (consciente ou não), escolheram trazer ao mundo.

Cuide da sua saúde mental para cuidar de quem você ama! 🌹

Psicóloga Andressa Trentin

O vínculo nos ensina que podemos olhar para o mundo, explorar o desconhecido e nos aventurar para além do que conhecemos...
11/08/2026

O vínculo nos ensina que podemos olhar para o mundo, explorar o desconhecido e nos aventurar para além do que conhecemos quando, em algum lugar, existe alguém que nos sustenta.

Minha filha precisa dos braços que a amparam e o meu cachorro se apoia na janela para observar o mundo. Ambos, de formas diferentes, nos lembram que segurança e liberdade não são opostas. É quando nos sentimos seguros na relação que podemos, aos poucos, nos arriscar a ir mais longe.

Cuidar é oferecer segurança suficiente para que a experiência possa acontecer. ❤️

Um lindo dia para vocês! 🌹

Tem fases da vida que nos transformam profundamente. A maternidade foi, sem dúvida, uma delas. Nos últimos meses, vivi u...
07/08/2026

Tem fases da vida que nos transformam profundamente. A maternidade foi, sem dúvida, uma delas. Nos últimos meses, vivi um tempo de pausa, de presença e de muitas descobertas. Um período que me atravessou como mulher, mãe e também como psicóloga.

Agora, meu coração começa a se preparar para um novo recomeço, em setembro, estarei de volta ao consultório. Volto ainda mais apaixonada pela escuta e pelo cuidado com cada história que chega até mim.

Quero agradecer a todos que respeitaram esse tempo, enviaram mensagens carinhosas e aguardaram o meu retorno. Esse carinho fez toda a diferença.

✨ E, para o mês de setembro, tenho apenas 2 horários disponíveis para novos atendimentos.

Se você sente que este pode ser o momento de cuidar da sua saúde emocional, será uma alegria caminhar ao seu lado. Me envie uma mensagem para reservar um dos horários.

Nos vemos em setembro. 🤍

Psicóloga Andressa Trentin

No post anterior, falei sobre como a maternidade pode nos colocar diante da nossa própria criança interior, mas esse pro...
23/07/2026

No post anterior, falei sobre como a maternidade pode nos colocar diante da nossa própria criança interior, mas esse processo não é exclusivo das mães.

A chegada de um filho traz amor e também revela medos, inseguranças, experiências que permaneciam silenciosas e que muitos homens aprenderam que ser forte signif**ava não sentir, mas a força que sustenta um vínculo não nasce da ausência de emoções, ela nasce da capacidade de estar presente, reparar quando necessário e oferecer segurança por meio da conexão.

A verdadeira força de um pai está na coragem de permanecer presente mesmo quando a própria história é ativada.

De estabelecer limites com amor.
De dizer “eu errei”.
De abraçar.
De brincar.
De se emocionar.

Enquanto um pai ajuda um filho a crescer, também pode encontrar a oportunidade de cuidar das partes de si que f**aram sem acolhimento e isso pode transformar, profundamente, o homem que escolhe estar emocionalmente presente.

Psicóloga Andressa Trentin

A maternidade não nos apresenta apenas um filho. Ela também nos reapresenta a nós mesmas. Cada encontro profundo com um ...
22/07/2026

A maternidade não nos apresenta apenas um filho. Ela também nos reapresenta a nós mesmas. Cada encontro profundo com um bebê desperta experiências emocionais que viveram silenciosas dentro de nós. O choro que nos atravessa, a culpa que nos visita, a ternura inesperada, a exaustão e até a irritação não falam apenas do presente. Muitas vezes, são ecos da nossa própria história.

Ao cuidar de uma criança tão dependente, inevitavelmente encontramos a criança que um dia fomos. Aquela que precisou ser vista, acolhida, protegida, compreendida. Às vezes encontramos uma criança que recebeu isso. Outras vezes, encontramos justamente a ausência. E esse encontro pode ser doloroso, porque percebemos que nem sempre conseguimos oferecer ao nosso filho aquilo que também nunca recebemos.

Mas a boa notícia é que não precisamos ser mães perfeitas. Precisamos ser suficientemente presentes, capazes de reparar, de reconhecer nossos limites e de continuar voltando para a relação.

A terapia nos lembra que a transformação acontece dentro de experiências emocionais seguras. Quando uma mãe encontra espaço para sentir, nomear e acolher suas próprias emoções com compaixão, algo profundo acontece: ela deixa de reagir apenas às feridas do passado e passa a responder a partir da presença do presente.

Curar a própria criança interior não signif**a apagar a dor da história. Signif**a não deixá-la conduzir, sozinha, a forma como amamos hoje. Talvez um dos maiores presentes da maternidade seja esse: descobrir que, enquanto ajudamos um filho a construir um apego seguro, também podemos reconstruir o nosso. Porque, muitas vezes, o colo que oferecemos ao nosso filho acaba se tornando, aos poucos, o colo que a nossa própria criança sempre esperou encontrar.

A maternidade não é apenas o nascimento de um filho. É, muitas vezes, o nascimento de uma nova relação consigo mesma.

Psicóloga Andressa Trentin

Há pessoas que acumulam anos, mas não acumulam consciência. Passam pelas mesmas situações, cometem os mesmos erros, repe...
20/04/2026

Há pessoas que acumulam anos, mas não acumulam consciência. Passam pelas mesmas situações, cometem os mesmos erros, repetem os mesmos padrões, apenas com mais idade.

Sem auto-reflexão, o tempo vira calendário. Com auto-reflexão, o tempo vira transformação.

Amadurecer exige coragem:
coragem de se observar,
de admitir falhas,
de rever atitudes,
de mudar rotas quando necessário.

Quem não se questiona, se repete.
Quem se observa, evolui.

Não é o tempo que muda alguém.
É a disposição de olhar para dentro.

Enquanto isso, o essencial f**a sem resposta:o desejo de proximidade,o signif**ado do momento a dois,o cuidado com a his...
14/04/2026

Enquanto isso, o essencial f**a sem resposta:o desejo de proximidade,o signif**ado do momento a dois,o cuidado com a história que os dois estão construindo.

E quando a linguagem do vínculo não é acessada,o outro pode começar a se sentir sozinho mesmo acompanhado.

06/04/2026

Esse é o jardim que cuido e que me inspira enquanto estou atendendo os meus pacientes. Amo muito! ❤️

Como você tem escolhido o que vê, pensa e sente?

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