21/07/2026
Quando estamos tão ligados, mas tão desconectados ♡
Vivemos num tempo em que nunca estivemos tão ligados. Ligados aos ecrãs, às redes sociais, às mensagens, ao mundo inteiro. E, ainda assim, talvez nunca tenhamos estado tão distantes de nós próprios. Distantes do nosso corpo. Das nossas emoções. Da Natureza. Do silêncio. Do essencial.
A velocidade da vida moderna, as exigências constantes e a pressão para estarmos sempre disponíveis e a produzir levam-nos, tantas vezes, a viver em desequilíbrio. A ansiedade, o burnout, a depressão e tantos outros sinais de sofrimento são, cada vez mais, parte da realidade de muitas pessoas.
Foi a partir desta reflexão, tão humana e tão próxima de todos nós, que tive o privilégio de participar na 9.ª Feira da Diversidade, em Vilar Formoso.
Esta participação teve para mim um significado muito especial, pois vivi a Feira com uma dupla função: enquanto curadora, no âmbito do meu papel como membro da Associação Integra, entidade responsável pela organização da Feira, e enquanto dinamizadora, levando ao programa uma palestra sobre "A Abordagem Xamânica à Saúde Mental" e uma meditação xamânica ao som do tambor.
A Feira da Diversidade é um espaço de encontro, de partilha e de celebração. Um espaço que enaltece a diversidade e a inclusão, criando pontes entre pessoas, histórias, culturas e diferentes formas de estar no mundo. E, a cada ano, a Feira procura também inovar, trazendo novos temas, experiências e perspetivas.
Este ano, o xamanismo encontrou o seu lugar enquanto abordagem ancestral e terapêutica para a preservação e prevenção da saúde mental.
Falámos de saúde mental de uma forma simples, próxima e acessível. Falámos de algo que, de uma maneira ou de outra, toca a todos nós: como podemos reencontrar o equilíbrio num mundo que tantas vezes nos convida ao desequilíbrio?
As práticas ancestrais xamânicas podem recordar-nos o caminho de regresso ao que realmente importa. Podem ajudar-nos a ... continuar a ler em: www.espacoyndigo.com/blog-yndigo
When we are so connected, yet so disconnected ♡
We live in a time when we have never been so connected. Connected to screens, to social media, to messages, to the whole world. And yet, perhaps we have never been so distant from ourselves. Distant from our bodies. From our emotions. From Nature. From silence. From what is essential.
The speed of modern life, the constant demands and the pressure to always be available and productive often lead us to live in imbalance. Anxiety, burnout, depression and so many other signs of suffering are increasingly part of the reality for many people.
It was from this reflection, so human and so close to all of us, that I had the privilege of participating in the 9th Diversity Fair in Vilar Formoso.
This participation had a very special meaning for me, as I experienced the Fair in a dual role: as a curator, within the scope of my role as a member of the Integra Association, the entity responsible for organizing the Fair, and as a facilitator, bringing to the program a lecture on "The Shamanic Approach to Mental Health" and a shamanic meditation to the sound of the drum.
The Diversity Fair is a space for meeting, sharing and celebration. A space that enhances diversity and inclusion, creating bridges between people, stories, cultures and different ways of being in the world. And, each year, the Fair also seeks to innovate, bringing new themes, experiences and perspectives.
This year, shamanism found its place as an ancestral and therapeutic approach to the preservation and prevention of mental health.
We talked about mental health in a simple, close and accessible way. We talked about something that, in one way or another, touches us all: how can we find balance again in a world that so often invites us to imbalance?
Ancient shamanic practices can remind us of the path back to what truly matters. They can help us remember that ... continue reading : www.espacoyndigo.com/blog-yndigo