Dr. Martin Lorenzetti

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Dr. Martin Lorenzetti Sou Martin Alfio Lorenzetti, médico neurocirurgião, natural de Milão, Itália. Filho de um arquitecto e uma jurista. Fiquei apaixonado por este país!

Dr. Martin Lorenzetti | Neurocirurgião
🧠 Patologias da cabeça, pescoço e costas.
🔹 +20 anos de experiência | +3.000 cirurgias.
👨‍⚕️ C.P.: 52437
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www.doctoralia.com.pt/martin-lorenzetti Cheguei a Portugal em 2011 para integrar a equipa do conceituado neurocirurgião Professor Dr. João Lobo Antunes, no Hospital de Santa Maria em Lisboa, onde permaneci até finais de 2018. E

sses anos ensinaram-me muito e, confesso, voltei acreditar na meritocracia; algo que há muitos anos deixou de existir na Itália. O meu percurso profissional esteve para seguir muito, muito longe de Portugal. Começou a definir-se num fellowship em Tel Aviv (Israel) ao lado do Professor Zvi Ram, num contrato de quatro anos. Nessa mesma altura surgiu a amizade com o professor Lobo Antunes e a proposta de mudar-me para Portugal; em pouco tempo tornou-se real. Hoje, vivo em Cascais, mas é o Alentejo que me fascina. Faz lembrar-me a Toscana, mas sei bem que tenho ainda muito para descobrir nesse país maravilhoso. Em Portugal fui fantasticamente recebido e deixo-vos já um elogio… o civismo dos portugueses é muito bem desenvolvido e uma mais valia para quem procura um ambiente ideal como profissional mas também como pai. Apesar da minha integração em Portugal ter sido muito fácil, começar do zero num país diferente é sempre uma tarefa difícil. Na Itália já era médico especialista há três anos, mas aqui trabalhei a um ritmo que me fez voltar aos tempos do internado.

Nem todos os tumores da coluna são malignos.Mas isso não significa que sejam inofensivos.Os quistos epidermoides da medu...
04/06/2026

Nem todos os tumores da coluna são malignos.
Mas isso não significa que sejam inofensivos.

Os quistos epidermoides da medula espinhal são lesões raras, de crescimento lento, que podem comprimir a medula e causar sintomas neurológicos progressivos.
Neste caso clínico, foi identificada uma lesão intradural torácica que provocava compressão da medula e das raízes nervosas.

O tratamento passou por uma abordagem cirúrgica com laminectomia e remoção completa da lesão.

A cirurgia permitiu aliviar a compressão e a doente recuperou sem défices neurológicos, mantendo-se sem sinais de recidiva no seguimento.

Este caso foi publicado na revista científica Surgical Neurology International, contribuindo para o conhecimento e abordagem destas patologias raras.

💬 As palavras de quem viveu a experiência dizem mais do que qualquer explicação.Partilhamos abaixo o testemunho real de ...
28/05/2026

💬 As palavras de quem viveu a experiência dizem mais do que qualquer explicação.
Partilhamos abaixo o testemunho real de um paciente acompanhado pelo Dr. Martin Lorenzetti:
“Apesar do receio inicial em realizar uma cirurgia desta natureza, desde a primeira consulta senti uma grande empatia, o que me deixou bastante tranquila. Explicou de forma clara e detalhada as vantagens do procedimento, sendo totalmente transparente quanto aos riscos envolvidos. Valorizei muito o facto de me ter dado o tempo necessário para reflectir e tomar uma decisão consciente. A cirurgia correu muito bem, assim como todo o processo de recuperação. Durante esse período, o Dr. manteve-se sempre disponível para esclarecer todas as dúvidas que surgiram, respondendo com rapidez, o que foi essencial para o meu bem estar e confiança durante a recuperação. Aproveito para agradecer ao Dr. Martin Lorenzetti pelo excelente trabalho. Para além de ser um médico de elevada competência, demonstrou também ser um profissional atento e um ser humano de grande sensibilidade, o que me trouxe muita segurança num momento de bastante insegurança.” — Artrodese da Coluna com Instrumentação por via anterior
👨‍⚕️ Cada caso é único, mas o objetivo é sempre o mesmo: aliviar a dor, restaurar a mobilidade e devolver qualidade de vida.
📲 Se também precisa de ajuda, marque a sua consulta através da Doctoralia.

19/05/2026

Dor cervical persistente que não melhora com fisioterapia ou medicação pode ter uma causa estrutural.
Neste caso, a ressonância mostra uma protusão discal entre C4–C5, já com deformação do s**o dural e contacto com a medula, associada a alteração da curvatura cervical.

Apesar de não existir um conflito radicular significativo, a dor axial é intensa e persistente, provavelmente associada a contractura secundária.

Quando os tratamentos conservadores deixam de ser eficazes, pode ser necessário considerar tratamento cirúrgico para aliviar a compressão e tratar a origem do problema.

Se apresenta dor cervical persistente ou sintomas que não melhoram, procure avaliação especializada. O agendamento pode ser feito de forma simples através da Doctoralia.

Mais um ano de dedicação à neurocirurgia.Ao longo do tempo, o compromisso mantém-se o mesmo: avaliar com rigor, decidir ...
15/05/2026

Mais um ano de dedicação à neurocirurgia.

Ao longo do tempo, o compromisso mantém-se o mesmo: avaliar com rigor, decidir com responsabilidade e tratar cada caso de forma individualizada.
Fora do bloco operatório, são anos de experiência acumulada.

