18/07/2026
Todos procuramos sentir-nos melhor.
Procuramos respostas. Procuramos equilíbrio. Procuramos compreender porque nos sentimos ansiosos, sem energia, sobrecarregados ou simplesmente diferentes daquilo que gostaríamos de ser.
Hoje, essas respostas parecem estar em todo o lado: nas redes sociais, nos podcasts, nos livros, nas aplicações ou nos conselhos de quem também já passou por experiências semelhantes.
E muitas dessas ferramentas podem ser um ponto de partida.
Mas há algo que nenhuma delas consegue substituir: um profissional que o escuta sem julgamento, compreende a sua história, avalia a sua realidade e constrói consigo um caminho verdadeiramente adaptado às suas necessidades.
Na minha prática, acredito que cuidar da saúde mental é cuidar da pessoa como um todo. Não apenas dos sintomas, mas também da sua história, das suas emoções, das suas relações, do seu corpo e do contexto em que vive.
É esta visão integrativa que orienta o meu trabalho: uma intervenção baseada na evidência científica, centrada na pessoa e, sempre que necessário, articulada com outros profissionais de saúde, porque acredito que o cuidado é mais completo quando diferentes saberes trabalham em conjunto.
Foi também com este compromisso de qualidade, ética e transparência que a Ordem dos Psicólogos Portugueses - Ordem dos Psicólogos - criou um identificador para os seus membros.
Num mundo onde todos podemos falar sobre saúde mental, é importante saber distinguir informação de intervenção clínica e reconhecer quem está devidamente habilitado para a exercer.
Porque cuidar da saúde mental é muito mais do que encontrar respostas. É encontrar um caminho que faça sentido para si, acompanhado por quem tem competência para o percorrer consigo.