Dentro dele, cada decisão continua a contar.
Feliz aniversário (para mim!).

06/05/2026

Neste caso clínico, a doente apresentava dor cervical persistente, com evidência de compressão da medula e das raízes nervosas em vários níveis.

O estudo revelou três hérnias cervicais, associadas a uma listese em C4–C5 e sinais de sofrimento medular.
A compressão era mais evidente entre C4–C5 e C5–C6, com envolvimento foraminal e redução significativa do espaço disponível para as estruturas nervosas.

Perante este cenário, foi realizada uma intervenção por via anterior, com descompressão medular, remoção das hérnias e correção da listese.

Foram tratados os três níveis numa única cirurgia, com discectomia e artrodese, utilizando cages em titânio e fixação com parafusos.

A decisão de intervir em todos os níveis teve como objetivo evitar sobrecarga dos segmentos adjacentes e prevenir a progressão da doença.

Cada caso exige uma avaliação detalhada para definir o momento e a extensão do tratamento.

01/05/2026

A mielopatia espondilótica cervical resulta de um aperto progressivo da medula ao nível da coluna cervical. Neste caso, observa-se uma estenose multissegmentar entre C3 e C6, causada por protrusões discais e compressão associada ao ligamento posterior, reduzindo significativamente o espaço disponível para a medula.

Com o tempo, esta compressão leva a sofrimento medular, visível na ressonância, e manifesta-se por alterações neurológicas como perda de força, diminuição da sensibilidade e dificuldade nos movimentos das mãos e dos membros. Em fases mais avançadas, pode surgir tetraparesia, com agravamento progressivo dos sintomas.

O tratamento cirúrgico passa por uma laminectomia cervical descompressiva, removendo a parte posterior das vértebras para aumentar o espaço do canal e aliviar a pressão sobre a medula.
Se apresenta sintomas neurológicos ou perda de força progressiva, procure avaliação especializada. O agendamento pode ser feito de forma simples através da Doctoralia.

Nem todas as cirurgias mudam uma vida. Mas algumas devolvem-na.A neurocirurgia é uma área exigente, onde cada decisão te...
14/04/2026

Nem todas as cirurgias mudam uma vida. Mas algumas devolvem-na.
A neurocirurgia é uma área exigente, onde cada decisão tem impacto direto na função, na autonomia e na qualidade de vida dos doentes.

Por trás de cada intervenção está um compromisso diário com o rigor, a precisão e a responsabilidade.

Neste Dia do Neurocirurgião, celebro não apenas a especialidade, mas a dedicação contínua a tratar patologias complexas e a melhorar a vida de quem me procura.

Nem sempre existe apenas uma causa para a dor na coluna. Neste caso, numa única intervenção cirúrgica, foram tratadas tr...
10/04/2026

Nem sempre existe apenas uma causa para a dor na coluna. Neste caso, numa única intervenção cirúrgica, foram tratadas três patologias distintas:

- Listese grau 2 em L5–S1
- Canal estenótico em L4–L5
- Hérnia discal em L3–L4

Cada uma destas alterações contribui para a compressão das estruturas nervosas e para a persistência dos sintomas.

A abordagem cirúrgica permite tratar simultaneamente os diferentes níveis afetados, corrigindo o desalinhamento, descomprimindo o canal e removendo o material discal responsável pela compressão.

Quando existem várias causas associadas, é essencial uma avaliação completa para definir um plano de tratamento adequado.

Se apresenta dor lombar persistente ou sintomas neurológicos, procure avaliação especializada. O agendamento pode ser feito de forma simples através da Doctoralia.

02/04/2026

Caso invulgar de hérnia discal L2–L3 a causar uma ciática proximal na perna esquerda, com hipossensibilidade ao tato nessa região.
Logo no corte sagital é possível observar uma grande extrusão discal que enche o canal central.
Ao identificar os níveis, verifica-se que a hérnia se encontra em L2–L3, comprimindo a raiz de L2 e provavelmente também a raiz de L3 na sua passagem.
No corte axial, a hérnia é evidente: sai do disco, migra claramente e entra no forame, comprimindo a raiz e também a raiz de passagem, em congruência com as queixas do paciente.
Trata-se de uma situação pouco frequente, mas que explica o quadro clínico apresentado.
Cada caso exige uma análise cuidada da imagem e da correspondência com os sintomas. 🧠💙

27/03/2026

Este é um caso muito interessante, porque é uma paciente com poucas queixas.
Não apresenta dor no pescoço nem braquialgia.
Tem formigueiros nas mãos e tonturas posicionais em decúbito que são incapacitantes.
Na ressonância observam-se três grandes formações herniárias já em contacto com a medula, causando aperto do canal.
No corte axial, num primeiro nível, surge uma hérnia muito grande, circunferencial, que entra um pouco no forame à direita, podendo ser responsável por compressão da raiz.
No nível acima, outra grande hérnia comprime a medula contra a lâmina, sem deixar espaço de segurança com a coluna de líquido.
E mais um nível acima, novamente uma grande hérnia que impacta a medula e a empurra posteriormente contra a lâmina, antes de o canal voltar a um nível normal.
Trata-se de uma hérnia cervical em três níveis.
Se não for tratada, poderá com o tempo evoluir para uma mielopatia espondilótica cervical, tornando o tratamento mais complexo e podendo exigir uma cirurgia por via posterior, em vez de anterior nesta fase.
Cada caso exige uma leitura cuidadosa dos exames e uma decisão no momento certo. 🧠💙

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